Deus é a nosso favor

Filed under: Mensagens — padrealir at 8:03 pm on terça-feira, janeiro 11, 2011

Às vezes isto pode parecer-nos tão obvio.

Mas é importante termos isto sempre presente.

Em qualquer adversidade

Em qualquer contrariedade.

Deus nao é nosso opositor.

Deus é a nossa favor.

Com que ajuda melhor poderíamos conta para este ano de 2011?

Em toda e qualquer situação repitamos sempre:

DEUS É A MEU FAVOR!

DEUS É A MEU FAVOR!

A Inveja, o ciúme e a busca do poder

Filed under: Mensagens — padrealir at 11:37 pm on terça-feira, setembro 14, 2010

O que é interessante é bom ser divulgado. Ajuda na reflexao!

Leia o que escreveu o bispo emérito de Juiz de Fora (MG), Dom Eurico dos Santos Veloso.

A inveja, o ciúme e a disputa do poder estão em toda parte.
A ética profissional exige que cada um reconheça a gestão de seus colegas de profissão. Muito mais isto deveria acontecer entre os membros da Igreja, principalmente do clero, pois, devemos reconhecer que é Deus quem faz o chamado ao ministério da Igreja e dá a missão a quem Ele quer. Quem somos nós para duvidarmos da decisão do Senhor?
No entanto, alguns podem questionar essa missão eclesial. É evidente que não vivemos num mundo perfeito. Porém, é evidente também que a inveja, o ciúme e a busca do poder entre alguns membros do clero maculam a imagem do Reino de Deus e da Igreja de Jesus Cristo.
Qualquer membro do clero, por respeito a esta imagem, deveria respeitar e reconhecer nos demais ministros ordenados o senhorio de Jesus Cristo que nele, necessariamente, se manifesta e se apresenta.
Certamente, o compromisso com Deus como ministro ordenado, como padre é de enorme responsabilidade. Os apóstolos Tiago e João perguntaram a Jesus qual seria o privilégio deles em cargos importantes, mas Jesus lhes disse que eles não sabiam o que falavam. Ao invés, foram, sim, convidados pelo Senhor a participar de sua Paixão.
O grande e verdadeiro privilégio de um sacerdote não é outro senão participar do amor, da vida de Cristo, especialmente nos seus sofrimentos e na sua dor, que foi sempre em favor do próximo.
A dignidade do sacerdote, do padre, não deriva de favores humanos, mas de Deus, que o chama a ser testemunha e comunica a ele a Sua graça, através da consagração sacramental da Ordem.
Grandiosa é a dignidade de um padre, mas não menos importante é a grande obrigação que pesa sobre ele.
O sacerdote é apoiado por uma força extraordinária, mas ele é portador de uma enorme responsabilidade que é o valor de seu testemunho, que não deve ser menosprezado mesmo entre os seus irmãos de dignidade sacerdotal.
O mundo está inundado de perversões, incluindo nelas a chamada “invidia clericalis”. Terrivelmente, ela tem se infiltrado no seio da Igreja, minando a dignidade do sacerdócio e da própria vida eclesial.
A Palavra de Deus nos apresenta com honestidade toda a miséria humana, a miséria de cada homem, mas ela é frutuosa ao nos apresentar também a capacidade de regeneração presente nos corações. E isso deve ser uma grande verdade também para os sacerdotes. Jesus escolheu doze homens. Viveu com eles durante cerca de tres anos. Estes deveriam ter percebido os seus ensinamentos. No entanto, quando Jesus instituiu o sacerdócio, um deles o traiu. Perguntamos: o que aconteceu com Judas? Cometeu o pecado de confiar unicamente em suas próprias forças. Desejou experimentar a sua própria lógica, e querer seguir a sua própria vontade, com seus próprios recursos e seus interesses.
Obviamente, ninguém pode ser um ministro ordenado com suas próprias forças. Deus exige humildade para obediência a tudo e ser guiado unicamente por Ele. Judas não pensou assim.
É muitíssimo triste presenciarmos a disputa do poder, a inveja e o ciúme, dentro da própria Igreja e, às vezes, usando qualquer arma, qualquer ferramenta, para ver a derrota do outro, do próprio irmão, com verdadeiras batalhas, de propagandas desonestas, buscando o jargão do “politicamente correto”, e até mesmo a mídia para difamar o outro.
Há o pecado de dizer verdades supostamente incômodas que ninguém quer ouvir, mas por trás delas está apenas a vontade do escândalo e não da correção fraterna do irmão. Evidentemente, que a situação de um comportamento de concorrência atrai a glória para si e não busca o crescimento, a unidade, a comunhão, e a boa imagem do Cristianismo, que nenhum cristão, principalmente os ministros ordenados têm o direito de manchar. Estes, sim, deveriam evitar a preguiça, o contencioso, a ganância e a hipocrisia, e trabalhar arduamente para melhorar o seu próprio estado de vida, o seu testemunho pessoal. Em verdade, o crescimento individual, pessoal, de um dos seus membros, deveria ser o ganho de crescimento de todo o corpo eclesial. A comunhão deve ser uma expressão constante no seio da mãe Igreja, mesmo e sobretudo, no relacionamento entre os seus membros ordenados que deveriam ser os primeiros a testemunhar uma verdadeira fraternidade.
Artigo do arcebispo emérito de Juiz de Fora (Minas Gerais, Brasil), Dom Eurico dos Santos Veloso, publicado pelo ZENIT.org

Encontrei o amor de minha vida

Filed under: Mensagens — padrealir at 10:41 am on quinta-feira, julho 22, 2010

“Encontrei o amor de minha vida” (Cântico 3,4).

Que bela e maravilhosa declaração pública: encontrei o amor de minha vida.

Uma verdadeira proclamação aos quatro ventos.

Quantos não há que dia e noite estão à procura do amor de sua vida. Como almejam encontrar o amor de sua vida.

Quantos disseram ter encontrado o amor de sua vida, mas, de repente, mudaram de opinião. Aquele que parecia ser o amor de sua vida, já não era mais o amor de sua vida.

Para haver encontro supõe-se antes uma busca. Um ir. Quando se busca é porque ainda não se encontrou e não se sabe onde está.

A única certeza na busca é que se tem um desejo de encontrar. O encontro é marcante por isso. Ele é resultado de uma busca. Busca, por vezes, longa, dolorosa e penosa.

Mas, quando, finalmente, se encontra, festeja-se. Quanto mais longo, difícil e desafiante foi a busca, maior a festa do encontro.

Encontrei o amor de minha vida!

Não um amor, mas O amor de minha vida.

Amores com “a” minúsculos são necessários muitos, pois nunca satisfazem. Mas Amor com “A” maiúsculo basta um.

Este foi o Amor que Maria Madalena encontrou. Não só ela, mas tantos outros já o encontram. Um amor que não compete com outros amores. Amor que é único, pleno e incomparável com os demais.

Quem ainda não encontrou este amor fica se perguntando: “Porque alguém vibra tanto e está tão encantado com Ele?”

Quando alguém fala que “encontrou o amor de sua vida”, nem diz que é uma pessoa. Todos já supõem que ao se falar de “amor de minha vida” está referindo-se a uma pessoa.

De fato, o amor de minha vida é uma Pessoa. E esta pessoa é um Deus. E esta pessoa que é Deus tem um nome: Jesus!

 Quem o encontra não o confunde mais com outros amores. Não o compara com os outros amores. Não despreza os outros amores, mas não o troca por nenhum deles.

Este é amor de minha vida! Uma pessoa que me ama e me aceita quando acerto e quando erro. Quando O adoro e quando O “decepciono”. Um amor que as palavras não são suficientes para descrever.

Desejo que seja também o amor de sua vida.

Então, eu e você, poderemos afirmar onde estivermos e para quem nos perguntar: “Você já teve um grande amor em sua vida?” Responderemos: “Não!”. Não tive um grande amor em minha vida. TENHO um grande amor.

O grande amor de minha vida é Jesus.

Ele deseja ser também o amor de sua vida.

 

O evangelho é miséricordia. O mundo é cruel

Filed under: Mensagens — padrealir at 8:30 pm on terça-feira, junho 1, 2010

A marca central e constante pregada por Jesus, presente em todas as páginas do Evangelho é a misericórdia.

Tirar a misericórdia dos ensinos de Jesus seria como tirar o combustível do automóvel.

Mas, o mundo não é misericordioso.

O mundo é cruel!

Enquanto a misericórdia ensina extender a mão ao fraco e ao pobre, a crueldade delicia-se com a miséria, erros e pecados do que errou.

Por nada Jesus não teria dito:  “Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós”. ( Jo 15,18)

O mundo guia-se pelo “espirito de urubu”. Quanto maior a carniça, a sujeira, maior a festa!

Mas, o cristão precisa ser diferente.

Se perdermos a misericórdia e passarmos também à crueldade, o mundo nos terá vencido.

Mas, pelo contrário, se formos cada vez mais misericordiosos com os outros e com nosso próprios erros, venceremos.

Por maior que seja a carniça, um dia ela acaba, e então os corvos se dispersam.

Mas, onde existe o amor e a misericórdia é exatamente o inverso: muitos vão se achegando. Até queles acostumados com a crueldade dar-se-ão conta que a misericórdia “cheira melhor”.

Ela pode até não aparecer tão bem empacotada mas, que tem um conteúdo diferenciado, tem.

De que lado costumo, seguidamente, me posicionar: ao lado da crueldade do mundo ou da eterna e infinita misericórdia pregada por Jesus?

Não esperemos que o mundo se torne misericordioso. Não esperemos que os outros exerçam a misericórdia que nós podemos manifestar através de nossas palavras e gestos concretos.

Quantoi mais nossa misericórdia se manifestar, mais a crueldade do mundo vai diminuir!

Cura dos relacionamentos

Filed under: Mensagens — padrealir at 4:56 pm on quarta-feira, março 10, 2010

Este é o tema do Kairós que estarei pregando na Canção Nova neste domingo dia 14/03.

Quantos casamentos são desfeitos. Quantas famílias vivem num ambiente de tristeza e sofrimento. Quantos membros da família setem-se melhor fora do que dentro de seus lares. Quantos adiam seu retorno aos lares preferindo estar com amigos do que com seus familiares. Quanto estão “arrependidos” de ter escolhido tal pessoa para constituir uma família.

Porque aquela mesma pessoa que antes “nao deixava dormir” de tanto que se pensava nela, agora “nao deixa dormir” por causa das mágoas que dela se tem. O que aconteceu?

Como se pode mudar o quadro atual de relacionamento?

O que se pode fazer para não chegar ao ponto de preferir estar só do que junto à pessoa que está ao nosso lado?

Quantos casais que depois de separados concluem que a separação nao trouxe a solução, antes aumentou o número de problemas.

Como é possivel viver bem com a pessoa que está ao seu lado?

 A solução pode muito bem estar na cura dos relacionamentos e não no rompimento de uma relação.

Ore por este encontro e venha até Cahoeira Paulista, na Canção Nova participar ou asista pela TV, Internet ou onça pela rádio.

Divulgue e interceda. Deus quer restabelecer muitos relacionamentos e o fará pela sua graça.

É possível ser santo?

Filed under: Mensagens — padrealir at 5:05 pm on segunda-feira, julho 20, 2009

“Sou santo!” Quando ouvimos uma declaração dessas nos assustamos ou achamos presunção, orgulho, vaidade. Facilmente retrucamos afirmando: “Santo de pau oco?!

A santidade nos parece algo tão distante ou quem sabe meio impossível. Por isso nem pensamos em persegui-la para alcançá-la. Embora Jesus nos tenha ordenado: “…sede perfeitos (santos), assim como vosso Pai celeste é perfeito” ( Mt 5, 48).

Podemos mesmo pensar que a santidade seja um chamado e uma possibilidade apenas para algumas pessoas especiais como papas, bispos, fundadores de comunidades e congregações religiosas. Mas não é assim. A santidade é uma possibilidade para todos, de modo especial para os batizados.

No batismo, recebemos o Espírito Santo. Não costumamos dizer “fogo quente”, pois, trata-se de uma redundância, já que só será fogo se for quente, nem “gelo frio”, pelo mesmo motivo. Mas, podemos afirmar que o Espírito que recebemos no Batismo é Santo, pois este tem como função, santificar. A função do fogo é aquecer. A do gelo, esfriar. A do Espírito, santificar.

No livro do êxodo vemos uma bela passagem que nos pode ajudar entender a santidade: “Moises notou que sarça estava em chamas, mas não se consumia” (Ex 3, 2). Deus disse a Moisés: “tira as sandálias dos pés, porque o lugar onde estás é uma terra santa” (Ex, 3, 5).

Passemos ao Novo Testamento à nossa vida.

a. A chama que queima e não se consome é o Espírito Santo que recebemos em nosso batismo. Ele é Deus. Está em nós. É uma chama divina que habita em nosso interior e jamais se consome. Quando acendemos um fogo, se não formos pondo lenha, ele apaga. Consumida a lenha, termina o fogo. A chama do fogo do Espírito Santo é esta “sarça” que queima sem parar em nosso interior. Ela é capaz de queimar o tempo todo e não se consumir. Isso ocorre porque trata-se de uma chama divina, portanto, não necessita que se reponha a lenha.

b. Esta terra é santa. Quem a santifica é a presença da chama ardente que não se consome. Que permanece acessa. A terra torna-se santa devido à chama que nela está queimando. Aqui nos damos conta que há verdadeiramente a possibilidade de sermos santos. A santidade é possível não porque sejamos uma terra santa por nós mesmos. Somos e continuamos pecadores, mas em nós arde uma chama, “a chama do amor”, a chama do Espírito Santo. Quem se deixa iluminar, é aquecido por ela. Quem segue este conselho da Palavra de Deus “deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfareis os apetites da carne” (Gl 5,16), crescerá em santidade, tornar-se-á “uma terra santa”.

Santidade é uma obra do Espírito Santo em nós. Assim como o fruto é uma “obra” da árvore, a pintura uma obra do pintor, a escultura do escultor, a santidade é uma ação do Espírito Santo. Esta santidade que poderá ser percebida pelos frutos daquela “terra” na qual arde a “sarça” do Espírito: “o fruto do Espírito é caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança” ( Gl 5, 22).

c. “Tira as sandálias dos pés”. Posso pisar sobre um fio elétrico e levar um grande choque ou não. Depende do isolante que eu tenha em meu calçado. Deus diz a Moises: “tira o isolante dos teus pés”. Tira as sandálias! Pisa na terra! Entra em contado direto com ela. Sente o calor da terra. Deus deu-nos o Espírito Santo. Quis colocá-lo tão em contato conosco que acabou colocando-O dentro de nós mesmos. Somos por Ele habitados para estarmos em contato direto o tempo todo e totalmente com Ele. Onde há isolante, a energia não chega. A cinza que se acumula sobre a brasa não permite que ela aqueça o churrasco. É preciso soprá-la.  Jesus “soprou sobre eles dizendo-lhes: recebei o Espírito Santo” (Jo 20, 22). O calor do Espírito nos aquece. Com esta força podemos progredir na santidade.

Se até hoje buscamos a santidade pelas nossas boas obras, renúncias, sacrifícios, podemos continuar. Mas, vamos acrescentar a súplica constante para que o Pai dos Céus que nos adotou como filhos, continuamente, sopre sobre “as brasas do Espírito” que recebemos no batismo. Que a chama da sarça do Espírito cresça sempre mais nesta terra, templo do Espírito, que somos, como nos diz a Palavra: “não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis?” (1Cor 6,19). Desta forma nos tornaremos cada dia mais santos, porque possuídos, fortificados e guiados pelo Espírito Santo.

Peçamos todos os dias: Sarça ardente do Divino Espírito, que habitas em mim, e que me tornastes santo pelo Batismo, ajuda-me a progredir no caminho da santidade e produzir os frutos do Espírito. Então não precisarei dizer para ninguém: “sou santo!” Esta declaração torna-se dispensável, pois, “pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinhos e figos dos abrolhos?” (Mt  7,16).

 

PRESIDIÁRIOS FALAM DOS SENTIMENTOS PARA COM SUAS MÃES

Filed under: Mensagens — padrealir at 10:04 am on quinta-feira, maio 7, 2009

Presos considerados de alta periculosidade, e por isso mantidos em cárcere especial com segurança reforçada, deixaram mensagens para suas mães. Celebro neste presídio de segurança máxima. Copiei das paredes do local, onde realizamos a celebração da Santa Missa, algumas frases de alguns dos detentos, escritas por eles próprios como homenagem as suas mães pela passagem do seu dia, as quais transcrevo no decorrer deste artigo.

Eles são filhos de Deus como cada um de nós. Por diferentes motivos e razões entraram no mundo do crime. Cometeram crimes violentos. Por isso são considerados de alta periculosidade.

O erro que cometeram marcou sua ficha para sempre. Mas, no coração continuam sentimentos de ternura e amor por aquela que os carregou por nove meses no seu ventre. Conservo as frases tais como escreveram – literalmente -, embora possam conter erros de grafia. O que conta aqui é o desejo de cada um deles de comunicar um sentimento mantido no coração com relação a sua mãe. Como são raríssimas as pessoas que têm acesso ou se dispõem a ir nesses locais, uso este meio para que você também possa conhecer. E as mães sintam-se homenageadas pelo seu papel insubstituível na vida de seus filhos, independente de sua idade. Seus autores são mantidos anônimos, mas o que escreveram é:

“Posso está na tristesa na angustia e no sofrimento.

Mas jamais irei tirar você do meu pensamento”.

 

“Mãe, tu és a razão da minha vida!

Quando eu me vi perdido, você manteve acesa a minha esperança.

Nada fazia sentido e você me deu colo, como quem protege uma criança.

Quando se apagaram as luzes, você me deu a mão e me guiou no escuro, como o Sol cortando as nuvens, você me iluminou e foi o meu Porto Seguro.

Me fez dar a volta por cima quando mais precisei secou todo o meu pranto, razão da minha vida, eu te amo tanto”.

“Mãe, estou sofrendo mas viver sem sofrer não vale a pena pois é no sofrimento que nasce a experiência e na experiência que eu vou reconhecer que me AMA de verdade, pois quem ama vem no triste lugar de angústia e grade”.

“Palavras são perdidas

Promessas, esquecidas

Cartas e papeis se apodrece,

Mas é o amor de mãe que permanece”.

 

“Todas as maravilhas do mundo

se resume a um só ser:

você amada mãe”.

 

Silencie! Medite nestas palavras destes presos. Eles podem ser considerados de alta periculosidade. Perigoso também pode ser tornar-nos insensíveis a sua história e sofrimento.

Parabéns, mulher, por ser mãe.

Você nunca fracassa por que nunca será esquecida por aqueles que um dia gerou.