abr
23

O segredo para ler a Bíblia todos os dias!

Ler a Bíblia todos os dias exige disciplina!

downloadUm grande missionário, homem de Deus, aquele que podemos chamar de um “bom operário” do Reino, revelou-nos seu segredo:

– Leio a Bíblia, trabalho e oro com ela sempre pela manhã; nunca abro exceções.

Perguntaram-lhe então como ele conseguira tanta fidelidade. E ele respondeu:

– Fiz um compromisso comigo mesmo diante de Deus: “Sem Bíblia não tem café”. Houve dias em que não consegui ler a Palavra de Deus e trabalhar com ela logo pela manhã. Mas eu disse para mim mesmo: “Bem, se não tive tempo para a leitura, não tenho tempo para o café… e até logo. E prosseguiu:

– Durante todos esses anos, poucos dias fiquei sem café. Foi uma grande graça para minha vida.

O que funcionou para esse homem de Deus deve funcionar para mim, para você, para qualquer pessoa. Contei várias vezes esse fato. Uma vez, uma pessoa me disse:

– Gostei de sua história: ““Sem Bíblia não tem café””. Mas, para mim, percebi que não funcionaria, porque eu só consigo trabalhar com o Diário Espiritual à noite. Então, mudei a história por minha conta, transformando-a em “”Sem Bíblia não tem cama””. Não foi fácil. Houve noites em que foi preciso lavar o rosto com água fria, dias em que fui obrigado a ler a Bíblia em pé ou andando pela sala para não dormir. Mas não deixei de ler nem de fazer o Diário Espiritual. Uma noite acordei e vi que estava dormindo em cima do diário. Não tive dúvidas: lavei o rosto e terminei o trabalho. Depois, fui para cama. Graças a Deus, não faltei ao meu compromisso: “”Sem Bíblia não tem cama”.

Ouça a pregação: :. A Bíblia foi escrita para você

Parece exagero? Parece. Mas veja bem: só parece. Na vida, ninguém consegue nada sem esforço. Que o digam os artistas e as mães! Logo, para tudo é exigido empenho e luta, em particular neste campo, quando enfrentamos uma tremenda batalha espiritual. A tentação não quer que nos aprofundemos na Bíblia. Muito sutilmente, ela “ajeita” as coisas para que fiquemos sempre na superficialidade. Agora é sua vez. Seja qual for sua hora de trabalhar com a Bíblia e com o diário espiritual, faça-o.

Deus o abençoe!

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

Veja também:

:. Dicas para ler a Bíblia

:. Conheça o “padre Jonas da Bíblia”

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abr
22

Dom Sérgio da Rocha é o novo presidente da CNBB

Arcebispo de Brasília (DF), Dom Sérgio da Rocha vai comandar a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

André Cunha, enviado especial a Aparecida (SP)

Logo na primeira votação, com 215 votos, Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF), foi eleito o novo presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na segunda-feira, 20.

Dom Sérgio da Rccha, eleito como novo presidente da CNBB / Foto: Arquivo - Arquidiocese de Brasília

“Meu agradecimento, meu sentimento de ação de graças a Deus porque tudo é dom e graça de Deus, embora seja uma tarefa muito exigente, mas é sinal da sua misericórdia”. Estas foram as primeiras palavras do novo presidente da CNBB, Dom Sérgio.

Ele também agradeceu ao episcopado brasileiro pelos votos, que considerou como sinais de bondade e confiança. Destacou que o presidente da Conferência Episcopal não governa sozinho, mas conta com apoio dos conselhos de pastoral e permanente, assim como, com a própria Assembleia Geral.

Dom Sérgio disse ainda que, como “servidor da CNBB”, pretende colocar em prática o que vem sendo decidido pela Conferência, inclusive na 53ª AG. “Farei o máximo que posso, mas é claro que confio acima de tudo na graça de Deus e conto com o apoio dos nossos bispos que acabaram de dar essa demonstração bonita de apoio fraterno, mas também de bondade imensa e de confiança em Deus”, disse Dom Sérgio.

E completou: “a Igreja no Brasil é conduzida por Deus. O presidente da CNBB, assim como as outras funções, é apenas servidor da Igreja procurando fazer o melhor possível aquilo que a própria Conferência Episcopal solicitar”.

Biografia (informações da arquidiocese de Brasília)

Dom Sergio da Rocha nasceu na cidade de Matão (Dobrada/SP), em 17 de outubro de 1959, filho de Rubens (+ 2000) e Aparecida Veronezi da Rocha. Foi ordenado diácono na Igreja de Santa Cruz de Matão (SP), em 18 de agosto de 1984, e presbítero na Matriz do Senhor Bom Jesus de Matão (SP), Diocese de São Carlos, em 14 de dezembro de 1984.

Ele é mestre em Teologia Moral pela Pontifícia Faculdade de Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo, e doutor também em Teologia Moral pela Academia Alfonsiana, da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, desde 1997. A formação de Dom Sergio o permitiu assumir a função de presidente da Comissão Episcopal para Doutrina da Fé da CNBB.

Agora, aos 54 anos de idade, Dom Sergio é o 11º bispo a assumir a Conferência. Como presidente, ele tem a missão de manter a comunhão com a Santa Sé e as Igrejas particulares do Brasil, o diálogo e a cooperação apostólica com as demais Conferências Episcopais e a responsabilidade patrimonial e financeira da CNBB.

De padre a arcebispo

Como seminarista, Dom Sergio estudou filosofia no Seminário de São Carlos e teologia na Pontifícia Universidade de Campinas, ambos em São Paulo. A ordenação veio em 14 de dezembro de 1984, dia de São João da Cruz, na Matriz do Senhor Bom Jesus de Matão, na diocese de São Carlos, também em São Paulo.

A nomeação como bispo veio pelas mãos de São João Paulo II, em 13 de junho de 2001. A sagração aconteceu em 11 de agosto do mesmo ano. Na ocasião, Dom Sergio escolheu como lema Omnia in Caritate – Tudo na caridade – inspirado na primeira carta de São Paulo aos Coríntios (1 Cor 16,14).

A missão de epíscopo começou na Arquidiocese de Fortaleza (CE), como bispo auxiliar, e titular da Alba (Itália). Em 31 de janeiro de 2007 foi designado por Bento XVI como arcebispo coadjuntor da Arquidiocese de Teresina (PI), iniciando os trabalhos em 30 de março. Pouco tempo depois, em 3 de setembro de 2008, se tornou bispo metropolitano da mesma Arquidiocese.

Arquidiocese de Brasília

Brasília recebeu Dom Sergio como arcebispo metropolitano em 6 de agosto de 2011. A nomeação foi feita por Bento XVI, em 15 de junho do mesmo ano. Na missa de posse, realizada na Catedral Nossa Senhora Aparecida, Dom Sergio sublinhou a necessidade de construir uma Igreja missionária:

“Queridos irmão e irmãs, vivemos um tempo privilegiado, especial de renovação missionária da Igreja animada pelo espírito de Deus, motivada especialmente pelo Santo Padre, pela Conferência de Aparecida, pelas novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). Nós queremos ser igreja missionária conforme afirma o Documento de Aparecida: ‘Não podemos ficar tranquilos à espera passiva em nossos templos, mas é urgente ir a todas as direções, necessitamos sair ao encontro das pessoas’, nas comunidades, para lhes comunicar e compartilhar o dom do encontro com Jesus. O mandato de Jesus missionário continua a ecoar e se renova na vida desta Igreja de Brasília’”

Com o auxílio de quatro bispos auxiliares, as principais atividades de Dom Sergio em quase quatro anos à frente da Arquidiocese de Brasília foram:

- Visitas pastorais missionárias em cada um dos 15 setores territoriais da Igreja local

- Elaboração do Diretório Pastoral dos Sacramentos

- Reconhecimento pelo Ministério da Educação da Faculdade de Teologia da Arquidiocese (Fateo)

- Implantação da Pastoral do Povo de Rua

- Realização da V Assembleia Arquidiocesana de Pastoral, que elaborou o Plano Arquidiocesano de Pastoral, inspirado nas Diretrizes para a Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil da CNBB.

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abr
20

Papa no Regina Coeli: "Cristãos são chamados a testemunhar"

“Todos nós devemos dar testemunho de que Ele ressuscitou”, disse o Papa Francisco antes da oração do Regina Coeli

Da redação CN Notícias, com Rádio Vaticano

angelus_regina_coeli“Os cristãos são chamados a testemunhar”, afirmou o Papa Francisco antes de rezar a oração do Regina Coeli neste 3º Domingo de Páscoa, 19, aos milhares de fiéis presentes na Praça São Pedro.

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O Papa lembrou que na liturgia do dia, a palavra “testemunha” aparece duas vezes. A primeira, pela boca de Pedro, com a cura do paralítico na porta do templo de Jerusalém: “mataram o Príncipe da vida, mas Deus o ressuscitou dentre os mortos; disso nós somos testemunhas” (Atos 3, 15); e a segunda, quando Jesus ressuscitou diante dos discípulos: “Disso vocês são testemunhas” (Lc 24, 48).

Segundo o Papa, Jesus se apresentou assim para que a sua ressurreição chegasse a todos, mediante o seu testemunho. Logo, disse o Pontífice, todo batizado é chamado a testemunhar, com palavras e vida, que Jesus ressuscitou, que está vivo e presente no meio de seu povo. “Todos nós devemos dar testemunho de que Ele ressuscitou”, acrescentou.

Francisco explicou que “ver, recordar e contar” são três verbos que descrevem a identidade e a missão da testemunha, que “é ainda mais crível quando seu modo de vida é evangélico, alegre e valente, quando não se deixa levar pela comodidade e a vaidade, quando não fica “surdo e cego”, quando interpelada sobre a ressurreição.

“O conteúdo do testemunho cristão não é uma teoria, nem uma ideologia ou um complicado sistema de preceitos e proibições, mas uma mensagem de salvação, um evento concreto, isto é, é uma Pessoa: Cristo Ressuscitado, vivo e único Salvador de todos”, disse o Papa Francisco

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abr
17

Como o cuidado com a aparência física afeta o interior

O cuidado com a aparência física é apenas um detalhe se comparado ao que acontece no interior 

Tenho apenas 1.56 de altura e consegui a proeza de ‘distribuir’ mais de cem quilos neste pequeno espaço. Percebi o estrago depois de feito. Convivi com a obesidade e carreguei 40 quilos a mais por anos da minha vida. Definitivamente, eles não me pertenciam.

a impotancia de cuidar da aparência física

Nesse tempo, eu apenas achava que estava gorda e que a consequência maior disso era o fato de não ter roupas que me servissem. Isso me chateava. Porém, estar gorda agrega outras informações importantes e ocultas que têm o poder de sugar a energia de uma pessoa, desfocando sua visão até fazê-la acreditar que sua força de vontade é fraca, que precisa se esconder do mundo em meio a roupas folgadas e, drasticamente, deixar de viver com intensidade a realização dos seus sonhos, o desenvolvimento do seu potencial, a conquista da dignidade e a autoestima elevada que lhe é devida como ser humano. Sem contar os problemas de saúde que chegam um a um, formando uma coleção, desde os mais simples até os mais complexos e perigosos.

A mudança só aconteceu a partir do momento em que tive consciência do que vivia. Consultei uma médica endocrinologista no período mais crítico da obesidade e, por meio dela, conheci a reeducação alimentar. Processo mágico que me levou a emagrecer e manter-me magra, que me fez conhecer um pouco mais sobre o funcionamento do meu organismo e aprender a respeitá-lo, a conhecer-me e, dessa forma, tratar-me com respeito e o cuidado devido.

A vida mudou. Hoje, sou uma pessoa com perspectiva. Enxergo largos horizontes a minha frente e que dizem respeito a absolutamente todas as áreas da minha vida. Minha aparência física se transformou. As pessoas se surpreendem com isso, mas sublinham a melhora que tive como pessoa. E realmente esse é o ponto mais forte e importante.

A palavra aparência vem do Latim apparentia e significa “surgir, aparecer, mostrar-se”. Ao emagrecer, eu surgi para mim mesma e realmente me surpreendi e continuo a me surpreender diariamente com o que tenho descoberto desde então. O benefício estético foi concreto e amplo, porém, é apenas um detalhe se comparado ao que aconteceu e acontece em meu interior.

Descobri uma força tão grande que, de lá pra cá, nada me parece impossível ou distante. Entendo que se fui corajosa o bastante para cuidar da minha saúde, posso fazer escolhas ainda maiores, as quais me proporcionarão grandes descobertas; afinal de contas, não estou aqui por acaso. Há um propósito, e quanto mais eu lutar por mim e me conhecer, mais claro esse propósito será e mais força terei para realizá-lo.

Com isso, não quero dizer que, enquanto estava obesa, não tinha propósitos; tinha-os, porém estavam voltados para tudo o que era externo, e isso me afastava da minha própria essência. Havia busca por melhora, mas praticamente todas as tentativas foram frustradas, pois buscava algo que não tinha a ver com minha real necessidade. Queria ser como as outras pessoas, ter o corpo como o delas. E isso tudo pela falta de conhecimento sobre mim.

De uma coisa eu tenho certeza: não dá para evitarmos o encontro com nós mesmos, embora isso não seja tarefa fácil. É doloroso reconhecer a própria verdade. Por outro lado, é impossível mudar e crescer acreditando que não dá pra ser diferente e seguir fazendo exatamente as mesmas coisas. É preciso assumir riscos, abrir mão do que é seguro para se superar. Eu já sofria sendo gorda, doente e totalmente sem esperança. Não sei dizer o que é pior. O que sei é que cuidar da saúde e, consequentemente, da aparência física foi um ótimo começo para a mudança de vida.Como o cuidado com a aparência física afeta o interior

Arrisque mudar! Tome consciência sobre sua vida. Corresponda aos indícios que sua aparência interior tem apresentado com sutileza. Busque qualidade de vida, você merece isso. Dê atenção às suas expectativas e descubra que elas são muito mais reais e possíveis do que a falsa segurança que você tem na forma que tem vivido até agora. Mexa-se e dê o devido valor à sua aparência física, porque ela vai muito além daquilo que se vê. Tenha um ótimo trabalho de descoberta e superação!

Márcia Ribas

Márcia Ribas é formada em Comunicação Social (Rádio e TV), pós graduada em Counseling –  “a via intermediária entre o psicoterapeuta e o cabeleireiro”. Com o desejo de usar da beleza e autoestima para ajudar as pessoas no processo de uma busca autônoma de solução ou transformação em suas vidas, Márcia criou um blog que relata sua experiência ao emagrecer quarenta quilos através de reeducação alimentar e atividade física. Em seu blog relata como foi altamente impactada ao descobrir o valor de ser gente, única e digna de cuidado, atenção e amor próprio. Página pessoal da autora: marciaribas.com.br

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abr
14

Dia 16 de abril: Maratona de Oração!

Em celebração à Festa da Divina Misericórdia que aconteceu no último dia 12,  a Rádio Canção FM em Brasília, promove pela sexta vez,  a Maratona de oraçãonesta quinta-feira dia 16 de abril, na capital Federal.

A Maratona de Oração nasceu de uma inspiração, 24 horas com Padres rezando ao vivo nos estúdios da Rádio. Toda Maratona tem um tema principal. Nesta Edição tema escolhido é: “Misericórdia, fonte de milagres”.

É um dia de graça para todos que acompanham! E à partir da meia noite do dia 16, você já pode sintonizar e rezar conosco durante as 24 horas de oração!

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abr
14

Dez dicas de cura interior!

Dez dicas de cura interior, para você fazer uma reflexão de vida, são propostas pelo saudoso padre Léo no livro ‘Gotas de cura interior’

1. A cura interior, muito mais do que um objetivo a ser alcançado ou uma meta a ser conquistada, é consequência do nosso jeito de viver. Cura interior é fruto e, como tal, precisa ser cultivada. E como vivemos num mundo desértico e árido, precisamos ter a sabedoria de gotejá-la todos os dias.

coração-300x2112. Na vida, precisamos aprender a celebrar as vitórias, sejam elas pequenas ou grandes. Cada passo vivido precisa ser degustado, saboreado e festejado. Não podemos ficar esperando para celebrar somente as grandes conquistas. Aliás, sem a celebração dos pequenos êxitos conquistados perdemos o sabor das grandes vitórias. Cada pequeno sucesso celebrado é semente para os grandes feitos almejadas.

3. O pessimismo do mundo moderno acaba contaminando nosso coração. Tornamo-nos especialistas em ressaltar o que é negativo e o alimentamos por meio das notícias e conversas. Enfocamos o negativo com lente de aumento, e com isso nos especializamos naquilo que não presta. É preciso educar-se para as conquistas, para o belo e positivo. A celebração de cada etapa vivida e conquistada nos ajuda nesse processo.

4. A celebração das vitórias tem também um aspecto muito importante, que precisa ser ressaltado cada vez mais: aprender a compartilhar nossas conquistas. Vitória que não é compartilhada não pode ser assim chamada. A celebração das conquistas nos ajuda a nos prepararmos para vencer novos desafios.

5. Feliz aquele que tem com quem compartilhar suas tristezas e dores. Mais feliz ainda aquele que tem com quem compartilhar suas alegrias. O amigo verdadeiro é aquela pessoa diante de quem podemos nos revelar por inteiro. Muita gente tem medo de partilhar suas vitórias;  outras, nem mesmo têm com quem dividi-las. O outro parece sempre ser uma ameaça. Como vivemos numa constante competição, parece que ser feliz ofende os outros. Acreditar na felicidade é um bom caminho para encontrá-la, é uma trilha segura para construí-la.

6. Um coração curado sabe que a alegria verdadeira não está naquilo que temos ou conquistamos, mas na qualidade de nossos relacionamentos. O que não pode ser partilhado não merece ocupar lugar nenhum em nossa vida.

7. Para compartilhar a felicidade é preciso optar pela alegria. Divertir-se corretamente não é pecado. O grande pecado é não saborear a vida. É preciso ter seriedade suficiente para ser alegre e brincalhão. Uma boa piada, na hora certa, tem um lindo poder restaurador em nosso coração. Rir e ajudar os outros a rir é um dos mais eficientes e eficazes remédios para a cura interior. Quem aprendeu a sorrir saberá chorar na hora certa, diante das pessoas e das situações adequadas.

8. No processo de cura interior, é fundamental não perder tempo nem energia com bobagens. Cada vez que nos entristecemos devemos nos perguntar: é algo realmente sério? Será que esse fato merece a atenção que estou dando a ele? Não estou atribuindo um peso excessivo ao que a pessoa me falou ou me fez? Quanto tempo vou continuar alimentando essa tristeza em meu coração?

9. Todos nós estamos sujeitos a muitos erros e falhas. Ninguém está vacinado contra os dissabores da vida. Portanto, ficar remoendo o passado gesta o rancor, que é sempre prejudicial a nós e aos outros. A raiva emburrece a pessoa. O ressentimento bestifica. É preciso aprender a perdoar aos outros e a nós mesmos. O rancor produz medo de começar de novo. Viver é correr riscos sempre. Amar é um risco consciente; a vida é imprevisível! Só quem tem coragem de se arriscar saberá saborear a alegria das vitórias.

10. É preciso estar aberto ao novo. Não devemos temer coisas novas, pessoas, comidas ou culturas novas. Triste de quem viaja para outros países, mas logo procura um restaurante com comida típica de seu país. Então, para que viajar? É preciso deixar-se impregnar pela cultura e pelos costumes locais. Ao menos para conhecer é preciso saborear. Se a outra pessoa daquele país gosta de tal alimento, por que não posso me arriscar? Abrir-se ao novo pode ser o começo de uma experiência muito interessante.

Fonte: Livro “Gotas de cura interior” – Padre Léo

Adquira em nossa Loja Virtual:

Livro: 01.01080Gotas de cura interior

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abr
10

12/04, Domingo da Divina Misericórdia!

Neste Domingo da Divina Misericórdia somos chamados a renovar a nossa fé, como o apóstolo São Tomé. Esta fé, no entanto, não é uma fé genérica. Devemos crer na misericórdia que se manifesta no Mistério Pascal: paixão, morte e ressurreição. Jesus recorda a Santa Faustina que os demônios sabem de outros atributos de Deus, mas a misericórdia é uma característica na qual eles não conseguem crer.

Esta incredulidade é uma verdadeira ferida no coração de Jesus. Por isto Nosso Senhor pede a Santa Faustina a instituição da festa da Divina Misericórdia. Nela os pecadores devem se aproximar com confiança do coração misericordioso que nos lava de nossos pecados (raio de luz branca – água) e nos imerge no amor de Deus (raio de luz vermelha – sangue).

“Oh! Como Me fere a incredulidade da alma! Essa alma confessa que sou Santo e Justo e não crê que sou Misericórdia, não acredita em Minha bondade. Alegra-se o Meu Coração com esse título da Misericórdia. Diz que a Misericórdia é o maior atributo de Deus. Todas as obras das Minhas mãos são coroadas pela misericórdia”. (Santa Faustina Kowalska, Diário. A Misericórdia Divina na minha alma, Editora Mãe da Misericórdia, Curitiba, 201140).

O Bem-aventurado João Paulo II, seguindo as indicações de Jesus a Santa Faustina, não somente instituiu a festa, mas concedeu indulgência plenária aos fiéis neste domingo:

“Concede-se a Indulgência plenária nas habituais condições (Confissão sacramental, Comunhão eucarística e orações segundo a intenção do Sumo Pontífice) ao fiel que no segundo Domingo de Páscoa, ou seja, da “Misericórdia Divina”, em qualquer igreja ou oratório, com o espírito desapegado completamente da afeição a qualquer pecado, também venial, participe nas práticas de piedade em honra da Divina Misericórdia, ou pelo menos recite, na presença do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no Tabernáculo, o Pai-Nosso e o Credo, juntamente com uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso (por ex., “Ó Jesus Misericordioso, confio em Ti”). (Decreto da Penitenciaria apostólicas, Anexadas indulgências aos atos de culto, realizados em honra da Misericórdia Divina, 29 de junho de 2002)

“A misericórdia é a compaixão que o nosso coração experimenta pela miséria alheia, que nos leva a socorrê-la, se o pudermos” (Santo Agostinho, De civitate Dei, IX, 5).

“Ser misericordioso é próprio de Deus e é pela misericórdia que ele principalmente manifesta a sua onipotência. Em relação ao que possui, a misericórdia não é a maior das virtudes, salvo se ele for o maior, não havendo ninguém acima dele, e todos lhe sendo submissos. Pois quem tem superior, é maior e melhor unir-se a ele do que suprir as deficiências do inferior. Eis porque, para o homem, que tem Deus como superior, a caridade que o une a Deus, é maior que a misericórdia” (Santo Tomás de Aquino, Suma Teológica, II-II, 30, 4).

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abr
09

Pe Chrystian Shankar faz um convite para você!

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Conheça um pouco sobre Padre Chrystian Shankar: Padre Chrystian Shankar de Oliveira Lima, filho do sr. José Emílio de Castro Lima e da sra. Ana Maria de Oliveira, nasceu em Itaúna (MG), no dia 14 de agosto de 1975. É o primeiro filho de uma família de dois irmãos. Seu irmão é Samuel de Oliveira Lima (Fisioterapeuta – Itaúna). Desde pequeno mostrou sinais de vocação sacerdotal. Entrou para o Seminário Propedêutico da Diocese de Divinópolis em 1998. Cursou Filosofia no Seminário Arquidiocesano de Mariana e Teologia no Instituto Dom João Resende Costa na PUC em Belo Horizonte. Foi ordenado sacerdote em 27 de agosto de 2005, por imposição das mãos de Dom José Belvino do Nascimento (bispo diocesano). Desde o tempo de seminário, desenvolvia um grande trabalho de evangelização com palestras, encontros e retiros. Foi vigário paroquial em Carmo do Cajuru (Paróquia Nossa Senhora do Carmo) durante dois anos. Atualmente é pároco do Santuário Nossa Senhora Aparecida em Divinópolis (MG). Suas pregações, sempre animadas e ilustradas de muitas histórias, agradam a todos que buscam uma palavra de conforto e esperança baseada na Sagrada Escritura. Celebra todas as quartas-feiras a “Missa da Família”, que tem reunido mais de 10 mil pessoas!

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abr
07

Quando vou rezar de verdade?

O tempo, o exercício diário, a determinação e outros ingredientes desta grandeza serão sempre requisitos indispensáveis pra quem deseja aprender a rezar.

Entretanto, nada como a ausência de sentidos para gerar em nós alguém com sede de Deus. Essa ausência acontece quando não temos vontade de rezar, não temos prazer na oração, mas, assim mesmo, rezamos. É quando nos dirigimos a Deus somente com a força da alma que sabe que tem sede. Quando vamos à capela por causa de Jesus Cristo e não por nossa causa, quando não existe sentido, quando não enxergamos luz alguma, apenas sabemos que Ele está lá. É assim que começamos a rezar de verdade!

Se os sentidos começaram a desaparecer, parabéns! A vida real, em Cristo Jesus, está começando!

Com orações, Ricardo Sá

Reze com Ricardo Sá, orações para cada situação da sua vida! 

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abr
06

O amor do Ressuscitado aplaca todo medo da nossa alma!

Não tenhais medo. Ide anunciar a meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão” (Mateus 28, 10).

Hoje, na segunda-feira da Oitava da Páscoa, é Páscoa em todo o mundo, é Páscoa para o nosso coração e nossa vida. Contemplamos o Cristo vivo, o Cristo Ressuscitado, que se manifesta às primeiras testemunhas: a Seus discípulos, a Madalena e àqueles que têm o primeiro encontro com Ele, primeiro com o túmulo vazio, depois com Ele vivo, em carne, osso, Espírito e em toda a Sua divindade.

É a Ele a quem nós adoramos, proclamamos e exaltamos porque Cristo está vivo e Ressuscitado para a glória de Deus. A primeira ordem do Cristo Ressuscitado: “Não tenhais medo!”.

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Sabem, meus irmãos, quando a morte é vencida e destruída, porque ela é a coisa mais misteriosa, dolorosa e enigmática para aqueles que não conhecem a graça e o poder de Deus, o homem talvez possa adiá-la e tentar viver um pouco mais, mas a verdade é que da morte ninguém escapará. A morte que, para alguns, pode representar um fim e uma tristeza incansável; para nós, é vitória, é participação e porta de entrada para a glória do Senhor. E o Cristo, que hoje aparece e se manifesta a nós, é o Cristo que venceu o último inimigo, este último inimigo se chama morte.

Uma vez que a morte foi vencida não existe mais nada neste mundo que a graça de Deus não possa vencer! É por isso que Ele nos diz: “Não tenhais medo!”. O medo, quando entra em nós, obscurece o nosso coração, a nossa vontade, nos faz tremer por dentro e nos faz desconfiar de tudo. O medo nos apavora, tira a nossa alegria de viver, suscita tristeza e desconfiança. Ao passo que, quando somos envolvidos pela certeza plena de que Deus venceu a morte, o medo já não tem mais poder sobre nós! Por isso é como se o Senhor nos dissesse: “Sem nenhum medo, ide agora anunciar [o Evangelho] aos meus irmãos!”.

Uma vez que o medo foi vencido e a incredulidade já foi deixada de lado, é preciso ir proclamar, anunciar e dizer a todos que a razão da nossa vida está viva, que a nossa vida tem sentido, tem sabor, tem esperança! Que a nossa vida tem jeito; e o jeito quem dá à nossa vida é Deus! É Ele quem traz, na ressurreição gloriosa do Seu Filho Jesus, o sentido e a razão de que a nossa vida precisa.

Quero, olhando para o Cristo vivo, glorioso e Ressuscitado, desejar que todo medo, que, às vezes, apavora a nossa vida, nossa casa, nossa família e os nossos; o medo que gera inseguranças, incerteza e nos apavora com as doenças, as enfermidades e a morte, desapareça.

Quando o medo é vencido Deus é pleno em nós; quando o medo vai nos vencendo a graça de Deus vai se esvaziando em nós.

Que a graça de Cristo cresça, que o medo diminua até morrer de vez, porque uma vez que estamos em Deus nada mais vai nos apavorar. Por isso esperamos o nosso encontro definitivo com Ele, quando não haverá mais morte, não haverá mais dor, não haverá mais tristeza porque Ele mesmo vai enxugar todas as nossas lágrimas.

Enquanto caminhamos como peregrinos rumo à pátria definitiva e celeste, deixemo-nos ser envolvidos pelo amor do Ressuscitado, que cura e aplaca todo medo da nossa alma!

Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo

Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.

 

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