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Arquivo de novembro, 2010

Restaura...Jequié

23, novembro, 2010 1 comentário

REUNIREI O RESTO DO MEU POVO PARA QUE SEJA UM POVO SANTO”

(Miquéquias 2, 12-13)

Nos encontraremos lá para este momento especial de encontro com Deus.

Deus abençoe

Antoneita

Oração de Poder

23, novembro, 2010 Sem comentários

Cristo guarde-me hoje ♥ Contra veneno, contra fogo,

Contra afogamento, contra ferimento,Para que eu possa

receber e desfrutar a recompensa.Cristo comigo, Cristo à

minha frente, Cristo atrás de mim,

Cristo em mim, Cristo embaixo de mim, Cristo acima de mim,

Cristo à minha direita, Cristo à minha esquerda,

Cristo ao me deitar,Cristo ao me sentar,

Cristo ao me levantar,♥

Cristo no coração de todos os que pensarem em mim,♥

Cristo na boca dos que falarem em mim,

Cristo em todos os olhos que me virem,

Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem.

♥Levanto-me, neste dia que amanhece,

Por uma grande força, pela invocação da Trindade,

Pela fé na Tríade, Pela afirmação da Unidade,

Pelo Criador da Criação. ♥ – Oração Bizantina

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O sertanejo nordestino

20, novembro, 2010 Sem comentários

Quero aproveitar nosso Canção Nova Sertaneja, e homenager meu povo do sertão nordestino, suas lutas, sua fé, seu amor e carinho por Deus e Nossa Senhora e por aquele lá de longe que quando pega o sinal da TV Canção Nova diz: “Deus entrou em minha casa.”

Último Pau de Arara

Composição: Venâncio/Corumbá/J.Guimarães

A vida aqui só é ruim

Quando não chove no chão

Mas se chover dá de tudo

Fartura tem de montão

Tomara que chova logo

Tomara, meu Deus, tomara

Só deixo o meu Cariri

No último pau-de-arara

Só deixo o meu Cariri

No último pau-de-arara

Enquanto a minha vaquinha

Tiver o couro e o osso

E puder com o chocoalho

Pendurado no pescoço

Vou ficando por aqui

Que Deus do céu me ajude

Quem sai da terra natal

Em outro canto não pára

Só deixo o meu Cariri

No último pau-de-arara

Só deixo o meu Cariri

No último pau-de-arara

Enquanto a minha vaquinha

Tiver o couro e o osso

E puder com o chocoalho

Pendurado no pescoço

Vou ficando por aqui

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Apresentação de Nossa Senhora no Templo

20, novembro, 2010 Sem comentários

Dotada da plenitude de suas faculdades, Nossa Senhora fez a Deus voto de castidade, tendo sido a primeira a portar esse sagrado estandarte, sob o qual se alistaram depois legiões de virgens.

Os judeus costumavam consagrar seus filhos ao serviço do Templo e fazer educar as meninas à sombra tutelar do sagrado edifício.

Tendo sabido Maria que seu pai e sua mãe — Joaquim e Ana, cujos nomes significam respectivamente preparação do Senhor e graça — fiéis a tão venerável costume, haviam prometido ao Senhor, ao pedir-Lhe um filho, que Lho ofereceriam, adiantou-se ao seu desejo e quis Ela mesma consagrar-se ao Senhor. E foi a primeira a lhes suplicar que cumprissem sua promessa. “Ana não vacilou, afirma São Gregório de Nissa, em aceder ao seu desejo; levou-A ao Templo, e A ofereceu ao Senhor”.

Legiões de Anjos acompanham Maria Santíssima de Nazaré a Jerusalém

Vejamos como Ana e Joaquim fizeram a Deus o oferecimento d’Aquela que mais amavam no mundo. Saíram de Nazaré para Jerusalém, levando nos braços sua querida filha, que era muita pequena para enfrentar as fadigas de uma viagem de trinta léguas.

Associou-se a eles um reduzido número de parentes. “Porém os Anjos, diz São Gregório de Nicomédia, seguiam-nos e acompanhavam em numerosa coorte à terna e pura Virgem, que ia oferecer-se no altar do Senhor”.

Quando os santos viajantes chegaram ao Templo, Maria Santíssima voltou-se para seu pai e sua mãe, osculou suas mãos, pediu-lhes a bênção e, sem vacilar um instante, subiu ao santuário.

Exemplo para nós: devemos cumprir o dever para com Deus sem delongas e com entusiasmo, recordando-nos daquela frase da Escritura: “Maldito o que faz a obra do Senhor com negligência” (Jer. 48, 10).

O próprio Deus celebrou aquele dia memorável em que viu entrar no Templo sua casta Esposa, porque nunca se havia apresentado uma criatura tão pura e tão santa (2).

Modelo de filha, esposa, mãe, viúva e sobretudo de virgem

Maria Santíssima apresenta-se sempre como modelo de mulher cristã.

Como filha, ensina o meio de conservar seu mais belo ornato: a inocência.

Como esposa, obedece, ora, trabalha e cala. José decide e Maria parte para Belém, para o Egito, para Nazaré, para Jerusalém. Mansidão, obediência, trabalho, oração e silêncio, eis os exemplos que dá.

Como mãe, Maria ensina à mulher o meio de cumprir o mais sagrado de seus deveres, zelando por seu Filho desde o Presépio até a Cruz. Que as mães católicas nunca abandonem a educação dos que farão sua felicidade ou sua desgraça.

Ainda como mãe, Nossa Senhora ensina à mulher como deve sofrer. Ela ofereceu seu Filho a Deus, consentindo de antemão nos tormentos do Calvário e em presenciar, ao pé da Cruz, a agonia de Jesus. As mães católicas têm em Maria Santíssima o modelo de como devem aceitar os sofrimentos que a Providência consente em lhes mandar, na sua condição de mães: com mansidão, em silêncio, e oferecendo-os continuamente a Deus.

Como viúva, Maria ensina o grande segredo da vida recolhida: as virtudes domésticas, os salutares conselhos, as orações mais longas e as boas obras, tanto mais meritórias ante Deus quanto feitas com mais amor e mais ocultas à vista humana. Eis o exemplo que a Virgem Santíssima proporciona às senhoras que são viúvas.

Porém, pairando acima das condições anteriores, concomitante com todas elas, está sua condição de virgem, imaculada desde a Sua concepção. E não é por acaso que na Ladainha Lauretana a invocação Sancta Virgo Virginum vem logo após a invocação Sancta Dei Genitrix, como a dizer que não poderia ser Mãe de Deus quem não fosse a Virgem das Virgens.

Foi a virgindade de Maria Santíssima que suscitou a vocação em milhões de moças, em toda a história da Igreja, para se oferecerem a Deus como virgens, formando inúmeras congregações e ordens religiosas, para orar, trabalhar, lutar e sofrer enquanto virgens. E quantas não houve, que para defender sua virgindade, não hesitaram em sofrer o martírio! A graça e a fortaleza para praticar tal heroísmo lhes vinha da sublime virgindade da Mãe de Deus.

Culto a Maria Santíssima favorecido, com milagres, por Deus

O culto a Nossa Senhora irradia na sociedade certo encanto e graça indefiníveis que dilatam o coração.

Com efeito, a mais doce, amável e pura das Virgens, designada também como sendo “terrível como um exército em ordem de batalha” e que esmaga a cabeça da serpente infernal, forma seus verdadeiros devotos à sua semelhança.

Assim são eles capazes das preces mais doces, mais filiais e mais ardorosas a Maria Santíssima; porém, ao mesmo tempo, são de uma firmeza inabalável nos princípios e uma combatividade incansável. Por exemplo, um São Bernardo — o Doutor Melífluo –, grande pregador das Cruzadas.

Tanto nas atribulações quanto nas alegrias, devemos louvar Aquela que o Divino Redentor nos deu como Mãe, não A perdendo de vista um só instante.

Para isso foram compostos os hinos, cânticos e ladainhas em que se prodigalizam a Maria os mais belos títulos. E também executaram-se milhares de obras de arte inspiradas pelo culto da Rainha dos Anjos, da Mãe de Deus e dos homens.

Percorramos, por exemplo, a Europa inteira. Detenhamo-nos ante as magníficas catedrais e perguntemos o que, de modo especial, as fez brotar do solo com seus maravilhosos vitrais e imponentes torres. Levantar-se-á, então, uma voz das pedras, da tradição e dos anais dos povos para nos responder: o culto a Maria! Sim, foi esse culto que adornou o mundo católico com tantas belas igrejas, imponentes catedrais, suntuosas abadias, austeros conventos, recolhidos mosteiros, graciosas capelas e acolhedores hospitais.

De seu lado, o próprio Deus teve o cuidado de justificar, autorizar e incentivar o culto a Maria com grandes milagres e feitos prodigiosos. Estes últimos são tantos que seria longa tarefa querer enumerá-los todos aqui. Limitamo-nos a mencionar apenas dois.

Um deles foi a vitória obtida pelos católicos comandados pelo rei João Sobieski, da Polônia, para libertar Viena, que se encontrava sitiada pelos maometanos (1683). Tal vitória deu origem à festa em honra do Santíssimo Nome de Maria (vide epígrafe Destaque da presente edição).

Também a célebre batalha de Lepanto constituiu uma prova magnífica da proteção da Mãe de Deus em favor dos que A invocam confiantemente.

Encontrava-se a Cristandade seriamente ameaçada pelo avanço muçulmano. A situação chegou a um ponto crítico e as forças católicas — em menor número do que os muçulmanos — enfrentaram os inimigos da Santa Igreja, no histórico dia 7 de outubro de 1571, no golfo que deu origem ao nome daquela famosa batalha.

O Papa da época, o grande São Pio V, recebeu, por uma intervenção sobrenatural, a revelação da vitória no mesmo instante em que esta foi alcançada. O Santo Padre estava tão persuadido de que o triunfo de Lepanto fora obtido mediante a proteção particular da Virgem Santíssima, que instituiu a festa de Nossa Senhora da Vitória, a qual seu sucessor Gregório XIII fixou no dia 7 de outubro, sob o título de festa do Santíssimo Rosário da Bem-aventurada Virgem Maria.

Pelo mesmo motivo, São Pio V acrescentou na Ladainha Lauretana a invocação Auxilium Christianorum, ora pro nobis. Auxílio dos Cristãos, rogai por nós! Esta jaculatória, sobretudo em nossos conturbados dias, deve vir freqüentemente aos nossos lábios. E assim como a Auxiliadora dos Cristãos não deixou de atender aos católicos em Lepanto, igualmente Ela não negará seu poderoso auxílio a cada um de seus autênticos devotos! (3)

Notas:

1) Cfr. escritos São Gregório de Nissa, São João Damasceno, Santo André de Creta e São Gregório de Nicomédia — veja Bento XIV, p. 532, e Canísio, lib. I, cap. 12, apud Catecismo de Perseverancia citado na nota 3.

2) Bernardin. de Busto, Marian. p. 4, serm. I.

3) O presente artigo foi escrito com base nos comentários do conceituado autor francês do século passado Mons. J. Gaume, em sua obra Catecismo de Perseverancia, tomo VIII, Librería Religiosa, Barcelona, 1857. Também foram utilizados como fonte de referência o Nuovo Dizionario di Mariologia (preparado sob os cuidados de Stefano de Flores e Salvatore Meo, Edizioni San Paolo, Turim, 4ª ed., 1996) e a obra Physionomies de Saints, de Ernest Hello (Perrin, Paris, 1900).

O Senhor nos fortalece contra o inimigo

19, novembro, 2010 Sem comentários

1. Uma arma poderosa contra o inimigo é a Palavra de Deus. Jesus empregou-a contra o inimigo quando foi guiado para o deserto pelo Espírito Santo e Satanás apareceu para tentá-lo (Mt 4:1).

2. Uma arma poderosa contra o inimigo é o louvor. O inimigo odeia quando louvamos a Deus.

3. Uma arma poderosa contra o inimigo é a obediência a Deus e a confissão dos pecados. A confissão e o arrependimento batem a porta na cara do inimigo. Não é preciso temer confessar, mas sim correr até a misericórdia de Deus que nos perdoa sempre.

4. Uma arma poderosa contra o inimigo é a fé e a Santa Missa. Caminhar pela fé é uma forma poderosa de evitar as armadilhas do inimigo. E pela fé pura que temos a presença viva de Jesus na Sagrada Eucaristia para nos alimentar e nos fortalecer contra todo mal.

5. Uma arma poderosa contra o inimigo é a oração e o jejum. A oração é uma arma contra o inimigo e o jejum fortalece nosso corpo e nossa alma nos deixa em sintonia com Deus, busquemos sem reservas a oração e o jejum sempre.

6. Uma arma poderosa contra o inimigo é o rosário. O inimigo odeia a Virgem Maria, pois ela é obediente, simples, orante, e serva de Deus.

7. Uma arma poderosa contra o inimigo é o perdão. Perdoar até setenta vezes sete, sou seja sempre…o inimigo odeia uma coração que perdoa.

Sexta-feira do Sagrado Coração de Jesus

19, novembro, 2010 Sem comentários

Consagração ao Sagrado Coração de Jesus

COMO REPARAÇÃO a tantos ultrajes e a tão cruéis ingratidões, ó Coração adorável e amabilíssimo de meu amável Jesus, eu Vos ofereço meu coração com todos os movimentos de que ele é capaz.

Dou-me inteiramente a Vós e, a partir de agora, protesto sinceramente que quero esquecer inteiramente de mim mesmo, para destruir o obstáculo que poderia me impedir a entrada nesse Coração divino que Vós tivestes a bondade de me abrir, e onde desejo estar para aí viver e morrer com vossos servidores mais fiéis, inteiramente penetrado e abrasado por vosso amor.

Sagrado Coração de Jesus, ensinai-me o esquecimento perfeito de mim mesmo, pois é a única via por onde se pode chegar a Vós. Já que tudo o que farei de agora em diante será vosso, fazei que eu só faça o que seja digno de Vós.

Ensinai-me o que devo fazer para chegar à pureza de vosso amor, do qual Vós me haveis inspirado o desejo. Sinto em mim uma grande vontade de Vos agradar e uma imensa impossibilidade de faze-lo sem uma luz e um socorro muito particular, que só posso esperar de Vós.

Senhor, eu me oponho a Vós, sei-o bem, mais eu desejaria, parece-me, não me opor. Só Vós tudo podeis fazer, divino Coração de Jesus Cristo. Só Vós tereis a glória de minha santificação, se chego a ser santo, o que me parece claríssimo.

Minha santificação será Vós uma grande glória, e é somente por isso que quero desejar a perfeição. Assim seja”.

(Composta por São Cláudio de la Colombiére)

Fonte: Livro “Estandarte da Vitória ”

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Terço do Santíssimo Sacramento

18, novembro, 2010 Sem comentários

Rezar diante do Santíssimo Sacramento ou de uma imagem do Sagrado Coração de Jesus

Reza-se nas dez contas pequenas:

Bendito e louvado seja o Santíssimo Sacramento da Eucaristia, o fruto do ventre sagrado da Virgem puríssima.

Segue-se a Jaculatória e a Oração.

Primeiro Mistério:

Contemplamos como Nosso Senhor Jesus Cristo desceu do seio de Seu eterno Pai para vir ao mundo e livrar-nos com Sua morte santíssima da escravidão do pecado, e abrir-nos as portas do céu.

Jaculatória:

Oh! Jesus, Deus de bondade, da paz e Autor da vida, enchei nossos corações de divino amor!

Oração:

Santíssimo Jesus, pela infinita caridade com que quisestes sofrer a fraqueza humana para o nosso bem e nossa felicidade, nós Vos pedimos o perdão de nossas culpas e um amor para Convosco que abrase nosso coração de tal sorte que só procuremos a Vossa honra e a Vossa glória.

Segundo Mistério:

Contemplamos como Nosso Senhor Jesus Cristo nasceu no presépio de Belém, desprezado, pobre e desconhecido para nos merecer o céu e ensinar-nos a desprezar as riquezas da terra e procurar só as do céu.

Jaculatória:

Oh! Jesus Divino, nossa vida, nosso amor, enchei o nosso espírito de um verdadeiro fervor.

Oração:

Oh! Bondade infinita do meu Jesus, de infinita caridade e sabedoria, com que quisestes nascer sobre a terra, experimentando logo as tiranias do cego mundo para assim ensinardes aos Vossos escolhidos e lhes conseguirdes a felicidade eterna, nós Vos pedimos que purifiqueis nossos corações do vil interesse por honras e riquezas caducas e os orneis dos puros sentimentos de que é dotado o Vosso, para que assim, desprezando tudo o que é terreno, só a Vós louvemos e amemos. Amém.

Terceiro Mistério:

Contemplamos como Nosso Senhor Jesus Cristo na noite da Ceia instituiu este Sacramento de amor, repartindo entre seus discípulos, com Suas próprias mãos, o Seu Santíssimo Corpo, para os confortar e encher de amor e santidade.

Jaculatória:

Bom Jesus, nós Vos louvamos no sacramento do Amor; sede sempre para nós um compassivo Senhor! Oração:

Santíssimo Jesus e Bom Pastor de nossas almas, pela infinita caridade com que Vos quisestes deixar sacramentado para nosso socorro, amparo e consolação, nós vos pedimos que não consintais que nossos corações tenham amor e interesse mais do que a Vossa honra e a Vossa glória. Amém.

Quarto Mistério:

Contemplamos como Nosso Senhor Jesus Cristo, justamente no dia em que instituiu o sacramento augusto de Seu Santíssimo Corpo, foi ofendido pelo pérfido Judas, que não temeu recebê-lo indignamente.

Jaculatória:

Bom Jesus, sejais Bendito, pois sois nossa Redenção; sois toda a nossa ventura, nosso amparo e nossa consolação.

Oração:

Santíssimo Jesus, Mestre de paciência e bondade, pela mansidão e pelo sofrimento consentistes que Vosso indigno discípulo Vos recebesse sacrilegamente.

Pedimos que não permitais que nós, pecadores, sem a cândida estola da graça Vos recebamos, mas antes, enchei-nos de uma grande pureza e perfeita caridade, para termos o prazer de muitas vezes comungar e louvar-Vos. Amém.

Quinto Mistério:

Contemplamos como Nosso Senhor Jesus Cristo, depois de Sua Ressurreição, apareceu a Seus discípulos confirmando-os na fé e nas verdades do Reino eterno, prometendo-lhes mandar sobre eles o Divino Espírito Santo, para os encher de todas as virtudes.

Jaculatória:

Coração misericordioso de Jesus, tende misericórdia de nós!

Oração:

Oh! Bom Jesus, pelo inefável mistério da vinda do Espírito Santo sobre Vossos apóstolos e discípulos, nós Vos pedimos que sejam cheias as nossas almas de Vossas santíssimas luzes, para acertarmos o caminho reto de Vos servir e amar, a fim de termos a felicidade de sempre Vos louvar sobre a terra, e reinar Convosco no céu, por todos os séculos. Amém.

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Mensagem de Bento XVI para Juventude

17, novembro, 2010 1 comentário

Bom mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna? (Mc 10,17)”

Caros amigos, ocorre este ano o vigésimo quinto aniversário da instituição da Jornada Mundial da Juventude, querida pelo Venerável João Paulo II como encontro anual dos jovens crentes do mundo inteiro. Foi uma iniciativa profética que deu frutos abundantes, permitindo às novas gerações cristãs encontrar-se, pôr-se à escuta da Palavra de Deus, de descobrir a beleza da Igreja e de viver experiências fortes de fé que levaram muitos à decisão de entregar-se totalmente a Cristo.
A presente XXV Jornada representa uma etapa no caminho para o próximo Encontro Mundial dos jovens, que terá lugar em Madrid em Agosto de 2011, onde espero que sereis muitos a viver este acontecimento da graça.
Para vos preparades a tal celebração, quero propor-vos algumas reflexões sobre o tema deste ano: “Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?” (Mc 10,17), excerto da cena evangélica do encontro de Jesus com o jovem rico; um tema já desenvolvido, em 1985, pelo Papa João Paulo II numa belíssima Carta, pela primeira vez dirigida explicitamente aos jovens.

1. Jesus encontra um jovem
“Enquanto [Jesus] andava pelo caminho, – narra o Evangelho de São Marcos – um certo jovem saiu-lhe ao encontro e, lançando-se de joelhos diante dele, perguntou-lhe: «Bom Mestre, que devo fazer para ter em herança a a vida eterna?». Jesus respondeu-lhe: «Porque me chamas Bom? Ninguém é bom senão Deus. Tu conheces os mandamentos: Não matar, não cometer adultério, não roubar, não dar falso testemunho, não cometas fraudes, honra pai e mãe». Ele, então, disse-lhe: «Mestre, todas estas coisas tenho-as observado desde a minha juventude». Então Jesus fixou nele o olhar, amou-o e disse-lhe: «Uma coisa só te falta: vai, vende o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me!». Mas a estas palavras ele ficou pesaroso e retirou-se entristecido porque tinha muitos bens” (Mc 10, 17-22).
Este relato exprime de forma eficaz a grande atenção de Jesus para com os jovens, sobre eles, sobre as vossas expectativas, as vossas esperanças, e mostra bem como é grande o seu desejo de encontrar-vos pessoalmente e de estabelecer um diálogo com cada um de vós. Cristo, de facto, interrompe o seu caminho para responder à pergunta do seu interlocutor, manifestando plena disponibilidade para aquele jovem, que é movido por um ardente desejo de falar com o «Bom mestre», para aprender d’Ele a percorrer o caminho da vida. Con este trecho evangélico, o meu Predecessor queria exortar cada um de vós a “desenvolver um diálogo próprio com Cristo – um diálogo que é de uma importância fundamental e essencial para um jovem” (Carta aos Jovens, n. 2).

2. Jesus olhou-o e amou-o
No relato evangélico, São Marcos sublinha como “Jesus fixou nele o olhar e amou-o” (cfr. Mc 10,21). No olhar do Senhor está o coração deste encontro tão especial e mesmo de toda a experiência cristã. De facto, o cristianismo não é, em primeiro lugar, uma moral, mas antes a experiência de Jesus Cristo, que nos ama pessoalmente, jovens ou velhos, pobres oui ricos; nos ama mesmo quando lhe viramos as costas.
Comentando a cena, o Papa João Paulo II acrescentava, dirigindo-se a vós, jovens: “Desejo-vos que experimenteis um olhar assim! Desejo-vos a experiência de que Ele, o Cristo, verdadeiramente vos olha com amor!” (Carta aos Jovens, n. 7). Um amor, manifestado sobre a Cruz de um modo tão pleno e total, que faz Sao Paulo escrever com assombro: “Amou-me e entregou-se por mim!” (Gl 2,20). “A consciência de que o Pai nos ama desde sempre no seu Filho, de que Cristo ama cada um e sempre – escreve ainda o Papa João Paulo II -, converte-se num ponto firme de apoio para toda a nossa existência humana” (Carta aos Jovens, n. 7), e permite-nos superar todas as provas: a descoberta dos nossos pecados, o sofrimento, o desânimo.
Neste amor encontra-se a fonte de toda a vida cristã e a razão fundamental da evangelização: se verdadeiramente encontrámos Jesus, nao podemos fazer menos do que testemunhá-lo àqueles que não se cruzaram ainda com o seu olhar!

3. A descoberta do projecto de vida
No jovem do Evangelho, podemos entrever uma condição muito semelhante à de cada um de nós. Também vós estais cheios de qualidades, de energias, de sonhos, de esperanças: recursos que possuis em abundância! Mesmo a vossa idade constitui uma grande riqueza não apenas para vós, mas também para os outros, para a Igreja e para o mundo.
O jovem rico pergunta a Jesus: “O que devo fazer?”. A estação da vida em que estais imersos é tempo de descoberta: dos dons que Deus vos concedeu e da vossa responsabilidade. E ainda é tempo de escolhas fundamentais para construir o vosso projecto de vida. Por isso, é o momento de interrogar-vos sobre o sentido autêntico da existência e de perguntar-vos: “Estou satisfeito com a minha vida? Falta-me alguma coisa?”.
Como o jovem do Evangelho, talvez também vós viveis situações de instabilidade, de confusão ou sofrimento, que vos levam a aspirar a uma una vida não medíocre e a interrogar-vos: em que consiste uma vida de sucesso? O que devo fazer? Qual pode ser o meu projecto de vida? “O que devo fazer para que a minha vida tenha pleno valor e pleno sentido?” (Ibid., n. 3).
Não tenhais medo de enfrentar estas perguntas! Longe de oprimir-vos, elas exprimem as grandes aspirações que estão presentes no vosso coração. Portanto, que sejam atendidas. Elas reclamam respostas não superficiais, mas capazes de satisfazer as vossas autênticas expectativas de vida e de felicidade.
Para descobrir o projecto de vida que vos pode fazer plenamente felizes, ponde-vos à escuta de Deus, que tem um desígnio de amor sobre cada um de vós. Com confiança, pedi-lhe: “Senhor, qual é o teu projecto de Criador e Pai sobre a minha vida? Qual é a tua vontade? Eu desejo cumpri-la”. Estai certos de que vos responderá. Não tenhais medo da sua resposta! “Deus é maior que o nosso coração e conhece todas as coisas” (1Jo 3,20)!

4. Vem e segue-me!
Jesus convida o jovem rico a caminhar além da satisfação das suas aspirações e dos seus projectos pessoais, diz-lhe: “Vem e segue-me!”. A vocação cristã brota de uma proposta de amor do Senhor e pode realizar-se apenas graças a uma resposta de amor: “Jesus convida os seus discípulos ao dom total da sua vida, sem cálculos e contrapartidas humanas, com uma confiança sem reservas em Deus. Os santos acolhem este convite exigente e colocam-se com humilde docilidade no seguimento de Cristo crucificado e ressuscitado. A sua perfeição na lógica da fé, às vezes humanamente incompreensível, consiste em não colocar-se a si mesmos no centro mas em escolher seguir contra a corrente, vivendo segundo o Evangelho” (Bento XVI, Homilia por ocasião das Canonizações: L’Osservatore Romano, 12-13 de Outubro 2009, p. 6).
Sob o exemplo de tantos discípulos de Cristo, também vós, caros amigos, acolhei com alegria o convite ao seguimento, para viver intensamente e com frutos neste mundo. De facto, no Baptismo Ele chama cada um a segui-lo com acções concretas, a amá-lo acima de todas as coisas e a servi-lo nos irmãos. O jovem rico, infelizmente, não acolhe o convite de Jesus e foi-se embora contristado. Não teve a coragem de distanciar-se dos bens materiais para encontrar o bem maior proposto por Jesus.
A tristeza do jovem rico do Evangelho é aquela que nasce no coração de cada um quando não se tem a coragem de seguir Cristo, de fazer a escolha certa. Mas nunca é tarde de mais para responder-lhe!
Jesus nunca se cansa de voltar o seu olhar de amor e chamar a ser seus discípulos, mas Ele propõe a alguns uma escolha ainda mais radical. Neste Ano Sacerdotal, queria exortar os jovens e os adolescentes a estar atentos por se o Senhor os convida a um dom maior, no caminho do Sacerdócio ministerial, e a tornar-se disponíveis a acolher com generosidade e entusiasmo este sinal de especial predilecção, iniciando com um sacerdote, com o director espiritual o necessário caminho de discernimento. Não tenhais medo, pois, caros e caras jovens, se o Senhor vos chama à vida religiosa, monástica, missionária ou de especial consagração: Ele sabe dar alegria profunda a quem responde com coragem!
Convida, ainda, a quantos sentem a vocação ao matrimónio a acolhê-la com fé, empenhando-se a pôr alicerces sólidos para viver um amor grande, fiel e aberto ao dom da vida, que é riqueza e graça para a sociedade e para a Igreja.

5. Orientados para a vida eterna
“O que devo fazer para ter em herança a vida eterna?”. Esta pergunta do jovem do Evangelho parece longínqua das preocupações de muitos jovens contemporâneos, pois, como observava o meu Predecessor, “não somos nós a geração a quem o mundo e o progresso temporal enchem completamente o horizonte da existência?” (Carta aos jovens, n. 5). Mas a pergunta sobre a “vida eterna” surge em momentos particularmente dolorosos da existência, quando sofremos a perda de uma pessoa querida ou quando vivemos a experiência do fracasso.
Mas o que é a “vida eterna” a que se refere o jovem rico? Isso explica-o Jesus, quando, dirigindo-se aos seus discípulos, afirma: “Virei de novo a vós e o vosso coração encher-se-á de alegria e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria” (Jo 16,22). São palavras que indicam uma proposta exaltante de felicidade sem fim, de alegria por ser possuídos do amor divino para sempre.
Interrogar-se sobre o futuro definitivo que espera a cada um de nós confere um sentido pleno à existência, pois orienta o projecto de vita pra horizontes não limitados e passageiros, mas amplos e profundos, que levam a amar o mundo, ele mesmo amado por Deus, a dedicar-se ao seu desenvolvimento, mas sempre com a liberdade e a alegria que nascem da fé e da esperança. São horizontes que ajudam a não absolutizar as realidades terrenas, sentindo que Deus nos reserva uma perspectiva maior, e a repetir com Santo Agostinho: “Desejamos juntos a pátria celeste, suspiramos pela pátria celeste, sintamo-nos peregrinos aqui” (Comentário ao Evangelho de São João, Homilia 35, 9). Tendo o olhar fixo na vida eterna, o Beato Pier Giorgio Frassati, que morreu em 1925 na idade de 24 anos, dizia: “Quero viver e não sobreviver!” e na fotografia de uma escalada, enviada a um amigo, escrevia assim: “Para o alto”, fazendo referência à perfeição cristã, mas também à vida eterna.
Caros jovens, exorto-vos a não esquecer esta perspectiva no vosso projecto de vida: somos chamados à eternidade. Deus criou-nos para estar com Ele para sempre. Ela ajudar-vos-á a dar um sentido pleno às vossas escolhas e a dar qualidade à vossa existência.

6. Os mandamentos, caminho do amor autêntico
Jesus recorda ao jovem rico os dez mandamentos como condições necessárias para “ter em herança a vida eterna”. Eles são pontos de referência essenciais para viver no amor, para distinguir claramente o bem do mal e construir um projecto de vida sólido e duradouro. Também a vós, Jesus pergunta se conheceis os mandamentos, se vos preocupais de formar a vossa consciência segundo a lei divina e se os pondes em prática.
É verdade que se trata de exigências contra a corrente com respeito à mentalidade actual, que propõe uma liberdade separada dos valores, das regras, das normas objectivas e que convida a rejeitar qualquer limite ao desejos do momento. Mas este tipo de proposta em vez de conduzir à verdadeira liberdade, leva o homem a tornar-se escravo de si mesmo, dos seus desejos imediatos, dos ídolos como o poder, o dinheiro, o prazer desenfreado e as seduções do mundo, tornando-o incapaz de seguir a sua natural vocação ao amor.
Deus dá-nos os mandamentos porque nos educar para a verdadeira liberdade, porque quer construir connosco um Reino de amor, de justiça e de paz. Escutá-los e pô-los em prática não significa alienar-se, mas encontrar o caminho da liberdade e do amor autênticos, porque os mandamentos não limitam a felicidade, mas indicam como encontrá-la. Jesus, ao iniciar o diálogo com o jovem rico, recorda que a lei dada por Deus é boa, porque “Deus é bom”.

7. Precisamos de vós
Quem vive hoje a condição juvenil tem de enfrentar muitos problemas derivados da desocupação, da falta de referências ideais certas e de perspectivas concretas para o futuro. Às vezes, tem-se a impressão de ser impotentes dainte das crises e desnortes actuais. Apesar das dificuldades, não vos deixeis desanimar e não renuncieis aos vossos sonhos! Pelo contrário, cultivai no coração desejos grandes de fraternidade, de justiça e de paz. O futuro está nas mãos de quem sabe procurar e encontrar razões fortes de vida e de esperança. Se quiserdes, o futuro está nas vossas mãos, porque os dons e as riquezas que o Senhor colocou no coração de cada um de vós, plasmados no encontro com Cristo, podem trazer autêntica esperança ao mundo! É a fé no seu amor que, tornando-vos fortes e generosos, vos dará a coragem de enfrentar com serenidade o caminho da vita e assumir responsabilidades familiares e profissionais. Empenhai-vos em construir o vosso futuro através de itinerários sérios de formação pessoal e de estudo, para servir de modo competente e generoso o bem comum.
Na minha recente Carta encíclica sobre o desenvolvimento humano integral, Caritas in veritate, elenquei alguns dos grandes desafios actuais, que são urgentes e essenciais para a vida deste mundo: o uso dos recursos da terra e o respeito pela ecologia, a justa divisão dos bens e o controlo dos mecanismos financeiros, a solidariedade com os Países pobres no âmbito da família humana, a luta contra a fome no mundo, a promoção da dignidade do trabalho humano, o serviço à cultura da vida, a construção da paz entre os povos, o diálogo inter-religioso, o bom uso dos meios de comunicação social.
São desafios aos quais sois chamados a responder para construir um mundo mais justo e mais fraterno. São desafios que reclamam um projecto de vida exigente e apaixonante, onde colocar toda a vossa riqueza segundo o desígnio que Deus tem para cada um de vós. Não se trata de fazer gestos heróicos nem extraordinários, mas de agir pondo a render os próprios talentos e as próprias possibilidades, empenhando-se em progredir constantemente na fé e no amor.
Neste Ano Sacerdotal, convido-vos a conhecer a vida dos santos, particularmente a dos santos sacerdotes. Vereis que Deus guiou-os e eles encontraram o seu caminho dia após dia, precisamente na fé, na esperança e no amor. Cristo chama cada um de vós a empenhar-se com Ele e a assumir a própria responsabilidade em construir e a civilização do amor. Se seguirdes a sua Palavra, também a vossa vida será iluminada e vos conduzirá a metas altas, que dão alegria e sentido pleno à vida.
Que a Virgem Maria, Mãe da Igreja, vos acompanhe com a sua protecção. Asseguro-vos que vos recordo na minha oração e com muito afeto vos abençoo.
Do Vaticano, 22 de Fevereiro de 2010

A salvação está em minha casa

16, novembro, 2010 Sem comentários

O nome de Jesus salva; Deus se aproxima de nós por intermédio de Seu Filho. Este mundo nos leva a esmorecer na esperança e a desistir das coisas do Alto, mas o Senhor está aqui para não deixar que isso aconteça.

Deus toma a iniciativa e bolou um plano perfeito de salvamento para a humanidade. O que Ele fez? Enviou o Seu Filho amado a este mundo. Abra a sua Bíblia no Evangelho de São João 3, 16-17:

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele”.

O pecado é o mal que afeta todos nós e é culpado pelas desgraças do mundo. Ele afasta o homem de Deus. Mas o Senhor vem para nos libertar.

A própria Palavra de Deus nos assegura que a morte do Seu Filho foi para pagar por nossos pecados. E também afirma que a salvação é um dom gratuito, que é oferecida pelo Pai a todos nós. Temos que nos apropriar dela [salvação]!

Abra agora sua Bíblia em Isaías 53, 4-5:

Verdadeiramente Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”.

É maravilhoso ver como é grande o amor de Deus por seus filhos. Ele colocou Jesus para morrer por nós! A esperança não é a última que morre, como costuma dizer aquele velho ditado. Ela nunca morre porque Jesus é a esperança em nossas vidas!

“Só o Senhor basta, e somente por Ele podemos esperar a salvação”

A Palavra de Deus precisa ser experimentada pela nossa fé, assim conseguiremos nos abrir para a salvação, que foi dada a nós pelo Senhor. Precisamos ter a consciência de que o Senhor nos ama.Quando amamos, não queremos magoar a pessoa amada. Se você acredita na salvação de Deus, não tenha medo de buscá-la por meio da confissão. É só nela que vamos conseguir a absolvição dos nossos pecados e ir para o céu.

Peça ao Espírito Santo que o liberte do medo de se confessar, porque é por meio do perdão que vamos conseguir nossa salvação. Só o Senhor basta, e somente por Ele podemos esperar a salvação.

Sagrado Coração de Jesus eu confio em vós.

O PAPA LEÃO XIII E O DEMÔNIO

15, novembro, 2010 Sem comentários

Certo dia, por volta de 1890, o Papa Leão XIII tinha acabado de celebrar a missa, e rezava sua ação de graças. As pessoas presentes perceberam um atitude estranha no Papa. Ergueu a cabeça num gesto rápido e olhava para cima. Estava maravilhado e assustado. Permaneceu assim durante algum tempo. Depois levantou-se e foi direto para seu escritório. Depois de meia hora mandou chamar o Cardeal Prefeito da Congregação dos ritos e entregou-lhe uma folha, com ordem de levá-la ao conhecimento dos bispos do mundo todo. Ele prescrevia uma oração de Exorcismo a ser recitada pelos sacerdotes logo depois da missa.

Perguntaram ao Papa se havia ligação entre essa oração e o seu comportamento estranho no altar. O Papa revelou o que tinha acontecido. Enquanto rezava ouviu uma forte discussão entre Satanás e Jesus Cristo. Satanás dizendo que iria atacar a igreja com toda furia.
Foi aí que o Papa levantou-se e prescreveu a oração de Exorcismo, invocando a proteção do Arcanjo São Miguel, depois de todas as missas.

O Exorcismo rezava: “São Miguel Arcanjo, príncipe do exército celeste, precipitai no inferno a Satanás e a todos os espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para a perdição das almas.”
 

 

 
 

 

Sagrado Coração de Jesus eu confio e espero em vós.