Catedral Armênia Católica São Gregório Iluminador guarda ícone do Santo das causas urgentes

imagem/internet

Fiéis Católicos de rito Armênio celebram na quarta-feira,19, o dia de Santo Expedito – um santo de origem Armênia -, na Catedral São Gregório Iluminador, bairro da Luz, em São Paulo.

Ao longo do dia a Catedral, recém restaurada, ficará aberta à visitação pública. Às 16h haverá uma missa celebrada em português pelo Padre Antonio Francisco Lelo, administrador paroquial.

Conhecido como o “Santo das Causas Justas e Urgentes”, Santo Expedito é invocado na extrema dificuldade; quando os negócios precisam de uma solução imediata, cuja invocação nunca é tardia. Santo Expedito é protetor do estudantes e militares.

Tradicionalmente em São Paulo, milhares de fiéis participam da festa de Santo Expedito na Igreja da Capelania Militar, junto ao Batalhão da Rota, também no bairro da Luz. Mas o que muitos não sabem é que à cerca de 500m do batalhão da Polícia Militar, logo após o Mosteiro da Luz, na avenida Tiradentes, a Catedral Armênia Católica, também homenageia Santo Expedito.

Foto: Simone Nunes/CN

Construída em 1976, a igreja passou por uma grande restauração e ressurge com todo seu esplendor.  O Altar Mor em mármore, em estilo armênio, guarda ao centro um belíssimo ícone da Nossa Senhora de Narek folhado em ouro. As laterais foram reservadas à dois santos considerados colunas da Igreja: São Judas Tadeu e São Bartolomeu. Foram eles  que levaram o Cristianismo a Armênia. O país foi o primeiro a adotar o Cristianismo como religião oficial em 301.

O teto da Catedral recebeu molduras em gesso ornamentadas em estilo armênio. No teto, 23 pinturas em óleo sobre tela, revelam com riqueza de detalhes a trajetória de Jesus de Nazaré, do Nascimento até a Ascensão. As imagens foram distribuídas de acordo com cada momento da vida de Jesus. Os vitrais nas paredes laterais e na cúpula destacam santos armênios.

Na fachada, os três arcos e a Cruz de metal, que representam a Santíssima Trindade, também foram restaurados.

Na frente da Catedral foi erguido um monumento em homenagem às vítimas do Genocídio armênio, cometido pelo Império Turco- Otomano, que matou 1,5 milhão de pessoas durante a I Guerra Mundial. O monumento possui uma cruz de pedra de 700 quilos e relíquias dos mártires armênios, trazidas do deserto da Síria

História:

A Igreja Católica Armênia é uma entre as 24 Igrejas de diferentes ritos em plena comunhão com a Igreja Católica Apostólica Romana, ou seja, que aceitam a autoridade do Papa. Atualmente a Igreja Armênia Católica , tem cerca de 740 mil fiéis no mundo. A sede do Exarcado Armênio,  está localizada na Catedral São Gregório Iluminador, sob a responsabilidade do Exarca Apostólico Armênio, Dom Vartan Valdir Boghossian. O Exarcado Armênio possui comunidades no México, Venezuela, Brasil, Uruguai e Chile. Os 5 países reúnem cerca de 30 mil católicos armênios, sendo 16 mil na Argentina e os outros 14 mil nos demais países. No Brasil vivem  aproximadamente 7 mil católicos armênios, sendo grande parte em São Paulo e Rio de Janeiro.

A Catedral Armênia Católica São Gregório Iluminador fica na Avenida Tiradentes, 718, ao lado do Museu de Arte Sacra, próximo ao Metrô Tiradentes, no bairro da Luz, São Paulo.

Tel.: 11 32276703

Por, Sidnei Fernandes – (Jornalista Canção Nova)

08-03

8 de Março dia da mulher, festa da humanidade.

E pensável uma humanidade só de mulheres?
E pensável uma humanidade só de homens?

Seria um horror.

Um pesadelo, anuncio de morte certa.

Não é bom que o homem esteja só…
Não é bom que a mulher esteja só..

Não há maior e nem menor.
Há caminhos juntos, vida juntos, partilha juntos.
Construindo juntos o presente e o futuro

A agressão de um é destruição do outro.

Assim Deus o quer, assim o amor o quer
Ou vivemos juntos ou morremos juntos.

Até Deus para se fazer carne no seu filho JESUS e habitar no meio de nós, precisou do SIM de Maria de Nazaré. As mulheres por serem geradoras de vida merecem atenção especial.

Frei Patricio Sciadini – (Atualmente ele se encontra em missão do Egito)

“Procura nos bolsos da minha batina. Tira a carteira para ver se há algum dinheiro. Creio que não há nada, mas se houver, entrega-o imediatamente ao ecônomo. Quero se saiba que Dom Bosco nasceu pobre e morreu sem um centavo”.
Um homem rico que ajudou Lázaro

O Papa Francisco em sua carta para a Quaresma deste ano faz um apelo a ser generosos com os necessitados, orientando que a generosidade nos leve a dar não o que nos sobra, mas a dar do nosso. Neste sentido, o exemplo de Chuck Feeney, homem de 85 anos, que doou toda a sua fortuna para obras de caridade aplica-se a frase: “Não repartiu migalhas. Deu o pão inteiro”.

Chuck vinha de uma família de católicos imigrantes da Irlanda do Norte que foi viver em Nova Jersey, Estados Unidos. Sua mãe era enfermeira e seu pai trabalhava numa seguradora. Seu primeiro trabalho, aos dez anos, foi vender cartões de Natal de casa em casa.

Ajuntou uma formidável fortuna de 8 bilhões de dólares; ele é o inventor dos “free shops” nos aeroportos. Seu interesse pelos problemas das pessoas mais carentes foi uma constante em sua vida mediante as obras de filantropia.

Há alguns anos, depois de garantir o futuro dos filhos, criou em 1982, a Fundação “Atlantic Philanthropies”. Com seu dinheiro serviu a causas que abrangem desde a saúde até as missões de paz. Em dezembro de 2016, desprendeu-se dos últimos sete milhões de dólares que lhe restavam. “Disse estar tranquilo consigo mesmo depois de dar todo o seu dinheiro”.

Vive atualmente com sua esposa num apartamento modesto, do qual nem sequer é proprietário. Sua propriedade mais valiosa é o relógio de plástico de 15 dólares que está sempre em seu pulso. Para sair de casa usa o metrô pois não tem automóvel.

O importante vai além do dinheiro. Consiste na satisfação de que se está conseguindo algo de útil para os outros. “Nunca me doeu desprender-me do dinheiro, porque nunca me senti apegado à riqueza material. Gosto de viver como acredito, sabendo que através do trabalho da fundação fizemos muito bem a pessoas que nunca o esperavam. E ver a felicidade dessa gente foi uma espécie de recompensa”. Palavras de Chuck Feeney.

Esse é um testemunho digno de ser difundido, pois enquanto a sociedade e os meios de comunicação insistem em apresentar-nos as riquezas como meta e fonte da felicidade e do sucesso pessoal, este homem optou por ir contracorrente e dar tudo o que tinha para fazer o bem às pessoas ajudando-as a viverem mais felizes.

Chuck Feeney está longe da figura do homem rico que acaba ficando cego diante do sofrimento do irmão Lázaro e contentando-se com uma vida medíocre e egoísta. “Uma riqueza excessiva que exibe de maneira habitual todos os dias: «Banqueteava-se esplendidamente todos os dias» (v. 19). Vê-se nele de forma clara a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba” (Mensagem para a Quaresma).

Este testemunho apela à consciência de todo cristão a pensar onde está a verdadeira riqueza e onde exatamente está o coração no momento de compartilhar com o outro que nada tem. Damos, de verdade, ou damos somente do que nos sobra?

Dom Bosco antes de morrer pediu ao P. Rua que tirasse de seus bolsos as poucas moedas que tinha, expressando assim o seu desapego ao dinheiro: “Procura nos bolsos da minha batina. Tira a carteira para ver se há algum dinheiro. Creio que não há nada, mas se houver, entrega-o imediatamente ao ecônomo. Quero se saiba que Dom Bosco nasceu pobre e morreu sem um centavo”.

Fonte ANS (Agência de InfoSalesiana)

 

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