fev
12

Venha rezar conosco!

Vigília

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jan
05

Confira a nossa agenda para os próximos meses.

Agenda Eventos

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set
11

Clip da semana: "É preciso orar" de Padre Delton Filho

É Preciso Orar

CD: É Preciso Orar
Intérprete: Pe. Delton Filho
Letra: Rondiney Arantes

Diante das tribulações!
Diante das indecisões!
Diante a dor da angustia!
Eu preciso orar!
Pois o meu refúgio seguro é a oração!

Quem abandona a oração,
Abraça a tentação!
A oração faz fiel o coração!
Eu preciso orar!
Pois o meu refúgio seguro é a oração!

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set
10

Como ler a Bíblia?

conselhos para pregadorO Concílio Vaticano II indica critérios para uma interpretação da Escritura conforme o Espírito que a inspirou

O documento do Concílio Vaticano II, Dei Verbum, orienta como a Bíblia deve ser lida. “Deus, na Sagrada Escritura, falou por meio de homens e de modo humano: deve o interprete da Sagrada Escritura, para bem entender o que Deus nos quis transmitir, investigar atentamente o que foi que os hagiógrafos, de fato, quiseram dar a entender e, por suas palavras, aprouve a Deus manifestar.

Para descobrir a intenção dos hagiógrafos, devem-se levar em conta, entre outras coisas, também os “gêneros literários”, pois a verdade é apresentada e expressa de maneira bem diferentes nos textos, de um modo ou outro históricos, proféticos ou poéticos, bem como em outras modalidades de expressão. Ora, é preciso que o intérprete pesquise o sentido que, em determinadas circunstâncias, o hagiógrafo, conforme a situação de seu tempo e de sua cultura, quis exprimir e exprimiu por meio de gêneros literários então em uso. Pois, para corretamente entender aquilo que o autor sacro haja intencionado afirmar por escrito, é necessário levar devidamente em conta tanto as nossas maneiras comuns e espontâneas de pensar, falar e contar, as quais já eram correntes no tempo do hagiógrafo, como a que costumavam empregar-se no intercâmbio humano daquelas eras.

Mas como a Sagrada Escritura deve ser também lida e interpretada naquele mesmo Espírito em que foi escrita, para bem captar os sentidos dos textos sagrados, deve-se atender com não menor diligência ao conteúdo e à unidade de toda a Escritura, levada em conta a Tradição viva da Igreja toda e a analogia da fé. Cabe aos exegetas trabalhar esforçadamente dentro dessas diretrizes para mais aprofundadamente entender e expor o sentido da Sagrada Escritura, a fim de que, por seu trabalho de certo modo amadureça o julgamento da Igreja. Pois tudo o que concerne à maneira de interpretar a Escritura, está sujeito, em última instância, ao juízo da Igreja, que exerce o mandato e o ministério divino de guardar e interpretar a Palavra de Deus”(n.12).

Devemos compreender que a Bíblia é a Palavra de Deus escrita para os homens e pelos homens; logo, ela apresenta duas faces: a divina e a humana. Logo, para poder interpretá-la bem é necessário o reconhecimento da sua face humana, para depois, compreender a sua mensagem divina.

Não se pode interpretar a Sagrada Escritura só em nome da “mística”, pois, muitas vezes, podemos ser levados por ideias religiosas pré-concebidas, ou mesmo podemos cair no subjetivismo. Por outro lado, não se pode querer usar apenas os critérios científicos (linguística, arqueologia, história…); é necessário, após o exame científico do texto, buscar o sentido teológico.

A Bíblia não é um livro caído do céu, ela não foi ditada mecanicamente por Deus e escrita pelo autor bíblico (=hagiógrafo), mas é um livro que passou pela mente de judeus e gregos, numa faixa de tempo que vai do séc. XIV a.C. ao século I d.C. Por causa disso, é necessário usar uma tradução feita a partir de originais e com seguros critérios científicos.

Os escritos bíblicos foram inspirados a certos homens, isto é, o Espírito Santo iluminou a mente do hagiógrafo a fim de que ele, com sua cultura religiosa e profana, pudesse transmitir uma mensagem fiel à vontade de Deus. A Bíblia é, portanto, um livro humano-divino, todo de Deus e todo do homem, ela transmite o pensamento de Deus, mas de forma humana. É como o Verbo encarnado, Deus e homem verdadeiro. É importante dizer que a inspiração bíblica é estritamente religiosa, isto é, não devemos querer buscar verdades científicas na Bíblia, mas verdades religiosas, que ultrapassam a razão humana: o plano da salvação do mundo, a sua criação, o sentido do homem, do trabalho, da vida, da morte etc.

Não há oposição entre a Bíblia e as ciências naturais; ao contrário, os exegetas (estudiosos da Bíblia) usam das línguas antigas, da história, da arqueologia e outras ciências para poder compreender melhor o que os autores sagrados quiseram nos transmitir.

Mas é preciso ficar claro que a revelação de Deus através da Bíblia não tem uma garantia científica de tudo o que nela está escrito. É inútil pedir à Bíblia uma explicação dos seis dias da criação, ou da maneira como podiam falar os animais, como no caso da jumenta de Balaão. Esses fatos não são revelações, mas tradições que o autor sagrado usou para se expressar.

A própria história contida na Bíblia não deve ser tomada como científica. O que importa é a “verdade religiosa” que Deus quis revelar, e que, às vezes, é apresentada embutida em uma parábola, ou outra figura de linguagem.

O Concilio Vaticano II indica três critérios para uma interpretação da Escritura conforme o Espírito que a inspirou:

1. Prestar muita atenção “ao conteúdo e à unidade da Escritura inteira”. Por mais diferentes que sejam os livros que a compõem, a Escritura é una em razão da unidade do projeto de Deus, do qual Cristo Jesus é o centro e o coração, aberto depois de Sua Páscoa.

2. Ler a Escritura dentro “da Tradição viva da Igreja inteira”. Como ensinaram os padres da Igreja, “a Sagrada Escritura está escrita mais no coração da Igreja do que nos instrumentos materiais”. Com efeito, a Igreja leva em sua Tradição a memória viva da Palavra de Deus, e é o Espírito Santo quem lhe dá a interpretação espiritual da Escritura.

3. Estar atento à “anagogia da fé”, isto é, à coesão das verdades da fé entre si e no projeto total da Revelação.

Felipe Aquino

Professor Felipe Aquino é viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Página do professor: www.cleofas.com.br 

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set
09

Papa simplifica processo de nulidade matrimonial

casamentoA intenção de Francisco não é favorecer a nulidade, mas agilizar o processo

Rádio Vaticano

Foram anunciadas na manhã de terça-feira, 8, em uma coletiva de imprensa no Vaticano, as principais mudanças decididas pelo Papa Francisco em relação aos processos de nulidade matrimonial.

O objetivo do Papa não é favorecer a nulidade dos matrimônios, mas a rapidez dos processos: simplificar, evitando que por causa de atrasos no julgamento, o coração dos fiéis que aguardam o esclarecimento sobre seu estado “não seja longamente oprimido pelas trevas da dúvida”.

As alterações constam em dois documentos Mitis Iudex Dominus Iesus (Senhor Jesus, meigo juiz) e Mitis et misericors Iesus (Jesus, meigo e misericordioso), apresentados na Sala de Imprensa da Sé.

Leia também
.: Papa pede empenho em agilizar processos de nulidade matrimonial
.: Papa orienta Tribunais eclesiásticos sobre validade matrimonial

A reforma foi elaborada com base nos seguintes critérios:

1. Uma só sentença favorável para a nulidade executiva: não será mais necessária a decisão de dois tribunais. Com a certeza moral do primeiro juiz, o matrimônio será declarado nulo.

2. Juiz único sob a responsabilidade do Bispo: no exercício pastoral da própria ‘autoridade judicial’, o Bispo deverá assegurar que não haja atenuações ou abrandamentos.

3. O próprio Bispo será o juiz: para traduzir na prática o ensinamento do Concílio Vaticano II, de que o Bispo é o juiz em sua Igreja, auspicia-se que ele mesmo ofereça um sinal de conversão nas estruturas eclesiásticas e não delegue à Cúria a função judicial no campo matrimonial. Isto deve valer especialmente nos processos mais breves, em casos de nulidade mais evidentes.

4. Processos mais rápidos: nos casos em que a nulidade do matrimônio for sustentada por argumentos particularmente evidentes.|

5. O apelo à Sé Metropolitana: este ofício da província eclesiástica é um sinal distintivo da sinodalidade na Igreja.

6. A missão própria das Conferências Episcopais: considerando o afã apostólico de alcançar os fiéis dispersos, elas devem sentir o dever de compartilhar a ‘conversão’ e respeitarem absolutamente o direito dos Bispos de organizar a autoridade judicial na própria Igreja particular. Outro ponto é a gratuidade dos processos, porque “a Igreja, mostrando-se mãe generosa, ligada estritamente à salvação das almas, manifeste o amor gratuito de Cristo, por quem fomos todos salvos”.

7. O apelo à Sé Apostólica: será mantido o apelo à Rota Romana, no respeito do antigo princípio jurídico de vínculo entre a Sé de Pedro e as Igrejas particulares.

8. Previsões para as Igrejas Orientais: considerando seu peculiar ordenamento eclesial e disciplinar, foram emanados separadamente as normas para a reforma dos processos matrimoniais no Código dos Cânones das Igrejas Orientais.

Diante dos jornalistas credenciados, o juiz decano do Tribunal da Rota Romana, Monsenhor Pio Vito Pinto explicou que os decretos (motu próprio) são resultado do trabalho da comissão especial para a reforma destes processos, nomeada pelo Papa em setembro de 2014.

Também estavam na coletiva o Cardeal Francesco Coccopalmerio, Presidente do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, e o arcebispo jesuíta Luis Francisco Ladaria, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé.

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set
08

Qual é o presente que você vai dar para a Mãe de Deus?

Mas, então, que presente vai dar a Ela hoje? Vou dar um palpite a você…

Oito de setembro a Igreja celebra o nascimento da Virgem Maria, nossa Mãe, Mãe de Deus e Mãe da Igreja. Como celebramos a Sua Conceição Imaculada em oito de dezembro, então, nove meses depois, festejamos a Sua Natividade.

Ora, cada um de nós gosta de presentear a mamãe no dia de seu aniversário; mais ainda, gostamos de fazer com esta Mãe sublime, que tanto sofreu junto a Seu Filho por nossa salvação. E foi no momento de sua maior dor, no Calvário, instantes antes do Salvador entregar a Sua vida ao Pai, que ela se tornou nossa Mãe. “Mãe nas dores do parto do Calvário”, diz a Igreja. E ela cumpre esta missão materna, ainda melhor que nossa mãe terrena. Diante de Deus Ela intercede por cada um dos seus filhos. A Igreja quando fala dela diz que:imitacaomenor1

“Assumida aos céus, não abandonou esta salvífica função, mas por sua intercessão continua a granjear-nos os dons da salvação eterna. Por seu maternal amor cuida dos irmãos do seu Filho que ainda peregrinam rodeados de perigos e dificuldades, até que sejam conduzidos à feliz pátria”.

“Por isto a Bem-aventurada Virgem Maria é invocada na igreja sob os títulos de Advogada, Auxiliadora, Protetora, Medianeira. Isto, porém, se entende de tal modo que nada derrogue, nada acrescente à dignidade e eficácia de Cristo, o único Mediador”. (Lumen Gentium 62)

O Papa Paulo VI em sua Exortação Apostólica Signum Magnum nº 1, escreveu: “A Virgem continua agora no céu a exercer a sua função materna, cooperando para o nascimento e o desenvolvimento da vida divina em cada uma das almas dos homens redimidos. É esta uma verdade muito reconfortante, que, por livre disposição de Deus sapientíssimo, faz parte do mistério da salvação dos homens; por conseguinte, deve ser objeto da fé de todos os cristãos”.

O Papa João Paulo II assim se expressou: “Os cristãos invocam Maria como “Auxiliadora”, reconhecendo-lhe o amor materno que vê as necessidades dos seus filhos e está pronto a intervir em ajuda deles, sobretudo quando está em jogo a salvação eterna. A convicção de que Maria está próxima de quantos sofrem ou se encontram em situações de grave perigo, sugeriu aos fiéis invocá-la como “Socorro”. A mesma confiante certeza é expressa pela mais antiga oração mariana, que os cristãos de Alexandria, perseguidos pelos romanos, já rezavam no século II, com as palavras: “Sob a vossa proteção recorremos a vós, Santa Mãe de Deus: não desprezeis as súplicas de nós que estamos na prova, e livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!”. Como Medianeira materna, Maria apresenta a Cristo os nossos desejos, as nossas súplicas e transmite-nos os dons divinos, intercedendo continuamente em nosso favor” (27/09/1997).

Assista também: Natividade de Nossa Senhora

Como toda boa mãe, a Virgem Maria se preocupa mais com seus filhos mais carentes espiritualmente, aqueles mais afastados de Deus, e tudo faz para trazê-los de volta ao coração de Deus. E ela tudo pode diante de Deus, como mostrou nas bodas de Caná. São Bernardo, doutor da Igreja, a chamava de “Onipotência suplicante”, isto é, Deus pode tudo pela natureza divina, Maria pode tudo pela graça divina.

O povo gosta de cantar aquela música: “Mãezinha do Céu eu não sei rezar, eu só sei dizer quero te amar”. Basta isso para honrá-la.

O Papa Francisco contou um dia que na Argentina, em Buenos Aires, um pai teve o seu filhinho desenganado pelos médicos por causa de uma doença grave. “Não há mais o que fazer! Só resta rezar”, disse-lhe o médico. Então o pai foi ao Santuário de Nossa Senhora de Lujan, que já estava fechado porque era tarde da noite. Mas o bom pai não desistiu; se agarrou nas grades do Santuário e ficou ali de joelhos rezando até o dia amanhecer. Então voltou para hospital e encontrou seu filhinho recuperado e fora de perigo de morte. Histórias assim se repetem aos milhares nos Santuários marianos.

Mas, então, que presente você vai dar a Ela hoje?

O que será que Ela quer de você?

Vou dar um palpite para você presenteá-la. Não é no supermercado que vai comprar o presente não. E nem no shopping. Pode ser numa floricultura, numa igreja; ou quem sabe, melhor ainda, ir buscar esse presente no jardim da sua alma. Que tal oferecê-La o seu coração bem limpo, lavado e purificado de todo pecado e de todo mal? Que tal uma boa Missa e uma boa Comunhão com Seu Filho e com Ela para cantar parabéns a Ela no fundo do seu coração? Pode ter certeza que ela vai se alegrar muito.

Mais ainda, se você quiser melhorar esse seu presente a Ela, pode rezar o Seu Terço, a Sua Ladainha, ou quem sabe o belo Ofício da Imaculada que Ela tanto gosta.

São apenas algumas sugestões que te dou; mas se não aceitar nada disso, então te peço, de todo coração, que ao menos pense nela por um instante, olhe para uma de suas imagens, acenda-lhe uma velinha, e reze para Ela uma Ave-Maria. Ela vai sorrir para você.amulherdoapocalipse

A celebração de hoje, disse santo André de Creta, honra a natividade da Mãe de Deus, e também a Encarnação do Verbo. Ela nasceu pura e imaculada para ser a Mãe do Rei dos séculos. É este afinal o motivo pelo qual somente de Maria (além de João Batista e naturalmente Jesus Cristo) não é festejado só o nascimento para o céu, o que acontece com os outros santos, mas também a vinda a este mundo. O mais belo neste Nascimento da Virgem está no significativo passo que Deus dá no seu eterno desígnio de amor. O grande São Pedro Damião (1007-1972), doutor da Igreja, ao celebrar esta Festa dizia:

“Deus onipotente, antes que o homem caísse, previu a sua queda e decidiu, antes dos séculos, a redenção humana. Decidiu portanto encarnar-se em Maria”. “Hoje é o dia em que Deus começa a pôr em prática o seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a Casa, antes que o Rei descesse para habitá-la… Como celebraremos o nascimento de Maria, templo do Verbo encarnado”. “É justo cantar este dia e Aquela que nele nasceu”.

Felipe Aquino

Professor Felipe Aquino é viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Página do professor: www.cleofas.com.br 

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set
08

Como me confessar?


288616Algumas dicas para fazer uma boa confissão:

1) Para se confessar bem é necessário preparar-se com uma oração. Em seguida, faz-se um atento exame de consciência a partir da última confissão bem feita. Isso significa confrontar-se com a Palavra de Deus para distinguir as próprias incoerências, os defeitos e as fraquezas em pensamentos, palavras, atos e omissões frente às exigências do Evangelho;

2) Sentir dor e aversão aos pecados cometidos com o propósito de não mais incorrer nos mesmos erros;

3) Confessar ao sacerdote, “embaixador de Deus”, todos os pecados graves ou mortais, segundo a espécie e o número; é muito útil confessar-se com frequência, mesmo os pecados veniais, porque se recebe um dom da graça que dá força no caminho de imitação de Cristo;

4) Fazer tudo o que for possível para reparar o mal. A absolvição apaga o pecado, mas não corrige todas as desordens que ele causou. Por isso, perdoado o pecado, o pecador deve ainda recuperar a plena saúde espiritual. O exercício penitencial que o confessor sugere não é dado só para expiação dos pecados cometidos e para reparar eventuais danos causados, mas também como forma de ajuda para iniciar uma vida nova e favorecer a plena reparação da enfermidade do pecado.

:. Saiba mais sobre penitência (Formação)

:. Exame de consciência (Formação)

Essa reparação é a expressão de uma revisão autêntica da vida, na qual o penitente procura suportar e reparar os efeitos maléficos de suas ações ou omissões, no seguimento de Cristo e em solidariedade com seus irmãos, sobretudo com aqueles diretamente atingidos pelos seus pecados. Ela pode consistir em orações, mortificações e em obras de misericórdia.

Como fazer durante a confissão?

Depois de preparar-se para a confissão com a oração e o exame de consciência, aguarde pacientemente sua vez, invocando para si e para o próximo a luz do Espírito Santo e a graça de uma conversão radical. Aproximando-se do sacerdote, faça o sinal da cruz. O penitente pode escolher confessar-se com ou sem confessionário, ficar de joelhos ou sentado (onde houver possibilidade).

Então, pode iniciar a confissão dizendo: “Abençoa-me, padre! Eu pequei.” Em seguida, diz com a maior precisão possível o tempo transcorrido, desde a última confissão, seu modo de vida (celibatário, casado, viúvo, estudante, consagrado, noivo ou namorado) e se cumpriu a penitência recebida na última confissão. Pode ainda levar ao conhecimento do confessor os acontecimentos nos quais se sentiu particularmente perto de Deus, os progressos feitos na vida espiritual.

Segue-se, a partir daí, a confissão dos pecados, com simplicidade e humildade, expondo os fatos que são transgressões da lei de Deus e que, intensamente, pesam na consciência. São confessados, primeiro, os pecados graves ou mortais; segundo, sua espécie e número sem perder-se em detalhes e sem diminuir a própria responsabilidade.

Para obter-se um aumento da graça e força no caminho de imitação de Cristo, confessam-se também os pecados veniais. Em seguida, disponha-se a acolher os conselhos e advertências do confessor aceitando a penitência proposta. O penitente reza o ato de contrição e o sacerdote pronuncia a fórmula de absolvição.

Com minha bênção, 

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Veja também:

:. O que é pecado da concupiscência

:. As consequências do pecado na sua vida 

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set
04

Juninho Cassimiro fala sobre a música 'Convívio dos eleitos'

Juninho Cassimiro fala como nasceu a inspiração para compor a música ‘Convívio dos eleitos’! Assista à explicação do músico e ouça a canção:

Convívio dos Eleitos (Meu Ideal)

O Senhor me libertou
O que mais me prende aqui
Nada me seduz, nada!

Meu amor por ti Jesus!
É o que tenho de valor!
Nada me atrai, nada!

Tarde te amei, mas te encontrei amor
Meu maior bem é ser todo teu, Jesus
Por nada eu te trocaria!
Por nada eu te deixaria, nada, nada!

Concedei-me o convívio dos eleitos!
Eu sonho com o céu a todo tempo!
Concedei-me convívio dos eleitos!
Eu sonho com o céu a todo tempo!

O Senhor me libertou!
O que mais me prende aqui
Nada me seduz, nada!

Meu amor por ti Jesus!
É o que tenho de valor!
Nada me atrai, nada!

Tarde te amei, mas te encontrei amor!
Meu maior bem é ser todo teu Jesus!
Por nada eu te trocaria!
Por nada eu te deixaria, nada, nada!

Não quero as honras!
Nem quero riquezas!
Quero me esconder!
Eu prefiro o paraíso!

Concedei-me o convívio dos eleitos!
Eu sonho com o céu a todo tempo!
Concedei-me convívio dos eleitos!
Eu sonho com o céu a todo tempo!

 

 

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set
02

Haverá um tempo que tentarão nos fazer negar a fé!

Negar a fé, é negar a própria consciência

Chegará um tempo para nós que será martirizante. Mas você precisa aguentar firme na fé. Desde agora a Mãe já está conosco, igualzinho a mãe dos Macabeus, passando para você pelo olhar, pelo semblante, pelas suas palavras que não vai nos faltar o necessário.

No o livro Macabeus, capítulo 7, há o relato sobre um rei, que é própria figura do anticristo que fez, jeitosamente, com que soldados e servos dele entrassem em Jerusalém e catequizassem os jovens com a doutrina e costumes pagãos. Os jovens já não iam mais ao templo, a sinagoga, não seguiam mais aos seus mestres, ao contrário viviam de maneira pagã. E dessa forma, proibiu também os adultos de terem a Palavra de Deus. Tornou- se, até mesmo, proibido rezar publicamente e ir ao templo, foi um terror.perseguição2

:. Como fazer para não perder a fé?

:. Por que o casal precisa ter fé? 

:. Como ter fé e colocá-la em prática?

:. Especial: Perseguição aos Cristãos

Diante disso, sete irmãos macabeus foram levados na presença do rei para abdicar da própria fé e abraçar as práticas pagãs. Começaram com o irmão mais velho e cortaram as pontas dos dedos das mãos, dos pés, e foram cortando os membros e, como resistiu, cortaram-lhe a língua dizendo que estava ofendendo ao rei. Depois de todo este tormento o colocaram sobre uma fogueira e ele foi queimado ali diante dos seus irmãos para que os outros voltassem atrás, deixassem os mandamentos e se tornassem pagãos. E pegaram o segundo e começaram tirando o couro cabeludo. E impressionante, que eles olhavam para a mãe deles, e o que ela passava com seus olhos, pois ela não podia falar, era força, coragem para que os filhos aguentassem firme.

E todos os irmãos foram morrendo da maneira mais atroz. Porque a cada um que resistia o rei ficava mais irado. E todos eles responderam ao rei, que ele podia matar-lhes o corpo, mas eles haveriam de ressuscitar no Dia da Ressurreição.Essa mãe dos sete macabeus aguentou junto vendo o martírio de seus filhos. Ela foi a pré-figuração de Maria que ficou em pé ao lado de Jesus na cruz.

Neste tempo que estamos, Maria também transmite a nós com seu olhar, sua palavra, sentimentos e semblante: “Meu filho e minha filha, sejam firmes!”. Diz a você: “Resista, aguenta, não ceda ao pecado!”. É para isso que ela está nos preparando porque nós já estamos num tempo novo, o Senhor está fazendo de nós homens e mulheres novos para um mundo novo, nós somos essas sementes.

Será exigido de nós como foi exigido dos macabeus, que nós abjuremos a nossa fé e que neguemos a Jesus Cristo, e que aceitemos o anticristo, mas não podemos ceder! O Senhor me faz um “alto-falante” para transmitir agora antes do tempo, enquanto ainda podemos falar, para que quando acontecer, você já saiba disso tudo e assim não desista, não volte atrás, não se deixe enganar.

Deus os abençoe!

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

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set
01

Por que dedicar um mês à Bíblia?

saojeronimoNo Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos estabeleceu setembro como o “mês da Bíblia” por várias razões importantes. Este mês foi escolhido, porque o grande São Jerônimo, que traduziu a Bíblia do hebraico e grego para o latim, tem sua memória litúrgica celebrada no dia 30 de setembro. Ele foi secretário do grande Papa São Dâmaso (366-384), que o incumbiu dessa grande obra chamada “Vulgata”, por ser usada em toda a parte.

São Jerônimo levou cerca de trinta e cinco anos fazendo essa tradução nas grutas de Belém, vivendo a oração e a penitência ao lado da gruta onde Jesus nasceu. O santo disse que “desconhecer as Escrituras é desconhecer o próprio Cristo”. Ele nos deixou um legado de grande amor às Sagradas Escrituras. E possuía grande cultura literária e bíblica, sabia grego, latim e hebraico.

A Sagrada Escritura é alimento para a nossa alma e fonte de vida. Jesus conhecia profundamente a Bíblia. Mais do que isso: Ele a amava e se guiava por suas palavras. Isso é o suficiente para que todos nós façamos o mesmo. Na tentação do deserto, quando o demônio investiu contra o Senhor, Ele o rebateu com as palavras da Escritura. Quando o tentador pediu que Ele transformasse as pedras em pães para provar Sua filiação divina, Jesus lhe disse: “O homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor” (Dt 8,3c).

Quando o tentador exigiu que Ele se jogasse do alto do templo, Jesus lhe respondeu: “Não provocareis o Senhor vosso Deus” (Dt 6,16a). E quando satanás tentou fazer com que Cristo o adorasse, ouviu mais uma vez a Palavra de Deus: “Temerás o Senhor, teu Deus, prestar-lhe-ás o teu culto e só jurarás pelo seu nome” (Dt 6,13). O demônio foi vencido e se afastou, porque não tem poder diante da Palavra de Deus.

Não é sem razão que São Pedro disse: “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal. Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus” (2 Pd 1,20-21).

A importância do mês da Bíblia é que o povo brasileiro a conheça melhor e seja motivado a estudá-la com mais profundidade, uma vez que não é fácil compreendê-la, especialmente o Antigo Testamento. A Bíblia não é um livro de ciência, mas sim de fé. Utilizando os mais diversos gêneros literários, ela narra acontecimentos da vida de um povo guiado por Deus, quatro mil anos atrás, atravessando os mais variados contextos sociais, políticos, culturais, econômicos, entre outros. Por isso, a Palavra de Deus não pode sempre ser tomada ao “pé da letra”, literalmente, embora muitas vezes o deva ser. “Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Cor 3,6c), disse São Paulo.

Portanto, para ler a Bíblia de maneira adequada, exige-se, antes de tudo, o pré-requisito da fé e da inspiração do Espírito Santo na mente, sem o que a interpretação da Escritura pode ser comprometida. Mas é preciso também estudá-la, fazer um curso bíblico, entre outros.

A Carta aos Hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma A carta aos hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).

“Vossos preceitos são minhas delícias.
Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24)
“O único consolo em minha aflição
É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50)
“Quão saborosas são para mim vossas palavras,
mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103)
“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho.” (v. 105)
“Encontro minha alegria na vossa palavra,
Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).

Para que a Palavra de Deus seja eficaz em nossa vida, precisamos, pela fé, acreditar nela e colocá-la em prática objetivamente. Em outras palavras, precisamos obedecê-la, pois, ao fazer isso, estaremos obedecendo ao próprio Senhor.

Mas nem sempre a Bíblia é fácil de ser interpretada pelas razões já expostas. É por isso que Jesus confiou a interpretação dela à Igreja Católica, que o faz por meio do Sagrado Magistério, dirigido pela cátedra de Pedro (o Papa) e da Sagrada Tradição Apostólica, que constitui o acervo sagrado de todo o passado da Igreja e de tudo quanto o Espírito Santo lhe revelou e continua a fazê-lo no presente. (cf. Jo 14, 15.25; 16, 12-13).

A alma da Igreja é o Espírito Santo dado em Pentecostes; por isso a Igreja não erra na interpretação da Bíblia, e isso é dogma de fé. Jesus mesmo lhe garantiu isso: “Quando vier o Paráclito, o Espírito da verdade, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16,13a).

Embora seja feita de homens, santos e também pecadores, a Igreja Católica tem a garantia de não errar na interpretação dos assuntos da fé. Entretanto, ela não despreza a ciência; muito pelo contrário, a valoriza tremendamente para iluminar a fé e entender a revelação.

O Vaticano possui a “Pontifícia Academia de Ciências”; em Jerusalém está a Escola Bíblica que se dedica a estudar exegese, hermenêutica, línguas antigas, geologia, história antiga, paleontologia, arqueologia e tantas outras ciências, a fim de que cada palavra, cada versículo e cada texto da Bíblia sejam interpretados corretamente. É a fé caminhando junto com a ciência.

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Felipe Aquino

Professor Felipe Aquino é viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.


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