VIGÍLIA CANÇÃO NOVA ABRE A SEMANA SANTA

A Comunidade Canção Nova realiza no dia 08 de abril de 2017, a partir das 21h, a Vigília Canção Nova, com o tema:

“A Esperança não decepciona por que o Amor de Deus foi derramado em nossos corações”. (Romanos 5,5).

A noite de oração acontecerá na Basílica Nossa Senhora da Penha, São Paulo (SP), transmissão pela  Rádio América, 1410 AM. A Vigília abrirá a Semana Santa com a Missa de Ramos, liturgia que prepara para a memória e Celebração da Paixão do Senhor.

Estarão presentes para conduzir a madrugada de clamor e oração o Pe. Adriano Zandoná, o cantor e animador católico Gil Monteiro e a Comunidade Canção Nova.

A Vigília Canção Nova, tradicionalmente, proporciona aos participantes uma noite inteira de momentos intensos de louvor, súplica, intercessão, adoração ao Santíssimo Sacramento, confissões, Santa Missa e oração do Terço da Misericórdia às 03h da madrugada, na presença do Santíssimo.

São momentos privilegiados de oração em que o Senhor derrama profusamente graças e bênçãos, curas e milagres, pois Deus se deixa alcançar por aqueles que oram incansável e fervorosamente.

Participe conosco e venha você também experimentar as misericórdias do Senhor!

Tome Nota!

Vigília Canção Nova
“A Esperança não decepciona por que o Amor de Deus foi derramado em nossos corações (Romanos 5,5)

Data:

08 de abril de 2017

Horário:

A partir das 21h00

Presença:

Pe. Adriano Zandoná

Gil Monteiro

Comunidade Canção Nova

Local:

Basílica Nossa Senhora da Penha

Rua Santo Afonso, 199, Penha, São Paulo/SP

(metrô Penha)

 

* Levar 1Kg de alimento não perecível

Informações:

(11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Acesse: saopaulo.cancaonova.com

 

 

 

 

 

 

“Procura nos bolsos da minha batina. Tira a carteira para ver se há algum dinheiro. Creio que não há nada, mas se houver, entrega-o imediatamente ao ecônomo. Quero se saiba que Dom Bosco nasceu pobre e morreu sem um centavo”.
Um homem rico que ajudou Lázaro

O Papa Francisco em sua carta para a Quaresma deste ano faz um apelo a ser generosos com os necessitados, orientando que a generosidade nos leve a dar não o que nos sobra, mas a dar do nosso. Neste sentido, o exemplo de Chuck Feeney, homem de 85 anos, que doou toda a sua fortuna para obras de caridade aplica-se a frase: “Não repartiu migalhas. Deu o pão inteiro”.

Chuck vinha de uma família de católicos imigrantes da Irlanda do Norte que foi viver em Nova Jersey, Estados Unidos. Sua mãe era enfermeira e seu pai trabalhava numa seguradora. Seu primeiro trabalho, aos dez anos, foi vender cartões de Natal de casa em casa.

Ajuntou uma formidável fortuna de 8 bilhões de dólares; ele é o inventor dos “free shops” nos aeroportos. Seu interesse pelos problemas das pessoas mais carentes foi uma constante em sua vida mediante as obras de filantropia.

Há alguns anos, depois de garantir o futuro dos filhos, criou em 1982, a Fundação “Atlantic Philanthropies”. Com seu dinheiro serviu a causas que abrangem desde a saúde até as missões de paz. Em dezembro de 2016, desprendeu-se dos últimos sete milhões de dólares que lhe restavam. “Disse estar tranquilo consigo mesmo depois de dar todo o seu dinheiro”.

Vive atualmente com sua esposa num apartamento modesto, do qual nem sequer é proprietário. Sua propriedade mais valiosa é o relógio de plástico de 15 dólares que está sempre em seu pulso. Para sair de casa usa o metrô pois não tem automóvel.

O importante vai além do dinheiro. Consiste na satisfação de que se está conseguindo algo de útil para os outros. “Nunca me doeu desprender-me do dinheiro, porque nunca me senti apegado à riqueza material. Gosto de viver como acredito, sabendo que através do trabalho da fundação fizemos muito bem a pessoas que nunca o esperavam. E ver a felicidade dessa gente foi uma espécie de recompensa”. Palavras de Chuck Feeney.

Esse é um testemunho digno de ser difundido, pois enquanto a sociedade e os meios de comunicação insistem em apresentar-nos as riquezas como meta e fonte da felicidade e do sucesso pessoal, este homem optou por ir contracorrente e dar tudo o que tinha para fazer o bem às pessoas ajudando-as a viverem mais felizes.

Chuck Feeney está longe da figura do homem rico que acaba ficando cego diante do sofrimento do irmão Lázaro e contentando-se com uma vida medíocre e egoísta. “Uma riqueza excessiva que exibe de maneira habitual todos os dias: «Banqueteava-se esplendidamente todos os dias» (v. 19). Vê-se nele de forma clara a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba” (Mensagem para a Quaresma).

Este testemunho apela à consciência de todo cristão a pensar onde está a verdadeira riqueza e onde exatamente está o coração no momento de compartilhar com o outro que nada tem. Damos, de verdade, ou damos somente do que nos sobra?

Dom Bosco antes de morrer pediu ao P. Rua que tirasse de seus bolsos as poucas moedas que tinha, expressando assim o seu desapego ao dinheiro: “Procura nos bolsos da minha batina. Tira a carteira para ver se há algum dinheiro. Creio que não há nada, mas se houver, entrega-o imediatamente ao ecônomo. Quero se saiba que Dom Bosco nasceu pobre e morreu sem um centavo”.

Fonte ANS (Agência de InfoSalesiana)