Eis-me aqui! Envia-me! (Isaias 6,8)

Palestras

Hosana Londres 2010 – Palestra Imagem e Semelhança

http://www.ustream.tv/recorded/6591812


Hosana Londres 2010 – Palestra Jesus Caminho, Verdade e Vida

http://www.ustream.tv/recorded/6563938


Palestra: A arte é um dom


Palestras: Jesus precisa ser o Senhor de nossa vida.


Palestra: Igreja viva, igreja jovem


Palestras: Vale a pena ser de Deus


Palestras: Vem e segue-me – parte 2


Palestras: Vem e segue-me – parte1


Palestras: Coração de quem não confessa.


Palestra em italiano: Buscai e achareis

A comunidade Canção Nova desde os inicios é chamada a lançar as redes em aguas mais profundas, e o Senhor tem feito isso a cada dia, pois os tempos são urgentes. Nós da comunidade Canção Nova de Roma estivemos em uma cidade do norte da Italia chamada Chiampo e o proprio Deus nos levou a meditar sobre como o procuramos, como nos relacionamos com ele. Acompanhe agora esta pregação.


Palestra em italiano: Ser sinal visivel do amor de Deus no mundo

No ultimo dia 06 de novembro em comemoração de um ano do Reconhescimento Pontificio da Comunidade Canção Nova, a comunidade em Roma celebrou a festa na Paroquia Santuario Santa Anastacia. Acompanhe agora a homilia deste dia que tinha como leituras: Rm 15,14-21, Sl 97 e Evangelho de Lucas 16,1-8


A medida do serviço é o amor – 27/01/2008

Em Lucas 4,38-39: “Saindo Jesus da sinagoga, entrou na casa de Pedro. A sogra de Pedro estava com febre alta; e pediram-lhe por ela. Inclinando-se sobre ela, ordenou ele à febre, e a febre deixou-a. Ela levantou-se imediatamente e pôs-se a servi-los.” Naquele tempo, as mulheres eram tidas como inferiores, e além de mulher velha; doente. Esta mulher deve ter passado por situações desumanas por ser inferior, e não participante do alto escalão da sociedade como eram os homens. Além de todas as situações, era tida como uma ocupante de espaço, chegando a desejar a morte para ela. Muitas vezes pensamos assim, querendo que o nosso pai e nossa mãe por serem autoridades em nossa vida durante a nossa juventude, chegando a pensar que sou dono de mim mesmo, que posso tomar conta de mim mesmo, e vamos descartando àqueles que são autoridade em nossa vida.

Maior que o desamor, do que o ódio é a indiferença! E a indiferença nos corrói por dentro. Quando pedimos a Deus para que possamos amar, é preciso antes dar o primeiro passo, não esperando a iniciativa vinda de Deus. A sogra de Pedro estava sofrendo com muita febre, mas intercederam a Jesus por ela, pois acreditaram que Deus podia realizar algo na vida daquela mulher. Devemos também acreditar! E, quando o nosso coração está cheio de mágoas, rancor, em nós acontece uma coisa natural; colocamos uma pedra que pode ser o tempo, a indiferença, o meu esquecimento, e com o passar do tempo vamos descuidando e a pedra cai. Eu preciso sair de mim para ir de encontro com a pessoa, não sendo falso, mas aproximando-me, pois, o Amor de Cristo nos uniu, descartando em falar que ela não tem jeito, desconfiando dela, mas, pelo contrário, ver o que Deus pode fazer nela e por ela. Depois deste processo de aproximação, é deixar-se fazer com que tudo se ajeite. O querer aproximar-se, ainda não é o perdão, mas a iniciativa para a cura!

Jesus inclinou-se sobre a sogra de Pedro, precisando ele rebaixar-se, descer, sendo presença, precisando estar junto, sendo companheiro com aquela mulher, precisando abaixar-se, e, muitas vezes precisamos a penas de uma presença amiga. Como temos quase 7 bilhões de pessoas no mundo, nunca se viu o ser humano tão sozinho; causando depressão; é síndrome disso, é síndrome daquilo… Precisamos acolher a presença de Jesus em um processo de intimidade. Não podemos nos aproximar de Deus por causa da Cura no exterior, tampouco da interior. Não podemos aproximar-nos de Deus por causa das coisas que Deus pode nos dar e fazer por nós, e em nós.

Eu vou ser curado para servir e quando nos aproximamos de Deus, e sentamos no banco da igreja, no grupo de oração, dizendo: “Senhor, estou aqui, me cura!” Ou quantas curas proclamam no grupo de oração, e não me vês aqui! Esperando de braços cruzados a iniciativa de Deus! Não é assim! É servindo que vou ser curado, tenho que sair de mim mesmo, crescer na minha intimidade com Deus, assim como o primeiro encontro com Jesus. Temos coragem de pregar em praça pública, falar do evangelho, tentar converter os protestantes que são seus vizinhos. E, quando não começar a ver Deus nas coisas; no ar, nas plantas, no vento, na natureza, no cantar dos pássaros, chegando a pensar que Deus não está mais presente. Quando não observo isso, não vejo mais Deus em minha vida, duvidando da presença Dele em minha vida, perguntando; “Cadê Deus? Onde ele foi? Não está mais comigo?”.

Ele está ao nosso lado, buscando você que é filho, filha, e não como marionetes; pulando para lá e para cá. Não! Não é isso que ele quer! Ele quer que você seja livre, tendo com ele intimidade, dando até mesmo o livre arbítrio para negá-lo. Essa intimidade com Deus, gera em nós; serviço, envio. E tem pessoas que se aproximam de nós para contar problemas, olhando somente para eles. É o nosso querer ser íntimo de Deus, estar com ele que, faz-nos alcançar a cura, através da missão, do serviço. A intimidade com Deus gera em nós; a missão pois, é na missão que Deus está próximo das pessoas, é na missão que vou sentindo que Deus age no meu próximo. A medida da missão; é o amor. A medida do Amor; é amar, sem medida! Às vezes pensamos que amar é sentimento, mas não é! Amar o pai e a mãe é fácil, mas amar aquele que não nos ama é difícil, pois, a medida do serviço; é amor. Amar não é sentimento, é ir de encontro ao outro! É buscar as coisas do alto, é buscar estar na presença de Deus, dando ao outro aquilo que ele merece, devendo dar para ele Deus. O outro vai receber Deus, quando ele perceber o meu esforço para levar Deus para ele.

Tem pessoas que são do tipo; não gosto de falar mal, não é minha intenção falar mal, pois, participo do grupo de oração, rezo as 1000 Ave-Marias, tenho uma vida de oração, no entanto, só sento para falar da vida do outro. Já viu um cachorro comer vomito do outro? É ‘igualzinho’! Só sabe jogar vomito para outros comerem, pois o cachorro vem joga, outro passa, cheira, come ou ainda; vem um cachorro e mija. Passa outro, cheira, lambe, e mija, fazendo o mesmo. E é assim que se reconhecem, é o instinto canino. Tem pessoas que são assim; coloco o meu jaleco de Ministro da Eucaristia, fazendo procissão de entrada, subindo ao altar e ficando com as ‘mãozinhas’ juntas, parecendo um anjinho caído do céu. Isso porque quer ser reconhecido, ter status, mostrar o que está fazendo! E quanto àquela mulher, ela foi curada e logo depois começou a servir. Ninguém pediu! Ninguém precisou falar nada! Ela foi e se colocou a serviço.

É como a mulher em casa, passou o dia inteiro lavando, passando, arrumando a casa, dá ‘aquele brinco’ na casa, como minha irmã sempre diz; deu ‘aquela geral’. O homem chega cansado, enfrentou trânsito, senta no sofá, pega o controle, tira o sapato e fica de meia, deixando ‘aquele’ chulé, não percebendo que a mulher fez tudo isso! Querendo ela ser reconhecida, mas o marido nem percebeu. A mesma coisa quando o homem traz alguma coisa, já pensando ‘naquilo’ ou no começo quando os dois comem juntos no mesmo prato e depois de um tempo ela diz: “Vai pegar o seu prato!” Ou quando ele traz alguma coisa ‘especial’ que ela gosta de comer, e simplesmente ela olha e diz: “Ah! Isso?”, ou ainda quando fazemos algo no emprego para agradar o chefe, deixando à vista dele e quando ele chega, passa e não vê. Lógico, está fazendo para ser visto, ser reconhecido, para que os outros possam elogiar. E deve ser ao contrário; fazer por Amor! Deus não quer tornar ninguém alienado, e para que Ele possa fazer a parte dele, precisamos dar o primeiro passo. E, se fico esperando sentado, ouvindo, não manifestando, não falando nada, estando como aquela mulher prostrada na cama, ele não age!

Jesus já se aproximou de você, já se inclinou sobre ti, não chamando os capacitados, mas capacitando os escolhidos, e você o é. Não há aquele que seja discípulo, sem ser missionário! É preciso estar a serviço! É no meu relacionamento com Deus, e Deus no meu relacionamento com os outros! Não é ficar esperando alguém chegar e dizer: “coitadinho!” Bem feito! Se, está passando por esta situação, a culpa é sua! Discordo da frase: “Servimos a Deus no amor ou na dor!” Pois se venho servir a Deus na dor, logo que a dor passar, abandono a Deus! Vejo que é no amor que está o serviço e quanto tempo a sogra de Pedro ficou esperando, sendo que febre naquele tempo era toda a doença que acamava uma pessoa! O envio a ser missionário é: no casamento, na família… Como a sogra de Pedro, somos curados e enviados a servir! Ele nos quer pessoas curadas para servir!

 

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Ressurreição e vida – 09/03/2008

Nós estamos no último domingo da Quaresma. No primeiro domingo celebrávamos a tentação de Jesus no deserto, mostrando que ninguém é tentado mais que suas forças. No segundo domingo celebramos a transfiguração de Jesus, que nos convida para nos transfigurarmos com Ele. No terceiro domingo Jesus se encontra no poço de Jacó com a Samaritana, que lhe pediu a água que mata a sede, que é Jesus. No quarto domingo da Quaresma, Jesus, luz que ilumina nossas trevas, devolve a visão para o cego para que ele possa caminhar sozinho. E neste quinto domingo celebramos Jesus, que é a ressurreição e a vida.

O Evangelho de hoje mostra que Jesus estava subindo para Jerusalém e voltou porque seu amigo estava para morrer. Ele esperou por quatro dias para depois ir ver Lázaro. Jesus volta sabendo de todos os riscos que tinha vivido naquela região, pois os judeus queriam matá-Lo. Ele voltou porque amava Lázaro, amava Marta e Maria, e seu amor é amor que gera a vida. Jesus se aproxima de Lázaro e dá a vida por ele, e por oferecer a vida Ele morre para que tenhamos a vida eterna.

Assim o Senhor nos mostra que devemos mergulhar no “túmulo” do outro, e também no “túmulo” do nosso coração para que possamos voltar à vida. Dê a sua vida, morra para ressuscitar! Você, um dia, vai morrer, mas queira morrer para ter o céu, para ter verdadeiramente a vida.

Se os cristãos fossem vivos a todo tempo, não viveriam nesta cultura de morte. Todo mundo quer defender a vida, mas a vida própria ninguém quer perder, pois ninguém quer morrer, ninguém quer ficar velho… Queira ficar do mesmo jeito internamente.

Os mesmos que defendem a vida defendem a morte. Falam que querem defender a vida, mas matam as células da concepção. Existem muitos católicos matando por aí. Por causa de sensacionalismo mandam decidir pela vida daquele que está vivo pelos aparelhos, é mais fácil matar para colocar outro no lugar. É mais fácil a cultura da morte…Mas você pode fazer alguma coisa: você pode escolher pela vida

Jesus, olhando para o nosso modo de viver, chora porque está vendo muitos de seus filhos sendo levados pela enxurrada da cultura da morte; chora por nossos pecados. Cristo, muitas vezes, está na “porta da sepultura” do nosso coração gritando: “Vem para fora!”. É isso que Jesus está fazendo, chorando aos pés do nosso túmulo.

O Senhor chora por causa da humanidade e tem muito católico rindo. Há muitas pessoas sendo levadas pela enxurrada do egoísmo! Ele chora e suas lágrimas são fonte de vida para cada um de nós. As suas lágrimas, neste Evangelho, revelam que Ele está ao nosso lado e sente na carne a nossa realidade.

Jesus não foi pegar na mão de Lázaro, Ele somente de fora se aproximou e disse: “Lázaro, vem para fora”. Ele não quer forçá-lo a uma situação, mas Ele diz: “Vem para fora”. Ele nos oferece a liberdade de escolha. Lázaro teve de esforçar-se para sair do buraco e encontrar a vida, que é o  próprio Jesus. Você precisa começar a andar com as próprias pernas ao encontro de Jesus. Eu não sei quais são as “faixas” que prendem as suas mãos, mas você precisa retirá-las. Não adianta soltar os pés e as mãos se você não consegue retirar aquilo que o deixa cego. Você precisa retirar as “faixas” dos olhos e ter visão crítica das coisas. Assuma sua verdade e veja o que você está fazendo com a sua vida.

O que você está esperando para ajudar as pessoas? Eu não sei como está a sua situação concreta como esposa ou marido, mas uma coisa eu sei: ajude a “desatar” o que está “amarrado”. Não deixe que sua história o carregue! Carregue sua história.

Comece a caminhar ao encontro da vida, não querendo fazer uma troca com Jesus, mas ir ao encontro da vida eterna. É preciso abrir as portas da nossa “sepultura” para podermos ressuscitar.

 

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O Silêncio da Espera de Deus – 22/03/2008

Estamos vivendo a espera de Jesus ressuscitado e quanto tempo não cantamos o aleluia, quanto tempo não cantamos o glória e em breve estaremos cantando, pois Jesus vai ressuscitar na nossa vida.
Na tradição, ao meio-dia malham o Judas e hoje convido você e eu a estarmos no lugar de Judas. Ele se deixou ser levado e hoje não convido apenas a ficar no lugar do Judas, mas, também no lugar de Pedro que negou o Senhor por três vezes onde vemos diferenças e que vamos descobrir até o final.

No evangelho de São João, capítulo 13, versículos 21-27.36; vemos duas realidades; uma de traição e outra de negação; Pedro nega Jesus por três vezes e o interessante é que eles participavam da mesa com Jesus e o pão que Jesus comia, partia e dava-os. Corremos o risco de vivermos mais uma semana Santa e de sermos frios na nossa fé, não por culpa da nossa ignorância, mas por não conseguirmos tocar no Senhor, rezamos novenas, participamos das procissões e vamos deixando esfriar a experiência no dia a dia. Por que fazemos a experiência concreta de estar com Jesus e não fazemos uma experiência de tocar no Senhor Jesus? E, se não fazemos a experiência de tocarmos nele, deixamos espaços e, se torna somente um espaço, não experimentando Ele como Senhor da sua vida. Questionamos; o que estamos fazendo hoje, uma negação ou uma traição? Vemos pessoas que quando fazem uma experiência com Jesus, como nosso Pai fundador sempre diz; “Damos uma trombada com o Senhor!” e percebemos o quanto compensa a trilhamos um projeto de vida, de renunciar lugares, conversas, sentimentos. Não podemos, mas, vamos nos esfriando, vamos esquecendo o primeiro amor e dizemos que estamos cansados, frios.

Tem pessoas que estão se dando hoje uma chance de serem tocadas, mas, digo que esta chance você vai ter até o último dia do seu último suspiro e, onde devemos fazer uma experiência de fé, de estar colados com o Senhor.

Quando você faz algo, ou tem uma experiência, sem Deus é nada, é uma experiência mentirosa, pois não nos leva à eternidade. E, quando fazemos uma experiência com o Senhor ela nos leva à verdade. Vemos estas duas figuras; Pedro e Judas, onde Jesus diz que Judas é o filho da perdição, e podemos voltar na parábola do filho pródigo, que queremos responder às carências do seu interior, buscou em vários lugares até errados e assim também nós buscamos preencher a nossa vida e em outros lugares, percebendo que queremos simplesmente; Deus. Digo, a tua alma é grande demais, e ela grita para ser preenchida por Deus, porque outras coisas não preenchem.

Corremos o risco de nos perder. Pode ser eu, pode ser você, podemos estar perdidos, podemos estar dentro das nossas igrejas, dentro das nossas paróquias, mas, podemos estar perdidos. Uma fé morta muitas vezes, pois é uma fé de cobrança, onde aproximo de Deus por querer algo em troca; tirar o meu filho das drogas, meu marido da bebida. Mas, devemos esperar nos quarenta dias da quaresma, a ressurreição e muito maior do que a espera dele é Ele que espera a nós, voltarmos para Ele. E, dizemos, até aqui eu vou, mas daqui para frente não, pois vai tirar a minha liberdade, vou ficar alienado, mas não! Ele quer te dar a liberdade. Deus às vezes brinca de esconde-esconde para deixar-te livre para procurá-lo, onde o encontra no esconderijo de Jesus, que é em teu coração. Ele está a espera. Como Pedro fez, ele negou Jesus, ele se deparou com o pecado, ter negado Deus, ele pode tocar naquilo que é a misericórdia, ele reconheceu ser pecador. Deus coloca o seu coração na nossa miséria onde Paulo diz; “se com ele vivemos, com ele morreremos” e foi a experiência que ele fez de tocar na misericórdia do Senhor. Judas, portanto, parou no pecado, ficou no pecado e não olhou para a graça que podia vir que poderia tocar nele, e não tocou e assumiu aquilo para si enquanto Pedro apesar de ter negado, fez uma experiência posterior com o Senhor quando ele pergunta; “Pedro, tu me amas?” onde a tradução correta deveria ser; “sim, sabes que sou teu amigo!”

Queira neste dia fazer uma experiência com Deus, de viver um contato com Ele que está ao teu lado e para que você volte é preciso que reconheça que às vezes somos levados por nossos sentimentos, eles nos traem e se o faz, é porque não são pensados, agimos por impulso, agimos por reflexo; e damos aquela desculpa: “toda ação, requer uma reação!” E, vamos agindo por impulso, como Pedro e dizendo: “isso é por causa do meu temperamento, por causa da minha personalidade” não nos suportando mais ou nós não suportando os outros. Pedro diz; “Darei a minha vida por ti, Senhor” e nós vamos agindo por momentos, como ele. Quem aguarda a eternidade não vive de momentos. E, também depende do momento que você está buscando, do momento em que esteja vivendo, onde este Deus que se torna impotente diante da liberdade que nos deu, pois nos criou livres capazes de escolher pela morte, pelo mal senão seríamos como marionetes fazendo que a impotência de Deus, a fraqueza de Deus, se manifestasse diante do livre arbítrio, onde quem ama é fraco, quem ama doa e a fraqueza que encontramos, que achamos é a grandeza de Deus, é a sabedoria de Deus e é essa impotência de Deus que pode nos tornar fortes, pois, ele não veio para pessoas sadias, não veio para as pessoas que estão saradas, mas para mudos, coxos, surdos, viciados, prostituídos, veio para gerar vida nova em nós para que participemos da vida eterna, onde a maior fraqueza é aproximar-nos de Deus. Ele não veio porque você faz tudo certinho, tentando enganar a todos. Mas, esta fraqueza nos faz tocar na liberdade ou na libertinagem onde penso fazer tudo. Não é assim, mas é uma fraqueza que nos torna verdadeiramente livres. É o verdadeiro amor que nos faz tocar na verdadeira miséria. Como Pedro, toca na miséria.

Quem é Jesus hoje para você? Quem é este Jesus que te espera, que é misericórdia diante de sua miséria? Meu filho, liberta-se, saia do pecado. E, muitas vezes não conseguimos sair do pecado por não experimentarmos o que Paulo falou: “onde abundou o pecado, superabundou a graça!” Precisamos reconhecer qual o caminho que estamos seguindo e quando fazemos uma experiência com o pecado, depois da vida vem a morte e tendo uma experiência com esse Deus, acontece a ressurreição, enquanto caminhamos nesta vida, de escolhermos por este algo maior ou o que é secundário. Neste dia onde a terra inteira vive um silêncio porque Deus está morto e morto por nós, em que o mundo como disse os santos padres; viveu o dia sem Deus e que o mundo por muitos dias, muitos anos está vivendo sem Deus, enganados por muitas coisas; Deus vai tirar minha liberdade, vai me deixar alienado. Deus neste dia quer fazer uma experiência contigo fazendo-o experimentá-lo e como aquele filho pródigo, você pode estar comendo aquilo que os porcos comem, e o quanto gastamos com tantas coisas. Volte hoje à casa do Senhor, volte à casa de teu Pai que de braços abertos, pois, ele te espera, para te dar roupas novas, colocar sandálias novas, te dar dignidade de filha, de filho, dignidade de vida. Que situação você tem que deixar hoje? Não estou falando da situação da sua família, daqueles que você gostaria que aqui estivessem, mas, falo de você, quais situações está fazendo você viver na lama, comendo lavagem que a princípio pode parecer gostoso, mas com tempo já não tem o mesmo sabor. Jesus morreu para que tivesse vida Nele e viva com Ele!

Você quer fazer a experiência de Judas que ficou no pecado ou fazer uma experiência como Pedro que voltou atrás e aceitou o que o Senhor podia fazer por ele? Como amigo um experimentar recíproco, Deus lhe espera, Deus te espera num abraço de Pai, Ele te espera e está segurando a tua mão em situações complicadas da tua vida pelo Amor que Ele teve e tem para contigo.


Servos da arte – 20/06/2008

Diante desta liturgia, nós vimos a Atalia, mãe dos filhos da descendência de Davi. Vimos que muitos foram morrendo, mas sobrou um que foi escondido para que acontecesse a hierarquia que foi passada de pai para filho, pois precisava ser passado o trono do rei Davi. Quando esta mulher ficou sabendo que tinha sobrado um e que este tinha se tornado rei, ela ficou louca e quis desfazer a aliança que o povo tinha feito com Deus.

Hoje podemos nos perguntar: “Quantas alianças nós fizemos com o Senhor, mas a desmanchamos? Muitas vezes, pensamos que ainda estamos na aliança, mas vamos nos desfazendo porque duvidamos de Deus, pensamos que somos pessoas desprezadas por Ele, que somos colocados às margens dos planos de Deus.

Nós precisamos estar atentos à aliança que um dia fizemos com Deus. “Senhor eu quero me entregar a Ti, colocar-me a serviço”. Não queira colocar o nome de artista, mas sim servos pela arte, porque, quando nos colocamos como artistas, vamos caminhando por outro lado. Todos gostam de receber elogios, aplausos, mas é preciso colocar cada coisa no devido lugar.

Nós ouvimos no Evangelho: “Onde está o seu tesouro, ali está o seu coração”, mas podemos mudá-la para uma pergunta: “Onde está o seu coração? Onde estão os seus projetos, seus sonhos como a aliança com Deus?”. Devemos nos perguntar frente às coisas que fazemos. O Senhor não quer saber se você O ama, Ele quer saber se você recebe o amor d’Ele.

O amor de Deus é dom, é virtude. Quando o recebemos, começamos a colocar os nossos dons a serviço; é aí que amamos a Deus. Quando nos sentimos amados por Ele, colocamo-nos a serviço e, então, somos capazes de amar os irmãos, porque ,através dos dons, somos capazes de transbordar Deus para que muitos sejam tocados. Porém, também podemos, nesse caminho, nos questionar: “Onde está mesmo o nosso tesouro?”. Primeira dica: você está aceitando ser corrigido pelo outro ou você fecha a cara e não se permite ser corrigido? Quando encontramos o Senhor, precisamos aceitar a correção, no entanto, nos fazemos donos da verdade. Você aceita se colocar na humildade de reconhecer que errou?

Segundo: Você está disposto a se colocar à disposição de Deus? Você tem coragem de colocar o seu dom à disposição do Senhor, de ser colocado em um outro lugar? Muitas vezes, colocamo-nos não a serviço de Deus, mas do nosso próprio ego.

Frente a isso, o outro passo que podemos dar para encontrar o nosso coração é nos perguntar o que estamos ganhando sendo ator ou atriz. O que você está cobrando dos outros ou de Deus, muitas vezes, dizendo: “Senhor, e aquilo de que estou precisando?” O que você está buscando na arte é um desejo pessoal seu?

Onde está o seu tesouro ali está o seu coração.

Você está ajuntando tesouros ou riquezas? Os tesouros de Deus não passam, mas as riquezas deste mundo sim. Você não é artista, você é servo do dom. O que é riqueza passa o que é tesouro permanece.

Terceiro: o que você faz com o dom que você assume, é para louvar a Deus? Queira fazer, neste dia, uma aliança permanente com Deus. E se as outras alianças que você fez acabaram se desfazendo, disponha-se a retomar esta aliança com Deus.

 

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Recorde as maravilhas que Ele fez – 06/11/2008

Recordar as maravilhas do Senhor gera vida em nós. Aquele que consegue fazer uma leitura da sua vida, a partir da sua história, é uma pessoa que consegue ter a esperança naquilo que ainda virá. Existem pessoas que apenas aparentam estar vivas, mas, no seu íntimo, estão mortas, não têm memória, não têm lembranças… Uma pessoa morta é uma pessoa que não tem esperança.

Você consegue se lembrar das coisas que Deus fez na sua vida? Se o ato de recordar é viver, nós precisamos recordar aquilo que nos dá vida. Mas, infelizmente, há pessoas que somente param nas coisas ruins, naquilo que não deu certo na vida delas; e recordar as coisas ruins é voltar a sofrer.

São Paulo, na Carta aos Romanos, capítulo 5, relata o maior acontecimento da história. Deus que entrega o Filho para que pudéssemos ser salvos. Essa passagem bíblica retrata o amor de um Deus que é capaz de deixar outras 99 ovelhas e sair em busca de uma que se perdeu…. E ainda assim, existe gente que continua a pensar nas coisas que não deram certo, nas coisas que Deus deixou de realizar.

Uma pessoa sem esperança não traz metas para sua vida, vive sem perspectiva. Vive as situações de qualquer maneira e coloca certas coisas como se fossem o último momento da vida. A nossa meta não é momento presente, mas sim o que estamos construindo no momento presente. Não podemos olhar pra trás e ver as coisas que o Senhor não fez para nós. Devemos ver o que Ele já fez por cada um de nós, e o maior sinal está na cruz. Há pessoas que ainda sofrem com coisas perdidas por situações ocorridas há anos. São pessoas que ainda estão apegadas a essas coisas, lamentam por terem vendido isso ou aquilo…

Uma pessoa sem esperança é aquela que somente sabe esperar naquilo que tem nas mãos. Por essa razão, você já pode ter esperança, porque a salvação está em suas mãos! A alegria, a felicidade e a plenitude da vida pelas quais esperamos estão em nossas mãos! O que estamos fazendo?

Recordar nossa história não é procurar por aquelas coisas que o Senhor não realizou, mas sim por aquilo que Ele já realizou. E o maior acontecimento está na cruz. Nela Cristo deu a vida para que eu e você não morrêssemos. Na cruz Ele deu a vida por cada um de nós e também por aqueles que ainda virão. Isso é motivo de alegria! É motivo de espera em Deus e de ter a certeza da intervenção d’Ele naquilo que hoje nos faz sofrer, seja por uma situação de adultério, seja pelo desemprego, saúde, entre outros…

Entretanto, quando as coisas não saem como quereríamos, rapidamente vamos perdendo a esperança. Precisamos aprender a esperar a realização de Deus na nossa vida, não da “nossa” maneira, mas do jeito próprio d’Ele. No entanto, para nós, muitas vezes, é difícil esperar o tempo do Senhor. Muitas vezes, queremos que as coisas aconteçam no nosso tempo, e quando elas não saem como gostaríamos, perdemos a esperança e deixamos passar aquilo que Deus está fazendo na nossa vida, naquele momento, da maneira d’Ele.

Esperança é acreditar sem ver. Esperança não é somente esperar por alguma coisa, ter esperança é olhar para aquilo que o Senhor já realizou! Acreditar que Deus vai realizar na nossa vida, não da nossa maneira, mas do jeito d’Ele, que é o melhor modo para nós.

Ter fé é esperar por aquilo que não se vê. Ter fé é esperar n’Aquele que tudo pode fazer na nossa vida – não do nosso jeito, mas do jeito d’Ele. Fé é dar um passo no escuro, confiando em Deus. A fé nos aproxima d’Aquele em que acreditamos, pois é um dom do Espírito Santo. E cada vez que você Lhe pede algo, você permite que Ele gere vida em você. Ao pedir o dom da fé ao Senhor, Ele vai lhe conceder motivos para exercitar esse dom.

A cada dia, precisamos nos recordar das coisas que Deus já fez na nossa vida, para continuarmos a nossa caminhada, porque ao olharmos os acontecimentos, o Senhor nos convence de que sempre esteve ao nosso lado. O Todo-poderoso não se cansa de cuidar de cada um de nós. Contudo, existem pessoas que levam a vida de acordo com as conveniências, no relaxamento, invertendo os conceitos e se deixando escravizar por aquilo que as leva à morte.

Não podemos perder tempo, precisamos lutar para a mudança, olhando para aquilo que o Senhor pode realizar. Nós não podemos esperar por Deus de braços cruzados, pois depende de nós o primeiro passo.

Deus lhe deu o dia de hoje para você se recordar daquilo que Ele fez na sua vida. Não perca seu tempo com aquilo que passa, pois ainda há esperança de mudanças. Recorde as maravilhas que aconteceram na sua vida e diga que a sua história é uma história de salvação. Por mais perdido que você esteja, ainda assim, a sua historia é uma história de salvação, pois enquanto há vida, há esperança! E você não morreu. Ainda há esperança! A sua história é uma história de salvação, porque o próprio Deus lhe deu a vida para que a sua história fosse salva.

Você tem jeito e todas as outras pessoas que você conhece também têm, porque enquanto há vida, há esperança.

 

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Bendizer o Senhor por todos os séculos – 27/11/2008

“Bendirei o Seu nome por todos os séculos, Senhor”. É com essa frase que quero começar esta pregação. Você tem dúvida de que Deus é presença constante na sua vida? Em algum momento você sentiu a ausência do Senhor? Frente aos desencontros, decepções, traições e situações que você não aceitou, já se perguntou: “Onde está Deus?”

Muitas vezes, não conseguimos tocar no Senhor porque vemos outras realidades e O colocamos no quinto plano de nossas vidas. Hoje, o convite que faço para você é o de se abandonar no Senhor quando se sentir abandonado.

Vejamos a Palavra de Deus que está em Atos dos Apóstolos 16, 22-31:

“O povo insurgiu-se contra eles. Os magistrados mandaram arrancar-lhes as vestes para açoitá-los com varas. Depois de lhes terem feito muitas chagas, meteram-nos na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. Este, conforme a ordem recebida, meteu-os na prisão inferior e prendeu-lhes os pés ao cepo. Pela meia-noite, Paulo e Silas rezavam e cantavam um hino a Deus, e os prisioneiros os escutavam. Subitamente, sentiu-se um terremoto tão grande que se abalaram até os fundamentos do cárcere. Abriram-se logo todas as portas e soltaram-se as algemas de todos. Acordou o carcereiro e, vendo abertas as portas do cárcere, supôs que os presos haviam fugido. Tirou da espada e queria matar-se. Mas Paulo bradou em alta voz: Não te faças nenhum mal, pois estamos todos aqui. Então o carcereiro pediu luz, entrou e lançou-se trêmulo aos pés de Paulo e Silas. Depois os conduziu para fora e perguntou-lhes: Senhores, que devo fazer para me salvar? Disseram-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua família”.

Quantos açoites você já recebeu na sua vida? Quantas vezes você já caiu? Quantas vezes você colocou a confiança em pessoas que o traíram? Quantas surras você já levou? Quantas vezes você já se sentiu humilhado? Hoje, nós precisamos fazer uma experiência de voltar nessas realidade e falar: “Lá, naquele momento, também Deus estava comigo”. O Único que não nos trai e não nos abandona é Deus; por todo o resto corremos o risco de ser abandonados. O Senhor nunca nos abandona!

Paulo e Silas não foram somente açoitados, foram colocados também na prisão. Que prisões você experimenta hoje? Podemos classificá-las em três tipos: por liberdade, por inconsciência e por vício. A primeira, que é por liberdade, acontece quando nos prendemos a certas coisas que sabemos que não são boas para nós. Tenho consciência de que fulano não me faz feliz, mas insisto em continuar com esse relacionamento; sei que açúcar me faz mal, mas insisto em comer doces. Há uma grande diferença entre você não poder e não querer. A segunda prisão é a inconsciente. Eu estou preso, mas eu não sei o que estou vivendo. Você erra sem saber que está errando. O problema dessa prisão é que ela é conveniente, então, a pessoa se acomoda com a situação. Por fim, a terceira prisão é aquela em que há algum vício. A pessoa não consegue sair; já está tão amarrada à situação que fica sem reação. Exemplo dessa prisão são os drogados, os alcoólatras e os adúlteros. Eles sabem que estão errados, mas não conseguem mudar.

Se você vive em uma dessas prisões, busque a Deus! Reflita: o que é que existe dentro de você? Fraqueza ou orgulho? Indisposição ou covardia? O Cristianismo não é religião de covarde; é religião de quem tem coragem. Faça a sua escolha!

Na maioria das vezes quem tira a nossa liberdade somos nós mesmos; nós é que vamos nos escravizando, nos apegando a certas realidades. E nisso onde está o Senhor Deus, o qual precisamos bendizer o tempo inteiro? Mas também não se engane acreditando que, ao se aproximar do Senhor, os seus problemas vão sumir. Deus não quer trazer vida fácil para você, quer trazer a salvação. O termômetro da sua fidelidade ao Senhor é a perseguição que você vai sofrer vivendo dentro da Igreja. Não tenha vergonha de dizer: “Bendirei o nome do Senhor por todos os séculos”.

Podemos até nos sentir abandonados, mas se você faz a experiência de louvar a Deus nos momentos em que não O sente, a sua alma vai gritar de alegria e é isso que vai manter você firme e fiel. O Senhor está ao seu lado a todo o momento, faça a experiência de Paulo e Silas. Cante hinos de louvor nos momentos difíceis da sua vida. Se eu lanço o bem, ele vai voltar; da mesma forma, se eu lanço o mal, este voltará.

Aproxime-se de Deus e contagie os outros. Você precisa fazer a escolha e louvar a Deus agora. A perseverança é a identidade do cristão. Apesar das prisões, continue perseverando em Deus. Permaneça no Senhor porque Ele está com você. Não fuja! Não abandone o “carcereiro”! Amém.

 

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Viver na amizade com Deus – 27/11/2008

Vamos ver o Evangelho de hoje que se encontra em São Lucas 21, 20-28:  “Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, ficai sabendo que a sua destruição está próxima. Então, os que estiverem na Judéia, devem fugir para as montanhas; os que estiverem no meio da cidade, devem afastar-se; os que estiverem no campo, não entrem na cidade. Pois esses dias são de vingança, para que se cumpra tudo o que dizem as Escrituras. Infelizes das mulheres grávidas e daquelas que estiverem amamentando naqueles dias, pois haverá uma grande calamidade na terra e ira contra este povo. Serão mortos pela espada e levados presos para todas as nações, e Jerusalém será pisada pelos infiéis, até que o tempo dos pagãos se complete. Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as nações ficarão angustiadas, com pavor do barulho do mar e das ondas. Os homens vão desmaiar de medo, só em pensar no que vai acontecer ao mundo, porque as forças do céu serão abaladas. Então eles verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem com grande poder e glória. Quando estas coisas começarem a acontecer, levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima”.

Estamos vivendo a 34º semana do Tempo Comum, domingo estaremos celebrando a 1º semana do Advento. Os textos estão nos preparando para viver o Natal.

Jesus, ao vir pela primeira vez, quis estar presente no meio de nós. Ao se fazer gente, Ele nos divinizou. A cada dia o Senhor está vindo ao nosso encontro. Este grande amigo que nós temos não se é roubado, é conquistado. E é isso que a preparação para o Advento quer fazer em nós: nos aproximar do Senhor.
Conquiste e deixe-se conquistar pelo Senhor que vem a cada momento ao nosso encontro. Precisamos ter intimidade com esse Deus que é nosso amigo e virá para nos salvar. Aprofunde-se na intimidade com Deus. Essa intimidade não é sinônimo de pedir que Ele resolva os seus problemas, mas, sim, ir diante do sacrário e conversar com Jesus, abrir todo o seu coração a Ele.

E é hoje que você precisa viver essa experiência, não deixe para depois. Não deixe para amanhã o que você pode fazer agora. O Senhor vem até você em todos os momentos, Ele está vindo. Permita-se querer estar sempre com o Senhor.

Repita comigo: “Meu Deus, eu sei que um dia o Senhor virá, mas hoje eu já quero me encontrar contigo no cotidiano da minha vida. Eu quero que o Senhor seja meu amigo e me ajude a buscar a santidade. Eu quero ser sua Senhor”. Amém!

 

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