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Valores Irrevogáveis - Sempre postamos com o desejo de chegar ao seu coração
Olá amigos, depois de algum tempo sem postar, voltamos com ar renovado e um carinho enorme por todos aqueles que visitam este espaço tão abençoado.
Sempre postamos com o desejo de chegar ao seu coração e levar a Presença de Deus, que nos alcança e nos envolve em todas as ocasiões.
Hoje trago esta mensagem tão linda, dos valores que não podemos abrir mão e que são necessários para a boa convivência com os irmãos e intimidade com Deus.
Deus abençoe você!
Paulo Victor e Leticia
Os Valores Irrevogáveis
1. A Gratuidade. É preciso gritar a gratidão que se expressa no altruísmo, no voluntariado, na generosidade. Nossos relacionamentos comerciais, interesseiros, formais, carecem de humanismo, de transparência, de confidência. Em nossos dias diminui a gratuidade e aumentam as gratificações. Por isso, tudo aquilo que é de raça, gratuito tem um sabor especial. A gratuidade é um valor inegociável.
2. A ética. É vencer o mal com o bem, ter compromisso com a verdade para a superação de toda espécie de corrupção. Por ética entendemos a defesa dos direitos humanos, a prática da justiça, a retidão da vida, a liberdade com responsabilidade. Sem ética sucumbiríamos no caos, na anarquia e na tirania. Ética na política, na religião, na economia, etc.., é um valor perene.
3. O perdão. É a melhor resposta ao mal, às injúrias e humilhações, mágoas e ressentimentos. O perdão brota da compreensão, da tolerância e da nobreza. Quem perdoa livra-se de graves doenças, goza de paz interior e colabora com a reconciliação social. Para determinados males o único remédio é o perdão. O Papa Bento XVI afirma que o “perdão é a vingança de Deus”.
4. A dignidade humana. Mesmo quando erra, a pessoa não perde sua dignidade. Há uma bondade original em cada pessoa. O homem e a mulher são reis da criação. A condição racional e espiritual confere à pessoa humana, a dignidade de imagem de Deus de parentesco com o divino, de filiação divina, de superioridade frente às demais criaturas.
Espiritualidade, consciência, liberdade, racionalidade são fundamentos da dignidade, valor também irrenunciável.
5. O respeito. É tratar o outro com dignidade, dar-lhe importância, promovê-lo, tratá-lo bem. O outro é um presente de Deus, é alguém único e original, tem em si mesmo sua própria excelência. Respeito não é servilismo, nem rebaixamento ou escravidão, mas veneração, consideração, bem-querer para com o outro. Respeitar é não prejudicar, não impor, não julgar, não condenar, mas compreender.
6. O serviço. É a atitude de disponibilidade, altruísmo, generosidade, doação. Servir não é rebaixar-se, é realizar-se, elevar-se, dignificar-se. Quanto mais servimos, mais nos elevamos. Servir e não ser servido: eis o mandato que recebemos do Evangelho.
7. A liberdade. É a faculdade de fazer opção, decidir, escolher, comprometer-se. Liberdade é autodeterminação, é ser sujeito consciente do agir. Não é fazer o que eu quero, mas o que eu devo. É o livre arbítrio que orienta as decisões e ações. Por isso mesmo, a liberdade está vinculada à verdade, ao bem e ao amor. Livres do mal, nos dispomos a crescer no bem.
8. A benevolência. É querer o bem do outro, que ele cresça, se realize. Benevolência é dizer o bem, fazer o bem, ser bom e focalizar o lado bom do outro. Fortalecendo o bem, o positivo, vencemos o negativo. É preciso fazer sempre o bem, pois fomos criados e ordenados para o bem. Encontramos a nossa perfeição na busca contínua do bem.
9. A justiça. É o valor que regula a convivência, possibilita o bem-comum, promove a paz, organiza a convivência, privilegia a alteridade, constrói a sociedade fraterna e solidária. A justiça é inegociável. É uma virtude cardeal ou seja básica para a vida da pessoa, a organização da comunidade e a sobrevivência da sociedade.
10. A esperança. É a fé no futuro, o amor no presente, a positividade frente o passado. A esperança se fundamenta na confiança. Quem confia sabe recomeçar, empreender crescer, fluir. Esperança é a coragem de viver o agora e ter horizontes e visão do amanhã. Toda esperança é criativa, inovadora, motivadora, vital, exuberante. Confiança, criatividade e coragem são a essência da esperança. Esperança é crer na mudança para o melhor, desposar o agora com garra e projetar o futuro glorioso.
Por Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina
Deus te visita nesta oração…
“
Que chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre você e sua Casa.
Que a Unção de Deus seja como um bálsamo a envolver sua vida e te banhar completamente e te tornar pleno da Glória Dele.
Que Deus faça prosperar tudo aquilo que vier até suas mãos, e que de uma semente cresçam milhares de árvores Frutíferas.
Que todas as Promessas de Deus sejam uma Coroa de Vitória e Vida para você, como Prova da Fidelidade do Senhor, acerca de tudo o que Ele Fala e Cumpre.
Que Rios de águas Vivas corram dentro de você, purificando e levando tudo aquilo que não é Dele.
Que a Glória do Senhor repouse sobre sua vida.
Amém”
30 de novembro - Hoje é dia de Santo André
O irmão mais novo de São Pedro foi um dos primeiros que reconheceu Jesus como o verdadeiro Messias e o apresentou a Pedro.
Pescador, estava à beira do Lago de Tiberíades com João, quando João Batista mostrou-lhes Jesus que se aproximava: o cordeiro de Deus!
Imediatamente, André deixou tudo e passou a seguir a Cristo, sem antes, porém, dar a notícia ao seu irmão Pedro, que, por seu testemunho, passou também a fazer parte do grupo dos apóstolos.
Depois desse primeiro encontro, vemos André ser citado poucas vezes no Evangelho. Foi ele quem, na multiplicação milagrosa dos pães, levou a Jesus o menino que possuía os peixes e os pães.
Depois da morte de Jesus, pouco se encontra registrado sobre o trabalho apostólico de Santo André. Conta-se que partiu para a Rússia para pregar a palavra de Deus aos bárbaros e que, como seu Mestre, morreu crucificado.
Santificando minha vida: Sou capaz de reconhecer sinais da verdadeira salvação e apresentá-los aos outros?
O Caminho Privilegiado da Reconciliação.
Pregar a reconciliação num mundo como o nosso, aonde o rancor e a vingança vão ganhando espaço nos corações é uma grande e difícil tarefa! Na maioria das vezes o gosto é amargo, mas não é impossível!
Reconciliação significa realizar um acordo entre as partes numa comum unidade e entendimento.
Porém, o verbo grego tem uma força de expressão maior: indica a passagem de um estado para outro.
Apresento aqui duas formas de reconciliação: Com Deus e com os irmãos (pai, mãe, filhos, amigos, c
ônjuges, vizinhos…)
A reconciliação com Deus é sempre necessária e urgente.
Reconciliar-se com Deus, deixar-se fazer novamente amigo de Deus! Experimentar a misericórdia de Dele, deixar que Ele exercite em mim a sua misericórdia!
Na verdade, todos nós necessitamos de misericórdia. Necessitamos dela por causa das nossas grandes responsabilidades, assim como por causa da nossa fraqueza e miséria moral. Mal podemos dar três passos sem errar algum.
Aprendamos a usar o caminho privilegiado da reconciliação, que é o sacramento da confissão, como sinal sagrado instituído por Cristo para perdoar os pecados mortais e para incrementar a graça santificante.
Também podemos falar a Deus, quando nosso coração está pesado e sem motivação; quando estamos tristes ou preocupados.
São atos simples, que podem ser feitos em qualquer lugar e que mantêm a nossa alma orientada para Deus. Eles preparam para uma boa e sincera recepção do sacramento da Penitência.
A reconciliação com nossos irmãos é essencial. É a oração do Pai-Nosso: “Perdoai-nos assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.
Com certeza não haveria verdadeira reconciliação com Deus se não houvesse um perdão sincero pelas faltas dos nossos próximos.
Olhando para a Parábola do Filho Pródigo (Lc 15, 1ss), a atitude do filho mais velho é altamente significativa. Ele também tinha necessidade de se reconciliar com o coração de seu pai. Apesar de estar fisicamente próximo, espiritualmente estava muito longe e precisava da misericórdia do Pai.
Podemos dizer que o filho mais velho descobre a misericórdia do Pai vendo a misericórdia deste para com seu irmão. Faz-se, por assim dizer, participante da misericórdia do Pai.
Se hoje você enfrenta este grande desafio interior de perdoar, creia e dê o passo. Perdoar, se reconciliar é experimentar um pouco de Deus! Sentir o gosto bom da presença Dele em nós! É a sensação de vitória, de bem estar por ter vencido um obstáculo…É vivencia de uma obra nova dentro de nós!
Tenha a disposição interior de perdoar e depois disso, dê um passo , faça um gesto concreto.
Perdoar é libertação para o coração, para a alma. Não tenha medo!
Uma história de cura! A Mãe do rosto feio…
Certa vez, em missão, numa cidade do interior de São Paulo, conheci uma história no mínimo fascinante.Quem me contou foi o filho único de uma mãe que tinha seu rosto muito feio. Quando ele era criança, cresceu vendo a mãe com um rosto cheio de quelóides e de marcas. Acostumou-se com este rosto; nunca tinha visto sua mãe de outro jeito. Ela sempre foi assim desde que ele nasceu.Ele morava numa vila de uma usina de cana. Poucas pessoas moravam ali. Nunca ninguém comentava nada.
Quando chegou o tempo da escola, aquela mãe decidiu morar mais próxima da cidade. Seu filho precisava estudar.
E quando este menino começou a freqüentar as primeiras aulas da sua vida, ficou fascinado. Eram muitas crianças e muitas novidades por dia. Aprendia coisas que nunca imaginou…Mas na hora da entrada e saída da escola começou a perceber que as outras mães eram mais bonitas que a sua, e o mais surpreendente: alguns pais vinham buscar seus filhos.
Ele se deu conta que nunca havia percebido a falta de seu pai.- “Onde será que os pais moram?” – se perguntava.
- “Será que os “pais-homens” moram em outro lugar?
- E por que a minha mãe é tão feia?”Naquela ‘cabecinha’ de criança muitas perguntas que nunca haviam aparecido.
Veio o mês de maio. Festa das mães. Tinha que levar uma foto da mãe para a escola, a mãe não tinha nenhuma foto.
Começaram as piadinhas dos colegas: “-Também com uma mãe tão feia…”
E quando veio o Dia dos Pais… Cadê o pai?Aquele menino tinha apenas seis anos de idade e já vivia um conflito interior grande demais.
Foi conhecendo as histórias dos seus coleguinhas com seus pais e foi descobrindo palavras como: separação, alcoolismo, divórcio, abandono.
Logo formulou em sua cabeça a hipótese que seu pai largou sua mãe por que ela era muito feia. E num dia em que dentro de uma casa as coisas ficam tensas, ele jogou tudo pra fora.
Nervoso, pequeno, ousado e sem discernimento - pois era uma criança do alto dos seus seis anos de idade - esbravejou:
“- Mãe, a culpa de meus problemas é que a senhora é muito feia. O papai deixou a senhora por causa disso, não foi?”.
A mulher chorou, reagiu, afagou aquela cabecinha confusa, silenciou e, no dia seguinte, contou sua história ao filho que agora precisava compreender um pouco mais da vida:
Perto da região de usina onde moravam antes houve uma queimada de cana. Aconteceu um acidente. O menino descobriu que seu pai teve que fazer uma escolha: salvar o filho ou a mãe da criança, sua esposa
O pai morreu tentando salvá-lo.
No mesmo incêndio que queimou todo o rosto e parte do corpo de sua mãe.
Termino aqui esta história homenageando este filho que, já conheci adulto e com os olhos cheios d’água, me fez sua partilha.
Que Deus, agora, cure você de toda a vergonha de seus pais e dê a graça de conhecer a história que talvez eles nunca contaram a você.
Mas que os fez ficar assim. Bênção e Paz.
“A Teologia Moral da Manga”
“O Maior Problema do Brasil é que sobra muita manga!” - O velho caipira que encontrei num Banco estava esperando para ser atendido. Ele ia abrir uma conta. Era começo de um novo ano… Novas perspectivas… E como não podia deixar de ser, também começou ali um daqueles papos de fila de banco. Contas, décimo terceiro que desapareceu, problemas do Brasil… Será que vai chover?
Mas em determinado momento a conversa tomou um rumo:
“ - Qual é então o maior problema do Brasil para ser resolvido?”
E aí o representante rural, nosso querido “Mazaropi da modernidade” falou com um tom sério demais para aquele dia:
“ - O Maior Problema do Brasil é que sobra muita manga!”
Tentei entender a teoria… Fez-se um silêncio e ele continuou:
“ – O senhor já viu como sobra manga hoje debaixo das árvores? Já percebeu como se desperdiça manga?”
Sim… Creio que todos já percebemos isto… Onde tem pé de manga, tem sobrado manga…
E Aí ele continuou:
“ – Num país onde mendigo passa fome ao lado de um pé de manga… Isso é um absurdo! Num país que sobra manga tem pouca criança. Se tiver pouca criança as casas são vazias… Ou as crianças que tem já foram educadas para acreditar que só “ice cream” e jujuba são sobremesas gostosas.
Boa é criança que come manga e deixa escorrer o caldo na roupa… É sinal que a mãe vai lavar, vai dar bronca, vai se preocupar com o filho. Se for filho tem pai…
Se tiver pai e manga de sobremesa é por que a família é pobre… Se for pobre, o pai tem que ser trabalhador… Se for trabalhador tem que ser honesto… Se for honesto, sabe conversar…Se souber conversar, os filhos vão compreender que refeição feliz tem manga que é comida de criança pobre e que brinca e sobe em árvore…
Se subir em árvore, é por que tem passarinho que canta e espaço para a árvore crescer e para fazer sombra… Se tiver sombra tem um banco de madeira para o pai chegar do trabalho e descansar… Quem descansa no banco, depois do trabalho, embaixo da árvore, na sombra, comendo manga é por que toca viola… E com certeza tá com o pé na grama… Quem pisa no chão e toca música tem casa feliz… Quem é feliz e canta com o violeiro, sabe rezar… Quem sabe rezar sabe amar…
Quem ama, se dedica… Quem se dedica, ama, reza, canta e come manga, tem coração simples… Quem tem coração assim, louva Nossa Senhora. Quem louva Nossa Senhora, não tem medo… Nada faltará porque tem fé… Se tiver fé em Deus, vê na manga a providência divina… Come a manga, faz doce, faz suco e não deixa a manga sobrar… Se não sobra manga, tá todo mundo ocupado, de barriga cheia e feliz.Quem tá feliz… Não reclama da vida em fila do banco…”
Daí fez-se um silêncio… Constatou-se a sabedoria de vida deste homem que decifrou um problema moral…
Muitas pessoas que perderam o sentido da luta diária para se viver bem.
Muito mais que o padrão de vida, deve-se procurar a qualidade de vida.
Pai que chega em casa e abençoa um filho. Mãe guerreira, que mesmo que trabalhe fora, ausente, nunca se faz “ausência”. Filhos de coração mais simples, mais puros… Povo que sabe rezar. Gente que vai a missa.
Quer uma manga?…
Não vamos “adubar o inferno” - Padre Léo
Nessa semana estou lembrando muito de nosso amigo Padre Léo…
Sempre aprendo uma coisa diferente ouvindo novamente as palestras dele… e uma das coisas que aprendi é que “não podemos adubar o inferno”. Forte né?
Vamos ficar atentos nos tratamentos, conversas, pensamentos.
As murmurações nos afastam de Deus. Ao contrário de reclamar, vamos Clamar! Vamos Louvar! Vamos oferecer a Ele o que temos e vivemos.
Assim “adubamos” nosso lugar no céu!!
“Cultivar a alegria”
“Cultivar a alegria”
(Eclo 30, 22-27)
“Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos.
A alegria do coração é a vida do homem, e um inesgotável tesouro de santidade.
A alegria do homem torna mais longa a sua vida. Tem compaixão de tua alma, torna-te agradável a Deus, e sê firme; concentra teu coração na santidade, e afasta a tristeza para longe de ti, pois a tristeza matou a muitos, e não há nela utilidade alguma.
A inveja e a ira abreviam os dias, e a inquietação acarreta a velhice antes do tempo.
Um coração bondoso e nobre banqueteia-se continuamente, pois seus banquetes são preparados com solicitude.”
E se eu não tiver forças contra a tristeza?
“…a tristeza é um mal que tem que ser combatido diariamente” – esta frase é da Marisete Masotti Lages e veio em um dos vários comentários que recebemos.
Eu leio todos os comentários, e na medida do possível vou respondendo os emails.
Mas esta frase me chamou a atenção, pois é uma realidade. A tristeza está presente no dia a dia, nas batalhas que travamos ao longo da vida.
É uma realidade aparente ou muitas vezes, mascarada, pelo sorriso “amarelo”, pelo vazio que sentimos, pela falta de “não sei o que”, pelo sentimento de solidão em meio à multidão, pelo desânimo, pelo fracasso, vontade de desistir, de morrer… A tristeza tem muitos nomes…
Mas no fundo, definir tristeza é isso: A tristeza é um mal, ou melhor, um mau, a “filha predileta do demônio” (São Francisco de Assis).
A Palavra de Deus nos diz: ”…a tristeza matou a muitos e não há nela utilidade alguma…”
Por isso vamos combatê-la diariamente, como diz a Marisete.
Vamos combater com a oração, com a Eucaristia, com a reconciliação, com o terço, com a meditação da Palavra, com a presença dos irmãos…
É isso: só se combate as trevas com a luz; só se afasta a tristeza quem cultiva a alegria.
Meios nós temos.
Forças? “Basta-te minha graça, porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força” - II Cor 12,9
Deus abençoe você nesta luta diária!
Com carinho
Quer vencer os “ventos do fracasso”?
Sabe quando um terrível sentimento de nostalgia vem nos visitar?
O poeta já dizia:
“Saudade é a lembrança de um bem que está longe…
Nostalgia é a dor de que não soube amar direito…”
Normalmente quando recebemos a visita dessa tristeza misturada com fracasso precisamos estar muito atentos. Não podemos confundir isso com uma fraqueza moral ou de nossos temperamentos ou até mesmo uma sensação de derrota.
Pode parecer diferente te dizer isso: mas tem muito de espiritual nesta situação.
Além de todo o contexto, existe sim uma guerra espiritual grande.
Os “ventos do fracasso” só são vencidos pelo louvor e no final da Ladainha de Nossa Senhora tem uma pequena frase que diz tudo o que muitos de nós realmente precisamos: ser libertos da tristeza!
Oremos:
“Concedei a Vossos servos, nós Vo-lo pedimos, Senhor Deus, que possamos sempre gozar da saúde da alma e do corpo e, pela gloriosa intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, sejamos libertos da tristeza e alcancemos a eterna alegria. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.”
Peço a Deus incessantemente para que você não seja pego pela tristeza.
E se isso acontecer… Saiba que a força que você precisa está sob o manto de Nossa Senhora.
Ela te dará a alegria, apesar da dor – te trará a Paz, apesar da inquietação.
E louve. Louve mesmo sem vontade de louvar. Seja violento no louvor. Seja violenta no louvor.
Continuamos intercedendo por você.
Confie. Deixe-se tocar pelas mãos de Maria.




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