Semana Santa

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Como você está vivendo a Semana Santa? Já se programou para participar das celebrações? Você sabia que a Páscoa é a maior festa para os cristãos? É essencial para um jovem cristão estar atento aquilo que a Igreja está falando pois é direcionamento para viver bem o mistério pascal.

Papa Francisco falou sobre o sofrimento de Jesus na Semana Santa. “Olhando Jesus, na Sua Paixão, nós vemos, como num espelho, os sofrimentos da humanidade e encontramos a resposta divina ao mistério do mal, da dor e da morte. Tantas vezes, sentimos horror pelo mal e pela dor que nos circunda e nos perguntamos como Deus permite o sofrimento e a morte, principalmente dos inocentes. Quando vemos as crianças sofrerem, é uma ferida no coração. E Jesus toma todo este mal, este sofrimento sobre si”.

O convite é um coração grato a Deus por ter nos enviado seu filho Jesus para morrer por nossos pecados e nos salvar. O papa afirma: “Mesmo se eu fosse a única pessoa no mundo, Ele teria feito. Fez por mim (…) Esta semana nos fará bem pegar o crucifixo e beijá-lo muitas vezes e dizer: ‘Obrigado, Jesus! Obrigado, Senhor!

Deus abençoe,

Fernanda Soares

Missionária da Canção Nova

Meu avô faz aniversário hoje!

papa bento

 Ele completa hoje 87 anos hoje. Que vida linda ele vive, nasceu em Marktl am Inn, na Alemanha, no dia 16 de Abril de 1927 era um Sábado Santo, e meus bisavós não perderam tempo em logo lhe dar o que tinham de melhor dar a vida nova através do batismo tanto que le foi batizado no mesmo dia. O seu pai, era comissário da polícia, de uma antiga família de agricultores da Baixa Baviera, de condições económicas bem simples. A sua mãe era filha de artesãos de Rimsting, no lago de Chiem, e antes de casar trabalhava como cozinheira em vários hotéis. Uma origem simples mostra que de fato um grande homem é feito gente em um ambiente onde os laços são tecidos a beira de um fogão ou ao toque de mãos calejadas na luta do sustento da casa! A origem de nossas vidas apontam o gran finale que teremos!

Ele passou a infância e adolescência em Traunstein, uma pequena localidade perto da fronteira com a Áustria, a trinta quilómetros de Salisburgo. Foi neste ambiente, por ele próprio definido, um ambiente «mozarteano», que recebeu a sua formação cristã, humana e cultural. E que formação. Meu avô sempre é dedicado quando o assunto se trata de fé, moral e cultura! Um amante do belo e do verdadeiro!

O período da sua juventude não foi fácil. A fé e a educação da sua família prepararam-no para enfrentar a dura experiência daqueles tempos, em que o regime nazista mantinha um clima de grande ira contra a Igreja Católica. Ele enquanto jovem viu os nazistas açoitarem o pároco antes da celebração da Santa Missa. Traumatizante não? Mas acredito que cenas assim foram oportunidades de contrução de um relacionamento com Deus que atesta: O amor vencerá!

Meu avô nunca teve medo do definitivo, em um mundo que carece de homens que rompam o medo do se comprometer, ele no mês do Sagrado Coração de Jesus deu um sim de eternidade! Recebeu a Ordenação Sacerdotal em 29 de Junho de 1951. Coisas do Coração de Jesus

Quando se pretende viver de verdade toda experiência porta a autentica necessidade de uma partilha foi ai que ele resolveu seguir a carreira de professor. Um ano depois de ordenado, começou a sua atividade de professor na Escola Superior de Freising.

Doutor, Bispo, Cardeal e depois Papa… pulei muitos fatos… mas foi de propósito, pois sua vida sempre seguiu o mesmo caminho: Uma luta contínua pela verdade, um elemento insuficiente diz ele… mas que é suficiente para mostrar ao mundo a nobreza de um homem!

Ele em fevereiro de 2013 diz assim: “Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idóneas para exercer adequadamente o ministério petrino.”

Muitos o chamaram de fraco, desertor e por ai vai… Mas te digo meu avô me mostrou o que é ser um homem de verdade, um homem que olha para si mesmo e sabe a hora de se colocar e de se retirar, uma humildade que sabe ser corajosa, uma verdade que sabe se assumir em meio a um mundo de mentiras, meu avô me ensinou que um homem de verdade sempre sabe se sacrificar por amor. Se sacrificou na infancia, juventude, fase adulta e ainda hoje continua a se sacrificar pois continua sendo um homem! Meu avô tanto me ensina a ser neste mundo uma testemunha da verdade!

Obrigado avô, obrigado Papa Emérito pelos seus 87 anos!!!! Eu te amo e quando eu crescer quero ser igual a você! Saber a hora de estar e sair, a final a vida é feita de estações!

Adriano Goncalves

CNBB convida jovens para missão na Amazônia

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A roupa da mulher influência estupros?

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Temos visto nas últimas semanas toda uma polêmica gerada por um órgão de pesquisa que apontou que a maioria dos brasileiros julgariam que o comportamento da mulher, influencia sim, num caso de estupro.
Na semana seguinte a esta notícia, o mesmo órgão de pesquisa admitiu um erro e anunciou por nota que houve uma troca nos gráficos, que o correto é afirmar que 26% dos entrevistados concordam com a frase “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”, ao invés dos 65% divulgados primeiramente.

A pesquisa traz ainda outros dados que achei interessante para entendermos como as pessoas estão percebendo  à sexualidade nos dias de hoje, por exemplo: 54,9% também concordam ou concordam parcialmente que “tem mulher que é pra casar, tem mulher que é pra cama”. E a partir de afirmações como essas os estudiosos do órgão pesquisador também tiraram algumas conclusões: “Por trás da afirmação [referente ao estupro], está a noção de que os homens não conseguem controlar seus apetites sexuais”, e “Constitui importante desafio reduzir os casos de violência contra as mulheres. (…) Uma das formas de se alcançar a diminuição deste fenômeno, além da garantia de punição para os agressores, é a educação. Transformar a cultura machista (…) é o maior desafio atualmente”.

 

Penso que tais conclusões são fruto de uma forma superficial de analisar o problema. Culpar a cultura machista ou o comportamento feminino pela crescente violência que estamos presenciando é equivalente a cuidar dos sintomas sem querermos nos esforçar por descobrir a doença. Daí então questiono se não seria tudo isso, antes, o reflexo de uma cultura que quer nos impor a todos, homens e mulheres, uma idolatria ao sexo, em formar as mentalidades para o culto ao corpo e a expressar os impulsos sexuais como forma de liberdade ou felicidade plena?

Ninguém se transforma num estuprador da noite para o dia. Até chegar ao ponto de cometer uma atrocidade dessas, um homem foi influenciado por estímulos, iniciando pelos mais simples que parecem inofensivos como as dançarinas seminuas num programa de domingo, até ele ir para a pornografia e depois cometer um crime.
Quero deixar bem claro que não estou justificando o ato violento. Em hipótese alguma a mulher deveria sofrer este tipo de agressão, nem qualquer outro tipo. Mas, é preciso denunciar que estamos sendo violados – mulheres e homens – em nossa dignidade de seres humanos, por tanta sexualização em nosso meio.

Após a revolução sexual e a constante incidência da erotização em nosso cotidiano, estão transformando o masculino (que é mais inclinado ao ato sexual, pois, a natureza que lhe deu o material genético que fecunda, então o fez com características psicológicas a buscar fecundar) numa máquina de sexo. Ou seja, estão ensinando o homem a manifestar seus impulsos naturais de forma animalesca ao invés de trabalhar para tranquilizá-los e conviver pacificamente com estes, pois isso é o normal e perfeitamente natural. Nisso é verdadeiro que “os homens não estão conseguindo controlar seus apetites sexuais”, desde a masturbação até os que chegam a cometer um ato criminoso.

Em contrapartida, estão demonstrando as mulheres que seu valor está na auto imagem. Como se os anseios mais profundos do coração feminino pudessem ser preenchidos quando ela se torna bela e desejável, só que pela via mais primitiva e superficial impressão dela mesma, que é a sensualidade.
Ao usar roupa curta, justa, os decotes, o shortinho, a legging que marca praticamente tudo, ela sabe que vai chamar a atenção, que os homens irão olhar para ela, mas sua intenção é de ser notada, ser vista, ser  reconhecida, de forma normal e natural. Ela não entende que está sendo provocativa, pois não é tão visual quanto o homem.
E sendo percebida, consequentemente aumentará sua autoestima e ela terá uma boa impressão de seu valor perante os outros. Ao sentir-se bonita e notável essa moça pensa que está despertando nos outros o interesse pela sua pessoa e por aquilo que ela porta em seu intimo.

Mas, quando um rapaz olha para ela, não é bem isso que ele pensa. A formosura e a notoriedade que ela quer e precisa estão muito além da sensualidade. “O que é mais importante é invisível aos olhos”, entretanto ao vê-la com vestes assim, primeiramente nesse rapaz despertará a sua fantasia sexual, e muito provavelmente é essa a impressão que ele levará dela. Infelizmente, daí vem a pobre afirmação: “tem mulher que é pra casar, tem mulher que é pra cama”.
E o pior, é que existem mulheres que estão condicionadas, reféns de uma necessidade dos elogios vindos de quando usam essas vestimentas tipo “arrasa quarteirão”, ou “de parar o trânsito”, como um “vício”.

Enfim, a intenção de um não é o entendimento do outro e o significado de um não é como o outro percebe.

Somente se falarmos a mesma linguagem é que poderemos nos entender, e neste caso, a “educação” indicada como solução na conclusão da pesquisa, só se fará mesmo pela beleza da castidade. Esta virtude que Mons. Jonas Abib tanto preza e nos recomenda pela “sadia convivência entre homens e mulheres”. É possível que um rapaz olhe para uma moça sem cobiça e com pureza, e vice versa? Sim, é possível!
Inseridos no amor de Cristo, desde as nossas amizades, aprendamos a treinar o amor desinteressado. São em gestos gratuitos de amor, em ofertar nosso tempo, nosso ouvido, em prestar um favor ao outro sem esperar retribuição, que podemos nos desvencilhar do nosso egoismo, controlar os instintos e descobrir nosso valor de pessoa. Nosso mais acertado auto reconhecimento está inscrito no coração de Deus, é lá que precisamos nos identificar.
Quando aprendemos à achegar-nos a alguém, não por ele poder nos trazer vantagens, mas por nosso amor gratuito, é que nosso coração e mente, daí também nossa sexualidade, irão sendo curados e fortalecidos na paz, no amor e na bondade.
Sei que algumas pessoas vão discordar e achar que a culpa é mesmo da mulher, ou culparão a mentalidade machista. Cada um tem o direito de usar a roupa que quer e querer viver o autocontrole ou não. Contudo, se falassemos mais de Castidade não somente a violência diminuiria, mas também a família e a sociedade viveriam de forma mais amorosa.

Deus abençoe!
Sandro Arquejada – Autor do Livro “As Cinco Fases do Namoro”

Ele fez a diferença na humanidade

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Se a vida é uma grande aventura e a cada passo podemos escolher o caminho a seguir, e se o amor é a força que nos leva a plena felicidade, não dá para viver sem referências, nem querer descobrir a estrada sozinho. Precisamos de placas que sinalizem nosso caminho. Há curvas, limites de velocidade. Não dá para ir se aventurando sem saber as exigências próprias da aventura. Mas calma, tem jeito, há pessoas que já se aventuraram na mesma estrada, que se alegraram e entristeceram; pessoas que amaram com palavras e com elas repreenderam. Pessoas que provaram com a vida que “nasceram pra dar certo”. Fizeram da vida uma aventura com direito a muita alegria, mas também dor e uma dose de sofrimento. A estrada é quilométrica, mas esta jornada de mil quilômetros começa com o primeiro passo. Que possamos dá-lo juntos, com o olhar nos passos de quem não parou no que deu errado ou na tragédia que aconteceu e sempre teve a sede do Amor Maior. Sede que foi sendo saciada em cada oportunidade de viver intensamente.

Ele nasceu no dia 18 de maio de 1920, em Wadowice, uma pequena localidade ao sul da Polônia, a cinquenta quilômetros de Cracóvia. Filho de um tenente do exército austro-húngaro, de quem herdou o nome, também chamado Karol Wojtyła. O seu irmão Edmund, ao formar-se em medicina, transformou-se na esperança de sustento da família, uma vez que o salário do tenente Wojtyła era insuficiente para mantê-la.

Suamãe chamava-se Emília Kaczorowska. Faleceu quando Karol tinha apenas nove anos, em 1929, em decorrência de uma doença nos rins. Seu irmão, Edmund, morreu em 1932, vítima de epidemia de escarlatina, e a irmã morreu com alguns dias de vida, em 1914.

Aos doze anos se vê só com o pai. Em 1938, a fim de que pudesse continuar os estudos, mudam-se para Cracóvia. Passam a morar em um apartamento pequeno e modesto de apenas dois aposentos. Karol inscreve-se na faculdade de letras da universidade e também na Escola de Arte Dramática. Passa a frequentar sua nova paróquia, dirigida pelos salesianos, que tinha Santo Estanislau Kostka como padroeiro.

O Noé do filme não é o Noé da Bíblia…

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Lendo o Portal Canção Nova me deparei com esse post que o Padre Roger Araújo escreveu sobre o filme Noé! Imediatamente lembrei dos jovens que acessam o nosso Blog. Por isso, coloco na íntegra a sua observação e opinião!

Estreou, há poucos dias, nas telas do cinema do Brasil, o filme ‘Noé’. A película gerou muita expectativa pela divulgação e pelos atores que atuaram na produção. Eu não sou crítico de cinema nem especialista no assunto, mas, como se trata de um filme com temática bíblica, sinto-me na obrigação de manifestar minha opinião sobre o que observei quando assisti a ele.

Do ponto de vista teológico, bíblico e doutrinário, o filme é uma frustração do começo ao fim. Ele não se preocupa, em nenhum momento, em ser fiel à narração bíblica ou se aproximar dela. Pelo contrário, procura distorcer e apontar uma visão de fé totalmente contrária à visão judaico-cristã. Uma mistura de concepções filosóficas anticristãs, tentando levar as pessoas a uma concepção de Deus e da revelação divina totalmente deturpada. Por isso, é importante afirmar que o Noé do filme não é o Noé da Bíblia nem o Criador, apresentado pelo filme, corresponde ao Deus da revelação bíblica.

O texto sagrado nos apresenta Deus como aquele que sempre toma a iniciativa de salvar ou purificar a criação como obra de Suas mãos. A missão de construir uma arca não é fruto de um delírio, de sonhos ou de alucinações de Noé. Deus foi ao seu encontro e lhe confiou esta missão. Noé personifica os homens tementes ao Senhor desde a criação do mundo. Ele não é um alucinado, muito menos um fanático religioso sem consciência e sem maturidade, como deseja apresentar o filme. A arca, diferente da Torre de Babel, não nasce de nenhuma pretensão humana, mas é uma iniciativa divina para renovar a humanidade.

Um dos ingredientes de mau gosto do filme é querer apresentar a figura de anjos decaídos como grandes bonecos de pedra, feitos com alta tecnologia digital, como os defensores de Noé, guardiões da arca e combatentes contra os pretensos invasores dela. Essas criaturas, na concepção do filme, ajudam Noé na construção da arca. Os elementos são sem fundamentos e distorcem o sentido da revelação bíblica. Nenhum anjo decaído ajudou Noé nem pode ajudar nenhum de nós. Ele não teve o auxílio desses fantasiosos guardiões. A luz, a força e o auxílio que conduzem Noé é a mão de Deus, Criador de todas as coisas.

A visão hedonista do filme apresenta um dos filhos de Noé como um jovem impelido a possuir a mulher de qualquer um a qualquer custo. Noé, como um obcecado religioso, opõe-se ao fato de seu filho ter uma esposa. Ainda pior: quando sua nora engravida, dentro da arca, Noé, em nome de Deus, fica irado com a gravidez dela e se propõe matar a criança se ela for uma menina. O texto bíblico é muito claro ao dizer que Noé entrou na arca com sua mulher, seus três filhos e a esposa de cada um deles. E eles, depois, iriam povoar a terra.

O filme tem muitas outras coisas de mau gosto e interpretações sem nenhum fundamento religioso ou bíblico. Penso que o autor da obra poderia ter respeitado, pelo menos, o essencial da narração do texto bíblico e criado muitas coisas belas a partir daquilo que foi inspiração bíblica para criar o filme.

A verdade é que o longa-metragem é uma afronta e uma distorção da beleza da revelação divina. Ele não merece ser visto nem apreciado por quem tem a Bíblia como um Livro Sagrado, fonte da revelação divina e inspiração primeira de fé. Existem filmes mais sérios e de roteiros mais qualificados.

Padre Roger Araújo
Missionário da Comunidade Canção Nova

Fonte: Portal Canção Nova

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