nov
25

Monsenhor Jonas reza oração ao Pai das Misericórdias

Está chegando o grande dia da cerimônia de dedicação do Santuário do Pai das Misericórdias; portanto, vamos juntos rezar a oração ao Pai das Misericórdias com o fundador da Canção Nova, monsenhor Jonas Abib:

“Bendito sejais, ó Deus, Pai das Misericórdias e Deus de toda consolação. Na vossa imensa misericórdia, nos fizestes renascer pela Ressurreição de Jesus Cristo para uma vida de esperança de Vossos amados filhos. Ouvi, ó Pai, a prece do Vosso povo, prece que este Vos dirige, neste santuário, e que Vossa misericórdia se estenda sobre o Vosso povo de geração em geração neste lugar sagrado. Não é em nome dos nossos atos de justiça que depositamos a Vossos pés as nossas súplicas, mas em nome da Vossa grande misericórdia. Nós Vos louvamos, neste templo santo, porque sois bom e porque é eterna a Vossa misericórdia. Deus de nossos pais, que Vosso nome seja bendito neste santuário. Vós, que sempre usais de misericórdia e, no meio da tribulação, perdoais os pecados aos que vos invocam. Neste santuário, aproximamo-nos confiantemente do trono da graça para alcançar a Vossa misericórdia e achar a graça de um auxílio oportuno. Perdoai os nossos pecados segundo a Vossa misericórdia, que é eterna. Pai eterno, Criador do céu e da terra, ouvi as nossas pobres súplicas, confiantes em Vossa misericórdia. Ouvi, benigno, ó Pai, o Vosso povo que vem a este Vosso santuário cheio de fé e esperança. Consolai os aflitos, socorrei os necessitados, enxugai as lágrimas aqui derramadas, amparai os fracos e recebei, em Vossos braços fraternos, o filho pródigo que volta para vós. Mãe de Deus e Senhora Nossa, acompanhai com Vossas preces as nossas súplicas neste santuário e alcançai de nosso Pai as graças que o Vosso povo vem suplicar. Tudo Vos pedimos, ó Pai, em nome de Jesus Cristo, Vosso amado Filho e nosso irmão divino, Redentor e Salvador de nossas almas. Amém”.

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A Missa de dedicação do Santuário do Pai das Misericórdias será realizada no dia 5 de dezembro, às 18h, na Canção Nova.

Venha participar conosco desta grande festa de dedicação do santuário e celebração dos 50 anos de vida sacerdotal do monsenhor Jonas Abib.

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nov
23

O que é a solenidade de Cristo Rei?

Neste domingo, 23, celebramos a Solenidade de Cristo Rei do Universo! Entenda mais sobre esta festa!

A solenidade deste último domingo do ano litúrgico da Igreja nos coloca frente à realeza de Jesus. Criada em 1925, pelo Papa Pio XI, esta festa litúrgica pode parecer pretensiosa e triunfalista. Afinal, de que realeza se trata?

Para superar a ambiguidade que permanece, precisamos ir além da visão do Apocalipse, cujo hino na segunda leitura canta que “Jesus é o soberano de todos os reis da terra”. Ora, reis e rainhas não servem de modelo para a representação gloriosa de Jesus. Mesmo que seja para colocá-Lo acima de todos os soberanos. Riquezas, palácios, criadagem e exércitos não são elementos que sirvam para exaltar a entrega de Jesus por nós. Jesus está na outra margem, Ele é a antítese da realeza da riqueza e do poder. Não é por acaso que os evangelhos da liturgia de hoje, nos ciclos litúrgicos A, B, e C da Igreja, sempre nos colocam no contexto da Paixão de Jesus para contemplar Sua realeza.

Jesus-Cristo-ReiJesus foi Rei, durante sua vida, em apenas dois momentos: ao entrar em Jerusalém como um Rei pobre, montado em um jumento emprestado e ao ser humilhado na Paixão, revestido com manto de púrpura-gozação e capacete de espinhos; Rei ao morrer despido e com o peito traspassado na cruz. Rei da paz e Rei do amor sem limite até a morte. A realeza de Jesus é a realeza do Amor Ágape de Deus por toda a humanidade e por toda a criação.

Esta festa é ocasião propícia para podermos reconhecer, mais uma vez, que na cruz de Jesus o poder-dominação, o poder opressor, criador de desigualdades e exclusões, espalhador de sofrimento por todos os lados, está definitivamente derrotado. Isso se deu pelo seu modo de viver para Deus e para os outros. O fracasso na cruz é a vitória de Jesus sobre o mal, o pecado e a morte, por meio de Sua Ressurreição.

Essa festa se torna então reveladora de um tríplice fundamento para a nossa esperança de que as promessas de Deus serão cumpridas até o fim. O surgimento da matéria e sua evolução, desde o big-bang ─ quando toda a energia do Universo se concentrava em um único ponto menor do que o átomo ─ são o primeiro fundamento de nossa esperança.

Deus é criador respeitando as leis daquilo que criou. Nós nos damos conta de que a soberania d’Ele vem se cumprindo num Universo em expansão, uma vez que a evolução da matéria atingiu seu ponto ômega ao dar à luz Jesus de Nazaré, por meio de Maria, porque n’Ele está a Humanidade humanizada para todos os homens e mulheres, de todas as gerações.

O segundo fundamento é a pessoa de Jesus de Nazaré. O sonho de uma humanidade humanizada ─ tornada aquilo que ela é ─ vem expresso na primeira leitura do livro de Daniel, na figura de um Filho de Homem ─ figura antitética dos filhos de besta, filhos da truculência, dos povos pagãos que oprimiram Israel com seus exércitos. O sonho tornou-se realidade em Jesus Cristo. Ele nos humaniza com a Sua divindade: nunca Deus esteve tão perto de nós, sendo um de nós e sem privilégios; mas também sem crimes nem pecados (cf. epístola aos Hebreus). Jesus nos diviniza com a sua humanidade, tão humano que é, que só pode vir de Deus e ser d’Ele mesmo.

O terceiro fundamento de nossa esperança é a comunidade eclesial de fé, dos amigos e discípulos de Jesus. Olhando essa grandeza, entendemos o sentido último de nosso batismo, pois na realeza de Jesus fomos batizados para sermos reis e rainhas; no sacerdócio de Jesus, para sermos sacerdotes e sacerdotisas; no profetismo de Jesus, para sermos profetas e profetisas, para viver segundo o imperativo da Palavra de Deus revelada em Seu Filho.

A soberania dessa realeza consiste no serviço da cultura da paz e da solidariedade, da compaixão e da fraternidade. O poder que corresponde a essa realeza é o do exercício da autoridade que serve, para fazer o milagre da diversidade tornar-se unidade.

No sacerdócio de Jesus nos unimos à Sua missão de gastar a vida pelos demais. Sabemos por Ele qual o modo de existir que nos conduz à vida verdadeira; qual a religião que agrada a Deus. A esperança posta no sacerdócio de Jesus é também certeza de que a vida gasta por compaixão e solidariedade é a vida feliz e bem vivida.

Nossa esperança é profética, pois a força da Palavra inaugura o futuro. “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia…”, cantava Chico Buarque nos anos da ditadura. Era a palavra do poeta vencendo a força bruta. Vivendo o tempo presente no coração da comunidade de fé, que é a Igreja, sentimos que uma força maior se move em nós, nos comove para abrir-nos em direção ao futuro, pois nossa esperança não se funda somente em Deus, sentido radical do futuro ou, como diz o provérbio, que “o futuro a Deus pertence”. Mas é o Senhor mesmo a quem esperamos e quem nos espera no futuro. Isso que é ter esperança: esperar Deus mesmo!

A festa de hoje nos faz contemplar a existência do universo, necessária para que surgisse o grande presente de Deus oferecido a toda a criação, que é Jesus. Desta forma, nossa esperança se sustenta também nos cantos dos bem-te-vis e sabiás; nas rosas e margaridas; nas crianças e nas borboletas; nos homens e mulheres de boa vontade; nas pedras e nos vulcões; nas nuvens, na lua e nos planetas; nas estrelas e nas galáxias. Se existe tudo isso e não o nada, nossa esperança tem pé, cabeça e coração.

Assim, como São Paulo, vivemos na esperança, mas sabendo de seu tríplice fundamento: aquele da evolução do universo, que culminou em Jesus, pelo dom de Maria; aquele que é Jesus, que por nós se doou na cruz, abrindo para nós um modo de viver para Deus e para os outros, que é verdadeira salvação; e aquele que é a Igreja, a nossa comunidade de fé, que nos lança e sustenta na abertura radical ao futuro, esperando Deus que vem e que nos acolhe com amor infinito, por meio do seguimento de Seu Filho, por quem recebemos a vida e a plenitude da graça de Deus.

Padre Anderson Marçal

Anderson Marçal Moreira é padre da Igreja Católica Apostólica Romana. Natural da cidade de São Paulo (SP), padre Anderson é membro da comunidade Canção Nova desde o ano 2000. No dia 16 de dezembro de 2007, foi ordenado sacerdote. Estudou Teologia Pastoral Bíblica-Litúrgica na Universidade Salesiana de Roma.

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nov
21

Novena de Nossa Senhora das Graças!

e36c06c72a_miniNovena da Medalha Milagrosa

* Começa com o sinal da cruz

Ato de contrição: Senhor meu, Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro, Criador e Redentor meu. Por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me, Senhor, por Vos ter ofendido, e pesa-me também por ter perdido o Céu e merecido o Inferno. Mas proponho firmemente, com o auxílio de Vossa divina graça e pela poderosa intercessão de Vossa Mãe Santíssima, emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Espero alcançar o perdão de minhas culpas, por Vossa infinita misericórdia. Assim seja.

Rezar três vezes: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

1º dia – Primeira aparição

Contemplemos a Virgem Imaculada em sua primeira aparição a Santa Catarina Labouré.
A piedosa noviça, guiada por seu Anjo da Guarda, é apresentada à Imaculada Senhora. Consideremos sua inefável alegria.
Seremos também felizes como Santa Catarina se trabalharmos com ardor na nossa santificação.
Gozaremos as delicias do Paraíso se nos privarmos dos gozos terrenos.

Rezar três ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Oração final
Santíssima Virgem, eu reconheço e confesso vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha.
Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado Filho a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida, uma boa morte e a graça de (pede-se uma graça), que peço com toda a confiança. Amém.

2º dia – Lágrimas de Maria
Contemplemos Maria chorando sobre as calamidades que viriam sobre o mundo, pensando que o Coração de seu filho seria ultrajado na cruz, escarnecido e seus filhos prediletos perseguidos.
Confiemos na Virgem compassiva e também participaremos do fruto de suas lágrimas.

Rezar três ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Rezar a oração final

3º dia – Proteção de Maria
Contemplemos Nossa Imaculada Mãe dizendo em suas aparições a Santa Catarina: “Eu mesma estarei convosco: não vos perco de vista e vos concederei abundantes graças.”
Sede para mim, Virgem Imaculada, o escudo e a defesa em todas as necessidades.

Rezar três ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Rezar a oração final

4º dia – Segunda aparição
Estando Santa Catarina Labouré em oração, a 27 de novembro de 1830, apareceu-lhe a Virgem Maria, formosíssima, esmagando a cabeça da serpente infernal.

Nessa aparição vemos seu desejo imenso de nos proteger sempre contra o inimigo de nossa salvação. Invoquemos a Imaculada Mãe com confiança e amor!

Rezar três ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Rezar a oração final

5º dia – As mãos de Maria

Contemplemos hoje Maria desprendendo de suas mãos raios luminosos.
Esses raios, disse Ela, são a figura das graças “que derramo sobre todos aqueles que mas pedem e aos que trazem com fé a minha medalha”.
Não desperdicemos tantas graças! Peçamos com fervor, humildade e perseverança e Maria Imaculada no-las alcançará.

Rezar três ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Rezar a oração final

6º dia – Terceira aparição
Contemplemos Maria aparecendo a Santa Catarina, radiante de luz, cheia de bondade, rodeada de estrelas, mandando cunhar uma medalha e prometendo muitas graças a todos que a trouxerem com devoção e amor.

Guardemos fervorosamente a Santa Medalha, e como um escudo nos protegerá dos perigos.

Rezar três ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Rezar a oração final

7º dia
Ó Virgem Milagrosa, Rainha Excelsa Imaculada Senhora, sede minha advogada, meu refúgio e asilo nesta Terra, minha fortaleza e defesa na vida e na morte, meu consolo e minha glória no Céu.

Rezar três ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Rezar a oração final

8º dia
Ó Virgem Imaculada da Medalha Milagrosa, fazei com que esses raios luminosos que irradiam de vossas mãos virginais iluminem minha inteligência para melhor conhecer o bem e abram em meu coração vivos sentimentos de fé, esperança e caridade.

Rezar três ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Rezar a oração final

9º dia
Ó Mãe Imaculada, fazei com que a cruz de vossa medalha brilhe sempre diante de meus olhos, suavize as penas da vida presente e me conduza à vida eterna.

Rezar três ave-Marias, seguida cada uma da invocação: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Rezar a oração final

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nov
18

Abra-se à mudança!

coragem“Se alguém está em Cristo, é nova criatura. As coisas antigas passaram; eis que uma realidade nova apareceu” (II Cor 5,17).

Não podemos nos acomodar em nossa caminhada com Cristo. Constantemente, precisamos dar passos para a vida nova, mas para isso é necessário uma mudança de comportamento. Pare um momento do seu dia e pergunte-se: “Onde estou e o que eu preciso mudar na minha vida?”.

A mudança acontece quando eu me abro à ação do Espírito Santo, sendo sensível a Sua ação na minha vida, atenta à voz do Senhor que me direciona no caminho que devo seguir.

Vinde, Espírito Santo! Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago, co-fundadora da Comunidade Canção Nova

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nov
14

Como os católicos devem usar as mídias sociais?

Responsável da Rede de Informática da Igreja no Brasil orienta católicos sobre o uso das novas tecnologias e relata interesse dos bispos no ambiente digital

padre_clovis

O Canção Nova em Foco desta semana destaca a iniciativa que a Igreja realiza para impulsionar a informatização e a cultura do uso das novas tecnologias em sua missão na América Latina: a Rede de Informática da Igreja na América Latina (RIIAL).

Quem explica esse trabalho e destaca como os católicos devem usar as novas mídias é o coordenador da Rede de Informática da Igreja no Brasil (RIIBRA), padre Clóvis Andrade de Melo, da comunidade Canção Nova, que também é assessor da Comissão Episcopal Pastoral Para a Comunicação da CNBB.

Essa Comissão tem duas frentes: uma atua pelos meios tradicionais e pela Pastoral da Comunicação (Pascom), e a outra pelos Meios Digitais, em que a RIIBRA está inserida. O responsável explica que o trabalho desta rede no Brasil é formar e incentivar os agentes de pastoral que já trabalham na Igreja.

Para padre Clóvis, que está a frente da RIIBRA desde o início do projeto, há 5 anos, o maior desafio é a inculturação no ambiente digital. “É necessário conhecer profundamente as linguagens e os ambientes digitais, inculturar a mensagem do Evangelho, de maneira que o anúncio seja compreensível nessa cultura atual.”

Por outro lado, ele destaca que a cada dia cresce na Igreja o interesse pela evangelização neste ambiente. Como exemplo, cita a quantidade de sites das dioceses, instituições e comunidades religiosas, além da iniciativa e criatividade de muitos jovens que têm criado aplicativos para smartphones e tablets. “Tem muitas iniciativas bonitas, nosso trabalho é promover a comunhão dessas iniciativas, para que uma incentive a outra.”

Como o católico deve usar as Redes Sociais

“A base para todo cristão na internet é o testemunho”, afirma o padre. Ele destaca a mensagem do Papa emérito Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011.

Na mensagem o Papa explica que comunicar o Evangelho através dos meios digitais não significa só inserir conteúdos declaradamente religiosos, mas também testemunhar com coerência, no próprio perfil digital e no modo de comunicar, escolhas, preferências e juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, ainda que não se fale explicitamente dele.

13o_encontro“O que eu procuro testemunhar no dia a dia na escola, trabalho, na rua, na Igreja, ambiente familiar não é diferente no ambiente digital.”

13º Encontro Continental da RIIAL

Entre os dias 17 a 21 de novembro, acontecerá em Lima, Peru, o 13º Encontro Continental da RIIAL. O evento tem como tema “Redes para uma Cultura do Encontro”.

Padre Clóvis explica que o evento quer refletir e propor ações concretas e articuladas para que a Nova Evangelização aconteça no ambiente digital. Ele destaca ainda que as reflexões do Papa Francisco sobre a importância de uma Igreja “em saída”, também serão aprofundadas.

Participarão bispos, religiosos e religiosas, sacerdotes e leigos profissionais em comunicação e informática. Todos os países da América Latina terão representantes. O encontro contará com a presença do presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Dom Cláudio Maria Celli.

Luciane Marins, Da Redação do CN Notícias

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nov
10

Os 10 erros mais comuns na educação dos filhos

Você já se perguntou alguma vez por que costumam dizer que “educar é uma arte”? Pois bem, a tarefa educativa dos pais é delicada e maravilhosa como a arte, e isso envolve um processo de aprendizagem sujeito a erros. Apesar de querer o melhor para seus filhos, nem sempre os pais os beneficiam com certas atitudes.

familiabsbSabemos que ninguém nasce sabendo, nem sequer os pais, e serão muitas as tentativas falidas para fazer dos filhos pessoas corajosas; no entanto, esses tropeços são oportunidades para interromper um comportamento inapropriado e mudar o rumo.

A intenção aqui não é criticar a tão admirável tarefa de educar os filhos, mas abrir espaços de reflexão e avaliar ações que podem ser corrigidas a tempo. A seguir, apresentamos os erros mais frequentes dos pais na formação dos seus filhos:

1. Uso inadequado da autoridade: isso acontece quando a autoridade é concebida apenas em seus extremos: autoritarismo ou permissividade. Não há meio-termo. Mas um extremo é tão prejudicial quanto o outro e o ambiente educativo em ambos não ajuda em nada na formação da pessoa: o autoritarismo mostra a posição rigorosa dos pais, que dá como resposta filhos temerosos e solapados; e a permissividade mostra excesso de liberdade, o que acaba se transformando no efeito contrário, ou seja, pessoas cheias de ataduras.

2. Incongruência entre o falar e o agir: este é um dos erros mais cometidos pelos educadores, sem que tenham consciência do seu alcance. Refere-se às famosas ameaças que nunca são levadas à prática, bem como às promessas que nunca são cumpridas. Um exemplo é quando os pais aplicam normas ou sanções que depois são ignoradas por eles mesmos, que não as cumprem e acabam cedendo. Isso indica que a autoridade é fraca e pode ser facilmente destruída.

3. Disparidade na autoridade: refere-se à situação na qual a mãe diz uma coisa e o pai, outra, com regularidade. Isso tira a autoridade dos dois, produzindo um labirinto no qual o filho não sabe que direção seguir nem a que saída chegar. A falta de união de critérios educativos entorpece a missão instrutiva.

4. Conceito errôneo de liberdade: é a falsa crença de que a liberdade consiste em permitir que os filhos façam o que quiserem, onde quiserem, como quiserem e na hora em que quiserem, porque os pais assim consideram que, ao estabelecer lineamentos, estão impedindo o livre desenvolvimento da personalidade dos filhosEducar na liberdade é muito diferente: permitir e propor nos filhos a tomada de decisões com base em diversas possibilidades, ajudando-os a distinguir o que é benéfico ou prejudicial.

5. Superproteção: consiste em impedir a autonomia dos filhos; os pais fazem no lugar deles as tarefas que os pequenos estão em perfeitas condições de executar com seus próprios meios. Em geral,pais assim buscam evitar sofrimentos e dificuldades na vida dos filhos. O resultado da superproteção é a insegurança gerada na pessoa, bem como a incapacidade de lidar com inconvenientes. É um amor possessivo, de apego, que obstaculiza o processo natural dos filhos.

6. Manipulação afetiva: acontece quando há interferência de um interesse específico dos pais para alcançar um objetivo com seus filhos. Pode se dar em qualquer idade, inclusive quando os filhos já formaram seus próprios lares e os pais recorrem a diversas razões (dinheiro, doença, companhia etc.) para chamar sua atenção. Quando são crianças, os elementos de manipulação costumam ser outros.

7. Preencher vazios com elementos materiais: é um fenômeno vivido em muitas famílias atuais; a falta de tempo para estar com os filhos é compensada com brinquedos, computadores, celulares… que têm como finalidade satisfazer a necessidade de carinho que os pais não podem oferecer aos filhos devido às suas ocupações.

8. Não reconhecer as limitações dos filhos: negar-se a admitir as dificuldades que os filhos apresentam ou exigir deles habilidades que não possuem pode levar a uma série de contrariedades que prejudicam as duas partes. Muitas vezes, os pais buscam fazer dos seus filhos o que eles não puderam fazer quando tinham sua idade, e assim suas frustrações são vistas como possibilidades na vida dos seus pequenos. Outro cenário no qual esta situação é comum é o dinamismo da relação família-escola, na qual os professores oferecem um feedback aos pais sobre o comportamento dos filhos e eles se recusam a aceitar tal realidade.

9. Comunicação deficiente: é o medo de tratar com os filhos alguns temas difíceis de abordar (sexualidade, drogas, amizades inconvenientes etc.); isso deixa os filhos em plena liberdade para encontrar a informação em fontes que distorcem a realidade e o sentido das coisas.

10. Uso inadequado das novas tecnologias: observa-se nos lares uma carência de limites e normas no uso das novas tecnologias, o que pode abrir portas a mundos obscuros e perigosos para seres humanos que ainda se encontram em formação: contato com pessoas desconhecidas, pornografia, vício em jogos, isolamento, entre outros.

Ao ver estes erros dos pais, podemos concluir que é fácil cair neles, dada nossa condição humana. O mais importante é saber levantar-se, buscando formas de evirar ou enfrentar os erros, dando-lhes uma solução oportuna.

Fonte: Site Aletéia

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nov
06

Frutos do Sacerdócio Monsenhor Jonas Abib!

Todos nós devemos algo ao Monsenhor Jonas Abib, por isso este vídeo é uma homenagem ao sacerdócio deste grande homem! Uma vida inteira feito tudo para todos!

Obrigado por tudo, Padre Jonas!

 No Hosana Brasil desde ano celebraremos com alegria os 50 anos de sacerdócio do nosso Pai Fundador!

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nov
03

Novembro é tempo de darmos graças a Deus!

tumblr_mctfmptOzb1rv7r97o1_500Neste mês tem início o Advento na Igreja, quando todos os fiéis são convidados ao grande clamor: “Vem, Senhor Jesus!”, já antevendo as festas de Natal.

Muitas datas são celebradas neste mês. Destaco aqui o Dia de Ação de Graças, mundialmente celebrado em novembro. E temos muito o que dar graças a Deus: qualquer acontecimento e necessidade podem se transformar em oferenda de agradecimento. As cartas de São Paulo, muitas vezes, começam e acabam com uma ação de graças: “Dai graças em todas as circunstâncias, pois é esta a vontade de Deus, em Cristo Jesus, a vosso respeito” (1 Ts 5, 18).

Nos EUA, o Dia de Ação de Graças é conhecido como Thanksgiving Day, dia em que o povo agradece os bons acontecimentos do ano com orações e festas em família. Eles fazem memória de algo marcante da sua história. Em 1620, saindo da Inglaterra, o navio Mayflower levava à bordo muitas famílias em direção ao continente americano. Ao desembarcarem, tiveram de enfrentar inúmeras dificuldades como o frio, as feras, os perigos de toda sorte, mas não desanimaram, porque confiavam nas promessas de Deus. Construíram cabanas de madeira para se abrigarem e semearam o solo com grande confiança. Os índios, conhecendo a terra, ensinaram-lhes a melhorar a produção. E Deus os abençoou. Em outono de 1621, a colheita foi tão abençoada, que reuniram os melhores frutos e convidaram os índios para celebrar uma grande festa de louvor e ação de graças a Deus. O embaixador brasileiro, Joaquim Nabuco, participando em Washington, nos EUA, de uma dessas celebrações, sensibilizado exclamou: “Eu quisera que toda a humanidade se unisse, num mesmo dia, para um universal agradecimento a Deus”. Suas palavras ecoaram ao Presidente Eurico Gaspar Dutra, e o Congresso aprovou a Lei 781, consagrando a última quinta-feira do mês de novembro como o Dia Nacional de Ação de Graças.

A cada ano, muitas comunidades, como num grande coro universal de gratidão a Deus, celebram o Dia de Ação de Graças.

É neste clima que a Canção Nova se prepara para o Hosana Brasil, quando faremos a cerimônia de dedicação do Santuário do Pai das Misericórdias e os cinquenta anos de sacerdócio do monsenhor Jonas Abib em Cachoeira Paulista (SP).

“Senhor, a ti pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. Graças te rendemos, porque somos parte de tua criação maravilhosa. Senhor, tu nos fizeste e nos amas. Recebe, Senhor, toda a nossa ação de graças”! (Sl19)

Luzia Santiago
Cofundadora da Comunidade Canção Nova

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nov
02

A cura dos traumas da morte

O dia de Finados é o dia que a Igreja nos convida a pensar em todos aqueles que já foram para a eternidade, e a olhar para isso à luz da fé. Claro que é um momento difícil nós pensarmos na morte, naqueles que nos deixaram, mas à luz da fé nós podemos superar essa tristeza.

Se Deus permite que passemos pela morte, é porque Ele tem garantida a ressurreição de Jesus Cristo. Aqueles que acreditam em Jesus, que acreditam que Ele veio ao mundo para morrer numa cruz para nos salvar de nossos pecados, e assim abrir as portas do céu, então esses podem ser salvos, e viver a sua eternidade com Deus.

Assista esta pregação de Pe Léo e deixe que o próprio Deus neste dia, te faça recuperar a FÉ na VIDA ETERNA!

:: PORQUE REZAR PELOS MORTOS? – PROF. FELIPE AQUINO ::

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out
31

Católico pode celebrar Halloween?

Com o “dia de halloween”  comemorado hoje, 31, muitas pessoas perguntam se é uma festa cristã ou não, se nós católicos podemos celebrar ou não, neste vídeo o Prof. Felipe Aquino explica um pouco mais sobre este assunto. Confira:

::  01/11 – A  CELEBRAÇÃO DE TODOS OS SANTOS ::

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