autismo2.jpgOlá, a Paz de Jesus!

Hoje vamos partilhar sobre os Filhos que se isolam.

É algo que acontece de modo crescente e que muitas vezes passa despercebido. Achamos normal…

Só um detalhe: Normal é diferente de Natural. Mas este é assunto para outra matéria…

Temos observado algumas crianças do nosso convívio, começando por nossos filhos. O objetivo aqui não é julgar a atitude dos filhos ou condenar o papel do pais, mas sim, mostrar sinais desta situação e juntos, procurarmos resolver, à Luz do Espírito Santo.

Vamos lá!

Algumas crianças sentem que seus quartos são como grandes oásis, verdadeiras ilhas de sossego. Lá eles podem tudo, da maneira que gostam, sem se preocupar com que os outros vão pensar. E pra facilitar, possuem televisão, vídeo game, brinquedos e quase sempre a internet.

Quando não os tem nos quartos, então encontram outras formas, como usar fone o tempo todo ouvindo música ou jogando no celular.

Com certeza é bom ouvir boas músicas, assistir um pouco de TV ou acessar a internet. Sempre com boa monitoração, sabendo qual o conteúdo seu filho ou filha está tendo acesso.

Não é excesso de zelo, é a prudência do Evangelho. “Sede prudentes como as serpentes, mas simples como as pombas.” Mt 10,16

Mas por que esta necessidade de isolamento? Com certeza para chamar a atenção! Algum sentimento de perda ou alguma falta que a criança sente será compensada por um objeto ou comportamento.

Observe em sua casa, em sua família. Qual é a sua prioridade? Como está seu tempo com a família? Como anda a quantidade e principalmente a qualidade de tempo com seus filhos? Como está a conversa, o diálogo?

Nós, pais, precisamos priorizar o convívio dentro de casa, ou seja, pelo menos uma refeição onde estejamos todos juntos, conversarmos na sala ou termos atividades caseiras onde cada um é responsável por uma tarefa.

Precisamos rezar em família, abençoar nossos filhos antes de dormir. Com certeza, estes são momentos que vão fortalecer laços tanto afetivos quanto de solidariedade e união.

Creio que muitos estão dizendo ou pensando o quanto suas semanas são cansativas e que sobra pouco tempo até para si próprios, mas não estamos falando de horas de convívio e sim de minutos, de momentos que fazem toda a diferença quando se fala de educação, de afeto e de amor.

Seus filhos precisam se sentir amados. Precisam saber que são queridos e amados.

Dom Bosco (quem amamos tanto) dizia: ”Que os jovens (e as crianças) não sejam apenas amados, mas que eles próprios saibam que são amados…

Diga isso à ele, à ela.”Filho(a), eu te amo!”

Em casa dizemos sempre aos nossos filhos: ”Te amo”. Ou após uma bronca, dizemos: “Filho, filha, eu te amo e você precisa melhorar nisto …”

É uma experiência que vivemos em nossa casa, e que dá certo.

Quando falamos e declaramos nosso amor, Deus ali está. “Deus é amor” I Jo 4,8

Verbalize seu amor, pratique com gesto este amor. Faça esta experiência de cura. E já será um bom caminho andado para que seus filhos comecem à se relacionar, à sair do isolamento.

Rezemos por nossos filhos:

“Meu Deus, eu vos ofereço meus filhos; que o egoísmo, a ambição, a maldade não os desviem do bom caminho. Que eles tenham força para agir contra o mal e que seus atos sejam sempre e unicamente para o bem. Estás conosco Senhor, e eu coloco meus filhos sob a vossa proteção. Sede luz força e alegria nesta terra, Senhor, para que eles vivam por vós nesta terra e no céu,e todos juntos, possamos gozar de vossa companhia para sempre. Amém.”  Deixe aqui seu comentário. Qual assunto que abrange família você gostaria que partilhássemos? Com alegria atenderemos você!Um abraço!

Com carinho, Paulo Victor e Letícia

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Paulo Victor e Letícia

Olá ! Somos um casal que vive intensamente o chamado de evangelizar. Deus nos mostrou que o nosso casamento era em desagravo ao Coração de Jesus por tantos que não conseguiram a felicidade em seus relacionamentos. Dedicamos nossa vida a ser um testemunho e apoio para aqueles que desejam contar com nossa oração.

5 Respostas to “Filhos que se Isolam…+”

  1. Maria Inês disse:

    Letícia e Paulo Victor,

    Ainda não comentaram este texto, mas concordo com vcs… depois de varías gerações… sei não é muito comum, uma mãe de 8 filhos entre 30 a 09 anos… uma aventura! mais ao invés de aumentar os problemas porque somos uma “grande família” sinto que os problemas aqui em casa, são sempre minimizados, porque para sobrevivermos precisamos viver a partilha… tudo naturalmente…O outro faz parte de nossa existência … é lindo por exemplo ver o Emanuel garoto de 14 anos, preocupado se aquele chocolatinho foi suficiente para o menor Carlos de 9… e esta pronto a doar mais um pedacinho do seu chocolate…Então o quarto precisa ser partilhado em 3 garotos…TV só na sala, Computador precisa ser partilhado em 8 (nós os pais)… porque a mais velha já mora fora, e o segundo,Paulo Rafael Deus levou ao Paraiso com seus 22 anos… Temos um intercessor no céu!

    Inês

  2. Maria Inês disse:

    completando o anterior…

    Mais bicicleta cada um tem a sua…muito jogo de futebol, bola não pode faltar…ping pong, jogo disso e mais aquilo… pois nessa idade precisam de atividade física… deu certo com os maiores que passaram pela infância/adolescência sem muitas encrencas…Deu pra ver que o time aqui é masculino eram 6 homens e 2 meninas…( 1 advogada e outra quase advogada).Gostaria que essas linhas fossem “comunhão de experiência” para as jovens famílias que visitam o Blog.

    Inês

  3. Letícia e Paulo

    Nossa que Deus abençoe a você e toda canção nova, essa experiência de dizer que amo……., eu sempre digo para os meus filhos Bruno e João, e tudo que faço principalmente uma comidinha, eu digo para eles que é feito com muito amor, isso, quando eles comentam sobre o sabor do alimento. Quero pedir a vcs, muita oração por dois sobrinhos meus Alisson e Murielle, eu acho eles muito isolados.

  4. Alexandre disse:

    Minha filha, não tem grandes problemas de relacionameno. Aqui em casa sempre rzamos juntos, sempre falamos a ela que a amamos. Mas quando ela esta reunida num grupo com mais de duas amigas, é comun ela ficar ‘emburrada’, e ficar isolada das demais, por qualquer motivo. Quando ela esta só com uma amiga isso não acontece. O que fazer para ajuda-la?

  5. Fabiana disse:

    E depois que o filho se isolou, e cresceu sentindo está falta e com dificuldades para se relacionar,como superar isso?Este sentimento de perda de falta?

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