Evento na USP discute novas tecnologias de informação
Ontem estive no lançamento do Projeto Cidade do Conhecimento 2.0 da Universidade de São Paulo – USP. O evento contou com a presença de renomados professores, pesquisadores e executivos de diversas áreas ligadas às novas tecnologias de informação para discutir e delinear os rumos da inovação digital.
Com objetivo de incubar iniciativas dentro do ambiente virtual, para criar e dissiminar conhecimento colaborativo a USP, Universidade Mackenzie, Univerisdade Morumbi entre outras universidades norte americanos, buscam alavancar as inúmeras portencialidades da plataforma tecnológica.
Muitas idéias e questionamentos chamaram a atenção, principalmente, de como evangelizar sob essa nova mudança que a sociedade moderna enfrenta impulsionada pelos meios digitais. Trago alguns levantamento do evento para que reflitamos conjuntamente.
Discutir novas mídias, é iniciar um planejamento de novas formas de comunicação social, ensino, pesquisa, e uma infinidade de outros serviços. O que se questiona é como usar desses novos recursos de forma que não seja, simplesmente, replicado os conceitos tradicionais, que já se faz no ambiente bidimensional, no ambiente em terceira dimensão.
É necessário buscar novas metodologias de como explorar, de forma sustentável as questões de interatividade, colaboração, virtualização.
Os ambientes de terceira dimensão são uma tendência e precisamos entender seus mecanismos o quantos antes, para evangelizar com eficácia
O Second Life, passa de uma transição de game, para negócios com objetivos mercadológicos para uma nova fase de conhecimento, de ensino e aprendizagem, buscando a convergência da plataforma de Ensino a Distância, Moodle, com o SL, originando o Sloodle.
É necessário antes de qualquer ação, conhecer o novo perfil do usuário, principalmente o usuário de tecnologia brasileiro, que especialmente, é fortemente atraído pelas redes sociais.
“Antes de ter preconceito e criticar, é preciso apalpar, explorar as possibilidades”, disse no lançamento a pesquisadora Maria Lúcia Santaella, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e PUC-SP. “Estamos diante de algo que não conhecemos e a universidade precisa ter a humildade de tentar”, afirmou Gilson Schwartz, diretor do Projeto Cidade do Conhecimento 2.0.
Bastante rico, o evento, confirmou nossas opiniões a respeito do Second Life. Estamos caminhando para que a missão de evangelizar acontece nessa nova economia digital, e para isso é necessário estar e explorar as novas ferramentas.
E agora, continua o desafio de adentrar e anunciar a salvação em todos os meios de comunicação, preparando o novo homem para um novo mundo.
E você acredita que é possível evangelizar pelas novas ferramentas tecnológicas?