“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Amós 5,24). Eis o desejo de Deus, pela boca do Profeta Amós. E isso é possível? Sim, é possível! Deus nos criou, criou a Mãe Terra capaz de alimentar todos os seus filhos, e com saúde. Parece-me que nós, pessoas, estamos vivendo contra a lógica da vida: não cuidamos do mundo, nossa casa comum, não cultivamos o jardim de Deus.

Neste ano de 2016, celebramos uma Campanha da Fraternidade Ecumênica, com o tema “Casa Comum: nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. O objetivo geral desta Campanha da Fraternidade é “assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenhar-nos, à luz da fé, por políticas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum” (TB, 26).

O saneamento básico é um direito humano fundamental, e requer a união de esforços de todos; inclui os serviços públicos de abastecimento de água, o manejo adequado dos esgotos sanitários, das águas pluviais, dos resíduos sólidos, o controle de reservatórios e dos agentes transmissores de doença (TB, 32).

Alguns dados para você se sensibilizar, buscar mais informações e criar novos hábitos:

– O maior problema do saneamento básico, hoje, é a fome;

– Uma criança morre a cada 2,5 minutos por não ter acesso à água potável, por falta de redes de esgotos e por falta de higiene;

– 18% da população brasileira ainda não têm acesso à água tratada. Mais de 100 milhões de brasileiros não possuem coleta de esgotos;

– No mundo, um bilhão de pessoas fazem suas necessidades a céu aberto;

– Na América Latina, as pessoas têm mais acesso aos celulares do que aos banheiros.

O saneamento básico não é um detalhe na vida. É necessidade imperativa para que nós, filhos de Deus, possamos ter a vida saudável que Deus quer para todos. Por isso, nosso Papa Francisco insiste tanto no direito aos três “T”: terra, trabalho e teto.

A Campanha da Fraternidade 2016 propõe um olhar mais amoroso para o planeta e para a natureza, criando assim uma consciência fraterna e lembrando que nossos recursos são limitados e precisamos cuidar bem deles para que possamos viver bem. Cuidemos do ambiente e das pessoas!

 

Dom João Inácio Müller – Bispo da diocese de Lorena(SP) e articulista da Revista Canção Nova.

 

DE VOLTA AO PRIMEIRO AMOR

diego_fernandes_volte_ao_primeiro_amorDiego Fernandes sabe exatamente o que quer dizer ao cantar… e diz! Consegue a difícil química de unir o conteúdo denso com linhas melódicas não convencionais que grudam no ouvido e letras que ecoam nos lábios da juventude de maneira quase “viciante”. O resultado é a capacidade de um encantador da massa sem perder a capacidade de falar para cada um e provocar um avanço reflexivo para águas mais profundas. É dançante e reflexivo. É movimentado e extasiante. É metálico e romântico. É gritado e sussurrado. É uma pedra rolando em câmera lenta. É pesado e leve. É rock e toque. É sujo como ao vivo e sofisticado como de estúdio. É repleto de gírias e tem português bem corrigido na norma culta. É carismático e libertador. É pé-no-chão com o coração no céu. Convenhamos que esta alquimia não é fácil nem frequente. “Volta ao primeiro amor” não é um pouco mais do mesmo, apesar de Diego Fernandes se dar ao luxo de navegar no limite do senso comum. O que o salva de ter feito apenas mais um produto ao gosto do mercado é o carisma que o move unido ao estudo intenso que precede cada uma de suas composições. Por isso, apesar do som redondo e agradável, da mixagem esperada, nos instrumentos bem colocados e das vozes extremamente estudadas, o CD do Diego é, na verdade, um instrumento de catequese. Prova disso é que se distingue cada palavra. A voz do cantor em primeiro plano é para poucos. A ordem das músicas conduz da rua para a intimidade do coração; do encontro com os irmãos para o sacrário interior onde o “Deus é mais íntimo a nós que nós mesmos” (Santo Agostinho). Mas após este repouso musical Diego reaparece tirando todos da catarse e levando de volta para a luta, ou seja, para a missão. Porque se faltar o pão a fé me anima a lutar para que a salvação comece já na mesa dos famintos. Bem… nem tudo é perfeito. No próximo CD teremos um pouco mais de Doutrina Social da Igreja. Diego é um jovem inquieto e carismático e minha missão é também pro-vocar. #ProntoFalei.

Pe. Joãozinho, scj

Teólogo e comunicador

Dai-nos, Senhor, os dons do vosso Espírito
para aconselhar na hora da decisão,
educar com inteligência e exortar
com a mansidão de quem teme a Deus;
dai-nos a ciência da ternura para consolar os aflitos
e a sabedoria para perdoar quem nos ofendeu;
fortalecei-nos para suportar com paciência
as pessoas que nos são mais difíceis
e infundi em nós a piedade
para rezarmos por todos os nossos irmãos e irmãs,
que vivem nesta terra
e os que já estão na vida eterna. Amém!

(Prece composta por Pe. Joãozinho, scj e que une as obras de misericórdia espirituais com os sete dons do Espírito Santo)

Numa terra muito distante havia um rei que vivia feliz com seu povo. A terra era generosa em flores, frutos e animais de toda espécie. A água brotava generosamente de fontes que saciavam a todos. A paisagem era paradisíaca. As riquezas naturais eram tantas que eles nem se importavam com outras riquezas que dormiam embaixo de seus pés: ouro, prata e ferros e todo tipo de metais que não faziam a menor diferença para o povo do reino de Miraflores.

Mas um dia chegaram magos do oriente e pediram para falar com o rei. Vieram com o mapa da mina. Tinham uma conversa sedutora. Diziam que o país era pobre e precisava explorar os minérios para ficar entre as primeiras nações do planeta. Os milagres eram fantásticos. Chegaram a sugerir que se mudasse o nome do país para Miraferro. O rei ouviu atentamente e no final fez apenas uma pergunta: “Mas onde seriam colocados os rejeitos da mineração? Afinal, toda riqueza exagerada produz algum lixo! Onde este resíduo seria depositado para sempre?

Os magos trouxeram longos projetos que descreviam uma engenhoca feita de balões lixeiros. O rei ficou admirado. Não sabia se estava entendendo bem. O lixo seria guardado no céu? Em cestos de balões? Sim. Mas com absoluta segurança. E onde ficariam os balões? Os magos explicaram que ficariam sobre as cidades, florestas, rios e mares. O rei ficou desconfiado. Mas seria seguro? Não existe risco de um destes balões cair sobre a cidade ou mesmo sobre o Rio Maravilha que corta o reino? Os técnicos explicaram detalhadamente que o risco seria de apenas 1%. Desprezível. O rei consultou sua corte. Os nobres nem esperaram falar do risco. Todos estavam convencidos que o projeto era ótimo, pois na véspera haviam recebido dezenas de presentes dos Magos: roupa nova, carro novo, casa nova. Estavam literalmente a favor. O rei, então, autorizou o começo da mineração.

No começo tudo foi muito tranquilo. Um grande progresso chegou ao reino. Os exploradores eram discretos e os balões-lixo ficavam fora das vistas do povo. E, como sabemos, o coração não sente o que os olhos não veem. Mas os anos se passaram e o lixo foi aumentando. Aos poucos era possível ver os balões sobre a cidade e, principalmente, ao longo de todo o Rio Maravilha. Os técnicos diziam que, com isso, reduziriam os danos. O rei chegou a perguntar: “mas que dano?”. No caso de algum balão cair, explicaram. O rei disse assustado: “Mas existe risco?!” Eles responderam: “acalme-se… nada mais do que 5%”.

Um dia o povo começou a estranhar que o sol não nasceu. Todos saíram para a rua e viram que existia tamanha quantidade de balões que já não era possível ver o sol. Os Magos compraram mais casas para os nobres e construíram um palácio novo para o rei e até para os pretendentes de rei. Todos, então, ficaram calmos, sob a sombra da tragédia iminente, afinal, o risco não ultrapassava 10%.

Mas aconteceu o que ninguém esperava. Um dos balões caiu sobre o Rio Maravilha. Algumas pessoas foram atingidas pela chuva de lama tóxica. Logo os técnicos foram a rei explicar que o plano havia dado certo. A cidade nada sofrera. O balão tinha caído sobre o Rio. Logo a lama desapareceria e a vida voltaria ao normal. Passaram-se os dias e a lama continuou avançando. Matou os peixes e as esperanças dos pescadores. Os indígenas viram seu rio sagrado morrer. Cidades ficaram sem água e o comércio foi atingido. A vida no reino nunca mais foi a mesma. As flores pararam de sorrir. Tartarugas fugiram no momento da desova. Caranguejos foram assassinados no mangue. A flora que habitava feliz abaixo das águas do doce rio foi exterminada cruelmente. Os rejeitos chegaram ao mar e atingiram o mundo inteiro.

O rei ficou muito triste e decretou que, na verdade, se tratava de um lamentável desastre natural. A corte fez cara de poucos amigos, mas preferiu manter as casas e carros recebidos da mineradora. A cidade ficou confusa, pois estava totalmente dependente da mineradora. Os pássaros não tinham mais onde pousar. Alguém explicou na escola para as crianças que um dia Miraferro já havia sido Miraflores. Um menino qualquer perguntou: “E onde estão as flores, professora?”

Então o rei chamou os magos e perguntou: “O que faremos com os outros 700 balões que estão sobre nossas cabeças? Eles responderam: Não se preocupe majestade. O risco é de apenas 1%. E viveram infelizes para sempre no reino de Miralama.

 

Neste dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos, gostaria de entrar no coração desta mártir dos primórdios do cristianismo (século II) e aprender com ela duas lições muito fortes na vida da primeira cantora do cristianismo: Maria. Duas mulheres e duas lições. São como as duas mãos de um instrumentista que precisam estar bem sincronizadas para executar seu instrumento. São como o dois lados do coração que precisam pulsar ao rítmo da sístole e da diástole para garantir a vida. São como a dinâmica dos passos que exige sempre que um pé esteja na terra e o outro não para que possamos caminhar. Estas duas lições essenciais para qualquer músico que busca a santidade são a “mística” e a “missão”.

A Mística

Naquele dia a jovem de Nazaré estava em silêncio e ouviu a voz do anjo Gabriel. Mais do que ausência de palavras, o silêncio fecundo que dá origem à música inspirada é feito de sintonia. Não basta calar. É preciso sintonizar. O silêncio é a matéria prima de toda canção. Como pode um pintor fazer sua pintura se não tiver onde colocar suas tintas e projetar a imagem que já existe em sua imaginação? O quadro branco onde o músico pinta suas notas e pausas é o silêncio da prece. Poderíamos chamar isso de “quietude”. É uma atitude orante e atenta aos céus que sempre se abrem para os místicos. Porém, a iniciativa da canção não é nossa. Maria escuta uma palavra que vem de Deus. Nela esta Palavra vai se encarnar. Precisamos passar por este momento receptivo de escuta para que sejamos, depois, um eco criativo do Criador. Não sou eu quem canto. É Deus quem canta em mim. Assim vai sendo tecida a música mística. Maria cala e escuta. Mas diante das palavras do anjo ela fica “maravilhada”. Este é um passo típico do músico ungido: a capacidade de se encantar, de ficar perplexo e até um pouco perturbado pelas palavras que ouve Deus falar em seu coração. Em seguida a inspirada Maria coloca-se a pensar no que significaria tudo isso. Não basta ficar em êxtase. É preciso estudar, refletir, ler, pensar no que significa esta inspiração que estou tendo agora. E, finalmente, Maria arrisca uma pergunta: “Como?” Aqui passamos da recepção passiva e chegamos na pró-atividade do processo criativo. Não somos simples intérpretes qualificados da voz de Deus. Ele nos quer como “parceiros” nesta composição. Maria escuta atentamente as explicações do arcanjo Gabriel. Existem músicos que vivem da ilusão de que uma canção vem como que num passe de mágica. Não. O talento é 10% inspiração e 90% transpiração. É a hora do exaustivo ensaio. Ensaiar sem ninguém vendo seu show de tentativas e erros é uma forma de viver a santidade musical. Após tudo isso vem a hora da resposta de Maria: “Eis-me aqui; faça-se em mim sua Palavra!” Volta a dimensão receptiva. Deixe Deus fazer a obra em você. Santa Cecília também viveu esta atenção ao anjo da Guarda que Deus colocou em sua vida para proteger seus valores. Ela viveu esta dinâmica da mística a exemplo de sua mestra e mãe, Maria.

A Missão

O “eis-me aqui” de Maria revelou que ela era “serva” do Senhor, ou seja, ministra da Palavra encarnada definitivamente em seu ventre no seu coração. Curiosamente ela não estaciona na mística. Aquela que é disponível aos céus, na figura de Gabriel, é solidária com a terra, na pessoa da prima Isabel. E ela sai às pressas para transformar a inspiração em serviço. Não bastou a mística para gerar sua canção. Era preciso passar pelo caminho do serviço solidário. Aqui acontece uma cena maravilhosa. Ao encontrar com Isabel a voz inspirada de Maria contagia Isabel que fica entusiasmada, ou seja, cheia de Deus. Este é um papel do músico cristão: entusiasmar a comunidade; animar os que estão no caminho, muitas vezes desanimados. Santa Cecília foi um exemplo de entusiasmo contagiante. Sabemos por alguns relatos o modo como ela contagiou seu noivo pagão, Valeriano, que acabou se tornando cristão fervoroso a ponto de converter seu irmão Tibúrcio. Os dois se mantiveram firmes na fé até o martírio. A música inspirada e solidária nos habilita para contagiar as pessoas.

A Canção

Após este itinerário de mística e missão lemos no capítulo 1 de Lucas que Maria e Isabel cantaram. Esta magnífica canção mistura estas duas lições – mística e missão – de modo primoroso. É uma canção que começa em chave pessoal – minha alma – e termina convocanto todo o povo para cantar, desde Abraão e toda a sua descendência para sempre. Não é cristã uma canção que fique somente no singular – eu e Deus. Maria nos ensina que a prece cristã reconhece que o Pai é “nosso” e o pão também é “nosso”. A segunda característica desta canção integral e integradora é que ela une louvor e clamor. Não tem medo de engrandecer o Senhor nem de pedir que os orgulhosos e prepotentes sejam derrubados de seu trono. Nossas liturgias não podem ser resumidas no louvor. Deus continua querendo ouvir o clamor do seu povo. Neste sentido é dramática a cena do martírio de Santa Cecília que impactou fortemente o imaginário cristão durante séculos: morreu cantando e exortando os irmãos. Séculos depois seu corpo foi encontrado incorrupto, íntegro. Isto nos ensina que a música precisa ser integral. Ela cria um ambiente salutar na comunidade. Vivemos em um mundo poluído por tantas canções que desintegram. Que a nossa canção seja como a magnífica prece de Maria e de Cecília: um testemunho de que a vida sempre tem a palavra final.

 

Pe. Joãozinho, scj (João Carlos Almeida).

Doutor em Teologia (PUC-SP), Educação (USP) e Espiritualidade (Gregoriana – ROMA).

Professor de Doutrina Social da Igreja e Espiritualidade na Faculdade Dehoniana, Taubaté-SP.

Autor com Pe. Zezinho, scj do livro “Chamados a cantar a fé” (Editora Santuário).

E-mail: padrejoaozinhoscj@gmail.com

El Papa a los dirigentes de empresa: Es necesario incrementar un espíritu emprendedor de subsidiaridad

Ciudad del Vaticano, 31 de octubre de 2015 (Vis).-El Papa ha recibido esta mañana en el Aula Pablo VI a siete mil miembros de la Unión Cristiana de Dirigentes de Empresa (UCID) de la que forman parte los empresarios católicos que se proponen ser artífices del desarrollo para el bien común, inspirados, sobre todo, por la Doctrina Social de la Iglesia. La UCID, que es una asociación eclesial reconocida por los obispos, concede gran importancia a la formación cristiana y ejerce su apostolado en el ambiente de trabajo y en la empresa.

En el discurso que les dirigió el Santo Padre exhortó a los miembros de la UCID a vivir su vocación empresarial con el espíritu propio de la misionalidad laica, subrayando que las empresas y los órganos directivos de las mismas pueden convertirsse en lugares de santificación si todos se esfuerzan en construir relaciones fraternas entre empresarios, directivos y trabajadores, fomentando la corresponsabilidad y la colaboración en el interés común. ”Es fundamental -añadió- prestar una atención especial a la calidad de vida laboral de los empleados, que son el activo más valioso de una empresa; en particular para promover la armonización de la vida laboral y familiar. Pienso especialmente en las trabajadoras: el reto es proteger al mismo tiempo su derecho a un trabajo plenamente reconocido como su vocación a la maternidad y la presencia en la familia”. También es importante la responsabilidad de las empresas en la defensa y el cuidado de la creación y para conseguir un “progreso, más sano, más humano, más social y más integral” .

La llamada a ser misioneros de la dimensión social del Evangelio en el mundo del trabajo, la economía y los negocios, implica ”la apertura y la cercanía evangélica a las diversas situaciones de pobreza y de fragilidad, fomentando programas de promoción y ayuda”. Pero no se trata solo de beneficencia . ”Es necesario -reiteró el Papa- orientar la actividad económica en el sentido evangélico, es decir, al servicio de la persona y del bien común ? e incrementar un espíritu emprendedor de subsidiariedad, para responder juntos a los desafíos éticos del mercado y, sobre todo al reto de crear buenas oportunidades de empleo”.

”La empresa es un bien de interés común -finalizó el Santo Padre- Por mucho que se trate de un bien de propiedad y gestión privada, por el simple hecho de que persiga objetivos de interés y de importancia general, tales como el desarrollo económico, la innovación y el empleo, debe ser protegida como un bien en sí misma. A esta obra de protección están llamadas en primer lugar las instituciones, pero también los empresarios, los economistas, los organismos financieros y bancarios y todos los sujetos involucrados deben actuar con competencia, honestidad y sentido de responsabilidad. La economía y la ética empresarial necesitan para su correcto funcionamiento no de una ética cualquiera, sino de una ética que pone en el centro a la persona y a la comunidad”.

Cidade do Vaticano – O Vaticano divulgou terça-feira (15/09), a lista dos participantes da XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos.

O evento acontece no Vaticano de 4 a 25 de outubro próximo, e terá como tema “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo“.

Do total dos participantes, onze são brasileiros:

Presidente-Delegado:

Card. Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo de Aparecida (SP);

Escolhidos pela CNBB:

Dom Sérgio Da Rocha, Arcebispo de Brasília, Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil;

Dom João Carlos Petrini, Bispo de Camaçari (BA);

Dom Geraldo Lyrio Rocha, Arcebispo de Mariana (MG);

Card. Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo (SP).

Nomeado pelo Papa:

Dom Sérgio Eduardo Castriani, Arcebispo de Manaus (AM).

Colaborador do Secretário especial:

Fr. Antonio Moser, O.F.M., Professor emérito de Teologia Moral e Ética no Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis.

Auditores:

Sra. Ketty Abaroa de Rezende e Dr. Pedro Jussieu de Rezende, Docentes na Universidade Estadual de Campinas, engajados na pastoral sobre os desafios familiares.

Assistente:

Tiago Gurgel do Vale.

Delegado fraterno:

Walter Altmann.

O Presidente do Sínodo é o Papa Francisco.

O Secretário-Geral é o Card. Lorenzo Baldisseri.

Além do Card. Damasceno Assis, há outros três Presidentes-Delegados: Card. André Vingt-Trois, Arcebispo de Paris (França); Card. Luis Antonio G. Tagle, Arcebispo de Manila (Filipinas); e Card. Wilfrid Fox Napier, O.F.M., Arcebispo de Durban (África do Sul).

Fontes: Boletim da Santa Sé, Rádio Vaticano e Jornal L’Osservatore Romano

Edição: Paulo Vendelino Kons, de Brusque/SC – 47 9997 9581,paulo_kons@yahoo.com.br – https://www.facebook.com/profile.php?id=100005235705173