Uma visão não muito habitual na Basílica de São Pedro, dos 244 padres sinodais, 197 eram africanos. Na celebração de abertura da II Assembléia Especial para a África do Sínodo dos Bispos o clima de alegria era perceptível principalmente através dos cantos alternados entre o cora da capela sistina e o coro africano do Kongo.
O Santo Padre na homilia faz referencia a I Assembléia Especial para a África de 94 não como um evento isolado, mas um ponto de chegada que a agora precisa ser verificado e reproposto.
Três aspectos foram destacados pelo Pontífice: Deus como criador e senhor de tudo, ponto que une todas as culturas africanas; o matrimonia que não existe fora da relação com Deus e as crianças, parte numerosa no continente que atravessa grandes sofrimentos. Chamando a África de “Pulmão de espiritualidade” o Papa alertou a respeito dos perigos atuais do materialismo pratico, relativismo e também do fundamentalismo religioso que podem interferir na grande contribuição que esta cultura pode dar a Igreja e para o mundo.
Os 244 padres sinodais permanecerão reunidos de 4 a 25 de outubro para meditar como esta Igreja particular pode responder melhor ao apelo da evangelização. E você pode acompanhar toda a abertura deste importante evento da Igreja pela WEBTVCN.

