AS DOENÇAS DOS NOSSOS TEMPOS E O VERDADEIRO AMOR!
Estes dias acompanhamos o caso de um rapaz que manteve a ex-namorada e alguns colegas seqüestrados num apartamento, é um sintoma de uma sociedade cada vez mais doente. Infelizmente hoje estamos sendo “seqüestrados” por doenças psicoemocionais de diversos tipos e cada vez mais graveS. Infelizmente estamos todos nós muito mexidos com o desfecho trágico do caso e a morte da jovem Eloá, o que me conforta é a decisão heróica e amorosa que vai além disso tudo, que a família da jovem tomou de doar os seus órgãos.A grande discussão que a mídia em geral está fazendo é sobre a ação policial, se houve erro ou não, mas em minha opinião o ponto de reflexão não é este e sim sobre as doenças do nosso tempo e o Verdadeiro Amor, que é capaz de formar pessoas mais equilibradas e felizes. Aumenta a minha santa preocupação com os nossos jovens, sua formação e para onde caminha a humanidade sem amor, sem Deus?
O diagnóstico que estava sendo dado pela imprensa era de uma doença chamada de “amor” patológico. É muito estranho conceber todo aquele ciúme doentio e possessivo, que chega ao ponto de manter aquele que “ama” em cárcere privado, ameaçando o objeto do seu destrutivo amor. Acredito que nosso mundo tem perdido o verdadeiro sentindo do AMOR. O pior de tudo é que se falta o verdadeiro amor falta também a Deus, nesta altura não podemos nem falar de fé, que é um dinamismo que põe em marcha o amor. Nós precisamos ensinar urgentemente aos nossos jovens o que é o verdadeiro amor. “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor recíproco; porque aquele que ama o seu próximo cumpriu toda a lei”. (Romanos 13,8).
“O Amor tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. Hino ao Amor I Cor 13,1-13
Entendendo um pouco melhor: O que é “Amor Patológico?
O amor definido em dicionário como sentimento que impulsiona o indivíduo para o belo, digno ou grandioso; grande afeição de uma pessoa a outra do sexo oposto; ligação espiritual, amizade; desejo sexual1 tem sido descrito há séculos, por estudiosos de várias áreas do conhecimento. O primeiro deles foi Platão (427 a.C. - 347 a.C.) que, em o “Banquete”, definiu o “amor autêntico” como aquele que liberta o indivíduo do sofrimento e conduz sua alma ao “banquete divino” e sugeriu a distinção deste com o “amor possessivo”, que persegue o outro como um objeto a devorar.
Esta conceituação foi retomada por Immanuel Kant (1724-1804), que demonstrou que somente o “amor-ação” (altruísta) é aceitável, uma vez que inclui preocupação verdadeira e desinteressada pelo bem estar do outro; o “amor-paixão” (egoísta), segundo a filosofia kantiana, é impossível de controlar, se relaciona aos interesses próprios e comporta desatino e desprezo pelo outro.
No início do século passado, Freud descreveu o instinto amoroso chamado Eros, a partir da percepção de que uma histérica queria dizer algo (que não conseguia dizer com palavras), através de seu corpo. Entendido como tudo o que pode ser sintetizado como amor, Eros inclui: amor a si mesmo, aos pais, aos filhos, à humanidade, ao saber e aos objetos abstratos. O conceito de amor para Freud, portanto, é uma ampliação do conceito de sexualidade, definido como um conjunto de processos mentais internos que dirigem a libido do indivíduo para um objeto (parceiro) com objetivo de obter satisfação.
Autores mais recentes propõem que a atitude de fixar atenção e cuidados em relação ao companheiro é esperada em qualquer relacionamento amoroso saudável. Todavia, quando ocorre falta de controle e de liberdade de escolha sobre essa conduta, de modo que ela passa a ser prioritária para o indivíduo, em detrimento de outros interesses antes valorizados, está caracterizado um problema denominado amor patológico (AP). Esse quadro pode estar presente em outros transtornos psiquiátricos, associado a sintomas depressivos e ansiosos primários ou pode ocorrer isoladamente, em personalidade vulnerável, com baixa auto-estima, e sentimentos pervasivos de rejeição, de abandono e de raiva.
Apesar de essa condição estar claramente descrita como uma dificuldade de âmbito psíquico e, também, da crescente ênfase que a mídia vem oferecendo esse tema ainda não foi adequadamente pesquisado. Para isso, a revisão dos dados diagnósticos, clínicos e familiares do AP se faz necessária, objetivo deste trabalho.
Conclusão:
As características específicas do AP não se restringem meramente aos fatores socioculturais e/ou psicodinâmicos. É fundamental, além da minuciosa avaliação diagnóstica contemplando aspectos psiquiátricos e história familiar, a compreensão sobre o diagnóstico diferencial do AP. A partir desse conhecimento teórico e da comparação entre portadores e normais, o AP poderá vir a ser classificado e, assim, efetivamente tratado em nossa comunidade.
Fonte de pesquisa: Revista Brasileira de Psiquiatria: Pathological love: is it a new psychiatric disorder?
Eglacy C Sophia, Hermano Tavares, Mônica L Zilberman.
Jesus Cristo e seu evangelho há muito tempo vem auxiliando a nós para vivermos melhor uma dinâmica do verdadeiro amor é o perdão e a reconciliação, a partilha e a transparência. A falta de perdão, a rejeição e os problemas sempre mal resolvidos são gravíssimos para a saúde emocional e psicológica das pessoas. Por isso, é preciso ensinar desde cedo à dinâmica do perdão e da reconciliação, saúde sentimental começa de dentro para fora, o amor verdadeiro nos dá essa capacidade de vencer os momentos de conflitos e dificuldades sem prejudicar os outros e a nós:
“Não se ponha o sol sobre a vossa ira”. (cf. Efesios 4,26b)
“Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, toda vez que tiverdes queixa contra outrem. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós. Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição”. (Cf. Colossenses 3, 13; 17).
O amor é um ato de vontade, assim também como o perdão, eles envolvem a graça de Deus, por isso, hoje mesmo diante de minhas limitações e fraquezas eu quero ultrapassá-las e vencer todos os sentimentos que hoje me prejudicam. Eu sou livre e posso escolher, quero Senhor pedi a Tua Graça para perdoar a mim mesmo e a todas as pessoas e situações que me prejudicaram. Quero começar pedindo perdão a todos da minha família, pais, irmãos, tios, primos, que de alguma forma consciente ou inconsciente me prejudicaram, me fizeram mal e por isso senti raiva, ódio e vontade de prejudicá-los também…
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Minha benção fraterna.
Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

Independência ou morte foi o grito dado no Ipiranga, para “independência” do Brasil.
Este lindo menino rezando é o Fernando meu sobrinho, estávamos numa Missa e eu pedi que fechássemos os olhos e colocássemos a mão no coração, olha o que ele fez. É a educação religiosa que não pode faltar para nossos filhos, parabéns para Gyorgy seu pai e Elizangela sua mãe. Confesso que me emocionei ao escrever esta oração inspirada na saudade de minha família e na voz do Fernando, pois todo tio é um pouco pai:
Quatorze de fevereiro, o mundo todo (ou pelo menos os países do hemisfério norte) celebram o Valentine’s day, ou algo como o nosso dia dos namorados. O que muitos poucos sabem é que a data no Brasil (12 de junho) é extremamente comercial sem muita base histórica, o que faz com que esse seja um dos dias mais tristes para os solteiros.
O objetivo doutrinal do evangelista Marcos era proclamar a boa nova de Jesus Cristo, centrando-se nas suas ações, mostrando-o como pessoa, o Filho de Deus e verdadeiro homem. O centro do Evangelho de São Marcos é a profissão de fé de Pedro o nosso primeiro Papa, este é o objetivo do evangelista levar a todos que lêem o seu evangelho a proclamar essa máxima verdade de fé:
Naquele tempo, disse Jesus: “Em verdade, em verdade vos digo, quem não entra no redil das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. Quem entra pela porta é o pastor das ovelhas. A esse o porteiro abre, e as ovelhas escutam a sua voz; ele chama as ovelhas pelo nome e as conduz para fora. E, depois de fazer sair todas as que são suas, caminha à sua frente, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas não seguem um estranho, antes fogem dele”. (Cf. Jo 10, 1-5).