O que faço ao ser questionado?

Filed under: RELACIONAMENTOS — padrealir at 10:42 am on quinta-feira, junho 19, 2008

 Facilmente percebe-se a maturidade, segurança e autoconfiança de alguém quando ele é questionado. Há um provérbio que diz o seguinte: “Quer conhecer uma pessoa, dá-lhe poder!”

Em minhas observações sobre os relacionamentos humanos, sugiro: “Quer conhecer uma pessoa em sua consistência e segurança, observe sua reação aos ser questionada ou ao confrontar-se com alguém que diverge de seus conceitos pré-estabelecidos”. Tal fato pode ocorrer em todos os níveis de relacionamento, tais como, entre colegas de equipe, ou nas relações hierárquicas. Quando surge um subordinado que ousa questionar ou discordar dos projetos ou idéias de um chefe inseguro, pode ter, por parte dessa pessoa uma reação agressiva. Além de não ser bem acolhido, pode ser definido e considerado como um opositor, “persona non grata”, uma pedra que precisa ser removida do caminho ou até como um inimigo ou traidor, por ter idéias que não se encaixam com as do seu superior.

O questionador se dá conta de que, embora tivesse a melhor das intenções, já que estava apenas tentando colaborar com idéias diferentes, seu questionamento não é  bem-vindo. Percebe que, como resultado de seu atrevimento de “questionar” o chefe, está agora sendo discriminado ou “gelado” por este, afinal, quem o autorizou a ser tão atrevido em discordar do chefinho? Para que este fato não acabe em discórdia, discriminação ou até demissão, o melhor a fazer é não ousar a discordar ou questionar novamente o chefe!

A partir desta atitude de desistência dos subordinados o “todo-poderoso” sente-se vitorioso e feliz. Agora sim, está tudo bem; os obstáculos são coisas do passado! Percebeu que a estratégia de usar a força do cargo, impedindo que os “pequeninos” se metam em assuntos do chefe, funciona mesmo! Daí em diante o rolo não pára. Pão gostoso é aquele que é bem sovado… quanto mais força se usa, mais macio ele fica! 

Até quando?

O que ocorre é que, agindo desta forma, o detentor do poder não terá paz interior e muito menos conseguirá, a longo prazo, atrair colaboradores que se associem aos seus projetos. O jeito será ir se acostumando a trabalhar e “carregar o piano sozinho” porque são raros os que se dispõem a juntar-se a quem habitualmente age desta forma. A lém de não contar com colaboradores, seus empregados e ajudantes o “servem” mais como a um senhor e não  como um amigo, companheiro ou até pai.

Muitos dos que estão ao seu redor, só ali permanecem por não terem outra opção. Mas até quando? Quem não se deixa questionar pelos outros, é firme como areia e acabará na solidão. Quando perder o poder, antes já terá perdido os seus colaboradores. Quem é frágil não pode sofrer nenhum esbarrão. Quem não aceita novas idéias, deve viver de aparências e, muitas vezes, da mentira.

Pode até se impor e manter-se no cargo, por um certo tempo. Mas não terá paz nem legitimidade. Quem utiliza o poder para dominar os outros, um dia não terá mais energia para tal, então a corda arrebentará e não deixará saudades. Livres do opressor como pássaros, voarão para outros  campos e o antigo “senhor” terá como única companhia, a solidão

Auto-análise

Quantas vezes tenho analisado minhas próprias atitudes e reações e percebido que também ajo assim!… por isso, esta reflexão serve, em primeiro lugar, para mim mesmo. Melhor perceber agora, do que lamentar mais tarde. Oxalá você também possa refletir e analisar as suas atitudes. Todos nós temos pessoas que estão, hierarquicamente, acima  e abaixo de nós. Quantos destes já nos questionaram e não têm mais coragem de fazê-lo, porque não acolhemos suas opiniões e questionamentos! Portanto, minha proposta é: sejamos honestos com nós mesmos.

Analisemos nossas atitudes reações ao sermos questionados ou quando os outros discordam frontalmente de nossas posições. Elas vão mostrar nossa firmeza, segurança e autoconfiança ou se estamos construindo sobre a areia. Cedo ou tarde será inevitável que a verdade apareça. Antecipemos-nos ao futuro!

Assim, deixo a seguinte pergunta: elimino e continuo senhor da razão ou acolho o diferente e “faço do limão – o azedume que sinto ao ser questionado – uma limonada?”

Pelo fruto se conhece a árvore, disse Jesus. Pela minha reação perceberei quem sou e a quantas anda a minha consistência interior. 

NÃO ME AMA MAIS!

Filed under: RELACIONAMENTOS — padrealir at 11:41 pm on sexta-feira, junho 13, 2008

 Quanta angústia e até desespero quando se ouve do outro: “Não gosto mais de você!” O gostar é um sentimento. Nossos sentimentos podem mudar de um minuto a outro. Por exemplo, posso estar muito feliz, porém, se de repente recebo uma notícia ruim, torno-me muito triste. Meu sentimento, que era de alegria, agora é de tristeza. Mudou em segundos. Se o amor for apenas um sentimento, então, ele é frágil e pode mudar ou acabar de uma hora para outra. 

Amor é muito mais que um sentimento.Amar é um ato. Uma atitude em favor do outro.
Em 1Cor 13, 5 diz: “o amor não busca os seus próprios interesses”.  Ama aquele que não procura os seus interesses, mas, os do outro. Amar é uma ação, um movimento em favor e em direção ao outro. 

Amar é uma atitude que alguém toma em favor e em direção ao outro, sem nada esperar, cobrar e exigir (assim é o amor de Deus por nós: incondicional e desinteressado). Amar é uma atitude que precisa ser renovada todo dia e a todo instante. 

Assim, se alguém não me ama hoje, se não está disposto a me amar hoje, poderá me amar amanhã.
Da mesma forma, se eu não amo alguém, hoje, posso amá-lo amanhã.  Se não amava os pobres, os moradores de rua, posso começar a amá-los. 

Pais que não amavam um filho podem começar a amá-lo.Se você já não ama alguém, pode voltar a amá-lo no momento em que se decidir a tal. Tampouco existe amor não correspondido. Ele nunca depende do outro, apenas de quem se dispõe a amar. 

O sentimento pode mudar como o vento,mas “ o amor jamais acabará” (1Cor 3,8). 

QUER QUE TE AJUDEM?

Filed under: RELACIONAMENTOS — padrealir at 5:22 pm on segunda-feira, abril 14, 2008

Quem não participa na decisão,não participa na execução!

 Em Puebla, os bispos da América Latina sugeriram o seguinte lema para toda a igreja da América Latina: Comunhão e participação. Todos os fiéis batizados foram chamados a fazer comunhão e a participarem como membros ativos na construção da igreja viva.Levar o outro a participar pode ser semelhante a ensinar uma criança a andar. Auxiliei alguns dos meus irmãos a aprender a andar. O teste final era dar sete voltas ao redor da casa (60 m cada uma), segurando nas mãos da criança e ela andando. Depois de cumprir esta maratona ela era declarada em condições de poder andar com suas próprias pernas. Mas até chegar neste grau, quantas quedas levou e tentativas teve que realizar para manter-se de pé.

Levar uma pessoa a participar e ser agente ativo de uma pastoral, movimento, associação ou celebração pode ser um processo que exige muita paciência, pois normalmente é lento e demorado. Facilmente somos tentados a fazer, ao invés de levar o outro a participar. Parece-nos mais rápido e prático pescar e dar o peixe do que “perder tempo” em ensinar o outro a pescar.Depois que a criança passa a andar com seus próprios pés, poucas vezes será necessário carregá-la no colo. Com o passar do tempo, cada vez menos.Assim também nos trabalhos pastorais.

Quando alguém acredita, confia e investe no outro, com o passar do tempo ele tende a deslanchar e ser mais um que se soma nos serviços.Se carregássemos a criança no colo ou no carrinho a vida toda, ela jamais andaria. Se nós decidimos  tudo sozinhos, sem incluir a participação dos demais nas decisões, podemos correr o risco de, na hora de executar, também estarmos sozinhos.

Quem decide tudo sozinho, também sozinho pode se achar na hora de fazer. O que sozinho decidiu, sozinho terá que executar. Quem se esforça para levar ao máximo a participação dos outros na hora da decisão poderá se surpreender na hora da execução: aparecerão muitos colaboradores.

Quer colaboradores que o ajudem em seus trabalhos em casa, no serviço profissional, na igreja ou em qualquer outro lugar? Não poupe tempo de conquistar a simpatia e estimular participação dos demais.Pode levar tempo. Não vamos querer ver que uma criança de quatro meses ande com seus aproprias pés! Um dia ela andará.
Guarde esta frase que poderá lhe ser útil a vida toda: Quem participa na decisão, tem maior chance de se dispor a ajudar na execução do trabalho que lhe é proposto.

VAMOS CONVERSAR DIFERENTE

Filed under: RELACIONAMENTOS — padrealir at 10:31 pm on domingo, abril 13, 2008

Em muitos relacionamentos há um tipo de conversa, que quase sempre acontece dentro do mesmo esquema: provar que um está certo e que o outro está errado. Durante a conversa (melhor dizendo a discussão), cada um fica mais preocupado em:

•      rebater o que o outro está dizendo;

•      derrubar os seus argumentos;

•      desmerecer o outro e seus argumentos;

•      apelar para sua moral, etc;

Enquanto o outro está falando, nem presta atenção, porque está preocupado em arranjar argumentos que possam contradizer ou rebater o que o outro está dizendo. Assim, fica uma conversa emperrada e infrutífera.  Não favorece em nada o relacionamento. No final teria sido bem melhor que nem tivesse acontecido. Piorou. O muro ficou ainda maior do que já estava. Quanto tempo perdido porque não se procura escutar e acolher o que o outro tem a dizer. Ninguém de nós é juiz de si próprio. Se o outro está falando algo de errado a meu respeito “ele está me prestando um favor”.É como se eu estivesse carregando uma placa nas costas e alguém me avisasse. O que eu não consigo ver, o outro percebe.  Devo ficar bravo ou agradecer pelo aviso? Triste situação e perda de tempo quando não se consegue escutar e deixar que o outro expresse o que pensa e sente. 

UMA RECEITA

 Não rebata o que o outro está expondo. Se você não concorda, então questione para que ele argumente e prove o que está dizendo. Se alguém afirmar para você que determinada pedra vem da lua, ele deve provar o que está dizendo. Caso contrário quem cairá no descrédito será ele próprio.Por que ficar rebatendo o que outro diz? Será que ao menos em parte ele não tem razão?Não seria um absurdo partir para a agressão quando o médico nos dissesse que temos uma doença grave? Que bom que ele descobriu. Assim vamos nos tratar para melhorar.

Que bom que alguém teve coragem de me dizer em que estou errando! Vou tratar de me curar. Melhorarei e serei uma pessoa bem mais simpática e querida por todos. Há relacionamentos que há anos vêm acontecendo dentro do esquema “um, argumentando que está certo e que o outro está errado”. Tente, ao menos por alguns dias, ou meses uma forma diferente. Seja criativo e inovador.

Mesmo que não dê os resultados esperados, você estará fazendo ricas descobertas sobre relações humanas.

PERDI A CONFIANÇA!

Filed under: RELACIONAMENTOS,Sem Categoria — padrealir at 4:44 pm on sexta-feira, abril 11, 2008

 Meu pai nos ensinou em casa: “se alguém não tiver palavra, não deveria nem viver”.  Prometeu? Pois, que cumpra! Ou não deveria ter prometido.

Jesus é a Palavra que se fez carne.  Só por isso já percebemos a importância da palavra.  Quando empenhamos nossa palavra, é como se nos empenhássemos a nós mesmos.  Empenhando a palavra estamos empenhando a nossa vida.  No casamento os noivos dão a palavra! Empenham-se um com o outro.  Quando um não cumpre vem a decepção e a cobrança: “ que você prometeu no altar? Já esqueceu?”Sempre que alguém nos dá a palavra, combina ou se compromete com algo,  passamos a ter convicção de que ele realmente vai cumprir.  Esta passa ser nossa expectativa, embora muitas vezes acabe sendo frustrada por aquele que não honra a palavra dada.

Deus é fiel porque cumpre o que promete.  Quem promete e não cumpre, é infiel.

Cada vez que prometo algo e não cumpro, ou pior, nego que tenha dito, meu crédito com uma pessoa vai abaixo.  Ela passa a crer cada dia menos em mim.  Até o ponto de dizer: em fulano de tal não confio mais!  Simplesmente não dá! Ele prometeu e discaradamente  negou na minha cara.  Esta pessoa não é mais de minha confiança!É duro quando as pessoas passam a ter esta idéia a nosso respeito e vão passando umas para as outras: “Olha, ele negou isto para mim”! Se o outro sabe de outra vez que não honrou a palavra, logo, logo a fama se espalha: nesse, não se deve confiar. O jeito é “gravar o que se conversa e combina”, chega alguém a sugerir…Assim, devagarinho, nossa ficha vai sendo feita.  De grão em grão nós passamos ser pessoas que não merecem mais confiança. 

Que não têm mais crédito. Isto é terrível, mas pode ser o que vamos construindo pelas vezes que não honramos a palavra dada. Posso até me impor sobre o outro, mas meu crédito vai diminuindo.Como aquele menino que um dia gritou que estava sendo atacado pelo lobo.  Muitos correram para socorrê-lo.  Chegando lá, era mentira.  Uma segunda vez ele gritou e alguns foram.  Era mentira.  Uma terceira vez ele gritou!  Ninguém foi socorrê-lo.  Acabou sendo morto.  Agora era verdade.  Porém, o “filme” estava queimado.  Ele havia perdido o crédito.

Portanto, devemos ter cuidado com o que dizemos e com o que dizemos que não dizemos. 

Terrível será ser conhecido como uma pessoa em quem não se acredita e confia mais!   

TRÊS TAPAS NA CARA

Filed under: RELACIONAMENTOS — padrealir at 4:38 pm on quinta-feira, abril 10, 2008

- Quando conversamos (dialogamos), todos ganhamos.

- Quando sabemos dialogar não perdemos nada. Só ganhamos.

- Numa conversa (diálogo), precisamos tem sempre presente o seguinte: o que o outro  pensa, é o que ele pensa. Quer eu goste ou não. Quer me agrade ou não. O que ele pensa, é o que ele pensa.

Para ter sucesso no diálogo, é fundamental evitar:

a)   Julgamento:

Jesus disse: “Não julgueis e não sereis julgados. Porque do mesmo modo com que julgardes sereis julgados e, com a medida com que tiverdes medido, também vós sereis medidos” (Mt 7, 1-2).  E disse mais: “… não vim para julgar (condenar) o mundo, mas para salvá-lo” (Jo 12,47). Nem o próprio Jesus quer julgar o mundo. Ele não tem pressa em condenar-nos. Porque haveríamos nós de ter pressa em julgar e condenar os outros.

b)   Cobrança

Como nos sentimos quando somos cobrados? Que mal-estar nos causa! Elimine a cobrança! Quanto mais caro uma loja cobra, mais o cliente se afasta dela.

c)   Acusação:

Enquanto Jesus nos salva, o demônio nos acusa. Eis como será seu fim: “… foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que os acusava, dia e noite diante do nosso Deus” (Ap 12, 10b).

Quando acusamos os outros, nos tornamos “ministros do acusador” (o inimigo que nos acusa diante de Deus). A proposta de Jesus é: “Sede misericordiosos, assim, como vosso Pai celeste é misericordioso” (Mt 5, 48), porque “os misericordiosos  alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7). Quando somos misericordiosos ficamos do lado de Jesus. Quando acusamos…

Detestemos o erro, mas amemos o que erra.

Não esqueçamos: A pessoa é sempre mais importante que o seu erro. 

     TAPAS

  1. Julgamento
  2. Cobrança
  3. Acusação

Quando usamos qualquer um destes três recursos, antes de conquistar e nos aproximar do outro, aumentamos o muro que nos separa.

Cada um deles é um tapa na cara e assenta um tijolo a mais no muro da separação. 

Evitemo-los!

PARECE QUE GOSTAMOS DE SER ENGANADOS!

Filed under: RELACIONAMENTOS — padrealir at 7:58 pm on terça-feira, abril 8, 2008

•      O que o outro pensa e sente, é o que ele pensa e sente.

Se dentro de uma garrafa houver água, ao abri-la sairá água e não vinho, cerveja, pinga, gasolina ou qualquer outra coisa – o que está no seu interior é o que vem para fora, quando abrimos.

Da mesma forma, acontece com o que está no interior da pessoa. Quando estamos nos relacionando com uma pessoa,  ela tem dentro de si alguns sentimentos e pensamentos. Mas, por mais incrível que possa parecer,  nós “não queremos que ela expresse o que pensa e sente.

•      Queremos é que ela diga e sinta apenas o que nos agrada e faz bem ouvir.

O que acontece então? A pessoa, para não nos desagradar, para continuar de bem conosco, acaba mentindo, ou dizendo meia verdade (se é que existe meia verdade!)

A culpa não é dela, mas, nossa! Pode ser que, por outras vezes, ela já tenha tentado  nos dizer o que realmente sente e pensa. Porém, quando ela o fez, pode ser que tenhamos ficado furiosos. Reagimos, partimos para o ataque ou contra-ataque. Tentamos desmerecer ou menosprezar o que a pessoa disse ou expressou. Estão, a pessoa passa a perceber, que para ser aceita e aprovada ela deve mentir, dizer o que gostamos de ouvir e não o que realmente ela pensa. É o que na gíria se diz: “Me engana, que eu gosto!” 

Assim, passamos a nos relacionar pelas aparências. Fechadas as portas do diálogo, temos que tentar imaginar o que o outro pensa e sente. Por outro lado, a outra pessoa pode não ter mais coragem de se expressar, já que anteriormente não acolhemos o que nos disse. 

OS QUE PENSAM DIFERENTE

•      Quanto mais variado for o prato, mais saudável ele é.

 •      Conversar com quem pensa exatamente como nós, pouco nos enriquece e faz crescer.

•      Os que nos questionam e pensam diferente,  são uma riqueza especial para nós. 

SINAIS DE INSEGURANÇA

•      Quando não consigo ouvir o que o outro pensa a meu respeito.

•      Quando tento me impor erguendo a voz, porque não consigo com argumentos.

•      Quando apelo para o lado moral, acusando o outro, questionando seu comportamento, pode muito bem ser hora de analisar a quantas anda minha insegurança.

PLANTAR SEMENTES DE OURO

Filed under: RELACIONAMENTOS — padrealir at 2:34 pm on quinta-feira, março 27, 2008

sementes-de-ouro.jpgPlantar sementes de ouro são aquelas oportunidades que temos para lançar pérolas preciosas dentro dos outros.

Pérolas que não nos custam, mas que fazem tão bem para aqueles que as recebem.

Sementes boas viram lindas plantinhas.

Lindas plantas dão belos frutos.

Belos frutos dão “orgulho” para quem os produz.

E satisfação para os que consomem.

Eis como posso lançar dentro do outro sementes de ouro que, farão tão bem para os que as receberem e que lhe fazem tão bem para sempre.

Sementes de ouro são aquelas palavras ditas diretamente ou que a pessoa fica sabendo através de outros.

Quanto ditas diretamente têm maior peso e causam maior efeito.

Sementes de ouro são expressões ditas por quem é considerado como “pessoa importante” para  quem ouve (pais, avós, professores, diretores, padres, religiosos, pastores e autoridades).

Alguns exemplos de sementes de ouro que podemos lançar no coração dos outro:

- Você é uma criança muito querida!

- Você é uma bênção em minha vida!

- Quando lhe vejo, meu coração já pula de alegria!

- Você é um presente de Deus na minha vida!

- Parabéns! Você teve bom gosto! (dizendo para o marido na presença da esposa)

- Parabéns pela filha querida que vocês têm!

- Ganhei o dia, só de ver você!

- Este jovem tem futuro!

- Vá em frente! Você leva jeito!

- Que filho lindo que vocês têm!

- Você é melhor que eu pensava!

 E assim, por diante.

Palavras que não custam nada para serem ditas.

Mas, quando são sinceras causam uma felicidade que jamais passa.

Verdadeiras sementes de ouro. Pérolas lançadas no coração que jamais desaparecem.Há aqueles que lançam “sementes enferrujadas”. Seja alguém que lança sementes de ouro. Aproveite o terreno que existe em sua casa, no trabalho, na escola, na comunidade, onde quer que você esteja.Lance sementes de ouro! Quem sabe você fique sendo conhecido como oSemeador de pérolas! 

FAZ A DIFERENÇA…

Filed under: RELACIONAMENTOS — padrealir at 8:54 pm on domingo, março 2, 2008

… quando, ao invés de uma crítica destrutiva, sabemos dar um elogio construtivo;

… quando, ao invés de criticar o que está errado, nos colocamos a disposição para servir;

… quando o padre é reconhecido como representante pessoal de Jesus neste mundo;

… quando o padre acolhe e trata cada fiel somo se fosse o Jesus que ele representa;

… quando se tem algo a dizer de uma pessoa e, com caridade,  se diz pessoalmente e não aos outros;

… quando além de ensinar verdades doutrinas, o catequista leva o catequizando a um encontro pessoal com Jesus Cristo;

… quando os pais e responsáveis sentem os catequistas como seus aliados no objetivo de levar os catequizandos a

    conhecerem  melhor o caminho da salvação proposto por Jesus Cristo;

… quando se trabalha pela unidade tão deseja do por Jesus e possível pelo Espírito Santo e se evita a divisão que o demônio pretende instalar;

… quando se espera 30 segundo antes de responder a uma ofensa recebida;

… quando se dá um sorriso, antes de iniciar uma conversa;

… quando se lê as leituras bíblicas da missa, antes mesmo que ela inicie;

… quando se chega mais cedo e, dentro da igreja, se ora e não se conversa;

… quando se consegue ver Jesus em cada pessoa que encontramos ou a quem fazemos o mal;

… quando reconhecemos nossos erros e somos capazes de fazer deles trampolim para  futuros acertos;

… quando se consegue triunfar sobre o mal, pagando-o com o bem;

… quando se é conduzido e animado pelo Espírito Santo e não pela carne;

… quando sabemos nos alegrar com os outros, antes de ficar com ciúmes e inveja pelas suas qualidades;

… quando admitimos que podemos ser ainda piores do que os outros pensam e falam de nós;

… quando sabemos dizer obrigado após cada favor recebido;

 

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