O QUE PESA MAIS?

Filed under: Sem Categoria — padrealir at 6:33 pm on terça-feira, janeiro 31, 2012

Quantas vezes ficamos tão chateados, derrotados ou arrasados com uma opinião negativa a nosso respeito.
Embora já tenhamos ouvido tantas lindas declarações de amor e incentivo, por que será que damos tanto peso e maior importância ao que é negativo?
Deus tem bom gosto. Ele sempre dá preferência ao que existe de bom nos filhos por Ele criados.
Vamos adotar a “politica de ação”:
“Tal Pai, tal filho!”
Nós não costumamos dizer que o bem sempre vence?
Se ele vence é por que podemos considerá-lo “mais pesado”
em nossa vida.
Assim ao ouvirmos manifestações negativas
puxemos do baú de nossa memória outras manifestações positivas que já ouvimos.
Melhor ainda se recordarmos algumas das tantas palavras de amor e incentivo que Deus nos fala através da Sagrada Escritura.
Tenhamos como reação:
Tem coisas mais importantes que já ouvi anteriromente. Como Maria, as tenho guardadas no coraçao e agora estou acionando-as.

Parábolas modernas – A chave perdida

Filed under: Sem Categoria — padrealir at 5:25 pm on domingo, julho 10, 2011

O Reino dos céus é semelhante a um homem que andava sozinho num lugar deserto, com seu carrão numa noite gelada. Pelo caminho sentiu-se atraído por uma luz encantadora que estava no meio de uma grande duna de areia. Não resistiu. Mesmo sem perceber o enorme frio que fazia parou seu carro e foi ao local. Enquanto caminhava a chave de seu carro caiu na areia e ele não pode mais encontrá-la. Não podendo mais abrir seu carro iniciou uma viagem a pé. Como estava com pouca roupa foi vencido pelo frio. Caiu na valeta e morreu congelado.
Lição:
Temos somente uma vida. Antes de abandonar o caminho do Senhor precisamos pensar nas conseqüências. O que pode me acontecer neste lugar, nesta aventura que vou fazer? O que vai me acontecer se eu fizer o primeiro acesso a um site pornográfico? Qual o efeito para minha vida? Onde está algo tão atraente pode estar também a causa de minha morte espiritual e condenação eterna.
“Por isso, se tua mão ou teu pé te fazem cair em pecado, corta-os e lança-os longe de ti: é melhor para ti entrares na vida coxo ou manco que, tendo dois pés e duas mãos, seres lançado no fogo eterno”. ( Mt 18,8)

O Espirito Santo faz toda diferença

Filed under: Sem Categoria — padrealir at 12:42 am on sábado, junho 11, 2011

A fé é o canal

Filed under: Sem Categoria — padrealir at 12:01 pm on terça-feira, fevereiro 1, 2011

O que fez que com o poder de Jesus chegasse e curasse a hemoroísa foi a fé.
Jesus tem o poder. O reservatório. A energia. Ela chega até nós pela fé. Graça e poder Jesus tem para todos. Tomam posse. Vêm acontecer os que crêem.
Façamos hoje nosso ato de fé, também

Deus é a nosso favor

Filed under: Mensagens — padrealir at 8:03 pm on terça-feira, janeiro 11, 2011

Às vezes isto pode parecer-nos tão obvio.

Mas é importante termos isto sempre presente.

Em qualquer adversidade

Em qualquer contrariedade.

Deus nao é nosso opositor.

Deus é a nossa favor.

Com que ajuda melhor poderíamos conta para este ano de 2011?

Em toda e qualquer situação repitamos sempre:

DEUS É A MEU FAVOR!

DEUS É A MEU FAVOR!

A Inveja, o ciúme e a busca do poder

Filed under: Mensagens — padrealir at 11:37 pm on terça-feira, setembro 14, 2010

O que é interessante é bom ser divulgado. Ajuda na reflexao!

Leia o que escreveu o bispo emérito de Juiz de Fora (MG), Dom Eurico dos Santos Veloso.

A inveja, o ciúme e a disputa do poder estão em toda parte.
A ética profissional exige que cada um reconheça a gestão de seus colegas de profissão. Muito mais isto deveria acontecer entre os membros da Igreja, principalmente do clero, pois, devemos reconhecer que é Deus quem faz o chamado ao ministério da Igreja e dá a missão a quem Ele quer. Quem somos nós para duvidarmos da decisão do Senhor?
No entanto, alguns podem questionar essa missão eclesial. É evidente que não vivemos num mundo perfeito. Porém, é evidente também que a inveja, o ciúme e a busca do poder entre alguns membros do clero maculam a imagem do Reino de Deus e da Igreja de Jesus Cristo.
Qualquer membro do clero, por respeito a esta imagem, deveria respeitar e reconhecer nos demais ministros ordenados o senhorio de Jesus Cristo que nele, necessariamente, se manifesta e se apresenta.
Certamente, o compromisso com Deus como ministro ordenado, como padre é de enorme responsabilidade. Os apóstolos Tiago e João perguntaram a Jesus qual seria o privilégio deles em cargos importantes, mas Jesus lhes disse que eles não sabiam o que falavam. Ao invés, foram, sim, convidados pelo Senhor a participar de sua Paixão.
O grande e verdadeiro privilégio de um sacerdote não é outro senão participar do amor, da vida de Cristo, especialmente nos seus sofrimentos e na sua dor, que foi sempre em favor do próximo.
A dignidade do sacerdote, do padre, não deriva de favores humanos, mas de Deus, que o chama a ser testemunha e comunica a ele a Sua graça, através da consagração sacramental da Ordem.
Grandiosa é a dignidade de um padre, mas não menos importante é a grande obrigação que pesa sobre ele.
O sacerdote é apoiado por uma força extraordinária, mas ele é portador de uma enorme responsabilidade que é o valor de seu testemunho, que não deve ser menosprezado mesmo entre os seus irmãos de dignidade sacerdotal.
O mundo está inundado de perversões, incluindo nelas a chamada “invidia clericalis”. Terrivelmente, ela tem se infiltrado no seio da Igreja, minando a dignidade do sacerdócio e da própria vida eclesial.
A Palavra de Deus nos apresenta com honestidade toda a miséria humana, a miséria de cada homem, mas ela é frutuosa ao nos apresentar também a capacidade de regeneração presente nos corações. E isso deve ser uma grande verdade também para os sacerdotes. Jesus escolheu doze homens. Viveu com eles durante cerca de tres anos. Estes deveriam ter percebido os seus ensinamentos. No entanto, quando Jesus instituiu o sacerdócio, um deles o traiu. Perguntamos: o que aconteceu com Judas? Cometeu o pecado de confiar unicamente em suas próprias forças. Desejou experimentar a sua própria lógica, e querer seguir a sua própria vontade, com seus próprios recursos e seus interesses.
Obviamente, ninguém pode ser um ministro ordenado com suas próprias forças. Deus exige humildade para obediência a tudo e ser guiado unicamente por Ele. Judas não pensou assim.
É muitíssimo triste presenciarmos a disputa do poder, a inveja e o ciúme, dentro da própria Igreja e, às vezes, usando qualquer arma, qualquer ferramenta, para ver a derrota do outro, do próprio irmão, com verdadeiras batalhas, de propagandas desonestas, buscando o jargão do “politicamente correto”, e até mesmo a mídia para difamar o outro.
Há o pecado de dizer verdades supostamente incômodas que ninguém quer ouvir, mas por trás delas está apenas a vontade do escândalo e não da correção fraterna do irmão. Evidentemente, que a situação de um comportamento de concorrência atrai a glória para si e não busca o crescimento, a unidade, a comunhão, e a boa imagem do Cristianismo, que nenhum cristão, principalmente os ministros ordenados têm o direito de manchar. Estes, sim, deveriam evitar a preguiça, o contencioso, a ganância e a hipocrisia, e trabalhar arduamente para melhorar o seu próprio estado de vida, o seu testemunho pessoal. Em verdade, o crescimento individual, pessoal, de um dos seus membros, deveria ser o ganho de crescimento de todo o corpo eclesial. A comunhão deve ser uma expressão constante no seio da mãe Igreja, mesmo e sobretudo, no relacionamento entre os seus membros ordenados que deveriam ser os primeiros a testemunhar uma verdadeira fraternidade.
Artigo do arcebispo emérito de Juiz de Fora (Minas Gerais, Brasil), Dom Eurico dos Santos Veloso, publicado pelo ZENIT.org

Remédio do veneno

Filed under: FORMAÇÃO — padrealir at 10:24 am on terça-feira, setembro 14, 2010

O remédio para curada picada da serpente é feito a partir do próprio veneno da cobra. Consegue-se tirar um bem maior, um remédio, uma solução a partir do próprio veneno.

No deserto, depois de ter murmurado, o povo de Israel foi picado por serpentes venenosas e mortíferas. A solução que Deus ofereceu é muito interessante:

“O Senhor disse a Moisés: “Faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo.” Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, conservava a vida”. ( Nm 21,8-9)

Deus é tão forte e soberano que até através da serpente cura.

E Jesus disse:  “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do Homem,” ( Jo 3,14). Jesus foi levantado e a vitória sobre a serpente aconteceu, reparando o erro de nossos pais no paraíso:

“A serpente era o mais astuto de todos os animais dos campos que o Senhor Deus tinha formado. Ela disse a mulher: É verdade que Deus vos proibiu comer do fruto de toda árvore do jardim?” ( Gn 3,1). A serpente convenceu Eva a comer o fruto proibido. Mas, eis que chegaria um tempo que apareceria um outro fruto mais poderoso. Isabel o reconheceu “exclamando em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre”. (Lc 1,42)

Por Eva “recebemos” o maldito fruto que trouxe a morte. Por Maria, o bendito fruto que nos trouxe a salvação.

Debaixo da árvore do paraíso estava Eva para receber da serpente o fruto que geraria a morte e todas as demais desgraças que há no mundo. Aos pés da cruz estava Maria, a nova Eva, para receber em seus braços o Fruto que nos salvou definitivamente.

Se da serpente sai o veneno que mata, de Jesus verte o sangue nos lava de todo pecado, como nos diz o Apocalipse: “Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro“. (Ap 7,14)

Na cruz está a solução para todos os males da humanidade. Ali, todos, encontramos a graça: “Aproximemo-nos, pois, confiadamente do trono da graça, a fim de alcançar misericórdia e achar a graça de um auxílio oportuno”. ( Hb 4,16).

A Cruz é o trono da graça por que nela está dependurado o cordeiro que tira o pecado do mundo.

Todos os dias milhares de toneladas de esgoto entram no mar. Mas, se entrarmos 100 Km mar a dentro encontraremos águas limpas e cristalinas. Por mais que se jogue esgoto no mar, ele consegue absorver tudo e manter-se limpo. Ele é mais forte e poderoso que o esgoto.

De modo análogo, não há pecado que não possa ser purificado, pois  “o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado”. (1Jo  1,7).

Fazem muito anos que a humanidade joga esgoto no mar. Mesmo assim, ele continua cristalino. Fazem muitos anos que a humanidade peca. Mesmo assim, jamais conseguirá diminuir o amor de Deus pela humanidade. Deus é MAIS!

Encontrei o amor de minha vida

Filed under: Mensagens — padrealir at 10:41 am on quinta-feira, julho 22, 2010

“Encontrei o amor de minha vida” (Cântico 3,4).

Que bela e maravilhosa declaração pública: encontrei o amor de minha vida.

Uma verdadeira proclamação aos quatro ventos.

Quantos não há que dia e noite estão à procura do amor de sua vida. Como almejam encontrar o amor de sua vida.

Quantos disseram ter encontrado o amor de sua vida, mas, de repente, mudaram de opinião. Aquele que parecia ser o amor de sua vida, já não era mais o amor de sua vida.

Para haver encontro supõe-se antes uma busca. Um ir. Quando se busca é porque ainda não se encontrou e não se sabe onde está.

A única certeza na busca é que se tem um desejo de encontrar. O encontro é marcante por isso. Ele é resultado de uma busca. Busca, por vezes, longa, dolorosa e penosa.

Mas, quando, finalmente, se encontra, festeja-se. Quanto mais longo, difícil e desafiante foi a busca, maior a festa do encontro.

Encontrei o amor de minha vida!

Não um amor, mas O amor de minha vida.

Amores com “a” minúsculos são necessários muitos, pois nunca satisfazem. Mas Amor com “A” maiúsculo basta um.

Este foi o Amor que Maria Madalena encontrou. Não só ela, mas tantos outros já o encontram. Um amor que não compete com outros amores. Amor que é único, pleno e incomparável com os demais.

Quem ainda não encontrou este amor fica se perguntando: “Porque alguém vibra tanto e está tão encantado com Ele?”

Quando alguém fala que “encontrou o amor de sua vida”, nem diz que é uma pessoa. Todos já supõem que ao se falar de “amor de minha vida” está referindo-se a uma pessoa.

De fato, o amor de minha vida é uma Pessoa. E esta pessoa é um Deus. E esta pessoa que é Deus tem um nome: Jesus!

 Quem o encontra não o confunde mais com outros amores. Não o compara com os outros amores. Não despreza os outros amores, mas não o troca por nenhum deles.

Este é amor de minha vida! Uma pessoa que me ama e me aceita quando acerto e quando erro. Quando O adoro e quando O “decepciono”. Um amor que as palavras não são suficientes para descrever.

Desejo que seja também o amor de sua vida.

Então, eu e você, poderemos afirmar onde estivermos e para quem nos perguntar: “Você já teve um grande amor em sua vida?” Responderemos: “Não!”. Não tive um grande amor em minha vida. TENHO um grande amor.

O grande amor de minha vida é Jesus.

Ele deseja ser também o amor de sua vida.

 

O evangelho é miséricordia. O mundo é cruel

Filed under: Mensagens — padrealir at 8:30 pm on terça-feira, junho 1, 2010

A marca central e constante pregada por Jesus, presente em todas as páginas do Evangelho é a misericórdia.

Tirar a misericórdia dos ensinos de Jesus seria como tirar o combustível do automóvel.

Mas, o mundo não é misericordioso.

O mundo é cruel!

Enquanto a misericórdia ensina extender a mão ao fraco e ao pobre, a crueldade delicia-se com a miséria, erros e pecados do que errou.

Por nada Jesus não teria dito:  “Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós”. ( Jo 15,18)

O mundo guia-se pelo “espirito de urubu”. Quanto maior a carniça, a sujeira, maior a festa!

Mas, o cristão precisa ser diferente.

Se perdermos a misericórdia e passarmos também à crueldade, o mundo nos terá vencido.

Mas, pelo contrário, se formos cada vez mais misericordiosos com os outros e com nosso próprios erros, venceremos.

Por maior que seja a carniça, um dia ela acaba, e então os corvos se dispersam.

Mas, onde existe o amor e a misericórdia é exatamente o inverso: muitos vão se achegando. Até queles acostumados com a crueldade dar-se-ão conta que a misericórdia “cheira melhor”.

Ela pode até não aparecer tão bem empacotada mas, que tem um conteúdo diferenciado, tem.

De que lado costumo, seguidamente, me posicionar: ao lado da crueldade do mundo ou da eterna e infinita misericórdia pregada por Jesus?

Não esperemos que o mundo se torne misericordioso. Não esperemos que os outros exerçam a misericórdia que nós podemos manifestar através de nossas palavras e gestos concretos.

Quantoi mais nossa misericórdia se manifestar, mais a crueldade do mundo vai diminuir!

Cura dos relacionamentos

Filed under: Mensagens — padrealir at 4:56 pm on quarta-feira, março 10, 2010

Este é o tema do Kairós que estarei pregando na Canção Nova neste domingo dia 14/03.

Quantos casamentos são desfeitos. Quantas famílias vivem num ambiente de tristeza e sofrimento. Quantos membros da família setem-se melhor fora do que dentro de seus lares. Quantos adiam seu retorno aos lares preferindo estar com amigos do que com seus familiares. Quanto estão “arrependidos” de ter escolhido tal pessoa para constituir uma família.

Porque aquela mesma pessoa que antes “nao deixava dormir” de tanto que se pensava nela, agora “nao deixa dormir” por causa das mágoas que dela se tem. O que aconteceu?

Como se pode mudar o quadro atual de relacionamento?

O que se pode fazer para não chegar ao ponto de preferir estar só do que junto à pessoa que está ao nosso lado?

Quantos casais que depois de separados concluem que a separação nao trouxe a solução, antes aumentou o número de problemas.

Como é possivel viver bem com a pessoa que está ao seu lado?

 A solução pode muito bem estar na cura dos relacionamentos e não no rompimento de uma relação.

Ore por este encontro e venha até Cahoeira Paulista, na Canção Nova participar ou asista pela TV, Internet ou onça pela rádio.

Divulgue e interceda. Deus quer restabelecer muitos relacionamentos e o fará pela sua graça.

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