Archive for abril, 2008

Museu dos Transportes Públicos Gaetano Ferolla

quinta-feira, abril 24th, 2008

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A imagem da cidade de São Paulo do século 19, com seus bondes abertos puxados por animais, continua preservada no Museu de Transportes Públicos Gaetano Ferolla. O local guarda relíquias como bondes e trólebus.

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O Museu dos Transportes Públicos Gaetano Ferolla foi inaugurado em 20/MARÇO/1985 pelo Prefeito de São Paulo Mário Covas, e pelo Secretário de Transportes, Getúlio Hanashiro, como Museu da Companhia Municipal de Transportes Coletivos .

Em 1991 recebeu o nome de seu fundador Gaetano Ferolla, um ano após sua morte, como homenagem ao empenho e dedicação ao local.
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Um dos veículos que estão no museu e o luxuoso bonde Centex, modelo que veio de Nova York e que trafegava pela avenida Paulista nos anos 50.

O transporte coletivo em São Paulo surgiu em 1865.
A cidade possuía apenas 20 mil habitantes e um comércio pequeno.
As pessoas caminhavam muito;
Para chegar ao subúrbio ou pontos mais distantes, alugavam “diligências” ou carros de boi.

O passado é bem vivo no museu e, além dos bondes, o visitante também verá as mudanças pelas quais passaram os ônibus e os velhos trólebus, que surgiram em 1947.
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Você vai conhecer a “Monika”, primeiro ônibus a diesel fabricado pela antiga Companhia Municipal de Transportes Coletivos (CMTC).
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Mas o museu não tem apenas veículos, tem também a sala de fotografias, onde podemos conferir como era nossa cidade de 1876 à 1960,

Uma exposição fotográfica recorda a construção da Praça da Sé e mostra situações diversas entre passageiros e veículos.

Há também a sala de documentos, onde encontramos desde moedas antigas até passes de papel que eram utilizados até a criação do Bilhete Único em maio de 2004.

A visita é um passeio para toda família todos se divertem ao conhecer sobre a história dos transportes por meio de uma viagem virtual, mostrada por um filme que é visto de dentro de um dos bondes em exposição, de 1900.

Faça uma viagem no tempo, você volta para os anos 60.

Venha Conferir:

Avenida Cruzeira do Sul, 780, próximo à estação de Metrô Armênia.

O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 9h às 17h, com entrada franca.
No caso de visita de grupos o número máximo é de 40 pessoas e é preciso agendar pelo telefone 3315-8884.

Praça do Patriarca

sexta-feira, abril 18th, 2008

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Incialmente a Praça tinha o nome de Praça do Patriarca José Bonifácio que foi, um autor intelectual que Ocupou o Ministério das Relações Exteriores ,foi conselheiro de D. Pedro I. , e tutor de D. Pedro II.
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Atualmetne a Praça é chamada apenas como Praça do Patriarca.

É uma obra do arquiteto Paulo Mendes da Rocha.
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Nasceu junto com o primeiro projeto de expansão do centro da cidade: a travessia do Vale do Anhangabau.

A Praça do Patriarca, foi aberta por necessidade de ampliar o espaço para o trânsito de pessoas pois a junção das ruas São Bendo e Direirta provocavam aglomerações.

Tornou-se o centro comercal mais moderno da época, com a chegada da loja de departamentos Mappin Stores.

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E uma das mais recentes praças do centro velho da cidade, uma vez que começou a ser aberta, aos poucos, por volta de 1912 com a demolição de antigos casarões.

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Em 1922, a Praça estava praticamente aberta, foi completamente remodelada na administração do Prefeito Prestes Maia, quando então foi construída uma passagem subterrânea entre a praça e o Vale do Anhangabaú. Que masi tarde, recebeu o nome de “Galeria Prestes Maia.

A PRAÇA ANTONIO PRADO

sexta-feira, abril 11th, 2008

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Praça Antonio Prado, vista em direção à rua 15 de Novembro. Atualmente, no local do edifício ao fundo, está o edifício Altino Arantes, conhecido como do Banespa. À esquerda, vê-se o palacete Martinico, então sede da Light & Power, atualmente ocupado pela Bolsa de Mercadorias & Futuros.

 

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A Praça Antonio Prado é, o antigo Largo do Rosário, foi aberta no século 17, para construção da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e seus frequentadores eram exclusivamente negros.

Praticamente todas as noites, havia funerais ao som de uma canção que assustava os moradores das redondezas: “Enterramos um olho que tanto olhou / Uma perna que tanto andou…”.

No século 19, abrigou uma porção de casinhas onde residiam africanos livres que, ajudados por escravos crioulos mantinham uma feira.Na Praça Antonio Prado realizavam-se batuques, sambas e moçambiques.

O largo do Rosário era um lugar de passagem obrigatória, era lá que acontecia, as procissões mais importantes da Cidade.

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Foi pavimentado pelo prefeito João Teodoro em 1872, e apartir desse ano a Praça Antonio Prado passou a ser considerada, ” O CORAÇÃO DA CIDADE ”

A Praça Antonio Prado era um local em que entre as esquinas e confeitarias de luxo se reuníão os rapazes mas elegantes da Cidade, sendo também ponto de partida ou de passagem da maioria das linhas de bonde.

A Praça para os Músicos …. Orquestra de Músicos de Rua na Praça Antonio Prado

Juntando vários tocadores anônimos que se apresentam nas ruas da cidade de forma independente, a Orquestra de Músicos das Ruas de São Paulo.

No repertório estarão músicas do CD “Neurópolis”, que é uma composição coletiva coordenada por Lívio Tragtenberb.

A orquestra tem 17 integrantes, como músicos que tocam instrumentos japoneses, emboladores nordestinos, instrumentistas paraguaios com guarânias em grandes harpas, bolivianos que executam música andina, percussionistas maranhenses, além de pessoas que se apresentam em rodas de samba, choro e fanfarra.

Uma dica para vc que escuta o São Paulo é o Lugar dessa semana.

São Paulo é o Lugar é um Programa da Rádio América(Rádio da Canção Nova em São Paulo)….1410AM na Frenquencia de São Paulo