O SANTO DO SORRISO
Dom Bosco. Cresci nos seus oratórios. Quando atraído ao sacerdócio, foi aos Salesianos que acorri, à casa do santo do sorriso. Sua imagem simpática reflete bem sua obra, aberta às crianças e jovens pobres.
“Um santo triste é um triste santo” se repetia nos corredores salesianos. A vida cristã não deve ser encarada como penosa, fatigante. Padre Hilário Micheluzzi me ajudava a “enxergar” essa santidade salesiana. Suas historinhas, seu jeito afável, transportáva-nos à generosidade do fundador.
Os mais próximos de São João Bosco foram, com o tempo, percerbendo que seu sorriso era proporcional aos problemas. Quanto mais dificuldades, mais feliz parecia. Desse comportamento nascem preciosos ensinamentos: de que nosso rosto não nos pertence, antes aos outros; de que não basta amar, mas que é preciso expressar. Quem está em nosso redor precisa perceber nosso “odor” cristão, da caridade.
Dom Bosco exalou fortemente o cristianismo. Tanto que 75 anos após sua canonização sua mensagem continua atual. Sua santidade ainda inspira, cativa, ilumina.