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• segunda-feira, março 15th, 2010

As pessoas por quem você tem rezado, voltarão para Deus. Tudo o que de bom semeamos nos corações, vai nascer,crescer e dar frutos. Esta deve ser a nossa fé.
Pra quem você tem rezado?
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• domingo, março 07th, 2010

 

Entrar na lógica da Cruz de Cristo, doar-se sem medidas, sem reservas e despojar-se completamente é o convite que a liturgia nos faz neste Terceiro Domingo da Quaresma.

A reflexão deste domingo feita pelo biblista brasileiro padre Pedro Luís Schiavinato, atualmente residente na Terra Santa, foi gravada no pátio de entrada da Basílica do Getsêmani localizada na parte mais baixa do Monte das Oliveiras em Jerusalém. O local permite a visão do Vale do Cedrom, formado no norte de Jerusalém seguindo até o Mar Morto. O Cedrom circunda a parte da cidade antiga de Jerusalém onde foi construído o Templo citado no Evangelho deste domingo.

O Vale do Cedrom, na Bíblia, também é chamado de Vale de “Josafat” (o nome Josafat é de origem semítica e significa “Deus julga”), ‘pois nele se reunirão todas as nações para serem julgadas’ (confira em Joel 3, 1-3). Com base nessa passagem que em sua encosta surgiram os cemitérios dos judeus e dos muçulmanos, com a esperança que a ressurreição e juízo final aconteçam neste lugar. [Padre Pedro, além de refletir sobre o templo que é Jesus, propõe aos fiéis experimentar o poder do Crucificado.

Acompanhe a reflexão da 3ª Semana da Quaresma:

 

Que Jesus abençoe teus propósitos para a Quaresma e até o próximo domingo!

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• terça-feira, fevereiro 23rd, 2010

É sempre uma alegria contar minha história, pois todas as vezes percebo o carinho e o amor que DEUS teve e tem para comigo.

Bem, posso iniciar que minha história é uma história feliz, pois minha conversão foi realmente um grande presente de Deus em minha vida.

Sempre fui uma pessoa ativa e comunicativa. Fazer amizade pra mim nunca foi problema. Estudei no Instituto Presidente Epítáio Pessoa - IPEP por mais de 12 anos, onde realmente fiz uma grande amizade. Neste colégio vivi ja muitas experiências de liderança e companherismo. Sempre na turma eu era aquele o qual os colegas procuravam pra qualquer coisa. Sempre era escolhido pra ser presidente da turma. Sai do IPEP e fui estudar na Escola técnica Federal da Paraíba, onde fiz durante 4 anos o curso de Eletrotécnica. Sai da Escola para entrar na Universidade. Fiz Administração de empresa na UNIPÊ, onde tbm sempre estive presente com o movimento estudantil…………

Com isso nasce uma outra fase de minha vida… A POLÍTICA…..

Durante a universidade, comecei a trabalhar no colégio do meu avô Paterno na cidade de Mamanguape, interior da Paraíba, onde fui professor de informática por um bom tempo. Fiz uma grande amizade neste cidade e ai começou o desejo de entrar na política naquela região, até mesmo porque quase toda minha família morou nesta cidade e tbm eram envolvidos com a política.

Não tinha muito apoio da família não, mas fui morar na cidade até mesmo para ter um registro domiciliar, pois somente assim poderia sair candidado. Comecei a fazer amizades com políticos da região, e quando menos vi, estava eu na porta de uma eleição para Vereador na Cidade que aprendi a amar.

Foi muito bom tudo o que vivi, pois de uma maneira bem concreta ja era o próprio Senhor me treinando.

Bem, continuando……

Em 1999 conheci um grupo de oração Sagrado Coração de Jesus, onde fiz minha primeira experiência de oração, batismo no espírito santo e um encontro verdadeiro com Cristo Jesus.

Começei a participar deste grupo, mas a eleição na minha vida era mais que concreta. Tudo pra mim era “Bruno Costa 2000″ juventude e responsabilidade. Não saia da minha cabeça a eleição, pois estava tudo muito bom…Com certeza do jeito que estava caminhando iria chegar a vitória.

Bem, chegamos em 2000… ANO que esperei com tanta alegria em minha vida….. Minha campanha tomava rumo e cada vez mais firmeza… Minha alegria era estar em Mamanguape e ve que pessoas ja expressavam carinho e apoio a minha candidatura. Realmente o ano 2000 foi de muita alegria na minha vida.

Em Março de 2000 fui convidado por Marcella uma amiga da universidade a participar de um retiro de semana santa. Resisti um pouco mas fui.. Foi uma grande benção na minha vida. Ja percebi que DEUS estava modificando muitas coisas em meu coração.. MAs continuei a minha candidatura.

Passou mas um tempo……. Em Maio do ano 2000 foi organizado uma viagem para a cidade de Gravatá, onde iria ser comemorado os 5 anos da Rádio canção nova de gravatá. Me falaram que ia um padre muito bom celebrar e pensei em ir para o mesmo rezar pela minha campanha. Esse padre era o nosso querido Monsehor Jonas Abib.

Fui para Gravatá e o encontro foi uma benção na minha vida. Durante a pregaçaõ do Padre Jonas ele falou muito sobre vocação e chamado.

Foi ai que realmente tive um VERDADEIRO encontro com CRISTO

Quando o Padre Jonas falou que tinha um jovem com um grande chamado para servir a DEUS não tive dúvida. Assumi logo pra mim. Tive a certeza que candidato a vereador não era mais e que naquele dia fui escolhido e eleito para o Céu…

 

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Sou feliz e muito realizado..
SER PADRE é uma benção…

Deus abençoe,

Pe. Bruno

• domingo, fevereiro 21st, 2010

A Igreja inaugura um tempo novo. Com a Quarta-feira de cinzas iniciamos a Quaresma, um período de preparação para a Semana Santa e a Páscoa da Ressurreição.
É um tempo de penitência e de conversão.

Padre Pedro Luís Schiavinato, blilista, nos fará companhia na WebTVCN fazendo as meditações dos Evangelhos dos cincos domingos da Quaresma. Os vídeos foram gravados na Terra Santa para ajudar-nos a entrar por inteiro nesse tempo visualizando os lugares por onde Jesus passou.

A liturgia desse primeiro domingo, padre Pedro vem mostrar que Jesus, antes de iniciar sua missão, Ele viveu a sua Quaresma: a Quaresma de Jesus no Deserto.

O episódio da tentação de Jesus no deserto, mais do que uma narrativa histórica, trata-se de uma Catequese.
Para Jesus, o “deserto” é o “lugar” do encontro com Deus e do discernimento dos seus projetos. E é o “lugar” da prova, enfrentando a tentação de abandonar Deus e de seguir outros caminhos.

Nessa liturgia, Jesus vem ensinar  como vencer as tentações por meio das práticas penintenciais.

Confira o vídeo que inicia a meditação do 1º Domingo da Quaresma:

 

Uma Santa Quaresma para você e até o próximo domingo!

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• sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

Inciamos o santo Tempo da Quaresma. Me. Maria Teresa de Jesus Eucarístico  (Fundadora do Instituto das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada) ensinou as Irmãs a praticarem algumas disciplinas – neste período voltado à oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Conheças as “Cordinhas” para a Quaresma! LEIA MAIS…

Fonte:IPMMI

Como você está vivendo este santo Tempo Quaresma?

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• segunda-feira, fevereiro 15th, 2010

A quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É tempo para nos arrepender dos nossos pecados e de mudar algo em nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de Cristo.

Ao longo deste tempo, fazemos um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.

A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.

Durante este tempo especial de purificação, contamos com uma série de meios concretos que a Igreja nos propõe e que nos ajudam a viver a dinâmica quaresmal.

Em primeiro lugar, a vida de oração, condição indispensável para o encontro com Deus. Na oração, o cristão inicia um diálogo íntimo com o Senhor, deixando que a graça divina penetre em seu coração e se abra à ação do Espírito.

A renúncia nas circunstâncias ordinárias de nossa vida também constitui um meio concreto para viver o espírito de quaresma. Não se trata tanto de criar ocasiões extraordinárias, mas sim, de saber oferecer aquelas circunstâncias cotidianas que nos são incômodas. De aceitar com alegria os diferentes contratempos que nos apresenta o dia a dia. Da mesma maneira, o saber renunciar nos ajuda a viver o desapego e o desprendimento.

Fonte: Pároquia Espírito Santo

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• quarta-feira, dezembro 30th, 2009

Nós adoramos apontar onde os outros deveriam mudar

Um conto dos padres do deserto diz que certo monge, vendo a morte chegar, pediu aos seus companheiros que lhe trouxessem a chave do céu: queria morrer agarrado a ela. Um companheiro saiu correndo e lhe trouxe a Bíblia, mas não era isso que o agonizante queria. Outro teve a ideia de trazer a chave do sacrário, também não deu certo. Foi então que alguém que conhecia melhor o doente foi buscar agulha e linha. Agarrado a esses objetos prosaicos, o irmão passou mais tranquilo para a vida eterna. Era o alfaiate da comunidade: sua chave para o céu era a atividade diária, carinhosamente realizada para servir aos seus irmãos.
A historinha nos leva a entender que o trabalho cotidiano do monge foi a sua verdadeira chave para entrar no céu. Com certeza, ele também devia ter rezado muito, meditado bastante, talvez jejuado nos dias certos e cultivado algumas dezenas de outras virtudes. No entanto, ele sabia muito bem que tudo dependia de como ele havia exercido o seu maior serviço na comunidade.

O caminho da santidade pode passar por momentos extraordinários, gestos de heroísmo, façanhas memoráveis; porém, passa, em primeiro lugar, por aquilo que fazemos bem ou mal no dia a dia. Todos nós reconhecemos que, em nossa vida, é muito mais pesado o dever cotidiano do que alguns momentos de esforço, difíceis, sim, mas passageiros.

É por isso que João Batista, o precursor, deu respostas diferentes para os diversos grupos de pessoas que lhe perguntavam: “O que devemos fazer?” Todos deviam partilhar o que estava sobrando de suas roupas e de sua comida. A solidariedade com os necessitados e carentes é o primeiro passo para iniciar uma nova vida. Sem desprendimento não há verdadeira conversão. Depois o profeta do deserto apontou escolhas diferentes para os cobradores de impostos, que extorquiam o povo, e para os soldados que deviam aproveitar demasiadamente da sua força e das suas armas. Significa que cada um deles, naquele tempo, como também nós, hoje, devemos encontrar o nosso próprio caminho de conversão, a partir do lugar onde estamos.

No entanto, nós adoramos apontar onde os outros deveriam mudar e o que deveriam fazer para dar certo. Mais uma vez é muito mais fácil criticar os outros ou declarar como nos comportaríamos se estivéssemos no lugar deles do que começar a corrigir e a melhorar a nossa própria vida.

Os exemplos não faltam. Muitos sabem perfeitamente o que eles fariam se fossem o presidente ou o governador. No entanto, poderiam começar a cuidar melhor das suas famílias e dos seus negócios. Mal conseguem administrar os seus lares; o que fariam se tivessem maior responsabilidade? Não muito diferente acontece na Igreja também. Quem nunca quis dar conselhos ao padre, ao bispo e ao Papa? Com toda razão, talvez, mas nem sempre quem distribui sentenças aplica os mesmos critérios para si mesmo. Com isso não quero dizer que não podemos mais falar ou criticar. Ao contrário, a correção fraterna é evangélica e salutar entre amigos e irmãos. Quando, porém, a crítica é estéril, ou é a descarga de mágoas, invejas e frustrações, ela não serve nem para quem a recebe nem para quem a dispara.

De acordo com nossas responsabilidades, cada um de nós tem muito a melhorar, simplesmente procurando cumprir bem o que se supõe seja o seu dever, ou, ao menos, o seu trabalho cotidiano. Assim os pais poderiam caprichar mais na educação dos seus filhos. Os educadores deveriam ensinar mais humanidade e amor à vida própria e à dos outros. Quem julga, deveria julgar com justiça. Quem administra, fazê-lo com mais honestidade e lisura. Quem comunica, buscar a verdade e não o seu próprio interesse. Quem deve evangelizar também deveria fazê-lo com alegria, entusiasmo e competência, deixando de lado outras preocupações.

Todos precisamos nos agarrar mesmo às “agulhas” e às “linhas” de nossas vidas. Fazer bem o que está ao nosso alcance, no dia a dia, sempre será a melhor chave para entrar no Reino do Céu. Se isso ainda nos interessa.

 

Dom Pedro José Conti
Bispo de Macapá

• quinta-feira, novembro 19th, 2009


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• quinta-feira, agosto 27th, 2009

Com 101 Anos, Dona Romana de Souza Marques esteve presente na cova da Iria em Fátima no dia 13 de outubro de 1917, onde nossa Senhora Apareceu aos Pastorinhos .

Neste dia uma multidão cercava os pastorinhos a espera de um Milagre. Chovia torrencialmente quando Nossa Senhora apareceu e realizou o Milagre do Sol, onde este, se aproximou da terra, parando a chuva e secando todas as roupas e a própia terra.

Dona Romana Tinha 9 anos , a mesma idade da Vidente Lúcia.

Assista o relato na primeira pessoa:

Dona Romana foi encontrada pela a equipe da TVCN Portugal, durante uma gravação realizada num Lar da Terceira Idade em Leiria , Cidade Próxima a Fátima.

Nossa Senhora de Fátima, Rogai por Nós !

• quarta-feira, agosto 12th, 2009

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• sábado, agosto 08th, 2009

Pietro Sarubbi, ator italiano, conta seu testemunho de conversão durante as filmagens do filme “A Paixão” (dirigido por Mel Gibson).
Neste filme, Pietro dez o papel de Barrabás e foi tocado profundamente pelo olhar de Jesus.

Confira seu testemunho:

• segunda-feira, junho 22nd, 2009

” Vós, que temeis ao Senhor, louvai-o; porque Ele não rejeitou nem desprezou a miséria do infeliz, nem dele desviou a sua face, mas o ouviu quando lhe suplicava.” (Sl 21, 24a;25). 

Sempre tive dificuldades em esperar. Nas minhas orações, entregava as situações nas mãos de Deus mas não descansava, mantinha a cabeça maquinando em busca de solução. Era e, por vezes, ainda é muito duro, para mim, simplesmente parar e esperar acreditando que a situação receberá uma resposta da parte de Deus. Isso causava-me um sentimento de desconforto, insegurança, irresponsabilidade. Então descobri que há situações em que este esforço é totalmente desnecessário e inclusive prejudicial. Há um caminho muito melhor.Às vezes, tudo o que Deus quer de nós é que esperemos, numa atitude de profunda confiança e prontidão para obedecê-lo.Percebi, nestas horas, que todas as manobras que eu fazia interferiam na ação de Deus e a atrapalhavam.

Como é difícil largar depois de entregar! Mas se não largamos, Deus larga. Já imaginou um carro com dois volantes e dois motoristas? Não seria um carro mas um desastre ambulante. Deus sabe que na direção das coisas cabe apenas uma pessoa, ou é Ele ou somos nós; é a carne ou o Espírito. Por isso se tomamos o combate em nossas mãos e lutamos por nossas próprias forças, Deus se sujeita a assistir a nossa luta.Não é má vontade da parte d’Ele. O respeito à nossa liberdade O faz esperar.

Quando o ferro é dobrado abruptamente ele se parte; para curvá-lo é preciso tempo, tempo de prepará-lo, de levá-lo ao fogo. Quando Deus pede um tempo, não o faz por si próprio mas por nossa causa, em virtude da nossa natureza.Em geral as coisas mais belas e complexas levaram tempo para serem construídas. Custa tempo construir um edifício. Muitos quadros demoraram anos para serem pintados. Mas exigimos que Deus faça seus milagres nos segundos da nossa conveniência.

Leva tempo converter um coração. Leva tempo aproximar duas pessoas que se magoaram. É preciso tempo para curar a doença e fechar a ferida. Tudo nesta nossa vida está sujeito a um tempo. Por isso com a oração se planta a semente, pela oração cultiva-se a planta e a confiança não nos decepcionará quando colhermos os frutos há tanto esperados. Se você tem rezado, confie! Sua oração plantou a semente; oculta, ela germina no coração de Deus; continue cultivando-a, Deus precisa apenas de um pouco mais de tempo para entregar-lhe a resposta.

 Márcio Mendes
 
 
 
 E você o que tem enfrentado ao esperar em Deus ?
• domingo, junho 21st, 2009

• sábado, junho 20th, 2009