Direcionamento 54 – Tudo que não é vivido em Jesus corre o risco de sofrer desvios egoístas.

A oração é a “plataforma”de encontro com Deus, o entrelaçamento entre o Criador e sua criatura, o doador e o beneficiário, juntos, no mesmo instante e lugar – comunhão entre Céu e terra.
Mesmo com nossas debilidades, um dia de oração faz toda diferença no processo de nossa humanidade corrompida desde o nascimento. O mais adequado e preponderante na oração não está ligado às sensações, mas ao bem que ele causa ao corpo, na meste e, principalmente, na alma.

Uma convicta e permanente oração rompe os laços da impureza, harmoniza os elos emocionais e protege você do desejo desenfreado que a carne tem pela curiosidade.
Como essa erva daninha tem se disseminado entre os filhos do Reino! Porém, reconhecidamente, ela só ganha espaço em vidas que não se ocupam com o sagrado.

Tudo que não é vivido em Jesus corre o risco de sofrer desvios egoístas. A curiosidade é um projeto egoísta; refere-se a algo em que você não foi envolvido, porém faz uso de sua liberdade para invadir um território em que ninguém o convidou para ter acesso ao que não chegou a você, mas que você foi atrás. Eis um péssimo uso da liberdade.
No plano sobrenatural do Reino de Deus, orando, você será colocado à disposição de todos. No plano natural ou até mesmo maligno, você é colocado cada vez mais à disposição de si mesmo – você se basta e pronto.

Isso posto, o Espírito lhe interroga…
Você é curioso?
Você tem feito uso de sua liberdade para “invadir territórios” em que não foi convidado?
Você tem “mexido seus pauzinhos” para envolver-se com aquilo que não envolve o seu nome?
Faça uso de sua oração para vencer esse sorrateiro inimigo que reside em seu interior. Não alimente sua curiosidade; ela corrompe sua vida virtuosa e o desvincula do progresso interior.

Lectio Divina: Sabedoria 18, 20-22

A prova da morte alcançou também os justos, e no deserto aconteceu uma grande matança. Mas a ira não durou muito, porque um homem irrepreensível se lançou em sua defesa, manejando as armas de seu ministério: a oração e o incenso expiatório, enfrentou a cólera e pôs fim à catástrofe, demonstrando ser teu ministro: venceu a indignação, não à força de músculos nem esgrimindo as armas; ele venceu o carrasco com a palavra, recordando-lhe os pactos e promessas feitos aos pais.

 

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