Filed under: 02. E a Família?, 04. Paulo Victor — Paulo Victor e Letícia at 11:30 pm on Tuesday, November 25, 2008

Aos amigos e todos que vivem comigo a oração pelos meus pais: nosso muito obrigado!

Este vídeo foi do natal de 2007.
Minha mãe não está mais assim.
Ela hoje tem muitas dificuldades.
Não fala mais como antes e nem fica de pé.

Mas todas as vezes ela me diz no telefone com muita dificuldade na dicção: Coragem! Coragem !
E meu pai sempre do lado dela. Sempre.

Fiquem com este abraço… Não conheço nada mais amoroso que posso te oferecer hoje.É uma mostra do amor de Deus e da força do milagre de Jesus.

Paulo Victor
paulovictor@paulovictor.com

SABER VOLTAR ATRÁS…

Filed under: 05. Letícia, 00. Atendimento e Respostas, 03. E com Deus?, 02. E a Família?, 01. Está só?, 04. Paulo Victor — Paulo Victor e Letícia at 10:27 am on Sunday, November 9, 2008

“Todos nós temos a graça e a capacidade de voltarmos atrás para dar e receber perdão em palavras, em atos e em omissões.”

Acompanhe o post…

Filed under: 05. Letícia, 00. Atendimento e Respostas, 03. E com Deus?, 02. E a Família?, 01. Está só?, 04. Paulo Victor — Paulo Victor e Letícia at 10:42 am on Wednesday, November 5, 2008

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Começamos o mês de novembro vivendo o dia de finados. Neste dia em que lembramos e rezamos pelas almas, a Igreja nos oferece a grande graça da Indulgência Plenária, que é o cancelamento de todas as conseqüências dos pecados que já cometemos.

Quando se quebra uma vidraça, pode-se resolver ali aquela situação… Mas a vidraça está quebrada! É a conseqüência!

Mas aqui não vou falar sobre o que é indulgência ou onde ela se aplica.

Quero falar aqui da verdade que é a Misericórdia de Deus, o quanto Ele nos ama e nos acolhe. Mas também da grande necessidade de repararmos nossos erros, de “trocarmos a vidraça…”, entende?

Sim, todos nós cometemos erros e pecados. Todos! Eu, tu, ele, nós, vós, eles…

E todos nós temos a graça e a capacidade de voltarmos atrás para dar e receber perdão em palavras, em atos e em omissões.

É pedir perdão mas também correr atrás dele. É corrigir da melhor forma as conseqüências do atos que praticamos, da palavras amargas e ríspidas que falamos. Reparar a indiferença com outra pessoa. A grosseria, a impaciência, o silêncio revoltado, os gritos, e todas as “vidraças” quebradas de nossa vida e de nossos relacionamentos.

Não queira sempre ter razão. Provavelmente ela esteja mascarada de orgulho! 

Voltar atrás e reconhecer que errou não é vergonhoso, nem é se rebaixar. É, ao contrário, um gesto nobre e corajoso. É demonstração de maturidade.

Falamos muito que o mundo precisa de paz, mas ela começa em nós, dentro de nós, com nossas atitudes. A Paz que todos nós queremos precisa ser construída, e eu e você podemos dar o primeiro passo.

Fiquemos com esta frase do Padre Pio :

“O passado não conta mais para o Senhor. O que conta é o presente e estar atento e pronto para reparar o que foi feito.”

Dê o primeiro passo!

Envie seu comentário e seu testemunho, é muito importante!

Um abraço! Deus te abençoe!

Paulo Victor e Letícia

“Sair do Poço” Sorrindo!

Filed under: 05. Letícia, 03. E com Deus?, 02. E a Família?, 01. Está só?, 04. Paulo Victor — Paulo Victor e Letícia at 7:48 pm on Sunday, November 2, 2008

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No início da semana passada acompanhamos o fato do Sr. José Francisco, um senhor de 63 anos, operário que  trabalhava em uma cisterna e sofreu um acidente. Foram 33 horas preso em uma cisterna, preso à pedras de 2 Toneladas. 

Foi resgatado pelos bombeiros, saiu bem e SORRINDO!!

Fiquei vendo e imaginando o que este senhor passou naquelas horas de sua vida. Dentro de um poço apertado, com duas toneladas de pedras lhe segurando e lhe afundando, no escuro, privado de praticamente tudo.

O auxílio estava lá, mas quando estamos numa situação como esta, parece que nada dá certo, parece que as horas não passam, parece que não terá fim.

Quantos poços deste nós já caímos ou até estamos agora. Talvez na mesma agonia e escuridão do “seu” José, preso nas pedras, com braço fraturado, desidratado e em momentos de desesperança, dor e solidão. 

Poços de preocupação, de não conseguir enxergar o futuro, a saída de situações embaraçosas e que exigem decisões!

Poços de fracasso! Fracassos na profissão, na área sentimental, nos relacionamentos…

Poços de depressão, de enfermidades…

Poços de uma crise financeira, familiar, pessoal…

Poços de “crises”.

Quantos poços profundos, apertados e escuros!

O “seu” José Francisco nos dá uma lição de paciência, de esperança e de confiança. Ele confiou no auxílio que tinha, ele conversou e confiou nos bombeiros e profissionais que o acompanhavam.

NÃO ESTAMOS SOZINHOS NUNCA!  Os “bombeiros” do céu estão sempre em prontidão, sempre atentos e agindo.

Seja qual for o poço em que você estiver, não importando a profundidade ou se você está se sentindo atolado e preso por toneladas de problemas, pecados, vícios…Não interessa: Eles estão prontos para te ajudar.

Queira ser ajudado(a)!

Queira ser resgatado(a)!

Tenha confiança, acredite que neste momento há movimentação do céu à sua volta, querendo te ajudar e te tirar desta estado em que se encontra.

Não é auto-sugestão, nem fantasia. É a realidade!

Faça a experiência. Chame a ajuda do céu e ela virá!

Peça ajuda, deixe-se cuidar por Deus, por Jesus, por Maria… Deixe-se alimentar e fortificar pelo Espírito de Deus, pela Palavra , pelos Sacramentos.

Quem tem Jesus, tem tudo!

Não há poço tão profundo e escuro que Ele não possa entrar. Não há peso tão grande e forte que  Ele não possa tirar de sua vida!

Peça à Ele! Clame por Ele!

Com toda certeza Ele virá com seu “batalhão” do Céu. E você e os seus poderão testemunhar seu resgate.

Seja perseverante como o José Francisco. Ele confiou, se entregou, se deixou cuidar.

E no final, todos viram seu resgate. 

Todos viram àquele senhor sair do poço sorrindo.

Agüenta firme! (como sempre diz Monsenhor Jonas Abib)

Basta você querer e pedir!

DEIXE SEU COMENTÁRIO! OBRIGADO!

Letícia Dias

O verdadeiro amor não é posse. É desprendimento!

Filed under: 05. Letícia, 02. E a Família?, 04. Paulo Victor — Paulo Victor e Letícia at 7:42 pm on Sunday, November 2, 2008

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Vivemos o absurdo de poder acompanhar ao vivo pela Rádio, tv e internet as horas de terror do sequestro em Santo André.

Ouvindo os especialistas e profissionais, o resumo do fato é este:

O verdadeiro amor não é posse! O verdadeiro amor é querer o bem, é desprendimento!

Aprendemos isto tão claramente com Jesus e com Maria aos pés da Cruz.

Podemos observar esta verdade absoluta também em pequenos gestos…quando, por exemplo, uma mãe ou um pai abre mão de sua vontade, por causa do filho.

Não quero julgar o ato do sequestro em si, mas refletir à que ponto chega o ser humano por causa do amor.

Todos temos sede de amor, de atenção, de carinho… Todos somos feitos do amor e por isso precisamos amar e ser amados. É nossa essência.

Mas os apelos do mundo, o imediatismo, a superficialidade nos projeta a termos tudo fácil e agora. Se não gosto, descarto e parto pra outra. Mas se não agarro, perco. Tudo porque o que conquistamos tão fácil também podemos perder tão facilmente. E daí nasce a necessidade de se apossar.

Este NÃO é o verdadeiro amor. Este é um sentimento de propriedade perigoso e egoísta. A liberdade é tolida e o respeito invadido. Só se fica na superfície, e não se mergulha, não há comprometimento.O envolvimento é de posse!

“Deus é amor!” (I Jo 4,4)

Primeiro, se temos sede e necessidade de amor, então por lógica, temos sede e necessidade de Deus!

O verdadeiro amor se relaciona, respeita, se compromete. E se compromete tanto que encherga o que é melhor para o outro, e querendo o bem à ela, a deixa livre, desprendida.

Este é o princípio para se viver o verdadeiro amor, e se relacionar com o outro em todos os níveis: namoro, casamento, amizade, na família, na sociedade…

O verdadeiro amor é desprendimento e não posse!

Infelizmente, no caso do sequestro, não houve um final totalmente feliz. Até digo, foi desastroso.

O ditado diz que “se não aprendemos pelo amor, aprendemos pela dor”…

Espero sinceramente que este caso nos ensine muito. Que nós todos aprendamos que o amor que queremos é possível, é viável e acontece na vida de muitos.

Espero que busquemos todos o equilíbrio entre o dar e o receber, entre amar e ser amado.

Vamos refletir juntos sobre nossos relacionamentos e atitudes frente ao outro, e sabendo que nosso ponto de partida, nosso exemplo maior é Deus, na pessoa de Jesus e Maria.

Amai….” - “Perdoai…” - “Fazei tudo o que Ele vos disser…”

Deixe seu comentário.

Deus te abençoe!

Leticia Dias

Filed under: 05. Letícia, 03. E com Deus?, 02. E a Família?, 01. Está só?, 04. Paulo Victor — Paulo Victor e Letícia at 10:26 am on Thursday, October 9, 2008

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Para os judeus hoje é dia do perdão - Yom Kippur. Eles, com jejuns e rituais, vivem este dia de hoje com muito respeito.

Nós, cristãos, não temos um dia assim especial… Na verdade Jesus nos ensina que o perdão deve ser diário e universal, deve nascer dentro de nós! Deve ser constante!

“Perdoai os que vos perseguem…”

“Perdoai os vossos inimigos…”

“Pai, perdoa-lhes…”

Perdoar é dar prioridade à alma! Quando perdoamos, lavamos nosso coração, nos fortalecemos.

Estamos em tempos em que o mundo clama Paz e Justiça. Essa esperança pode florescer, mas nascerá do entendimento e do perdão entre as pessoas. Não o perdão de boca, de conceito. Mas o perdão prático, real, concreto.

Perdoar é mergulhar profundamente nas Palavras de Jesus, e viver o que Ele viveu.

A idéia de perdoar não é apenas àquela de desculpar as palavras, os gestos que recebemos de alguém…

Perdoar é mais profundo! É se curvar, se dobrar diante do que não queremos, mas que se faz necessário.

Como diz a frase “O amor se dobra para não romper”. E perdoar é se render à vontade de Deus, à circunstâncias que não queremos mas que são necessárias e que no fim nos fará bem.

Perdoar é Entendimento e não Conformismo. Não é se acomodar com situações, e sim entendê-las, enfrentá-las, resolve-las e por vezes, se dobrar para que o relacionamento não se rompa. Quando agimos na Luz de Deus, do Espírito Santo isso é totalmente possível!

Em plena primavera, peçamos ao Senhor a graça de saber perdoar, de saber se dobrar e se render. A semente cai na terra e fica lá, aparentemente rendida, mas quando ressurge, é com vigor e vida, produzindo flores e frutos.

Como Jesus sempre diz: “Não tenham medo…!”

Deus nos abençoe!

Letícia Dias

Filed under: 05. Letícia, 03. E com Deus?, 02. E a Família?, 04. Paulo Victor — Paulo Victor e Letícia at 3:47 pm on Tuesday, October 7, 2008

405547_4169-small.jpgO Rosário é uma forma de ouvir a Palavra de Deus como Maria ouviu…

É repetir a Palavra como ela repetia…

É orar com a Palavra como ela orava…

É permitir-se ser levado pela Palavra como ela era …

A Perseverança na “Bendita Monotonia” do Rosário, torna a nossa vida como uma espécie de lectio divina: uma leitura das coisas de Deus e dos sinais de sua presença em nosso cotidiano.

Àqueles que detêm o Rosário em sua mão detém a chave de uma vida alegre, luminosa, confiante na Palavra de Deus e em Suas Promessas, assim como Maria, que acreditava e esperava. 

O Rosário é um remédio para a solidão.

A solidão dos que rezam o terço é uma solidão de presença, e não de ausência.

As orações do Rosário são um bálsamo sobre o coração, sobre as feridas; Ele nos dá forças e nos sustenta.

A recitação do Terço provoca um “desarmamento” do Mal, dos problemas, das desesperanças…

Recitando com Fé e simplicidade o Rosário iremos experimentar a cura e os efeitos positivos, abençoados em nossa vida.

Experimente!

“Tudo por Jesus, Nada sem Maria!”

Letícia Dias 

A MULHER DEVE FAZER SEU MARIDO FELIZ OU O MARIDO À MULHER, OU É TAREFA DOS DOIS? – Parte 1

Filed under: 05. Letícia, 02. E a Família?, 04. Paulo Victor — Paulo Victor e Letícia at 3:32 pm on Monday, July 7, 2008

 

                                                                 A Bíblia nos diz:

FAZER O MARIDO FELIZ. “Confia nela o coração de seu marido, e jamais lhe faltará coisa alguma. Ela lhe proporciona o bem, nunca o mal, em todos os dias de sua vida (…). Seu marido é considerado nas portas da cidade, quando se senta com os anciãos da terra.” (Prov. 31, 11-12 e 23).

    Atualmente, existe uma forte tendência a desacreditar o matrimônio. Manifestam que o casamento para a mulher é uma forte opressão e um limite para sua verdadeira realização, indo – portanto - contra sua dignidade.

    Diante desta ideologia de feminismo radical, pretende-se que a mulher só olhe para ela mesma, procurando o bem unicamente para si, evitando deveres e exigindo direitos, de tal maneira que não perdoa erros alheios, nem aceita os próprios e considera que o amor é um risco e, portanto, somente deve servir para beneficiar-se de maneira pessoal, por este motivo, evita a entrega total.

    Em determinadas ocasiões, devido à influência deste pensamento hedonista e utilitarista que só procura o prazer pelo prazer, pareceria que ser mulher e esposa implica uma série de sacrifícios que impedem a auto-realização e a felicidade da mulher, no entanto, ao contrário, a satisfação e a plenitude são maiores do que qualquer sacrifício a ser enfrentado. A propósito, é preciso lembrar que o verdadeiro amor não é somente ser feliz e receber, também implica amar, dar e sacrificar.

    Diante destas afirmações, é importante divulgar a verdadeira essência da Mulher-Esposa, uma vez que ela une seu destino ao de seu esposo, através de uma relação de entrega e de amor total de ambas as partes.

    A mulher-esposa possui a confiança do homem para seus cuidados, os de seus filhos e os de seu lar, e é ali onde a mulher pode reconhecer este dom de ser esposa de uma maneira agradecida ao seu Criador, ou então como se fosse simplesmente uma obrigação imposta pela sociedade. O homem que reconhece o valor da mulher a vê como uma companheira perfeita e como um apoio incondicional.

A MULHER DEVE FAZER SEU MARIDO FELIZ OU O MARIDO À MULHER, OU É TAREFA DOS DOIS? – Parte 2

Filed under: 05. Letícia, 02. E a Família?, 04. Paulo Victor — Paulo Victor e Letícia at 3:31 pm on Monday, July 7, 2008

Com este reconhecimento, o homem também tem a responsabilidade de procurá-la e velar por seu bem-estar, considerando este dever um privilégio, já que ambos podem se complementar e ver, assim, um pelo outro, estando ambos dispostos a compartilhar tudo.

De fato, a mulher para o homem é um presente valioso de seu Criador, que lhe inspira a trabalhar, a lutar pelo que quer de tal maneira que o homem sente a necessidade de protegê-la e cuidá-la. “Maridos, amai as vossas mulheres como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela… ” (Ef 5, 25).

A mulher que opta pelo matrimônio atinge sua plenitude e realização em sua entrega total, uma vez que deu um “sim”, um “te quero para sempre”, já que o matrimônio é uma comunidade de vida e de amor, portanto, ser Esposa não é uma opressão, ao contrário, é uma oportunidade para crescer, para dar, para criar e transcender.

É uma realidade que ser esposa não é uma tarefa fácil, mas é aí onde se encontra o desafio e o valor de ser esposa, porque se a mulher se render diante das dificuldades e exigências do amor e de ser esposa, se fechará à oportunidade de demonstrar a ela mesma sua fortaleza. Apesar de que a mulher-esposa é vista como fraca, frágil e abnegada, na verdade, é preciso uma grande fortaleza, inteligência, vontade e capacidade de dar para cuidar o amor dia a dia, não só dando  e cuidando, como também criando.

Chegamos à conclusão de que fazer feliz ao cônjuge não é uma função exclusiva do homem ou da mulher, mas trata-se de uma tarefa compartilhada. Aí se manifesta a reciprocidade do casal, ingrediente imprescindível da relação conjugal para manter viva a comunicação e o amor entre os esposos, ao longo dos anos.

Por outro lado, ser esposa é um privilégio e um ato admirável, já que implica uma grande fortaleza, generosidade e vontade.

Um sim constante em cada ato cotidiano, apesar das dificuldades, levantando-se depois de cada queda.

É aceitar deveres e ser responsável, mas considerando esta entrega e serviço ao esposo como uma oportunidade de doar-se por amor, chegando assim à felicidade.

É procurar o bem do outro, sem esquecer o bem próprio, conseguindo o equilíbrio ao combinar a vida de esposa, profissional, mãe e todo o que leve à verdadeira auto-realização e plenitude como mulher e pessoa humana.

É AMAR em CRISTO.

Bebê inglês sobrevive a aborto, sua mãe agora “não o trocaria por nada no mundo”

Filed under: 05. Letícia, 02. E a Família?, 04. Paulo Victor — Paulo Victor e Letícia at 12:56 am on Thursday, June 26, 2008

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Jodie Percival é uma jovem de 25 anos que tentou abortar o seu filho Finley porque este sofria de uma enfermidade congênita no rim. A jovem soube que o pequeno não foi eliminado semanas depois quando lhe fizeram uma ecografia. Ao princípio se zangou pelo aborto fracassado; e estando dentro do prazo legal na Inglaterra para tratar de acabar com ele novamente, decidiu ao final conservar o seu bebê.

Thane, o primeiro filho de Jodie Percival, viveu somente por 20 minutos depois do parto prematuro quando nasceu, porque padecia da mesma enfermidade congênita que Finley. Seu segundo filho, Lewis, quem já tem 20 meses, nasceu com uma condição similar e agora vive com um só rim.

Quando Jodie ficou grávida pela terceira vez, ela e seu noivo Billy Crampton decidiram abortá-lo. “Decidir acabar a gravidez às 8 semanas era tão horrível… mas não podia enfrentar a angústia de perder outro bebê”, assinala Percival ao Daily Mail de Inglaterra.

Tempo depois do aborto, Jodie sentiu movimento em seu ventre. Seu médico lhe disse que se faça uma ecografia, depois da qual descobriram que tinha 19 semanas de gravidez. O bebê tinha sobrevivido à prática anti-vida. “Não podia acreditá-lo. Este era o bebê que eu pensei já tinha eliminado”, comentou ao meio inglês.

“Ao princípio estava zangada por isso estar nos acontecendo, por que o procedimento tivesse falhado. Escrevi ao hospital, porque não podia acreditar que tivessem me desapontado assim. Responderam-me e me disseram que isto era muito incomum”.

Uma semana mais tarde, Jodie e seu noivo souberam que Finley também tinha problemas nos rins, porque ela tem um gen que origina o rim multicístico, uma desordem congênita que produz quistos nesta parte do organismo. Os doutores explicaram aos pais que este menino poderia sobreviver pelo que decidiram lhe dar uma oportunidade e não abortá-lo, estando dentro do prazo legal em que o aborto se permite na Inglaterra.

Em novembro Finley nasceu três semanas antes do previsto pesando uns três quilogramas. Tem um problema menor no rim, mas segundo os doutores, poderá fazer uma vida normal.

“Não podia acreditar tudo o que este menino atravessou e que, além disso, se veja agora tão perfeito. Custa-me pensar no que teve que acontecer. Agora está aqui e não o trocaria por nada no mundo”, conta Jodie.

 (Notícia no site acidigital.com)

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