A fome do Espírito
Caro aluno(a)
Como você avaliaria a “Fome” ou “Surto” do Espírito que constatamos em nossos dias, após um tempo de “silêncio” do Espírito? A força da pentecostalidade de um lado e a rejeição das formas de expressão intitucionalizada da religião mostra que talvez tenha chegado a tal “Era do Espírito”, predita por Joaquim de Fiore. Seria verdade? Igreja e carisma se contrapõem? Por outro lado a Igreja Católica assiste a fenômenos de massa como é o caso da RCC e das expressões religiosas midiáticas que buscam aceitação institucional e popular. Poder e Carisma estão nas duas pontas desta corda. Como você vê tudo isso? As CEBs lutam por seu lugar na ponta do Carisma. Seria incômodo ter RCC e CEBs na mesma ponta? Ou uma das duas pulará para a ponta da Igreja instituição?
No chamado Primeiro mundo já se fala de civilização pós-cristã. A proposta ali é de uma religiosidade totalmente individual ao estilo New Age. Como pensar a ação da “pessoa” do Espírito Santo neste contexto? Ele é mais visto como uma “energia” impessoal e que deve ser dominada pela pessoa por meio de técnicas.
E o que falar do avanço do Islamismo? Ali parece que o “Espírito” é outro. A instituição religiosa avança sobre a consciência individual. Estamos mesmo diante de um mundo paradoxal. Como pensar a presença e atuação do Espírito?
Por favor, deixe aqui seus comentários… vamos aprofundar este tema!