Curiosidade: O Véu de Verônica existe?

Arquivado em: Sem Categoria — Padre Luizinho at 8:40 am on quinta-feira, abril 9, 2009
Papa visita o Véu de Verônica

Papa visita o Véu de Verônica

Uma tradição muito antiga da Igreja diz que uma mulher enxugou o rosto de Cristo no caminho do Calvário; milagrosamente a imagem de Jesus sofredor teria sido gravada no lenço da mulher. A tradição a chama de Verônica (Veros icona - ícone verdadeiro).O Papa Bento XVI foi o primeiro Papa a visitar o Santuário do Santo Rosto de Manoppello, em agosto de 2006, onde, segundo a tradição, encontra-se o véu com o qual a Verônica teria enxugado o rosto de Cristo. (Zenit.org,Vaticano, 31 ago. 06)

   É algo novo e diferente; o que terá motivado o Papa a ver o ícone de Verônica? Certamente o Papa alimenta alguma esperança de que possa ser autêntico, como o santo Sudário de Turim. O Santuário que acolhe a relíquia, conhecida antigamente como «a mãe de todos os ícones», confiada aos Freis Menores Capuchinhos, encontra-se em um pequeno povoado dos Abruzos, nos montes Apeninos, a uns 200 quilômetros de Roma. 

   O Santo Rosto é um véu de 17×24 centímetros. Quando o se aproxima do véu, pode-se ver a imagem de um homem que sofreu, pelos golpes da paixão, como os que sofreu Cristo.

          Pe. Heinrich Pfeiffer S.I., professor de iconologia e história da arte cristã na Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma, estudou este véu durante treze anos e foi o primeiro cientista a assegurar que se trata do véu da Verônica que antes se custodiava no Vaticano.

No livro apócrifo dos Atos de Pilatos (século VI), fala-se de uma mulher, conhecida com o nome de Verônica (do nome «vera icona», «verdadeiro ícone»), que enxugou com um véu o rosto de Cristo na Via Sacra. Apesar destas fontes incertas, que se encontram já no século IV, segundo constata o Pe. Pfeiffer, alemão, a história do Véu da Verônica está presente através dos séculos na tradição católica. Em seu filme «Jesus de Nazaré», o diretor de cinema Franco Zeffirelli a recolhe. 

         Por ocasião do primeiro ano santo da história, no ano 1300, o Véu da Verônica converteu-se em uma das «Mirabilia urbis» (maravilhas da cidade de Roma) para os peregrinos que puderam visitar a Basílica de São Pedro no Vaticano. Confirma o maior poeta da história da Itália, Dante Alighieri (1265-1321), no canto XXXI do «Paraíso» (versículos 103-111) na «Divina Comédia».

         As marcas do véu da Verônica se perderam nos anos sucessivos ao Ano Santo 1600, quando o véu foi encontrado em Manoppello. O Pe. Pfeiffer explica que no véu de Manoppello, na margem inferior, pode-se ver ainda um pequeno fragmento de vidro do relicário anterior, o que demonstraria sua procedência do Vaticano. 

         Segundo a «Relação Histórica», escrita em 1646 pelo sacerdote capuchinho Donato de Bomba, em 1608 uma senhora, Marzia Leonelli, para tirar seu marido da prisão, vendeu por 400 escudos o Véu da Verônica, que havia recebido como dote, a Donato Antonio de Fabritius. Dado que a relíquia não se encontrava em boas condições, Fabritius a entregou em 1638 aos padres capuchinhos de Manoppello.

Frei Remigio da Rapino recortou os cantos do Véu e o colocou entre duas molduras de madeira. As molduras e os vidros são o que ainda hoje conservam o véu em Manoppello.

Esta relação, da qual não há outras provas históricas, diverge da reconstrução do Pe. Pfeiffer, narrando a história popular da chegada do ícone aos Abruzos, das mãos de um peregrino, em 1506. Até 1638, o ícone teria passado por várias mãos. Com a criação desta lenda, opinam alguns dos investigadores, se poderia ter tentado ocultar o roubo do Vaticano.

O professor Donato Vittori, da Universidade de Bari, fez um exame do véu em 1997 com raios ultravioleta, descobrindo que as fibras não têm nenhum tipo de pigmentação. Ao se observar a relíquia com o microscópio, descobre-se que não está pintada e que não está tecida com fibras de cor.

Através de sofisticadas técnicas fotográficas digitais, pôde-se constatar que a imagem é idêntica em ambos os lados do véu, como se fosse um slide. A iconógrafa Blandina Pascalis Shloemer demonstrou que a imagem do Santo Sudário de Turim se sobrepõe perfeitamente ao Santo Rosto de Manoppello (com mais de dez pontos de referência). 

   O Pe. Pfeiffer recolheu as principais obras artísticas da história que se inspiram no véu da Verônica, até que Paulo V proibisse sua reprodução, após o provável roubo no Vaticano, e todas parecem ter por modelo a relíquia de Manoppello.

   O Pe. Pfeiffer, esteve em Manoppello com o Papa, e explicou que: «Quando os diferentes detalhes se encontram reunidos em uma só imagem, esta última deve ter sido o modelo de todas as demais. Todas as demais pinturas imitam um só modelo: a Verônica de Roma. Por este motivo, podemos concluir que o Véu de Manoppello não é senão o original da Verônica de Roma». Mais informações em http://www.voltosanto.it

  A Igreja não nos obriga a crer nestas relíquias e deixa a livre uso da fé de cada um; mas pelo que vimos acima há chances de que o ícone de Verônica seja verdadeiro; o que levou o Papa a ter interesse de vê-lo.

Fonte: Prof. Felipe Aquino - blog.cancaonova.com/felipeaquino 

Eis o rosto ensangüentado/ Por Verônica enxugado/ Que no pano apareceu/ Que no pano apareceu.

Pela Virgem dolorosa/ Vossa MÃE tão piedosa/ Perdoai ó meu JESUS/ Perdoai ó meu JESUS.

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Minha benção fraterna+

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

Retiro Virtual:Gula, felicidade nos bens e no comer

Arquivado em: Sem Categoria — Padre Luizinho at 8:44 am on terça-feira, março 31, 2009

   Continuando os nossos exercícios quaresmais meditando sobre os efeitos dos pecados cabeças em nossas vidas. Para que conhecendo possamos lutar contra eles. A Palavra de Deus é fonte de conhecimento e força contra o pecado, por isso, clique em Liturgia Diária e ouça o que Deus fala com você hoje, reze as orações para a 5ª semana do retiro quaresmal e depois de ler o texto e refletir sobre a Gula clique em matéria relacionada e veja o vídeo, e um texto sobre Jejum, muito legal!

A GULA

  Gula é comer além do necessário para se alimentar. Para alguns o prazer de comer passou a ser um fim em si mesmo, esse é o erro. Frustram-se quando a refeição não é “suculenta e variada”.         

    Escrevendo aos filipenses, São Paulo se refere àqueles cujo  “deus é o ventre” (Fl 3,19); isto é o alimento. Se a Igreja nos aponta a gula como um vício capital, é porque ela gera outros males: preguiça, comodismo, paixões, doenças, etc. Podemos comer e beber com moderação e gosto, mas não podemos fazer da comida um meio só de prazer; isso desvirtua a alimentação.

   Um corpo “pesado” debilita o espírito. Santo Agostinho dizia que temia não a impureza da comida, mas a do apetite. Ele escreve uma página sábia sobre isto: “Vós me ensinastes a ingerir os alimentos como se tratasse de remédios”. Santa Catarina de Sena dizia que o “estômago cheio prejudica a mente”. Santo Ambrosio afirmava que: “Aquele que submete o seu próprio corpo e governa sua alma, sem deixar-se submergir pelas paixões, é seu próprio senhor: pode ser chamado rei porque é capaz de reger a sua própria pessoa”. Ghandi afirmava que “a verdadeira felicidade é impossível sem verdadeira saúde, e a verdadeira saúde é impossível sem rigoroso controle da gula. Todos os demais sentidos estarão automaticamente sujeitos ao controle quando a gula estiver sob controle”.

   A virtude oposta à gula é a temperança; evitar todos os excessos no comer e no beber. Para destruir as raízes da gula é preciso submeter o corpo à mortificação. E esta haverá de ser sob a ação do Espírito Santo, nosso santificador. São Paulo ensinou aos gálatas e aos romanos que somente o Espírito pode destruir em nós as paixões. “Conduzi-vos pelo Espírito Santo e não satisfareis o desejo da carne” (Gl 5,16). “Se viverdes segundo a carne, morrereis, mas, se pelo Espírito, fizerdes morrer as obras do corpo, vivereis” (Rom 8,12). A ação poderosa do Espírito Santo, aliada à nossa vontade, vem em auxílio da nossa fraqueza, e dá-nos a graça de superar os vícios.

   Como remédio contra a gula a Igreja propõe também o jejum; não como um valor em si mesmo, mas como um instrumento para dominar a paixão. Mas Santa Catarina de Sena ensina que “a mortificação deve ser feita de acordo com a necessidade e na exata medida das forças pessoais.” Não se pode impor a todos a mesma mortificação como uma norma rígida, já que nem todos são iguais.

 

  Não é possível querer levar uma vida pura sem sacrifício. O corpo foi-nos dado para servir e não para gozar; o prazer egoísta passa, e deixa gosto de morte; o sacrifício gera a vida. Não foi à toa que Cristo jejuou quarenta dias no deserto da Judéia, antes de enfrentar  as ciladas terríveis do Tentador, que o queria afastar do caminho traçado por Deus para Ele seguir, para salvar a humanidade.

        

Algumas pessoas têm o “hábito” de comer demais, às vezes de maneira compulsiva, que revela “fuga” de outros problemas. Isto pode ser um problema emocional e psicológico que deve ser tratado.

 

Diante das Tentações

   Mãe querida acolhe-me em teu regaço, cobre-me com teu manto protetor e, com esse doce carinho que tens por teus filhos afasta de mim as ciladas do inimigo, e intercede intensamente para impedir que suas astúcias me façam cair. A ti me confio e em tua intercessão espero.Amém.

Clique e veja também: Pe. Paulo Ricardo fala do Pecado da Gula
                                     Os frutos de conversão do Jejum

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Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

A Paixão de Cristo a partir dos olhos de uma mãe

Arquivado em: Sem Categoria — Padre Luizinho at 8:14 am on sexta-feira, março 27, 2009

   Maria é tudo que o cristão precisa ser na escola do discipulado de seu filho Jesus Cristo. Esteve com Jesus do seu nascimento até a Sua gloriosa Ressurreição e ascensão ao céu. Esteve com a Igreja no Pentecostes e nos seus inícios. Maria está entre as poucas pessoas que não abandonam o Calvário é a nossa companheira no sofrimento, pois esteve firme, de pé quando via o seu único filho ser crucificado injustamente, e com Ele oferecia também as suas dores. Na verdade não estamos exaltando a dor de Jesus e Maria, mas a Vitória, a certeza que toda dor passa e nos encaminha para a ressurreição.

   Será que conseguimos imaginar as dores do coração de Maria ao acompanhar O Mistério da vida de seu Filho, pois como diz a palavra de Deus em João 3, 16 “Deus amou tanto o mundo que deu o seu filho único para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. A vida de Jesus foi uma entrega total e consciente, um caminho para morte a fim de gerar a vida por aqueles que não mereciam. E o mais bonito Maria a mãe, se entrega com Ele, pois ela também abraça a humanidade nas dores do seu Imaculado Coração. Enquanto você vê o clipe reze a Via Matris: O Caminho da Mãe Dolorosa

Vê a dor da Mãe amada, que se encontra desolada. Com seu Filho em aflição, com seu Filho em aflição.

Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa. Perdoai ó meu Jesus, perdoai ó meu Jesus.

Como a Virgem Maria ajuda você a viver os seus momentos de sofrimento? Clique em comentários e deixe seu testemunho, valor e orações.

Conte com as minhas orações.

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

Um milagre de Deus pelas mãos de Maria!

Arquivado em: Sem Categoria — Padre Luizinho at 1:12 am on quarta-feira, março 25, 2009

   Depois do nascimento do nosso primeiro filho, o amado e tão esperado Felipe, o Vinícius e eu decidimos ter mais uma criança, nós fazemos o Método Billings. Como o tempo foi passando e eu não engravidava, comecei a fazer exames. Da mesma forma, meu marido também se submeteu a vários exames. Continuamos a tentar, mas não tínhamos sucesso. Então, no dia 25 de março de 1993, Festa da Anunciação, já como consagrados no núcleo da Comunidade Canção Nova, o Vinícius e eu fizemos uma oração, que é para ser feita durante os nove meses, de março até o Natal. Eu disse a Nossa Senhora que queria ficar grávida, pois já estava com quase 40 anos de idade e compreendia os riscos de uma gravidez nessas condições. Eis a oração:

Novena poderosa pela intercessão da Virgem Maria

Novena poderosa pela intercessão da Virgem Maria

 

   Oh! Virgem Santa Imaculada, sem mancha, vós preparastes em vosso seio virginal a morada do Filho de Deus. Eu me envergonho de aparecer diante de vós. Desejo que o Filho de Deus, o qual quis nascer de vós, renasça espiritualmente em mim e me conceda esta graça de que tanto necessito (dizer a graça).

  Prostro-me aos vossos pés, oh! Santa Mãe de Deus, e debaixo do vosso olhar terno, doce e puro, das vossas mãos benditas e de vosso manto sagrado, eu vos louvo e bendigo, e entrego a minha vida. Reverencio-vos por todas as horas dizendo: Bendita, oh! Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria, Santa Mãe de Deus. Amém!

   Passadas algumas semanas, já com a certeza interior de carregar no meu ventre o sinal do poder de Deus, fiz o teste de gravidez e, pela graça de Deus, o resultado foi positivo. Logo no início fomos alertados de que seria necessário muito cuidado com a gestação, pois eu estava com o colo do útero aberto e poderia sofrer um aborto natural. O Dr. Djalma Almeida dos Santos, que é ginecologista, nos falou a respeito de um material estranho que havia sido encontrado no colo do útero e que deveria ser retirado e mandado para exame. Fiz a cerclagem na semana seguinte. Passados alguns dias, ele foi à nossa casa, em Cachoeira Paulista (SP), nos levar o resultado do exame. Tratava-se de restos de uma segunda placenta. Havia dois fetos nela e um deles fora abortado naturalmente; apenas um resistiu, isso para mostrar a escolha de Deus, a salvação manifestada naquela pequena vida em formação.

Orava muito pelo bebê, que iria nascer, consagrava-o a Nossa Senhora todos os dias. Pedi também ao Senhor uma Palavra que confirmasse que minha gravidez fora realmente um milagre recebido pelas mãos de Maria, e Ele me deu as “Bodas de Caná” (cf. Jo 2), o primeiro milagre de Jesus pelas mãos de Maria.

Sou testemunha de que o nosso segundo filho, André, foi um milagre de Deus pelas mãos da Mãe!

Como é bom ter uma Mãe, cujo coração é atento aos seus filhos, que cuida de nós e se ocupa com nossas dificuldades e problemas! Ela é uma Mãe perfeita, que ama incondicionalmente, sem querer nada em troca. Ela nunca diz: “Não tenho tempo para você”, pois é a Mestra da disponibilidade. Convido você a assumi-la como sua Mãe, uma Mãe que cuida de você e é presença atuante em sua vida!

Que você também possa testemunhar que “tudo é possível para aquele que crê” e que conta com a poderosa intercessão da Virgem Maria. Clique em comentários e deixe os seus pedidos de orações.

Deus abençoe você e sua família.

Fonte: www.cancaonova.com/formação

Marina Adamo
marina@cancaonova.com
Marina Adamo é missionária da Comunidade Canção Nova, atualmente na Casa de missão do Geórgia, USA. É autora do livro “Nínive ou Társis? Como escolher um caminho seguro”, da Editora Canção Nova. Blog: http://blog.cancaonova.com/marinaadamo

Vídeo:Padre Paulo Ricardo fala sobre Orgulho

Arquivado em: Sem Categoria — Padre Luizinho at 9:29 am on terça-feira, março 24, 2009

Disse Jesus: “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração”. Mt 11,28.

 

Jesus já nos deu a receita para vencermos o orgulho e a soberba a virtude da HUMILDADE.

 

Como você acolhe as oportunidades de ser humilde em sua vida? Clique em comentários e diga como vencer o pecado do orgulho.

Conte com as minhas orações.

 

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

O que é a doença espiritual da Avareza?

Arquivado em: Sem Categoria — Padre Luizinho at 8:22 am on segunda-feira, março 23, 2009

A Avareza

   A avareza ou ganância é um dos pecados capitais. São Paulo classifica a avareza como idolatria: “Mortificai, pois, os vossos membros terrenos: fornicação, impureza, paixões, desejos maus, cupidez e a avareza, que é idolatria” (Cl 3,5). A razão de o Apóstolo ver como a idolatria o apego aos bens materiais, sobretudo ao dinheiro, é que isto faz a pessoa amá-lo como a um deus.

  Desde o princípio Jesus alertou os discípulos para este perigo, já no Sermão da Montanha: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedica-se a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza” (Mt 6,24).

    O que importa é que a pessoa não seja escrava do dinheiro e dos bens. É claro que todos nós precisamos do dinheiro; o próprio Jesus tinha um “tesoureiro” no grupo dos Apóstolos. São Paulo afirma que “a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro” (1Tm 6,10). Veja que, portanto, o mal não é o dinheiro em si, mas o “amor” ao dinheiro; isto é, o apego desordenado que faz a pessoa buscar o dinheiro como um fim, e não como um meio.

    “Porque o sabei bem: nenhum dissoluto, ou impuro, ou avarento – verdadeiros idólatras! - terão herança no reino de Cristo e de Deus” (Ef 5,5). É importante notar aqui que não são apenas os ricos que podem se tornar avarentos, embora sejam mais levados a isto. Não é raro encontrar também o pobre avarento. Por isso, no mesmo Sermão da Montanha, Jesus alerta: “Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam. Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam” (Mt 6,19-20). Se Jesus recomenda “não ajuntar tesouros na terra”, é porque esta riqueza e segurança são ilusórias e não podem satisfazer-nos, por mais que o mundo nos diga que sim.

    Por causa do amor ao dinheiro muitos aceitam praticar a mentira, a falsidade, o crime e a fraude. Quantos produtos falsificados! Quantos quilos que só possuem 900 gramas! Quanta enganação e trapaça nos negócios! Podemos constatar que toda a corrupção, tráfico de drogas, armas, crimes, etc., têm por trás a sede do dinheiro. Jesus recomendou ao povo: “Guardai-vos escrupulosamente de toda avareza, porque a vida de um homem, ainda que ele esteja na abundância, não depende de suas riquezas” (Lc 12,15).

    O apego aos bens desse mundo é algo muito forte em nós, quase que uma “segunda natureza”, e, portanto, só com o auxílio da graça de Deus poderemos vencer esta tentação forte. Desde pequenos fomos educados para “ganhar a vida”. Será preciso a força do Espírito Santo em nossa alma para nos “convencer” da necessidade de uma vida de desprendimento e pobreza.

Fonte: Prof. Felipe Aquino Livro: Os pecados e as virtudes capitais– www.cleofas.com.br 

 Clique e comente, você já detectou que vive ou viveu uma doença espiritual?

 

 

Oração de Quaresma

Pai nosso, que estais no Céu,
durante esta época de arrependimento,
tende misericórdia de nós.
Com nossa oração, nosso jejum e nossas boas obras,
transformai nosso egoísmo em generosidade.
Abri nossos corações à vossa Palavra,
curai nossas feridas do pecado,
ajudai-nos a fazer o  bem neste mundo.
Que transformemos a escuridão
e a dor em vida e alegria.
Concedei-nos estas coisas por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Amém.

Conte com minhas orações.
Padre Luizinho, CN.

Video: Terapia de cura do Pecado da Luxuria

Arquivado em: Sem Categoria — Padre Luizinho at 7:45 am on segunda-feira, março 16, 2009

O que é necessário para combater a Luxuria? Com certeza a virtude da Pureza, vamos ver o que o Padre Paulo Ricardo nos aconselha:

 

Clique em comentários e diga como você lida e foge do pecado da impureza?

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

 

 

Os frutos de conversão do Jejum

Arquivado em: Sem Categoria — Padre Luizinho at 9:27 am on sexta-feira, março 13, 2009

 

   A quaresma é tempo de conversão, dentro dos exercícios espirituais, a oração, o Jejum e a esmola, tempo rico onde o Espírito Santo trabalha a nossa santificação.  Uma pratica excelente de vida espiritual é o Jejum. Ele nos ajuda a rezar com o corpo e nos dá o dom da temperança, do domínio de si, para controlar os nossos apetites desregrados. Serve para o amadurecimento espiritual e para os combates que travamos todos os dias. “O jejum que me agrada porventura consiste em o homem mortificar-se por um dia? Curvar a cabeça como um junco, deitar sobre o saco e a cinza? Podeis chamar isso um jejum, um dia agradável ao Senhor?” (Isaías 58,5).

     Fiquei pensando nestas passagens da liturgia da quarta-feira de cinzas, que o jejum que agrada a Deus vai muito mais além das praticas de mortificação ou abstinência. O verdadeiro jejum deve partir do coração, deve provocar libertação e mudança de vida, ou seja, de comportamento, se não vale de nada, mesmo porque a maior prova da vida de oração e jejum é o bem comum, atingi aqueles que eu provoco escravidão, o jejum precisa mudar o meu comportamento com Deus e com os meus irmãos. De que adianta rezar tanto se meu comportamento não muda, continuo maltratando as pessoas, trabalhando desonestamente e mantendo os outros escravos do meu homem velho.  

“Sabeis qual é o jejum que eu aprecio? - diz o Senhor Deus: É romper as cadeias injustas, desatar as cordas do jugo, mandar embora livres os oprimidos, e quebrar toda espécie de jugo”. (Isaías 58,6)

      Muitas vezes associamos o jejum somente a privar-se de comer algo, muitas pessoas pensam em até emagrecer com o jejum. Existem muitas formas interessantes de ajudar nosso corpo a rezar: Já pensou em fazer jejum de silêncio, porque falamos demais e muitas vezes machucamos e cometemos erros. Já pensou em fazer jejum do consumismo e durante toda quaresma só comprar o estritamente necessário; não humilhar as pessoas, fazer um exercício de perdão, sempre dar o primeiro passo, jejuar do orgulho e da vaidade. Teve um ano que eu fiz jejum dos olhos, não vi TV durante quarenta dias e vigiei para não pecar pelo olhar: “os olhos são a janela da alma”. 

“Jesus respondeu-lhes: Por causa de vossa falta de fé. Em verdade vos digo: se tiverdes fé, como um grão de mostarda, direis a esta montanha: Transporta-te daqui para lá, e ela irá; e nada vos será impossível. Quanto a esta espécie de demônio, só se pode expulsar à força de oração e de jejum”. (São Mateus 17,20)

      O jejum é uma grande força espiritual, “pois não lutamos contra homens de carne e sangue, mas com os espíritos malignos espalhados pelos ares”. Os Santos sempre fizeram do jejum uma arma contra as forças do mal e como Jesus disse aos seus discípulos a oração e o jejum são armas fortes contra o demônio. A fé exige atos práticos, que revelem os frutos de minha conversão. O próprio Jesus é mestre, ele orou e jejuou durante quarenta dias antes de começar sua missão pública, daí revestido do Espírito Santo pode realizar a sua missão salvadora.  

Existem varias maneiras de se fazer o jejum e conseguir progresso espiritual e para toda a Igreja, ai vai uma sugestão, dá para todo mundo fazer, hoje sexta-feira é o dia recomendado pela Igreja para vivermos o jejum:

Jejum da Igreja:

      Assim é chamado o tipo de jejum prescrito para toda a Igreja e que, por isso, é extremamente simples, podendo ser feito por qualquer pessoa. Alguém poderia pensar que esse seja um jejum relaxado ou que nem seja realmente jejum, porque ele é muito fácil. Mas não é bem assim.
      Esse modo de jejuar vem da Tradição da Igreja e pode ser praticado por todos sem exceção, sendo esse o motivo porque é prescrito a toda a Igreja. O básico desse tipo de jejum é que você tome o café da manhã normalmente e depois faça apenas uma refeição - almoçar ou jantar -, a depender dos seus hábitos, de sua saúde e de seu trabalho. A outra refeição, a que você não vai fazer, será substituída por um lanche simples, de acordo com as suas necessidades.
     Dessa maneira, por exemplo, se você escolher o almoço para fazer a refeição completa, no jantar faça um lanche que lhe dê condições de passar o resto da noite sem fome.
O conceito de jejum não exige que você passe fome. Em suas aparições em Medjugorje, a própria Nossa Senhora o repetiu várias vezes. Jejuar é refrear a nossa gula e disciplinar o nosso comer. O importante, e aí está à essência do jejum, é a disciplina, e é você não comer nada além dessas três refeições. O que interessa é cortar de vez o hábito de “beliscar”, de abrir a geladeira várias vezes ao dia para comer “uma coisinha”. Evitar completamente, nesse dia, as balas, os doces, os chocolates e os biscoitos. Deixar de lado os refrigerantes, as bebidas e os cafezinhos.
      Para quem é indisciplinado - e muitos de nós o somos -, isso é um jejum, e dos “bravos”! Nesse tipo de jejum, não se passa fome. Mas como “a gente” se disciplina; como refreia a gula! E é esta a finalidade do jejum. Qualquer pessoa pode fazer esse tipo de jejum, mesmo os doentes, porque água e remédios não quebram jejum. Se for necessário leite para tomar os remédios, o jejum não é quebrado, pois a disciplina fica mantida. Para o doente e para o idoso, disciplina mesmo talvez seja tomar os remédios e tomar corretamente. 

      O importante é ser comedido e agir com sabedoria. Nossa intenção não é bancar os heróis. Repito: “não temos de provar nada a ninguém, nem a nós e nem mesmo ao Senhor”.  

Sempre inicie o seu Jejum depois do café da manhã, para evitar mal estar e dores de cabeça durante o dia, pois este não é o objetivo do Jejum. Controle-se evitando o habito de beliscar o dia todo, pois sem disciplina não há santidade. Quero sugerir, que a comida que você não for usar dê a pessoas carentes que você conhece, ou a uma instituição de caridade. 

“Jesus respondeu: Está escrito: Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”. (São Mateus 4,4).

Você faz ou já fez a experiência do jejum? Clique em comentários e partilhe a sua experiência e seus pedidos de orações.

Acesse e veja também:Confissão: Sacramento de cura e libertação

Deus abençoe o seu Jejum. 

Pe Luizinho,
Missionário Canção Nova.

Fonte de pesquisa: Livro Práticas de Jejum, Monsenhor Jonas Abib, editora Canção Nova. Clique em comentários e envie seu recado e pedido de oração.

Nossos afetos sob o controle do Espírito Santo

Arquivado em: Sem Categoria — Padre Luizinho at 9:29 am on quinta-feira, março 12, 2009

   Na oração, o espírito desempenha o papel da agulha que faz a linha penetrar no tecido para compor o bordado; a agulha vai à frente, conduz o fio, mas somente este permanece. O mesmo acontece com o afeto do coração; apenas ele deve substituir, e a atividade da inteligência tem por fim unicamente inflamar e comover o coração ante as razoes de amor e fé capazes de sensibilizá-los, pois o coração abraça e segue o que o espírito admira e lhe prova que é bom.

   Daí ao vosso coração somente pensamentos já meditados e contemplados, e aplicai-vos a desenvolver a idéia existente em vosso espírito, transformando-a em afeto. Que este sentimento desabroche, portanto, espontaneamente, conforme a natureza de vosso coração. A graça se adapta ao temperamento de cada um, porquanto Deus não quer que destruamos a nossa natureza, e sim o pecado com as suas conseqüentes inclinações e maus hábitos.

   E quando o vosso espírito não for suficiente para vos inflamar, tomai então um livro, mas o livro que deveis abrir sem cessar sois vós mesmo.

    Três meios se nos oferecem para sobrenaturalizar o afeto, na oração: coloca-lo sob a luz da graça atual que o Espírito Santo nos infunde; faze-lo acompanhar o movimento do Espírito Santo em nós; e, quando não sentimos o convite nem o impulso interior da graça, aceitar e oferecer o estado em que nos achamos.

   Confessemos então no íntimo da alma a nossa pobreza, nossa paralisia, nossa inércia e mesmo os nossos pecados; será bem acolhida por Deus esta confissão do coração humilhado, confissão que suprirá as mais suaves e relevantes expressões de afeto.Mas é necessário ser vigilante contra a preguiça do espírito, não o deixando passar superficialmente sobre o assunto a meditar, porquanto se ressente de solidez a virtude que não procede da reflexão, visto que não é alimentada pela convicção. Os sentimentos passam, vão e vem, somente a verdade permanece (cf. Eclo 24,28).

   A alma recolhida e fixada em Jesus alimenta-se de sua verdade, de sua bondade e de seu amor; a oração prolongada pouco ou nada lhe custa, pois, livre de toda a escravidão, pode seguir o salvador por onde quer que seja, sem que coisa alguma a violente ou atraia outro objeto.  

São Pedro Julião Eymard

Oração de cura pelos afetos:

   Senhor quero agradecer por teres me criado como sou, diz o Salmo 138, que maravilha meu Senhor sou eu. Quero passar por Ti e pelo teu coração que tanto nos ama, todos os meus afetos, meus sentimentos e minha capacidade de racionalizar as coisas, porque muitas vezes sou levado somente pelos meus sentimentos e eles muitas vezes me enganam. Daí-me o Teu Espírito Santo para que eu saiba usar a medita certa entre o coração e a razão para tomar qualquer decisão. Ajuda-me a controlar minha impulsividade, para que não me machuque nem machuque os outros com palavras e ações impensadas, que eu sempre possa medir as conseqüências dos meus atos. Derrama ó Pai Santo o Teu amor para suprir tudo àquilo que eu não tive na vida e não venha a agir pelas minhas carências, querendo um amor e um afeto que só o Senhor pode me dar. Inflama meu coração de alegria e gratidão, para que eu não me deixe vencer pela tristeza e dificuldades da caminhada.  E agradeço pela oportunidade de passar todos os dias a minha vida pela Tua graça e pelas pessoas maravilhosas que o senhor me concedeu para aprender a amar.

   Maria como minha mãe e mestra de todo amor e equilíbrio, me põe no colo e me ensina a ter uma afetividade controlada pelo poder do espírito santo. Amem.

 

   Você luta para ser uma pessoa equilibrada nos seus afetos? Clique em comentários e deixe o seu recado e seus pedidos de orações.

Graças e louvores se dêem a todo o momento ao santíssimo e Divinissimo Sacramento.  

 

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

Comece hoje a retomada de sua vida de Oração

Arquivado em: Sem Categoria — Padre Luizinho at 9:39 am on segunda-feira, fevereiro 16, 2009

   A oração é o oxigênio da alma. “Para mim a oração é um impulso do coração, é um olhar dirigido ao céu, um grito de reconhecimento e amor no meio da provação ou no meio da alegria” (Santa Terezinha do Menino Jesus). Então vamos começar pela oração, nós precisamos orar, rezar, conversar com Deus sempre como nos ensinou Jesus, que orava sem cessar buscando ocasiões para entrar em profunda intimidade com o Pai. Reze com o que está no seu coração, quer seja bom ou ruim, pois na oração nada se perde tudo se transforma em matéria prima para Deus, que nos ama, realizar o milagre que necessitamos. “Tudo pode ser mudado pelo poder da Oração”.

 
   Por isso, escolha todos os dias um horário para fazer sua oração pessoal ou ore o dia todo, fazendo o que estiver fazendo, é a oração ao ritmo da nossa vida. Coloca-nos o tempo todo na presença do senhor, alimento forte e substancioso. È necessário que seja fiel e perseverante, para se tornar uma coisa normal e habitual em nossa vida, como se alimentar todo dia e varias vezes por dia. A oração com a Palavra de Deus nos manterá de pé e reconheceremos melhor o Senhor e sua promessa de salvação, Sua Palavra forma nossa mentalidade, nos moldes do Reino de Deus.


   A Eucaristia, Santa Missa é o alimento mais forte, pois comungamos o próprio Jesus nossa vida. Muitas vezes trabalhamos demais, temos tempo para tudo, pra o lazer, para conversar, ver televisão, passear no shopping, mas para parar um pouquinho para repor as “energias” espirituais não damos muita importância. Por isso, tem gente morrendo no pecado e numa vida vazia, pois está “anêmica” de Deus, com anemia espiritual. Nesta hora é preciso buscar a ajuda certa, como fez àquela senhora, buscou no Sacramento da Confissão o diagnostico e o remédio para ser curada e liberta do males da alma.


   Cuidado para não buscar alimentos e remédios errados, como espiritismo, macumbaria, esoterismo, filosofias orientais etc. Eles são como uma chaga aberta, você recebe um alimento falso, que não resolve, pode ser até um paliativo, que engana, mas não cura, pode até levar a morte, você vai perdendo energia e sangue sem perceber, como nos diz são Paulo:
“Enfim fortalecei-vos no Senhor, no poder de sua força, revesti-vos da armadura de Deus, pra que possais resistir às ciladas do diabo. Pois nossa luta não é contra homens de carne e sangue, mas contra os principados, as potestades, os dominadores deste mundo tenebroso, contra os espíritos espalhados pelos ares. Por isso, protegei-vos com a armadura de Deus”. (cf. Efésios 6, 10-13). Neste caso o melhor é buscar uma direção espiritual, um sacerdote ou uma pessoa mais madura na fé de sua comunidade para lhe ouvir e rezar por você, pois alimento ou medicamento errado pode matar.


   Portanto, o primeiro passo é começar a rezar, reconhecer que esta com anemia espiritual e acreditar que acima de tudo Deus me ama e me espera de braços abertos na confissão, na Eucaristia, no grupo de oração, na partilha, na direção espiritual e no simples terço com Maria. Deus me vê, não é indiferente a minha dor, Deus me entende, quer me envolver de amor. Rezemos juntos:
Pai santo, Pai amado, livrai-me de toda doença espiritual, psicológica ou física e derramai sobre mim o Teu Espírito Santo, para encher-me de força e de vida, pra me ensinar a rezar, vem e cura-me, liberta-me, pois eu quero viver. Daí-me o dom da fortaleça, para me libertar de toda tibieza, abatimento, sentimento de derrota e frieza espiritual, quero vencer através da oração e do louvor. Amém.

 

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Padre Luizinho,

Missionário Canção Nova.

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