O Papa fala de pentecostes

Filed under: Formação — Padre Luizinho at 4:36 am on Tuesday, May 29, 2007

Bento XVI: «Que o Espírito Santo desça em abundância sobre a Igreja de nosso tempo»
Oração do «Regina Caeli» no domingo de Pentecostes

CIDADE DO VATICANO, domingo, 27 de maio de 2007 (ZENIT.org).- Publicamos as palavras que Bento XVI pronunciou neste domingo de Pentecostes, ao rezar ao meio-dia a oração mariana do «Regina Caeli» junto a milhares de peregrinos congregados na Praça de São Pedro, no Vaticano.

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Queridos irmãos e irmãs:

Celebramos hoje a grande festa de Pentecostes, em que a liturgia nos faz reviver o nascimento da Igreja, segundo a narração de São Lucas no livro dos Atos dos Apóstolos (2, 1-13). Cinqüenta dias depois da Páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade dos discípulos, que «perseveravam na oração, com um mesmo espírito», reunidos junto a «Maria, a mãe de Jesus» e com os doze apóstolos (cf. Atos 1, 14. 2, 1).

Podemos dizer, portanto, que a Igreja teve seu início solene com a vinda do Espírito Santo. Nesse extraordinário acontecimento, podemos ver as características essenciais da Igreja: a Igreja é una, como a comunidade de Pentecostes, que estava unida na oração com «um só coração e uma só alma» (Atos 4, 32).

A Igreja é santa, não por seus méritos, mas porque, animada pelo Espírito Santo, tem o olhar fixo em Cristo, para viver conforme Ele e seu amor.

A Igreja é católica, porque o Evangelho está destinado a todos os povos e por esse motivo, já desde o início, o Espírito Santo faz com que fale todos os idiomas.

A Igreja é apostólica, já que — construída sobre o alicerce dos apóstolos — custodia fielmente seu ensinamento através da corrente ininterrupta da sucessão apostólica.

Além disso, a Igreja, por sua própria natureza, é missionária, e desde o dia de Pentecostes o Espírito Santo não deixa de conduzi-la aos caminhos do mundo, até os últimos confins da terra e até o final dos tempos.

Esta realidade que podemos constatar em todas as épocas está, por assim dizer, antecipada no livro dos Atos dos Apóstolos, onde se descreve a entrega do Evangelho dos judeus aos pagãos, de Jerusalém a Roma. Roma faz referência ao mundo dos pagãos e, dessa forma, a todos os povos que estão fora do antigo povo de Deus.

De fato, os Atos dos Apóstolos terminam com a chegada do Evangelho a Roma. Podemos dizer, então, que Roma é o nome concreto do caráter católico e missionário, expressa a fidelidade às origens, à Igreja de todos os tempos, a uma Igreja que fala todos os idiomas e que sai ao encontro de todas as culturas.

Queridos irmãos e irmãs: o primeiro Pentecostes teve lugar quando Maria Santíssima estava presente no meio dos discípulos no Cenáculo de Jerusalém em oração. Também hoje nos confiamos à sua intercessão maternal para que o Espírito Santo desça em abundância sobre a Igreja de nosso tempo, encha os corações de todos os fiéis e acenda neles — em nós — o fogo do seu amor.

Eu estou com Pedro e com a Virgem Maria em cenáculo. O Espírito Santo é a alma da Igreja, nós batizados somos o Corpo Místico de Cristo, portando, o Espírito santo é a alma do Cristão. É Ele quem nos anima, nos move e nos santifica, Ele é o “Dinamo”, o motor, o compustível que anima nossa fé e nossa vida cristã, principalmente no testemunho, sem medo de mostrar ao mundo um jeito diferente de ser feliz, mesmo que seja nadando contra maré, pois estamos no mundo ,mas não somos do mundo. Somos no mundo Apóstolos de Cristo e de seu Evangelho, por isso, só animados pelo Espírito daremos um testemunho autêntico e verdadeiramente libertador,”não recebedes um espírito de covardia, para que vivais no medo, mas um Espírito que clama Abba ó Pai”.

Vem Espírito santo e reinflama a nossa vida, refaz nossa história, cura nossos corações, faz de nós homens e mulheres novos, para que sejamos corajosos anunciadores do evangelho. Vinde Espírito Santo, vinde por meio da poderosa intercessão do Imaculado coração de maria vossa amadíssima esposa.

Meu Pentecostes

Filed under: Formação, Sem Categoria — Padre Luizinho at 4:39 am on Friday, May 25, 2007

“Mas recebereis o poder do Espírito Santo que virá sobre vós, para serdes minhas testemunhas… até os confins da terra”. Atos 1,8

O Espírito Santo que recebemos no Batismo nos comunica a , que é causa de salvação, nos comunica também a esperança e a caridade que são virtudes teologais, para o conhecimento de Deus e para nossa santificação. Ele é o perfeito comunicador, pois nos revela o Amor do Pai e do Filho. Com a experiência com a terceira Pessoa da Santíssima Trindade, assumimos a vida nova conquistada por Cristo. Só pelo Espírito Santo podemos dizer, Cristo é o Senhor e reconhecemos o Amor do pai, portando a intimidade com o Espírito nos introduz no relacionamento da Trindade, Ele é o Mestre de vida espiritual e possibilita que nós nos abramos a esse relacionamento. Nele reconhecemos que somos filhos no Filho, Cristo Jesus e recebemos a herança, a vida bem-aventurada destinada para àqueles que crêem no Cristo e professam a fé com atos e com a vida. Essa comunicação de amor vivido no seio da Santíssima Trindade o Espírito nos faz experimentar através do Batismo Sacramental e do dom do Espírito que nos conduz a uma vida de santidade através dos seus dons e de suas manifestações.“Eu vos exorto: deixai-vos sempre conduzir pelo espírito e nunca satisfaçais o que deseja uma vida carnal”. No Batismo recebemos dois selos, o selo de filhos de Deus e o selo da santidade original, que havíamos perdido com o pecado e a harmonia com a natureza e com os irmãos. É impossível viver o relacionamento com Deus, consigo mesmo e com os outros sem o auxilio desde excelente amigo, por isso peça comigo:

Vem Divino amigo, vem me iluminar.

Penetra minha alma, vem me santificar!

Revela os segredos da alma e do coração

Revela a face doce terna de Deus.

O Batismo no Espírito Santo faz com que a gente coloque o batismo Sacramental em ação, ou seja, nos faz viver de forma concreta o nosso Batismo, ser testemunha do Cristo ressuscitado, “e sereis minhas testemunhas”. Pois no Sacramento do Santo Crisma somos chamados de soldados de Cristo, Sacramento da maturidade cristã. Mas a experiência vital que experimentei no batismo no Espírito Santo,  foi o encontro pessoal e forte com Jesus e a partir desde acontecimento o Amor incondicional de Deus Pai por mim, o perdão e a vida divina que começou a ganhar corpo dentro de mim, isso se chama de conversão, mudança de vida, hoje eu sou outra pessoa, pois o Pentecostes que aconteceu na minha vida mudou-me completamente, radicalmente. A partir daí, eu sai do centro e Jesus foi colocado pelo Espírito Santo como Senhor e Salvador de minha vida, reconhece Jesus como Senhor de minha história, uma verdadeira revolução interior, que logo transbordou para o exterior. Nos relacionamentos, em casa, vencendo o pecado, pois agora ele não era mais uma opção de vida, mas um trama que venceria a cada dia, e me reconhece servo, coloquei-me a serviço de Deus e de sua Igreja. A generosidade foi outra grande experiência que fiz, redescobrir minha vocação e depois de refazer minha vida com meu pai pelo dom do perdão, pude tomar a decisão de dar a Deus toda minha vida e não a metade.

Deus quer derramar o seu Espírito sobre todos, pois a promessa é para todos: “A promessa é para vós e vossos filhos, e para todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o senhor, nosso Deus chamar”. Atos 2,39

Peçamos juntos com a Igreja: Vinde Espírito Santo!   

A minha mãe

Filed under: Formação — Padre Luizinho at 8:24 pm on Thursday, May 10, 2007

Mãe, mulher que teve um ou mais filhos, fonte, origem. Pensar em minha mãe é sentir o amor, aquele que se compara ao amor de Deus: “Acaso uma mulher esquece o seu neném, ou o amor ao filho de suas entranhas? Mesmo que alguma se esqueça, eu de ti jamais me esquecerei”. Isaias 49,15 Amor que tudo crê, tudo espera, tudo suporta, doação, vida. Eu definiria mãe com essas duas palavras: amor e vida! A minha mãe marcou-me por dentro, presente de Deus, amiga do coração. O único sentimento meio desagradável que sinto em relação a minha mãe, é a saudade, mas vale pelo que ela significa: Saudade é próprio de quem ama! Também porque a saudade incomoda e por ela está muito longe, não a vejo quando quero, mas pelo telefone peço a sua benção. Neste momento os meus olhos ficam marejados, porque será que elas têm esse poder de fazer o homem chorar? Ela me formou, educou e muitas vezes o seu colo foi para mim refugio e alívio de fortes dores. Quando criança sofria de fortes dores de cabeça, que só se acalmavam sobre o remédio de suas mãos e de seu colo, tomava remédios controlados, na verdade a única coisa que me controlava era está perto dela, só a sua presença já me acalmava, mãe inspira segurança e fortaleza, mesmo sendo pequenininhas e frágeis, junto delas eu me sentia um gigante.Contando comigo teve mais quatro filhos, somos cinco, mas o meu pai ela também cuidou como mãe, então ela foi mãe de seis, sem contar dos seis netos que ela é mãe duas vezes. Mulher humilde, da roça, cheia de sabedoria divina, costureira de mão cheia, a máquina de costura ficava na sala de casa assim ajudou a criar os cinco filhos e ainda vestia roupa feita pelas mãos de minha mãe.Lembro-me quando na cozinha de casa ela fazia o nosso almoço, aquele famoso franco de domingo, eu a aborreci e ela me deu um tapa, mas esquivei-me e sua mão bateu na pia. A aliança que trazia no dedo se partiu e lhe feriu saindo sangue de sua mão, dos seus olhos vi correr uma lágrima de dor, mais a lágrima mais forte saiu de dentro de mim que prometi: “nunca mais farei a minha mãe chorar”. Aquela cena ficou gravada no meu coração e hoje quero viver para fazer minha velhinha sorrir, mas eu tenho consciência que tudo que eu fizer a ela jamais poderá superar o que fez por mim.Elizia é o seu nome, que por muitas vezes chamei, hoje já homem e padre muitas vezes quis tela por perto para sentir aquela segurança de criança, pois mãe nunca deixa de ser mãe e graças a Deus filho nunca deixa de ser filho, refugiar-me, sentar no seu colo, pois embora velho, quando penso em minha mãe sou ainda uma criança. Minha mãe a ti agradeço tudo o que sou, o que eu poderia te dizer agora a não ser: eu te amo! Pois certamente estás me dizendo: Deus te abençoe meu filho!

Do seu filho lula ou Pe Luizinho

Ele é o homem vestido de paz

Filed under: Formação — Padre Luizinho at 3:44 pm on Tuesday, May 8, 2007

   Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Cristo, o Filho do Deus vivo”.   Jesus então declarou: “Por isso, eu te digo: tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja e as forças da morte não poderão vence-la. Eu te darei as chaves do reino dos céus…” Mateus 16, 17-19. 

Eu quis começar citando esse trecho do Evangelho para reconhecer que estaremos recebendo o Sucessor de Pedro, o nosso Pastor, mais do que um chefe de estado ou uma personalidade importante. Ele é o homem vestido da paz, Bento XVI é o nosso Papa, nosso pastor, que vem ao Brasil para confirmar os seus irmãos na fé. Que vem ao Brasil para trazer a Benção do qual é portador por excelência, são os olhos e as mãos de Jesus que se voltam para a Terra de santa Cruz, são os pés do mensageiro da paz e da misericórdia que vão pisar o solo brasileiro.O coração do Papa estará batendo pela Igreja, pelos jovens e pelo povo Latino-americano e Caribenho. Será a voz que confirma, os conselhos de um pai, que tem a visão da fé e o segredo das chaves do entendimento, da Verdade e do Amor: “Eu te darei as chaves do reino dos Céus…” Como uma ponte, ele vem nos ligar, nos colocar em comunhão com as coisas de Deus. Seja bem vindo nosso Papa Bento XVI.Quem não se lembra das visitas do nosso saudoso Papa João Paulo II, que ao chegar em nossas terras dava o beijo de Deus, mais do que no solo, o ósculo santo no coração de cada brasileiro. Bento XVI vem trazer a benção para a Igreja, para o país, para você.Disse Jesus a Pedro: “Cuida das minhas ovelhas”.João 21, 19, cuidar é aplicar-se em atenção, o pensamento, a imaginação, é guardar, dirigir, orientar. Essa é a missão que o Papa vem realizar na V Conferência dos Bispos Latino-americanos e caribenhos reunidos na casa da Mãe em Aparecida. Ele vem ver de perto os anseios, os desafios de nossos pastores e de nosso povo. O Papa vem cuidar de nós, confirmar a nossa fé, vem abraçar a nossa caminhada como povo de Deus.Essa visita é tão especial, que Ele vem trazer a benção do primeiro Santo brasileiro: Santo Antônio de Santana Galvão, selando assim os esforços, o suor e o sangue de tantos homens e mulheres de fé, que ao longo de nossa belíssima historia fizeram acontecer a Igreja Católica no nosso Brasil. Ele vem anunciar para o povo do Continente da esperança, que ser como Cristo é a meta de todo cristão e a medida alta do evangelho é a santidade. Bendito o que vem em nome do senhor, para abençoar e nos confirmar no Amor de Deus. Abramos os nossos corações e peçamos: A benção Papa bento!È o momento de nossa nação se unir, pela fé e pelo resgate da esperança de nosso povo e de nossos jovens. E de abraçar aquele homem vestido de paz para devolver um pouco de tranqüilidade em nossas casas e cidades. Acorda Brasil, pois a Benção te visita! 

O trabalho santifica o homem

Filed under: Formação — Padre Luizinho at 11:31 am on Tuesday, May 1, 2007

      Somos chamados a contemplar nesta passagem de Gênesis no dia do trabalhador, que Deus em seu infinito plano de amor nos dotou de todas as condições para crescermos na dignidade de filhos e de irmãos. Deus pensou em tudo e “… viu que tudo era muito bom”. Se tudo é bom desde a origem e por ela, o Homem é a coroa de um universo excelente, como se explica a presença do mal? Não são bem e mal a divisão mais radical que o homem experimenta? A morte é o mal definitivo e a dor é a sua antecipação; a terra feita para dar frutos dá espinhos; o trabalho é fatigante e pouco produtivo; a fecundidade é dolorosa.
      Por quê? A experiência é universal, quem assim pergunta possui a formação e mentalidade da sabedoria, caminha para maturidade: pergunta pelo sentido da vida, do bem e do mal e para responder remonta à origem da humanidade inteira, ao contrário do que se pensa, eu tenho que engolir tudo goela a baixo sem entender nada do Mistério ao meu redor. Nós não somos marionetes nas mãos de Deus, fazemos parte de seu plano de amor e de salvação para a humanidade, somos protagonistas da historia, por isso, temos as condições de escolher de maneira inteligente entre o bem e o mal, mesmo que muitas vezes influenciados pelo mistério da maldade escolhemos o mal, sem medir as conseqüências. Aqui entra a misericórdia de Deus, que nunca abandona a sua criação e sempre a assiste com a luz da Sabedoria Divina, sem ela é difícil para o homem encontrar o caminho do bem e retornar ao plano original do amor de Deus!
      Entre a bondade inicial e a situação atual da humanidade, ocorreu uma ruptura que se chama desobediência a um preceito positivo de Deus, que desfrutava com o homem de toda sua criação, de sua vida bem-aventurada. Obediência vem da raiz de ouvir, acolher e seguir, isso tudo o homem era chamado a fazer, ouvir bem para acolher a verdade para seguir o caminho do bem da perfeição. Essa ruptura é um fato que funda e provoca a condição de todos os seus descendentes: é um pecado de origem. Esse pecado implantou no coração do homem a insatisfação, em primeiro lugar com Deus, com ele mesmo e com a natureza e seus irmãos. Agora todo esforço histórico de Deus é para trazer o homem as suas origens, ao seu plano salvífico, cujo trabalho faz parte da colaboração humana no labor da salvação participada, “Deus que criou o homem sem ele, não o salvará sozinho”, ou seja, quer precisar do homem no seu caminho de volta para Deus. Lembro daquela frase celebre que escuto desde criança: “O trabalho dignifica o homem, o trabalho santifica o homem”.
      Hoje a verdadeira ruptura que precisa acontecer no meu e no seu coração é a ruptura do pecado, da insatisfação, que não encontra no mundo resposta suficiente para os anseios mais profundos de nossa alma. O trabalho que mais dignificaria a nós homens seria o trabalho de ajudar um por um a encontrar o seu caminho de volta para Deus, um coração sem rupturas, um trabalho que levasse a felicidade e a realização de todos. O homem só descobrirá a felicidade quando a encontrar junto, e isso precisa ser um esforço comum. Precisamos aprender a ouvir o coração dos nossos semelhantes, acolherem sem reservas o desejo de ser feliz uns dos outros e seguir de cabeça erguida um caminho que levassem todos a mesma casa, a mesma dignidade, pois somos todos filhos do mesmo Pai. Não encontro outra resposta a não ser o Amor e o Perdão em Cristo Jesus. O amor e o perdão têm a capacidade de refazer, de recapitular, de reconstruir todas as coisas em cristo, uma nova criação. Jesus é o maior esforço do pai para resgatar o homem para o caminho original do qual ele se perdeu: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu filho único, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. (Jo 3,16) O homem voltou a ser o coração da criação de Deus, destinado ao bem e a felicidade. O Papa João Paulo II tinha uma frase celebre: “Jesus rosto divino do homem, rosto humano de Deus”.
      Nele encontramos os rumos de nossa história e da dignidade do homem, a partir daí todo esforço e trabalho ganha seu verdadeiro sentido, pois o verdadeiro valor do trabalho não está nele mesmo, mas onde ele leva o homem a chegar. Como São José que tinha os olhos voltados para seu filho e para sua esposa Maria, a realização de José estava em servir e dar todas as condições de ser e existir pra sua família, ele era um homem justo, porque a medida de José estava no coração de Deus. Essa lição de São José deu a Deus uma profissão: “ele não é o filho do carpinteiro?

São José Honesto trabalhador rogai por nós!

Hoje rezaremos por você numa tarde especial de intercessão pelos trabalhadores e desempregados, deixe seu comentário.

Padre Luizinho,

Canção Nova.