Padre Joãozinho, scj on dezembro 8th, 2011

CONCURSO PARA LETRA DO HINO DA
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013

Brasília-DF, 03 de novembro de 2011

ML 1017/11

Prezado(a) compositor(a) letrista,

A paz de Cristo!

Com alegria e expectativa, estamos lançando o Concurso para a letra do hino da CF de 2013. Convocamos todos os poetas a colocarem seus dons a serviço da evangelização da juventude.

  1. 1. Tema e lema da CF 2013

Tema: FRATERNIDADE E JUVENTUDE

Lema: “EIS-ME AQUI, ENVIA-ME!” (Is 6,8)

  1. 2. Características da letra do Hino

2.1. Quanto ao conteúdo:

O hino, antes de tudo, primará por uma profunda linguagem poética que traduzirá os conteúdos do tema e do lema. É importante observar algumas características bíblico-teológicas e pastorais:

  • Um caráter convocativo: Os fiéis serão convocados para a adesão ao que se propõe a Campanha da Fraternidade. É Deus quem convoca sua Igreja, seu povo, para este engajamento concreto da fé.
  • Um embasamento bíblico: A referência bíblica é fundamental, pois ela orienta a vida e a história do povo, e confere sólidos fundamentos para o texto poético;
  • A coerência entre fé e vida: Contemplar a unidade fundamental entre fé e vida, evitando intimismos ou sentimentalismos exagerados.
  • A esperança de um mundo novo, “um novo céu e uma nova terra…” (cf. Ap 21, 1-7). A força do texto deverá reavivar a esperança, a criatividade, o compromisso cristão. Uma mensagem que ajudará o povo de Deus a pôr-se em marcha.

2.2. Quanto à expressão artística (estética) da letra:

  • Tenha uma linguagem eminentemente poética evitando explicitações desnecessárias, moralismos, chavões, etc.
  • Tenha em todas as estrofes o mesmo número de sílabas e de acentos, ou seja, uma métrica regular e fluente;
  • Tenha alguma forma de rima, embora possam ser usados versos livres. Contudo, a rima, quando bem utilizada, facilita a execução e a memorização do canto.
  1. 3. Prazo

A letra do Hino seja enviada à CNBB por endereço postal ou correio eletrônico (abaixo) até 11 de dezembro de 2011, com o termo de Cessão de Direitos Autorais .

CNBB (Setor Música Litúrgica)

SE/Sul, Q. 801, Conj. “B”

70200-014 BRASÍLIA – DF

Email: musica@cnbb.org.br

Dom Lenardo Ulrich Steiner

Secretário Geral da CNBB

Pe. Luiz Carlos Dias

Secretário Executivo da CF

Pe. José Carlos Sala

Assessor da CNBB para a Música Litúrgica

Padre Joãozinho, scj on dezembro 5th, 2011

No dia 05 de dezembro de 2011, em São Paulo – SP, retornou para a casa do Pai, o nosso querido confrade,

Ir. Vicente Rosário Afonso,

da Província Brasil São Paulo, nascido em 11.10.1919, 1ª profissão em 19.03.46.

Ir. Vicente estava internado desde quarta-feira, 28.11.11, no Hospital N. Sra. de Lourdes. Faleceu hoje, 05.12.11, pelas 9h20min.

Foi irmão Vicente que me acolheu na Paróquia São Judas no meu primeiro dia de padre naquela que foi minha primeira missão, em 1993. Era um homem discreto e disponível. Tinha um empenho permanente pelas coisas do Reino. Deixará saudades que transformaremos em prece. Seu exemplo nos anima a viver a fé de modo mais operante e discreto.

Velório: Santuário São Judas Tadeu, SP. Missa hoje, 05.12, às 20h00 na Igreja nova.

Missa de corpo presente: 06.12, terça-feira, às 09h00 na Igreja nova. Em seguida o corpo seguirá para o cemitério do Conventinho, em Taubaté – SP.

Padre Joãozinho, scj on dezembro 1st, 2011

No dia 11 de dezembro estarei na Canção Nova para apresentar meu novo livro: PRIMEIRO PASSO PARA O SUCESSO. É a continuação das obras sobre empreendedorismo e liderança: AS SETE VIRTUDES DO LÍDER AMOROSO e COMO LIDERAR PESSOAS DIFÍCEIS. Ainda vou falar mais sobre este livro neste espaço mas agora divulgo em primeira mão a capa.

Padre Joãozinho, scj on dezembro 1st, 2011

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou na manhã desta quinta-feira, 1º de dezembro, uma Nota sobre o Código Florestal na qual expressa sua preocupação pela possível aprovação do projeto com a falta de algumas “correções necessárias”.

“O projeto, ao manter ocupações em áreas ilegalmente desmatadas (Artigos 68 e 69) e permitir a recuperação de apenas metade do mínimo necessário para proteger os rios e a biodiversidade (Artigos 61 e 62), condena regiões inteiras do país a conviver com rios agonizantes, nascentes sepultadas e espécies em extinção”, destaca a CNBB em um trecho da Nota.

Ainda no texto, a Conferência sublinha que o projeto “não representa equilíbrio entre conservação e produção, mas uma clara opção por um modelo de desenvolvimento que desrespeita limites da ação humana”.
Leia, abaixo, a Nota na íntegra

Nota da CNBB sobre o Código Florestal

O Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP) da Conferência Nacional dos bispos do Brasil – CNBB, reunido nos dias 29 e 30 de novembro de 2011, vem manifestar sua preocupação com a possível aprovação, pelo Congresso Nacional, do projeto de reforma do Código Florestal brasileiro. Já aprovado nas devidas Comissões do Senado Federal, o novo Código Florestal, tão necessário ao Brasil, embora tenha obtido avanços pontuais na Comissão do Meio Ambiente, como um capítulo específico para a agricultura familiar, ainda carece de correções.

O projeto, ao manter ocupações em áreas ilegalmente desmatadas (Artigos 68 e 69) e permitir a recuperação de apenas metade do mínimo necessário para proteger os rios e a biodiversidade (Artigos 61 e 62), condena regiões inteiras do país a conviver com rios agonizantes, nascentes sepultadas e espécies em extinção. Sob o pretexto de defender os interesses dos pequenos agricultores, esta proposta define regras que estenderão a anistia a quase todos os proprietários do país que desmataram ilegalmente.

O projeto fragiliza a proteção das florestas hoje conservadas, permitindo o aumento do desmatamento. Os manguezais estarão abertos à criação de camarão em larga escala, prejudicando os pescadores artesanais e os pequenos extrativistas. Os morros perderão sua proteção, sujeitados a novas ocupações agropecuárias que já se mostraram equivocadas. A floresta amazônica terá sua proteção diminuída, com suas imensas várzeas abertas a qualquer tipo de ocupação, prejudicando quem hoje as utiliza de forma sustentável. Permanecendo assim, privilegiará interesses de grupos específicos contrários ao bem comum.

Diferentemente do que vem sendo divulgado, este projeto não representa equilíbrio entre conservação e produção, mas uma clara opção por um modelo de desenvolvimento que desrespeita limites da ação humana.

A tão necessária proteção e a diferenciação mediante incentivos econômicos, que seriam direcionados a quem efetivamente protegeu as florestas, sobretudo aos agricultores familiares, entraram no texto como promessas vagas, sem indicativo concreto de que serão eficazes.

Insistimos que, no novo Código Florestal, haja equilíbrio entre justiça social, economia e ecologia, como uma forma de garantir e proteger as comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas e de defender os grupos que sabem produzir em interação e respeito com a natureza. O cuidado com a natureza significa o cuidado com o ser humano. É a atenção e o respeito com tudo aquilo que Deus fez e viu que era muito bom (cf. Gn 1,30).

O novo Código Florestal, para ser ético, deve garantir o cuidado com os biomas e a sobrevivência dos diferentes povos, além de preservar o bom uso da água e permitir o futuro saudável à humanidade e ao ecossistema.

Que o Senhor da vida nos ilumine para que as decisões a serem tomadas se voltem ao bem comum.
Brasília-DF, 30 de novembro de 2011

Padre Joãozinho, scj on novembro 25th, 2011

Desde que publiquei o livro AS SETE VIRTUDES DO LÍDER AMOROSO (Editora Canção Nova), tenho recebido muitos convites para fazer palestras sobre liderança e empreendedorismo. Destes eventos nasceu meu segundo livro desta linha: COMO LIDERAR PESSOAS DIFÍCEIS. Agora estou preparando para dezembro o lançamento do terceiro livro: PRIMEIRO PASSO PARA O SUCESSO. São leituras do empreendedorismo do ponto de vista cristão.

Neste final de semana estarei em Salvador para mais uma palestra deste gênero. Frei Rogério da Paróquia Nossa Senhora da Luz assumiu este desafio e organizou um belíssimo evento.

Se você quiser fazer contato para saber como organizar uma destas palestras em sua cidade, pode mandar e-mail para padrejoaozinhoscj@gmail.com

CLIQUE NA IMAGEM PARA VER MAIOR:

Padre Joãozinho, scj on novembro 2nd, 2011

Estou para publicar um novo livro pela EDITORA AGIR, do Grupo Nova Fronteira (EDIOURO). Será um livro para educadores, na linha do PEQUENO PRÍNCIPE. É o resultado de uma grande pesquisas. Preciso de alguém que ilustre os textos. Vou colocar aqui uma parte do texto. Se você for um ilustrador e quiser me mandar uma proposta para ilustrar este texto, pode mandar para padrejoaozinhoscj@gmail.com e poderei enviar seu trabalho para a editora. A ideia básica é dar sentimentos e atitudes pedagógicas aos pássaros. No caso, propomos que você ilustre a pedagogia da águia.

A águia nobre e valorosa

A águia é a rainha dos ares; é o símbolo da força. É nobre, valente, infatigável. Sabe ser bondosa para com seus filhotes. Ela lhes dá seu cuidado e os alimenta com dedicação. Eles são serenos e tranquilos. A águia os leva para a caça e ensina a caçar e não os obriga a ir mais longe, a não ser quando eles são fortes o bastante para fazê-lo com segurança. Alguém despreza estas características?

AQUARELA 8

Águia

(29) Original em francês: aigle. A primeira qualidade é encontrada na águia, símbolo do vigor. Dehon tinha muitos motivos para nutrir um carinho especial pela águia. Os quatro Evangelhos da Bíblia são tradicionalmente representados por animais. Mateus é representando pelo homem, Marcos pelo leão, Lucas pelo touro e o Evangelho de João é representado pela águia. Sabemos que Léon Dehon, seguindo o costume da época, quando professou seus votos religiosos, em 1878, incluiu em seu nome “João”:Jean du Cœur de Jésus. Não é sem motivo que o Colégio que fundou se chamava Saint-Jean. E o informativo do Colégio, que começou a circular já nos primeiros meses de 1878, trazia como título: L’Aigle de Saint-Jean, “A Águia do São João”.

(30) Há neste texto, um paralelo com o primeiro pássaro do grupo anterior, o gavião. Ao contrário da crueldade e do abandono para a sobrevivência em um mundo de concorrência desleal, o educador que segue o exemplo da águia é forte, porém bondoso. É valente, porém cuidadoso. O resultado é que os educandos ao contrário de agitados e violentos se mostram serenos e tranquilos. Há um “princípio de subsidiariedade pedagógica” nos procedimentos da águia com relação aos seus filhotes quando “não os obriga a ir mais longe a não ser quando eles são fortes o bastante para fazê-lo”. A presença do educador subsidia o que falta no educando. Porém, o desejo de que o educando cresça faz com que o educador saiba diminuir o “subsídio” de modo que o outro se torne capaz de andar com as próprias pernas.

Padre Joãozinho, scj on outubro 9th, 2011

“Na minha escola não tem boné, celular e aluno matando aula”, diz diretora de colégio municipal de Taubaté

Cinthia Rodrigues, iG São Paulo 12/09/2011

Na lista das escolas em que os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) são mais de 75% dos alunos da instituição, os primeiros colocados de São Paulo, como no resto do País, são particulares. Depois, aparecem as públicas fora da rede comum, como as técnicas profissionalizantes e as ligadas a universidades. Os dois tipos se intercalam até a posição 640, quando aparece a primeira pública regular: a Escola Municipal José Ezequiel Souza, em Taubaté.

Consulte a nota de todas as escolas e o ranking das melhores e piores no exame

Ao ser informada do resultado pelo iG, a diretora Maria Aparecida Franco Moreira reagiu com uma meiguice que contrasta com a linha dura que adota. “Foi o melhor presente que recebi em 30 anos de carreira”, disse, resumindo sua receita em seguida: “Voz firme e exemplo”.

Convidada pela secretaria municipal de Taubaté a assumir a unidade há 11 anos, segundo ela própria “por sua fama”, ela conta que a unidade nem sempre teve sucesso. Apesar de receber os melhores alunos da rede municipal no último ano do fundamental, a instituição trabalha com todas as salas acima de 40 alunos e o ensino médio é noturno. “A diferença é o compromisso e a disciplina”, diz.


“Aqui nós temos professores que vestem a camisa da Educação e, além da questão pedagógica, estamos sempre atentos à disciplina”, conta. Quem “sai da linha” vai para a sala dela – seja estudante ou professor. “Vocabulário, por exemplo, professor tem que ter auto-controle, não pode chamar aluno por apelido”, diz.

Para qualquer incidente, a escola faz boletim de ocorrência, abreviado lá, como nas delegacias, por BO. “É tudo xerocado e passado para pai, aluno, professor e direção, com isso a gente conversa e toma providências. Às vezes, até convido o aluno a se afastar um dia para pensar. Suspender não pode, mas eu convido”, conta.

Os pais são chamados frequentemente à escola para conversar sobre o comportamento dos filhos. “Semana passada, recebi 15 e um deles vai assistir à aula ao lado do filho a partir de segunda-feira”, afirma. “Os pais também sabem que podem contar com a gente. Outro dia um adolescente chegou em casa e disse para a mãe que não teve aula porque só tinha três alunos. Ela ligou para cá para confirmar e pedi que voltasse com ele para contarmos pessoalmente. Então, fomos até a porta da sala e disse: conte rapaz.”

Faltas são reprimidas com prova. Se Maria Aparecida descobre, por exemplo, que alguém marcou festa de aniversário em dia de semana, agenda os exames para os três dias seguintes. “Outra coisa que não existe na minha escola é parede (aluno faltar na sexta para emendar com o fim de semana). Nós marcamos todas as provas para sexta-feira”, diz. “Também não deixo usar boné e celular, coloco recados da proibição pelas paredes e na porta da secretaria, para os pais verem enquanto esperam.”

Segundo ela, o resultado vem no final de cada ano. “A recompensa vem no vestibular. Os alunos passam nas melhores faculdades.