Reflexões

Jesus eu confio em Vós!

Padre Luis Fernando Soares Paróquia Espírito Santo

Reflexão feita pelo Padre Luis Fernando Soares – Paróquia Espírito Santo – SJCampos. Deixe seu comentário.


A Ressurreição de Cristo é a nossa esperança!

A Ressurreição de Cristo é a nossa esperança! “Resurrectio Domini, spes nostra – a ressurreição de Cristo é a nossa esperança!

É isso que a Igreja proclama hoje com alegria: anuncia a esperança, que Deus tornou inabalável e invencível ao ressuscitar Jesus Cristo dos mortos; comunica a esperança que ela traz no coração e quer partilhar com todos, em todo o lugar, especialmente onde os cristãos sofrem perseguição por causa da sua fé e do seu compromisso em favor da justiça e da paz; invoca a esperança capaz de suscitar a coragem do bem, mesmo e sobretudo quando custa. Hoje a Igreja canta «o dia que o Senhor fez» e convida à alegria. Hoje a Igreja suplica, invoca Maria, Estrela da Esperança, para que guie a humanidade para o porto seguro da salvação que é o coração de Cristo, a Vítima pascal, o Cordeiro que «redimiu o mundo», o Inocente que «nos reconciliou a nós, pecadores, com o Pai». A Ele, Rei vitorioso, a Ele crucificado e ressuscitado, gritamos com alegria o nosso Aleluia!” (Trecho da Mensagem Urbi et Orbi do Santo Padre Bento XVI para a Páscoa de 2009).

Feliz páscoa!

Luzia Santiago


Vencendo as provas !

Nenhum sofrimento neste mundo pode nos fazer desistir de viver. Ouça esta reflexão.Deixe seu comentário, seu pedido de oração, queremos rezar com você.

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Não para! Não desista!

Todos temos dificuldades, mas elas não podem nos impedir de caminhar,de lutar e vencer.Então o que fazer nas horas de desânimo? Ouça, deixe seu comentário, seu pedido de oração.

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O que fazer nas filas do dia- a- dia?

Em quase todos os lugares onde vamos, temos que enfrentar as famosas filas do dia a dia! Como enfrentar esta situação? O que você faz na fila? Ouça, deixe seu comentário, seu pedido de oração.

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O que dá sentido à nossa vida?

Todo mundo busca algo novo que lhe traga qualidade de vida, paz, alegria,felecidade, esperança… Mas onde encontar? Ouça, deixe seu comentário, seu pedido de oração.

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Coragem, não desista !

Hoje temos a chance de recomeçar.O Deus que nos criou, é maior do que o nosso problema. Ouça , deixe seu comentário, seu pedido de oração.

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Qual é a sua maior necessidade hoje ?

Jesus nos cura,liberta também nos tempos atuais.Tocados por Ele,devemos assumir nossa missão.

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Ser pobre é estar bem consigo mesmo!

Padre Rinaldo Roberto de Resende – Cura da Catedral São Dimas – SJC, nos ajuda a refletir sobre ” o ser pobre ”  segundo as Bem Aventuranças ( Mt, 5)


Ser pobre é não aceitar receber gratificações!

Padre Rinaldo Roberto de Resende – Cura da Catedral São Dimas – SJC, nos ajuda a refletir sobre ” o ser pobre ” segundo as Bem Aventuranças ( Mt, 5)


Como alcançar o impossível?

Qual é o seu impossível? A quanto tempo você espera por ele? Ouça esta reflexão, deixe seu comentário,seu pedido de oração.


Eu tenho mãos!

O que é mais fácil para você:reclamar quando está faltando algo ou agradecer quando ganha o que está precisando? Ouça esta reflexão,deixe seu comentário, seu pedido de oração.Rezo por você.


A vida imita o video

Aquilo que você vê, influenciam suas  ações?


Eis o tempo de esperança!

Mais uma vez vamos nos preparar para o Natal do Senhor! Que tal prepararmos o presépio no coração? Em outros anos já toquei nesse tema. Madre Teresa de Jesus Eucarístico, fundadora das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, fazia um convite às irmãs que vale para todos nós. Coloquemos palhas na manjedoura do Menino Jesus. Deixemos o lugar o mais aconchegante possível.

De que maneira? Aproveitemos o Advento, tempo de preparação para o nascimento de Jesus, para o exercício das virtudes. Cada virtude torna-se uma palhinha na manjedoura do coração. Vamos propor isso em casa. Pequenos sacrifícios de paciência, de perdão, de paz e de serenidade podem ir completando o espaço interior de nosso ser, para que o Senhor seja bem acolhido.

Onde buscar inspiração para tais ações? Contemplemos Maria e José, peçamos a graça de esperar Jesus como O esperaram outrora. Deixemos a esperança reacender o coração. Deixemos a fé, pura como a das crianças, renascer em nós. Deixemos a caridade suplantar todos os nossos limites. Dessa forma, neste Natal, o presépio não será, por nós, somente contemplado, mas sim vivido. Tornar-nos-emos membros da cena, partícipes da alegria cantada pelos anjos, anunciada pela estrela e proclamada pelos pastores e reis.

Entremos na cena que marcou a história e que anunciou uma nova e eterna primavera para a humanidade. Está chegando o tempo da ternura e do amor. Resgatemos nossos sonhos. Desde já, sonhemos com o Menino e deixemo-nos plenificar pela sua Paz. “Vigia esperando a aurora qual noiva esperando o amor. É assim que o servo espera a vinda do seu Senhor”, é o que cantaremos tantas vezes. Vigiemos, portanto! Esperemos com alegria! Ele, mais uma vez, irá chegar!

Aproveitemos o tempo de espera e deixemo-nos tocar pela graça do Senhor. Que o Espírito Santo transforme nossas casas e nossas Igrejas na gruta de Belém.Aqui, dentro em pouco, será Natal, não só no calendário, mas acima de tudo em nós!

Pe. Rinaldo Roberto de Rezende - Catedral São Dimas - SJC


Frei Raniero Cantalamessa fala sobre Tempo do Advento

Maria é “a melhor companheira de viagem durante o Advento”, afirma o Pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa.

No último domingo, 27, a Igreja deu início a um novo Ano Litúrgico, com o início do Tempo do Advento. Segundo o frei capuchinho, a Palavra de Deus é sempre a mesma, mas, também, sempre nova, “porque cai em meio a situações novas e porque o Espírito Santo lança luz sobre essas novas implicações”.

Na próxima sexta-feira, 2, Cantalamessa começa a série de meditações tradicionalmente feitas ao Papa e à Cúria Romana durante as sextas-feiras deste Tempo Litúrgico da Igreja.

Confira a entrevista do frei à Rádio Vaticano.

Rádio Vaticano – Nos ciclos anuais do Tempo Litúrgico, quais são as novidades a se colher e viver?

Frei Raniero Cantalamessa – A novidade vem do Espírito, porque, a cada ano, o Espírito dá vida nova às palavras que escutamos, e que escutamos em um contexto sempre novo. Portanto, como a Palavra de Deus é sempre aquela – e a cada vez, no entanto, é nova, porque cai em meio a situações novas e porque o Espírito Santo lança luz sobre essas novas implicações –, assim, neste momento, a Igreja está vivendo dois grandes temas: a evangelização, que será o tema do Sínodo do próximo ano, e, depois, o Ano da Fé convocado por Bento XVI. Portanto, já o Advento se presta a começar a dar um sentido concreto a esse Ano da Fé e, ao centro do Advento, há propriamente a fé de Maria, há a fé dos pastores, dos Magos. Não se pode começar, portanto, de melhor maneira o Ano da Fé do que vivendo exatamente a plenitude do Advento.

RV – Como predispor-se para viver plenamente o Tempo do Advento?

Frei Cantalamessa – A predisposição exterior é aquela de se dar um pouco mais de espaço de silêncio, de oração, de contemplação. Os tempos fortes servem-nos também para isto: para produzir uma ruptura com o ritmo habitual da vida. Não se pode certamente diminuir o compromisso, o trabalho, mas se pode diminuir o ruído da televisão e de outras coisas, de tal forma que se possa entrar em um clima de maior silêncio, de maior interioridade. No fundo, contudo, aquilo que decide é a abertura maior ou menor ao Espírito Santo, porque é o Espírito Santo a ser a presença viva de Cristo. O Advento tem sentido enquanto revivemos a expectativa, a vinda de Cristo: mas quem torna Cristo presente na Igreja, na história, é Ele, é o Espírito Santo. O Espírito Santo vem sobre Maria e o Espírito Santo, neste Tempo de Advento, deveria vir sobre todos os cristãos. E ele vem. O importante é que seja desejado, esperado, porque, como diz São Boaventura: “O Espírito Santo vai lá onde é esperado, desejado e amado”.

RV – Uma expectativa que tem a duração de quatro semanas. Como se desenvolve o percurso litúrgico?

Frei Cantalamessa – Há, no interior do Advento, um caminho de aproximação que se intensifica. No início, por exemplo, na liturgia, escuta-se, sobretudo, Isaías – textos de Isaías que anunciam o Advento da salvação de longe. Depois, nas segunda e terceira semana, a figura central é João Batista, que é já o precursor e, portanto, nos aproximamos um pouco mais. O último domingo do Advento é dominado pela figura de Maria que é, eu diria, a melhor companheira de viagem durante o Advento, porque viveu este tempo como toda a mãe na iminência do parto: com uma interioridade, uma intensidade, uma ternura particulares. Portanto, Maria pode ajudar-nos certamente a andar ao encontro de Cristo, não de uma forma qualquer, sem amor, mas andar ao encontro de Cristo com o coração, mais ainda que com o tempo.

Leonardo Meira

Da Redação, com Rádio Vaticano (tradução de CN Notícias)

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