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26

A importância de sermos afetuosos nos relacionamentos!

Envolver com afetos uma pessoa pode ser um gesto para salvar uma alma

Vivemos em tempos de medo! Muito do que empreendemos tem por razão o zelo pela nossa segurança. Os homens querem cercar-se de garantias para estar a salvo: da vida afetiva, profissional e econômica à integridade física.

É tanta cautela, que todos esses procedimentos tomados têm cada vez mais afastado as pessoas e formado um ser humano desequilibrado e frio. São grades que engaiolam crianças, blindagens contra a liberdade, ensinamentos que não transmitimos por medo de perder o cargo, mãos que não selam acordos. Estamos nos condicionando a ter o mínimo de contato com o ser humano.

Somos seres dotados de afetividade. Afetividade é o que afeta, interfere no íntimo da pessoa. O gênero humano tem por aspiração o ser comunitário. Precisamos viver juntos, necessitamos uns dos outros.

Sentimentos e afetos são parte do todo do ser humano. São faculdades que proporcionam cor e intensidade a cada momento e circunstância da nossa vida e trazem significado em nosso interior sobre pessoas e acontecimentos. Juntamente com o lado racional, as emoções também são alicerces para tomadas de decisão.

formacao_a-importancia-de-sermos-afetuosos-nos-relacionamentos-600x450Daí, a importância de cultivarmos boas emoções, estarmos sadios afetivamente. E isso acontece por meio do relacionamento, das conversas, da procura da concórdia, dos gestos que demonstram carinho e consideração. Contudo, depois daquele agradável encontro ou ao ser gerada uma boa impressão a respeito de alguém, quando entendemos que amamos e somos amados, o que vem a ser o penhor e coroar todo tipo de relacionamento são as diversas formas de contato, como o toque, o aperto de mãos, o abraço, o beijo, o afago, entre outros. Gestos muito importantes na construção de nossa afetividade, que geram homens e mulheres sadios emocionalmente, pois ao sentirmos o amor pelo calor humano conectamos a impressão psicológica e espiritual ao que experimentamos fisicamente.

Então, a partir daí, todo gesto de amor que recebemos pode ser sentido pelas três instâncias do ser: física, psíquica e espiritual. Um exemplo é quando um indivíduo sabe que sua família o ama pelas palavras proferidas ou pelo sustento que lhe é garantido, mas se não há o carinho físico, fica faltando uma dimensão.

O amor manifestado para o todo (três dimensões) do ser humano gera segurança e autoconfiança. Sentir a mão de quem amamos nos passa a sensação concreta de porto seguro. Dá uma percepção palpável do amor que antes intuímos pelo lado racional e na alma.

Jesus tocava os doentes e abraçava as crianças e, um dia, disse ao fariseu que O convidou para jantar: “Não me deste o ósculo (beijo); mas esta, desde que entrou, não cessou de beijar-me os pés” (Lc 7, 45). Em referência àquela pecadora que, em seu gesto, demonstrou um amor no qual o anfitrião não o manifestava (cf. Lc 7, 47). Da mesma forma os apóstolos também tocavam nos enfermos e assim ministravam a cura “quando impuserem as mãos sobre os doentes, estes ficarão curados” (cf. Mc 16, 17-18).

Quem sabe hoje não precisemos abraçar alguém que há muito não trazemos para perto do coração e deixemos calar as mágoas passadas num gesto que é imprescindivelmente humano? Talvez até pessoas da nossa família, de dentro de nossa casa que há tempos não sentimos o calor nem o perfume, porque não mais nos aproximamos.

Diminuamos as distâncias e construamos pontes de amor que nos liguem a outras pessoas. Não tenhamos medo de apertar a mão ou envolver com um abraço aquele(a) que não é ainda parte do nosso círculo de amizades. Este gesto pode salvar uma alma. Há muita gente por aí precisando de um abraço, nos hospitais, prisões, asilos ou talvez no trabalho, na escola, alguém que esteja próximo fisicamente de nós. Vidas gritam por isso!

Um grande abraço a você! Deus o abençoe!

Sandro Arquejada

Sandro Aparecido Arquejada é missionário da Comunidade Canção Nova. Formado em administração de empresas pela Faculdade Salesiana de Lins (SP). Atualmente trabalha no setor de Novas Tecnologias da TV Canção Nova. É autor do livro “Maria, humana como nós” e “As cinco fases do namoro”. Também é colunista do Portal Canção Nova.

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mai
25

Pentecostes: uma vida sob a ação do Espírito!

Quando falamos da vida segundo o Espírito, não devemos imaginar uma vida fora da realidade

O Pai ama por meio do Filho (cf. Jo 10,17) e derrama o Seu Espírito, o Defensor, para que permaneça com os Seus (cf. Jo 14,16), ou seja, é um dom de Deus para toda a humanidade. Desde os primórdios, os padres da Igreja ensinam que esta nasceu no Espírito Santo doado por Cristo no alto da cruz, e também no cenáculo em Pentecostes. O Pentecostes, narrado no livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 2, é o mais famoso relato sobre Sua vinda, porém houve outros Pentecostes (Atos 4,31; 8,16-17; 11,44-48).

A Igreja nasceu no Espírito. Ela é movida, sustentada, guiada por Ele. Enfim, sem o Espírito Santo fica difícil pensar em Igreja, assim também nos membros dela. Nós não podemos e não conseguiremos viver sem o sopro do Espírito.

Pessoa-orando-1O Espírito Santo é invocado nos sacramentos. Como é maravilhoso perceber que, nas fases da vida cristã, recebemos essa força do Senhor! No batismo, somos batizados em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Quando somos perdoados no sacramento da penitência, somos perdoados pelo Espírito enviado do Pai e do Filho, e assim todos os sacramentos são realizados pela ação do Espírito.

Quando falamos da vida segundo o Espírito, não devemos imaginar uma vida fora da realidade, desvinculada de si mesma; aliás, a vida humana é composta pela realidade física, biológica, psíquica e espiritual. Nenhuma deve ser descartada, pois o ser humano é um todo. Devemos ter bem claro isso: somos um conjunto, mas precisamos reconhecer que, quando a vida espiritual vai mal, as outras realidades acabam indo mal; e quando se vive uma espiritualidade sadia, consegue-se superar o males físicos, biológicos e psíquicos. Quando há saúde espiritual, os males em outras áreas podem não ser sanados, mas superados pela força do Espírito. O mal físico e a violência podem nos impedir de caminhar alguns metros e nos limitar, enquanto o Espírito nos leva a distâncias longínquas, porque n’Ele somos livres.

Hoje, sem dúvida, temos de valorizar a vida espiritual, uma vida segundo o Espírito de Deus. Em nosso tempo, uma das grandes dificuldades que as pessoas vivem é uma vida sem sabor, sem sentido, uma vida de erros, à qual chamamos de pecado. Uma vida sem o auxílio do Alto é fadada ao fracasso, susceptível às doenças psíquicas e físicas. Quantas pessoas doentes no espírito, quantas pessoas perdidas! Quantas pessoas vão à igreja, mas, desanimadas, não conseguem se levantar ou possuem dificuldades para fazer isso?

Veja mais:

:: Como receber o Espírito Santo?
:: Relacionar com o Espírito Santo

Tanto para as pessoas que estão na igreja quanto para as que não estão fica o convite: precisamos ter uma vida no Espírito para que todos sejamos saudáveis, fortes, esperançosos, para que não desanimemos frente às limitações humanas e aos poderes do mal.

Essa vida segundo o Espírito é vivida sob a orientação de Deus, sob a moção divina. Mas como a conseguir? É possível, por meio de uma vida de oração, ter contato com Deus, onde o Espírito Santo é o que nos impulsiona, é o que nos esclarece e ordena, é Aquele que nos faz perseverar e entender as situações. E mesmo que não as entendamos, Ele nos dá esperança, sentido à nossa vida. Os dons do Espírito nos ajudam no dia a dia.

Nós devemos buscar uma vida em Deus não só nos momentos difíceis, pois todo o tempo estamos sendo testados. Somos chamados, a cada momento, a dar uma resposta coerente, segundo o Cristo. Graças a Deus, existe um caminho que podemos percorrer para não nos perdermos: a Igreja Católica Apostólica Romana, pois esta já fez e faz um caminho sob a orientação do Espírito Santo.

Jesus, como narra e evangelista João, soprou sobre os discípulos o Espírito Santo (Jo 20,22). O Paráclito não foi derramado sobre um, mas sobre todos os discípulos, sobre a primeira comunidade reunida, a Igreja. Assim, eles se tornam apóstolos, e, encorajados pelo Sopro Divino, anunciam, com ousadia, o Cristo Ressuscitado. Quando surgiam os problemas e as dúvidas, os apóstolos podiam contavam uns com os outros. Pedro até poderia, como o primeiro, decidir, mas tomava a decisão junto com os apóstolos. Um exemplo é a eleição dos diáconos (Atos 6,1-6). Já no capítulo 15 de Atos, Paulo e Barnabé, em Antioquia, encontraram dificuldades com alguns cristãos judeus e foram tratar do assunto em Jerusalém. Esse é o primeiro concílio da Igreja.

A Igreja é mãe e mestra, afinal, são “apenas” dois mil anos de experiência, de acertos e erros. Nós aprendemos e somos educados por ela. Quando digo que vivemos movidos pelo Espírito, digo que somos movidos pelas orientações da Igreja. O Espírito nos orienta quando nos colocamos em oração, quando temos sensibilidade para realizar algo; principalmente quando tudo isso está dentro daquilo que a Igreja aprova e nos orienta.

Veja mais:

:: Ser amigo do Espírito Santo
:: Os sete dons do Espírito Santo

Por fim, uma vida segundo o Espírito é uma vida no Espírito Santo, seguindo Suas orientações numa comunhão com a Igreja, a qual nos leva a discernir entre o certo e o errado, ajuda-nos a fazer a vontade de Deus e nos orienta em todos os momentos da nossa vida, principalmente quando nos impulsiona a viver a caridade. A vida segundo o Espírito nos faz pessoas melhores não para nós mesmos, não para nos sentirmos bem, mas ela nos leva ao necessitado, nos faz desprendidos das coisas terrenas, livres para servir aos outros e amá-los.

Deus seja louvado!

Padre Marcio

Padre Márcio do Prado, natural de São José dos Campos (SP), é sacerdote na Comunidade Canção Nova. Ordenado em 20 de dezembro de 2009, cujo lema sacerdotal é “Fazei-o vós a eles” (Mt 7,12), padre Márcio cursou Filosofia no Instituto Canção Nova, em Cachoeira Paulista; e Teologia no Instituto Mater Dei, em Palmas (TO). Twitter: @padremarciocn

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mai
22

Clip da semana: "Vou confiar" Dunga e Ticiana Sousa

Vou Confiar

O sol vai se pondo,
Mais um dia vai chegando ao fim,
A chama da esperança ainda queima no coração,
A estrada é muito longa, mas a vida não acabou,
Eu sei, meus olhos não enxergam a vitória!
Mas, existe um Deus de amor
Que me ensina a não perder a fé,
Pois mesmo se a fé é pequena, Milagres acontecerão!

Vou confiar no Deus da aliança!
Que abriu o mar vermelho,
Quando não havia mais saída!
Vou confiar no Deus que nos deu Seu Filho,
Para nos salvar! E nos deu a aliança eterna! Vou confiar!

Realização: DAVI e TV Canção Nova
Direção, roteiro e edição: Céci Portugal
Produção: Vivian de Paula
Imagens: Cristiano Longuine
Gravadora Canção Nova

 

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mai
20

Escolha bem o que seu filho assiste!

Fazer escolhas durante o processo de crescimento dos filhos faz parte do papel dos pais. Toda escolha pressupõe avaliar os pontos fortes e fracos, e optar pelo melhor. Quando se fala em TV, temos de reconhecer que, muitas vezes, ela é um instrumento de aprendizagem, de companhia e de conhecimento sobre culturas diferente, o que provoca nas crianças aumento no repertório da linguagem, da cognição e das brincadeiras.

formacaotv2A TV não traz apenas vantagens. Temos vivenciado os efeitos negativos, que, muitas vezes, são superiores aos benefícios, que afetam a saúde física, mental e emocional, social e familiar. Por exemplo, as crianças acabam imitando os comportamentos sexuais e os padrões de beleza que são prejudiciais à vida emocional atual e futura delas, por não terem maturidade para analisar e filtrar o que estão assistindo.

A televisão também pode comprometer a saúde física, quando causa obesidade devido a um certo tipo alimentação, quando comemos diante da TV, beliscamos por ociosidade ou quando esta alimentação não está de acordo com a idade. A TV também nos prejudica pela falta de atividades físicas.

O excesso de horas diante do televisor e dos jogos também pode nos levar ao isolamento, à agressividade e a redução da comunicação, afetando a vida familiar e social. Diante da tela, somos expectadores; ela não exige de nós relacionamento ou interação.

Diante do exposto, alguns pais tomam uma posição radical de tirar a TV de dentro de casa, mas para que isso não seja preciso, segue algumas dicas:

Comece estabelecendo regras e seja rigoroso no princípio, até que os hábitos sejam formados. Um deles é controlar o tempo que as crianças poderão assistir à programação e estabelecer os horários que eles não poderão, como no momento da refeição, por exemplo.
Desligar a TV e aproveitar para ler um livro ou jogar em família também ajuda a integração familiar e cria hábitos saudáveis.

É preciso escolher os programas que eles podem ver. Não deixe que a insistência dos filhos abale o seu controle sobre o que podem assistir. Gravar programas pode ser uma boa, porque você pode escolher aqueles que são calmos e tranquilos, que não fira os valores da família e cujos aprendizados valem a pena. Atenção especial ao tipo de desenhos que desenvolve comportamentos agressivos e que contem mensagens subliminares.

Ações feitas em conjunto, seja de lazer, esporte ou alimentar trazem o sentido de união e importância. Com a TV o mesmo acontece: assistir aos programas juntos permite que você acompanhe o que eles gostam e mostra que tem interesses comuns. Conversar sobre o que viram pode ser um excelente pretexto para repassar valores, conhecimentos e lições de vida que são importantes para a formação moral deles.

Uma reflexão: qual é o lugar que as crianças mais frequentam? Essa resposta mostrará qual o ponto central de encontro da família no seu lar.

Ângela Abdo

Ângela Abdo é coordenadora do grupo de mães que oram pelos filhos da Paróquia São Camilo de Léllis (ES) e assessora no Estudo das Diretrizes para a RCC Nacional. Atua como curadora da Fundação Nossa Senhora da Penha e conduz workshops de planejamento estratégico e gestão de pessoas para lideranças pastorais

 

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mai
19

"Seja nosso sócio. Seja meu sócio", pede monsenhor Jonas!

A Canção Nova, como Igreja, tem uma única missão: preparar os fiéis para a segunda vinda de Cristo, levando-lhes palavras de vida eterna e de encorajamento e denunciando as práticas do mal durante seus programas, conteúdos, eventos e produtos do Sistema Canção Nova de Comunicação.

Uma realidade cada vez mais próxima em nosso país é o fim da transmissão analógica da TV aberta e a implantação do sinal digital. Com a nova tecnologia digital toda a programação nacional das TVs brasileiras será exibida em alta definição com imagem e som com maior qualidade. Contudo, a digitalização de um Sistema de Comunicação, além de dispendiosa, complexa e lenta, gera muitos custos extras, por isso agora, mais do nunca, precisamos de você, sócio evangelizador! Por exigência do Governo Federal, a Canção Nova precisa atender os prazos estipulados para a implantação do sistema digital, que se encerram em 2016.

Monsenhor Jonas Abib, ao presidir a Santa Missa no dia 14 de maio, falou sobre a digitalização da TVCN. Confira sua mensagem:

“Ou digitaliza em todas as retransmissoras que ela [TV Canção Nova] tem em suas cidades, em nossas centrais, ou não teremos a televisão. Pois vai chegar um dia, em 2016, que naquela data, ou está digital ou sai do ar […]. Preciso de você, meu sócio, para evangelizar, especialmente pelos meios de comunicação, porque uma multidão de pessoas precisa”.

“Tudo que faço é por sua causa para que você seja bem evangelizado”, afirma monsenhor Jonas Abib

Contamos com sua ajuda!

Clube da Evangelização
Sua fé transforma vidas!

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Neste mês de maio temos a Missa do Clube aqui na Missão Canção Nova em Brasília! Reze conosco!

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mai
18

Dicas de como lidar com pessoas difíceis no trabalho

mal-comportamentoO sonho de ter o melhor emprego do mundo, muitas vezes, acaba quando nos deparamos com pessoas difíceis no ambiente onde estamos

Quem dera nosso local de trabalho fosse um ambiente formado por pessoas que aceitassem nossas opiniões, andassem sempre bem humoradas, com vontade de produzir, fossem flexíveis e ponderadas em suas atitudes, sem reclamações e dentro da mais perfeita harmonia. Quem dera…

Vez ou outra, deparamo-nos com aquele colega orgulhoso, o sabe-tudo, o interesseiro; tem também o bajulador, o que empurra serviço para o outro, o invejoso, o ciumento, o explosivo… Enfim, pessoas que julgamos ser realmente complicadas de lidar e que, diariamente, criam conflitos com os demais.

Quando um problema desse tipo é diagnosticado, o jeito mais comum de agirmos é ignorando, acreditando ser uma situação passageira, que logo terá fim. Com o passar do tempo, pouca mudança é percebida e a solução correta do fato fica de lado. Fingir que nada está acontecendo e continuar sofrendo as consequências sem nenhuma atitude só contribui para crescer aquele “monstro” dentro de nós. E vamos fazer o quê? Arrumar mais confusão? Isso é problema nosso?

O bom senso é a chave para entrar num caminho delicado e renovador. Resolver problemas não é tarefa agradável, por isso tantas pessoas se esquivam deles. Desejamos que os outros já cheguem até nós prontos, sem defeitos nem ajustes. Culpamos a todos e nunca paramos para pensar sobre nossas próprias atitudes. Temos de nos livrar de certos preconceitos e tentar entender os que estão ao nosso redor para os auxiliar. A melhora pode partir de quem está incomodado e não de quem incomoda.

O individualista não percebe que está centralizando as tarefas nele, impedindo o trabalho em equipe. O explosivo grita, responde de modo ríspido às ordens, sem compreender o quanto está causando mal aos que estão a sua volta. Mostrar-lhes que atitudes como essas não colaboram para um ambiente sadio de trabalho é de extrema necessidade. Não cabe somente ao líder tomar essa iniciativa. Se você faz parte desse grupo e se sente prejudicado, fale. Com respeito e ponderação, uma boa conversa é libertadora.

Fuja da armadilha do “toma lá, dá cá”, de ficar buscando formas de “dar o troco” a quem tira sua paciência. Concentre sua atenção em observar seus colegas, tentando buscar formas de evoluí-los. Evite responder às provocações, estimular fofocas e comentários na ausência do outro, respire fundo e só depois fale.

A oração da serenidade nos ensina:
“Concedei-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar aquelas que posso e sabedoria para distinguir umas das outras”.

Ioná Piva

Atualmente é professora dos cursos de Comunicação Social da Faculdade Canção Nova (Jornalismo e Rádio e Televisão). Mestranda do programa de pós graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista, cuja linha de pesquisa é: Inovações Tecnológicas na Comunicação Contemporânea.

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mai
15

Vamos rezar? Novena de Pentecostes!

Nos preparemos para a Festa de Pentecostes rezando durante nove dias esta oração, clamando os dons do Espírito Santo sobre nós, nossas famílias e sobre toda a Igreja!

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

VENI CREATORnovena

Oh vinde, Espírito Criador, as nossas almas visitai.
E enchei os nossos corações om vossos dons celestiais.
Vós sois chamado o intercessor, do Deus excelso o Dom sem par,
a fonte viva, o fogo, o amor, a unção divina e salutar.
Sois doador dos sete dons e sois poder nas mãos do Pai,
por Ele prometido a nós, por nós seus feitos proclamais.

A nossa mente iluminai, os corações enchei de amor.
Nossa fraqueza encorajai ,qual força eterna e protetor.
Nosso inimigo repeli, e concedei-nos vossa paz;
Se pela graça nos guiais, o mal deixamos para trás.
Ao Pai e ao Filho Salvador, por vós possamos conhecer.
Que procedeis do seu amor, fazei-nos sempre firmes crer. Amém.

Vinde, Espírito de Sabedoria!
Instruí o meu coração para que eu saiba estimar e amar os bens celestes e antepô-lo a todos os bens da terra. (Glória ao Pai…)

Vinde, Espírito de Inteligência!
Iluminai a minha mente para que entenda e abrace todos os mistérios e mereça alcançar um pleno conhecimento Vosso, do Pai e do Filho. (Glória ao Pai…)

Vinde, Espírito de Conselho!
Assisti-me em todos os assuntos desta vida instável, tornai-me dócil às Vossas inspirações e guiai-me sempre pelo direito caminho dos divinos mandamentos. (Glória ao Pai…)

Vinde, Espírito de Fortaleza!
Fortalecei o meu coração em todas as perturbações e adversidades e dai à minha alma o vigor necessário para resistir a todos os meus inimigos. (Glória ao Pai…)

Vinde, Espírito de Ciência!
Fazei-me ver a vaidade de todos os bens caducos deste mundo, para que não use deles senão para Vossa maior glória e salvação da minha alma. (Glória ao Pai…)

Vinde, Espírito de Piedade!
Vinde morar no meu coração e inclinai-o para a verdadeira piedade e santo amor de Deus. (Glória ao Pai…)

Vinde, Espírito de Temor de Deus!
Repassai a minha carne com o Vosso santo temor, de modo que tenha sempre Deus presente e evite tudo o que possa desagradar aos olhos de Sua divina majestade. (Glória ao Pai…)

Divino Espírito Santo, eu vos ofereço todas as preces da Santíssima Virgem e dos apóstolos reunidos no cenáculo, e a estas uno todas as minhas orações, suplicando-Vos que Vos apresseis em vir renovar a face da terra.
– Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado.
– E renovareis a face da terra.

Oremos: Ó Deus, que instruístes os corações dos fiéis com a luz do Espírito Santo, dai-nos pelo mesmo Espírito o conhecimento e o amor da justiça e que gozemos sempre da Sua consolação. Amém.

*** Rezar três Ave-Marias a Nossa Senhora de Pentecostes com a invocação:
“Rainha dos Apóstolos, rogai por nós!”

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mai
14

Clip da semana: "Deserto" Banda Iaweh e Pe Fábio de Melo

MÚSICA: DESERTO

Letra – André Leite e Tiago Mattos / Música: André Leite; Dinarte Lemes; Eloy Casagrande e Tiago Mattos.

Em meio às flores secas, em um campo aberto,
Existe um deserto no peito da multidão,
Onde a canção que toca é o silêncio.
A alma segura nas mãos da solidão.
Mas foi no deserto que Ele venceu também.
Hoje é sua vez. Deus vive em você.
Retorne o Rei em majestade.
Todo joelho ao chão ante o nome do Senhor.
Eis o Reino esperado: justiça alegria e paz.
Divina redenção.
Na aflição, imerso em nuvens negras,
o suor virou sangue.
O manso teve a visão.
Na sequidão, surgiam oásis,
Mas a sede da alma findava com a oração.
Mas foi no deserto que Ele venceu também.
Hoje é sua vez. Deus vive em você.
Retorne o Rei em majestade.
Todo joelho ao chão ante o nome do Senhor.
Eis o Reino esperado: justiça alegria e paz.
Divina redenção.

FICHA TÉCNICA: Uma produção CODIMUC dirigida por Lize Borba e Mariana Moraes / Coordenação Executiva: CODIMUC.

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mai
13

Desafio dos 100 dias! Aceita?

#Desafio100dias! Disponibilizamos para você 100 pregações de Monsenhor Jonas Abib e te desafiamos a ouvir uma palestra por dia e postar uma frase ou nome de cada pregação que ouvir em suas redes sociais! Vamos lá, desafie seus amigos!! Clique no ícone abaixo e escute as palestras!

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mai
13

Qual é o Terceiro Segredo de Fátima?

Os acontecimentos, a que se refere o Terceiro Segredo de Fátima deixa o permanente apelo à oração e à penitência para a salvação das almas!

Infelizmente, circula na internet um tal “Terceiro Segredo de Fátima”, que muito assusta as pessoas, como se o Papa João Paulo II não o tivesse revelado no ano 2000. No dia 26 de junho deste ano, foi revelado, com a devida autorização do Papa, o verdadeiro Terceiro Segredo de Fátima, que tanta curiosidade, medo e, às vezes, pavor, despertava no povo. Na verdade, houve muita fantasia prejudicial às pessoas. Nas suas três partes, o segredo nada tem de previsões sobre o fim do mundo nem de catástrofes ou flagelos.

Qual é o Terceiro Segredo de Fátima

Com a revelação do segredo, feita por meio da Sagrada Congregação da Fé, com uma interpretação feita, a pedido do Papa, pelo então Cardeal Joseph Ratzinger, hoje o Papa Bento XVI, prefeito da citada congregação na época, viu-se que se trata de uma visão do século XX, século este impregnado de mártires do comunismo, do nazismo e de outras forças inimigas da Igreja e de Deus. Milhões morreram pela fé.

Na entrevista que Dom Tarcísio Bertone, então Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, teve com a Irmã Lúcia, por ordem do Sumo Pontífice, em 27 de abril de 2000, no Carmelo de Coimbra, onde vivia a religiosa, esta, lúcida e calma, concordou com a interpretação do segredo, segundo a qual a terceira parte do Segredo de Fátima consiste numa visão profética, comparável às da história sagrada. Ela reafirmou a sua convicção de que a visão de Fátima se refere “sobretudo à luta do comunismo ateu contra a Igreja e os cristãos” e descreve os duros sofrimentos das milhões de vítimas do século XX.

Irmã Lúcia confirmou que a principal personagem do segredo era o Santo Padre e recordou como os pastorinhos tinham pena dele. Com relação ao “Bispo vestido de branco” (o Papa), que é ferido de morte e cai por terra, a Irmã concordou plenamente com a afirmação do saudoso Papa João Paulo II: “Foi uma mão materna que guiou a trajetória da bala e o Santo Padre deteve-se no limiar da morte” (Meditação com os Bispos italianos na Policlínica Gemelli, 13 de maio de 1994).

É interessante destacar o que diz a Irmã Lúcia: “Eu escrevi o que vi; não compete a mim a interpretação, mas ao Papa”. A ela foi dada a visão, não a interpretação. Mais uma vez, vemos aí a importância da Igreja e do Pontífice. E a Irmã concordou com a interpretação dada pela Igreja. Na interpretação do segredo, já bastante publicado e conhecido, feita pelo Cardeal Ratzinger, alguns pontos merecem ser destacados:

1 – A palavra-chave da primeira e segunda parte do segredo é “salvar as almas”; a palavra-chave da terceira parte é “penitência, penitência e penitência”. O mesmo cardeal lembrou que a Irmã Lúcia lhe disse que o objetivo de todas as Aparições da Santíssima Virgem era fazer crescer, cada vez mais, a fé, a esperança e a caridade.

2 – A visão do anjo com a espada de fogo representa o perigo da destruição da humanidade por si mesma, por meio da guerra e de outras formas. O brilho da Mãe de Deus aparece como a força capaz de vencer as forças da terrível destruição.

3 – O sentido da visão não é mostrar um filme sobre o futuro, mas uma forma de orientar a liberdade humana a buscar o bem. Há que se evitar, portanto, as interpretações fatalistas do segredo, como se tudo já fosse traçado para acontecer, sem respeitar a liberdade dos homens. O futuro é visto como que num espelho, de maneira simbólica.

4 – Três sinais aparecem: uma montanha alta, uma grande cidade meio em ruínas e uma grande cruz de troncos toscos. A montanha e a cidade são o lugar da história humana, de convivência, mas de luta; como uma subida árdua no qual o homem destrói, com as próprias mãos, o que ele mesmo construiu (cidade em ruínas). No alto da montanha está a cruz, meta e orientação da história humana, sinal da miséria humana e promessa de salvação.

A visão mostra o caminho da Igreja como uma Via-Sacra, ladeado de violência, destruição e morte, mas também de esperança. Diz o cardeal que, nesta imagem, pode-se ver a história de um século que se finda. O século dos mártires, dos sofrimentos e das perseguições à Igreja. Século de duas guerras mundiais e de muitas guerras locais. No espelho desta visão, vemos passar as testemunhas da fé deste século.

O cardeal fez questão de recordar o que a Irmã Lúcia disse ao Papa João Paulo II, em 12 de maio de 1982, um ano após o atentado sofrido por ele: “A terceira parte do segredo se refere às palavras de Nossa Senhora: “Se não [a Rússia] espalhará os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas”.

Os Papas deste século tiveram um papel preponderante na árdua “subida da montanha” do segredo. Desde Pio X até João Paulo II, todos os Santos Padres sofreram no caminho que nos leva à cruz.

5 – Destaca o mesmo cardeal que o fato de o Papa não ter morrido no atentado de 13/5/81 significa que não existe um destino imutável (na visão Sua Santidade aparece morta), e se a mão de Nossa Senhora guiou a bala para que não o matasse, é porque a força da oração e da penitência é maior do que as balas, e a fé é mais poderosa do que os exércitos. Tudo pode ser mudado pela oração e pela conversão!

6 – Por fim, a visão mostra os anjos que recolhem da cruz o sangue dos mártires e com ele regam as almas que se aproximam de Deus. O Sangue de Cristo e o dos mártires são vistos juntos a significar que o nosso sofrimento completa a salvação do mundo (cf. Cl 1, 24). O sangue dos mártires é semente de novos cristãos, como dizia Tertuliano. E assim, o terceiro Segredo termina com uma forte mensagem de esperança: nenhum sofrimento é vivido em vão se é acolhido na fé. É de todo o sofrimento e de todo o sangue derramado pela Igreja, no século XX, que brotarão as forças de um novo Cristianismo no século XXI. Haverá uma forte purificação e uma renovação que já se faz sentir no coração da Igreja. É a eficácia salvífica que brota do Sangue de Cristo misturado ao dos Seus mártires.

7 – Os acontecimentos, a que se refere o segredo, já são do passado; fica o permanente apelo à oração e à penitência para a salvação das almas. O cardeal termina afirmando que a certeza de Nossa Senhora de que, por fim, “o meu Imaculado Coração triunfará” significa que um coração voltado inteiramente para Deus é mais forte do que as pistolas ou as outras armas de fogo. A mensagem do Terceiro Segredo é uma mensagem de confiança no Cristo que venceu o mundo (cf Jo 16, 33).

Estive em Portugal, logo após a morte de Irmã Lúcia, em Coimbra, com a Dra. Branca, que cuidou da religiosa até a sua morte. A médica disse-me que Irmã Lúcia concordou inteiramente com a revelação feita pela Igreja sobre o segredo e que mais nada havia a revelar. Portanto, é preciso cessar a divulgação de um falso Terceiro Segredo de Fátima, como se a Igreja não tivesse revelado o verdadeiro.

Felipe Aquino

Professor Felipe Aquino é viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Página do professor: www.cleofas.com.br Twitter: @pfelipeaquino

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