A pessoa que vai ao encontro do próximo

Alguém perguntou a Jesus: Quem é o meu próximo?

Jesus respondeu: Um homem descia de Jerusalém para Jericó, caiu nas mãos de bandidos que, tendo-o despojado e coberto de pancadas, foram-se embora e o abandonaram quase morto. Aconteceu que um sacerdote descia por esse caminho; ele viu o homem e passou a boa distancia. Do mesmo modo um levita chegou a esse lugar; viu o homem e passou a boa distancia. Mas um samaritano que estava de viagem chegou perto do homem: ele o viu e tomou-se de compaixão. Aproximou-se, atou-lhe as feridas, derramando nelas azeite e vinho, montou-se sobre a sua própria montaria, conduziu-o a uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, tirando duas moedas de prata, deu-lhe ao hospedeiro e lhe disse: “Toma conta dele, e se gastares alguma coisa a mais, sou eu que te pagarei na minha volta”. Qual dos três, a teu ver, mostrou-se próximo do homem que caíra nas mãos dos bandidos? O homem respondeu: “Foi aquele que deu prova de bondade para com ele”. Jesus lhe disse: “ Vai e fazes o mesmo”.

A pergunta para você hoje é a mesma que o homem perguntou para Jesus: “ Quem é o seu próximos?”

A resposta é claro, mas exige um sair ao encontro do outro, ou seja, o próximo é aquele que eu me aproximo. Você é bom e pode manifestar sua bondade com aquele que você se aproxima. Agora cabe a você escolher.

Qual é a sua decisão?

A pessoa que vai ao encontro do próximo

O encontro com o próximo.

Motivação: Levar o jovem a contemplar a realidade de que ele é bom, como o samaritano do texto e, que ele não estar sozinho no mundo, mas que precisa sair de si e ir buscar daquele que é o seu próximo. Lembrando que próximo é aquele no qual se aproxima. Por isso, fazer o bem, sem esperara nada em troca, pois somos todos filhos do mesmo Pai, então somos todos irmãos

Trabalho da semana

1) Vamos ver se no nosso meio há briguinhas, rancores, magoas para buscarmos resolver e acabar com essas coisas no nosso meio.

2) Durante esta semana vamos sortear um “anjo oculto”. Cada pessoa pegará uma outra (em forma de sorteio) para cuidar durante esta semana, manifestando este cuidado de forma que não se fale quem seja. Esta demonstração deverá ser em conversas, cuidados, gentilezas, cordialidade, etc., que leve a pessoa na qual foi tirada, a se sentir bem durante esta semana e que na próxima semana você conheça melhor esta pessoa, para que ela se torne uma pessoa verdadeiramente e não somente um conhecido.

3) Na próxima semana cada um tentará descobrir quem foi que lhe tirou e porque.

O jovem que queria ser bom

Um notável jovem interrogou a Jesus: Bom mestre que devo fazer para ganhar a vida eterna em herança? Jesus lhe respondeu: por que me chamas de bom, só o Pai é bom. Conheces os mandamentos: não cometeras adultério, não cometerás homicídios, não roubaras, não levantarás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe.

Ele respondeu: Tudo isto tenho observado desde a minha infância.

Tendo ouvido isto, Jesus lhe disse: Uma coisa ainda tem que fazer: reparte tudo o que tens com aqueles que nada tem e trás um tesouro nos céus: depois vem e segue-me.

Ao ouvir isto, o homem rico ficou muito triste, pois era muito apegado ao que tinha.

Muitas vezes somos apegados a coisas e deixamos o nosso maior tesouro escapar das nossas mãos, que é o próprio Deus. É uma verdadeira decisão de mudar de vida e abraçar aquilo que é nosso e tem valor: Deus

Para sermos bons precisamos não só acreditar em Deus, mas testemunhar que verdadeiramente somos pessoas ricas, pois temos o nosso maior tesouro: Deus. Todo o resto de riquezas, apegos, vícios, coisas que não nos levam a nada, somente a um simples momento, um dia vão passar.

Qual é a sua decisão?

O jovem que queria ser bom

O encontro consigo mesmo

Motivação: Enfatizar a questão do apego aos bens materiais de uma forma que leve o jovem a se questionar. Qual é o meu maior tesouro? Fazer a separação do que é riqueza e do que é tesouro. Poe exemplo: um carro é riqueza, pois é comprado. Já uma amizade verdadeira é um tesouro, pois é conquistada. Levar a consciência que o maior tesouro que temos é o próprio Deus, o resto tudo, um dia irá passar. Só Deus é capaz de nos preencher completamente, o resto, com o tempo, nos esvazia.

Trabalho para a semana:

1º Reunir-se no grupo para avaliar o que é tesouro e o que é riqueza na vida de cada membro do grupo.

2º Elaborar uma forma de apresentação daquilo que é riqueza e daquilo que é tesouro em forma de teatro, dinâmica, etc.

3º Cada membro na próxima semana traga o que é tesouro e o que é riqueza na sua vida.

Jovem levanta-te

Jesus foi para uma cidade chamado Naim. Os seus discípulos iam com ele, como também uma grande multidão. Quando chegou perto da porta da cidade, estavam levando um morto para enterrar, um filho único, cuja mãe era viúva, e uma multidão considerável da cidade a acompanhava. Ao vê-la, Jesus foi tomado de compaixão por ela e lhe disse: “Não chores mais”. Ele se admirou e tocou na padiola; os que a carregavam pararam; e ele disse: “Jovem eu te ordeno, levanta-te”. Então o morto se assentou e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. Todos ficaram tomados de temor, e eles glorificavam a Deus dizendo: “um grande profeta se ergue no meio de nós e Deus visitou o seu povo”. E essa opinião sobre Jesus se espalhou em toda região.

Este jovem pode ser você. Faça a experiência de sair da morte para a vida nova que Jesus quer te dar. Jesus lhe diz hoje e sempre: “Jovem levanta-te”. Dê sua resposta para ele levantando e proclamando que você é um Jovem PHN , que proclama a cada dia que por hoje eu não vou pecar. Sou um jovem que me encontrei com Jesus e ele me deu uma vida nova.

2ª Semana: Jovem levanta-te

O encontro vital com Jesus

Motivação: Enfatizar a questão da procissão da alegria (Jesus) e da tristeza (morto), levando-os a contemplar as realidades de vida e de morte que a cada momento têm a sua frente e, que eles têm a capacidade de escolha pela alegria, ou senão, o mundo pode ser melhor quando se encontra com Jesus, pois, com ele tudo se faz novo.

Trabalho para a semana:

1º Reunir-se no grupo para conversa entre si o que lhes traz mais alegria e mais tristeza na família, nas amizades e quais os momentos mais felizes e mais tristes que você tem.

2º Cada membro do grupo deve entrevistar pelo menos cinco outros alunos, fazendo as mesmas perguntas que foram conversadas no grupo. Anotar e trazer na próxima semana os números da pesquisa feita com os outros alunos.

3º Com a pesquisa feita, reunir-se novamente em grupo, para pensar em o que podemos fazer concretamente para melhorarmos este quadro, e sermos jovens felizes sempre. Cada grupo terá dez minutos para apresentar sua conclusão.

O Pai que ama e acolhe

Um homem tinha dois filhos. O mais moço disse a seu pai: Meu pai dá-me à parte da herança que me toca. O pai então repartiu entre eles os haveres.

Poucos dias depois, ajuntando tudo o que lhe pertencia, partiu o filho mais moço para um país muito distante, e lá dissipou a sua fortuna, vivendo dissolutamente. Depois de ter esbanjado tudo, sobreveio àquela região uma grande fome e ele começou a passar penúria.

Foi pôr-se ao serviço de um dos habitantes daquela região, que o mandou para os seus campos guardar os porcos. Desejava ele fartar-se das vagens que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava.

Entrou então em si e refletiu: Quantos empregados há na casa de meu pai que têm pão em abundância… E eu, aqui, estou a morrer de fome! Levantar-me-ei e irei a meu pai, e dir-lhe-ei: Meu pai pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados.

Levantou-se, pois, e foi ter com seu pai. Estava ainda longe, quando seu pai o viu e, movido de compaixão, correu-lhe ao encontro, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.

O filho lhe disse, então: Meu pai pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai falou aos servos: Trazei-me depressa a melhor veste e vesti-lhe, e ponde-lhe um anel no dedo e calçado nos pés. Trazei também um novilho gordo e matai-o; comamos e façamos uma festa. Este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a festa.

O filho mais velho estava no campo. Ao voltar e aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um servo e perguntou-lhe o que havia.

Ele lhe explicou: Voltou teu irmão. E teu pai mandou matar um novilho gordo, porque o reencontrou são e salvo.

Encolerizou-se ele e não queria entrar, mas seu pai saiu e insistiu com ele. Ele, então, respondeu ao pai: Há tantos anos que te sirvo, sem jamais transgredir ordem alguma tua, e nunca me deste um cabrito para festejar com os meus amigos. E agora, que voltou este teu filho, que gastou os teus bens com as meretrizes, logo lhe mandaste matar um novilho gordo!

Explicou-lhe o pai: Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Convinha, porém, fazermos festa, pois este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado.

1ª Semana: O Pai que ama e acolhe.

O encontro com Pai

Motivação: Enfatizar a questão da volta a casa do Pai e a acolhida misericordiosa do Pai. Fazer o jovem a tomar consciência de que o Pai sempre está disposto a acolher o filho que volta independente do que o filho fez. O importante não é levar a um arrependimento profundo, mas levar o conhecimento de que o Pai ama e acolhe sempre, sem exceção.

Trabalho da semana:

Dividir três grupos e escolher um líder para cada um. Escrever em três papeis: teatro, dinâmica e resumo; pedir que cada líder pegue um papel sem saber o que é.

O teatro deverá se reunir e ensaiar uma peça do Pai que ama e acolhe.

O grupo da dinâmica também se reunirá durante a semana e bolará uma forma de dinâmica com o mesmo tema, onde todos da assembléia deverão estar participando.

O resumo será da mesma forma, reunindo-se durante a semana para elaborar uma mini palestra sobre o tema. Um dos membros do grupo, escolhido pelos membros do grupo, estará fazendo esta palestra Isto ajudará para o jovem começar a evangelizar jovem.