jadisA Humanidade tem na fala um dom indiscutivelmente importante. Por meio das palavras nos comunicamos, conseguimos nos organizar como sociedade e expressamos aos outros os nossos sentimentos. Também é pela diferença dessas palavras, os idiomas, que muitos povos estão afastados, pela dificuldade de se compreenderem.

Na convivência com as pessoas, mesmo tendo o mesmo idioma, muitas vezes a palavra não consegue atender o seu papel. Se nos expressamos mal, ou falamos “da boca pra fora”, nossas palavras podem ferir pessoas.

Jadis, a Feiticeira Branca, nunca se deu bem com as palavras. No livro O Sobrinho do Mago, que conta a sua origem e como ela chega a Nárnia, Jadis é rainha de Charn e destrói o seu mundo por meio da Palavra Execrável – um tipo de magia que destrói toda a vida do universo, menos a pessoa que a proferiu. Ela não consegue ter no dom da palavra uma virtude, mas opta por usá-la para o egoísmo.

A partir de sua entrada em Nárnia, Jadis oficializa ser “o lado negro da força”, a cobiça lhe impede de se arrepender de ter destruído o seu mundo e agora sua pretensão é dominar Nárnia. Ela utiliza de forças mágicas para ser uma feiticeira muito poderosa.

Um dos elementos da magia é a palavra. O poder de Jadis é como que uma forma negativa de utilização da palavra, e ainda artificial, já que ela precisa de outras coisas para que a magia aconteça (como a varinha mágica).

Quando ela tenta utilizar o menino Edmundo, em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa, para capturar os seus irmãos, ela usa da magia (com manjar turco) para argumentar a ele que seria o seu herdeiro e que precisava trazê-los. Talvez não fosse necessário usar magia para o convencimento, mas para ela, sua palavra só adquiria força dessa forma.

Precisamos entender então, pela figura de Jadis, como a palavra acontece em nossas vidas. Se é utilizada para o bem, que não necessita de artifícios para ter efeito, ou se é utilizada para a destruição.

Pessoas egoístas e más possuem veneno em suas palavras, estão sempre a procura de seu benefício próprio. Destroem, enganam… E assim tornam nosso mundo cheio de desconfiança – não podemos acreditar na palavra de qualquer pessoa!

Que o dom da palavra para você seja algo bom. Um dom de criação, como foi a canção de Aslam no início de Nárnia.

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eu bigger Jadis e o poder da palavraSérgio Fernandes
Mundo Nárnia – www.mundonarnia.com
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lucyLúcia Pevensie é a caçula da família Pevensie e a primeira a encontrar Nárnia através do guarda-roupa na história de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa. Foi a criança de nosso mundo que passou mais tempo em Nárnia, cerca de quatro horas a mais que seu irmão, Edmundo.

Existe uma forte identificação de todos nós quanto a esta personagem: quem que não gostaria de encontrar Nárnia num guarda-roupa? Ou quem que não gostaria de falar com Aslam e descansar em sua juba?

Somente Lúcia poderia viver a experiência relatada no livro Príncipe Caspian:

“Lúcia nem sequer pensou nessa hipótese. Nem um instante duvidou… Correu para ele. Não podia perder um só momento. Envolveu-lhe o pescoço com os braços, beijando-o, enterrando a cabeça no sedoso pêlo de sua juba.” (Capítulo X)

Segundo o dicionário Aurélio, DESPRENDIMENTO significa ter desapego a coisas materiais e preocupações egoísticas, ter independência com relação a coisas, situações ou pessoas. Esta é a principal virtude de Lúcia. Se ela fosse “presa” (“prendida”), não teria ido com tanto impulso em direção a Aslam.

Em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa ela até que se assustou ao ver um fauno, mas logo foi puxando papo e até foi para a casa dele tomar chá e comer sardinha. Se ela simplesmente tivesse se assustado, voltado ao guarda-roupa e fizesse segredo do que viu (com medo do que iriam falar de sua história), a aventura de Nárnia não existiria.

Lúcia para nós é o exemplo de que não podemos ficar presos, preocupados com o que irão pensar de nós ou nos apegar a coisas materiais. Tantos outros personagens reais da história da Humanidade tiveram de ser desprendidos para que conquistassem grandes coisas, arriscaram o que tinham (riquezas, amigos…) e entraram para a História.

Nárnia hoje espera por você e para chegar neste mundo é necessário DESPRENDIMENTO. Crie coragem, esqueça as coisas que lhe prendem e escreva uma grande história!

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eu bigger Lúcia, a desprendidaSérgio Fernandes
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Existem aquelas promessas fáceis que saem naturalmente de nossa boca todos os dias: “prometo que faço isso, prometo que não faço aquilo…” Mas quando se trata de uma promessa séria, qualquer um pensa bem antes de se comprometer. Com apenas 18 anos de idade, Lewis teve de cumprir uma promessa mais do que séria, que lhe custou 32 anos de fidelidade à promessa.

jack paddy moore 300x223 A promessa de LewisA história começou durante a Primeira Guerra Mundial, o jovem Jack (como Lewis gostava de ser chamado) teve de dar uma pausa no início de sua faculdade para servir no exército britânico e lá fez amizade com o soldado Edward Courtnay Francis “Paddy” Moore. Eles se tornaram tão amigos que ambos se comprometeram a cuidar um da família do outro, caso algum deles falecesse. Paddy faleceu no último ano do conflito, na França, e Lewis acabou por retornar para casa por causa de um ferimento em combate.

A promessa foi cumprida por Lewis, que trouxe para a sua casa a mãe de Paddy, Janie Moore, e a sua irmã, Maureen. A presença da Sra. Moore foi muito importante para ele em sua recuperação no hospital. Seu afeto a colocou como uma nova mãe para ele. Eles moraram juntos por 21 anos e, infelizmente, em 1940, tiveram de mudá-la para um lar de idosos, por causa dos sintomas de demência, mas ele permaneceu a visitá-la todos os dias. A Sra. Moore faleceu em 1951.

Foram 32 anos de dedicação à família de Paddy. Lewis inclusive passou por dificuldades financeiras para sustentá-las com o pouco salário que conseguia das aulas que ministrava.

jack maureen mrsmoore 300x182 A promessa de LewisNa época, seus colegas não entendiam tal afeto, chegaram a acusá-lo de viver um caso amoroso com a Sra. Moore. (A diferença de idade dos dois era de quase 30 anos). Questionavam até o quanto ele seria masoquista por se permitir tal situação de sofrimento por uma família que não era sua. Lewis não se preocupava em se justificar, manteve-se discreto quanto à família Moore e somente zelou pela sua promessa.

Esta lição de nosso amado Jack nos questiona sobre o quanto levamos à sério as nossas promessas. Se dizer “eu prometo” é feito automaticamente, sem pesar as palavras… Promessa é promessa e deve ser cumprida!

Se você prometeu muitas coisas e nem sequer se lembra do que disse, talvez hoje seja o dia de escrever uma lista e ver o que deve ser feito.

Então a tarefa de hoje é: rever as promessas que precisam ser cumpridas.

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eu bigger A promessa de LewisSérgio Fernandes
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Sinopse:

No drama romântico Noites de Tormenta, baseado no romance best-seller de Nicholas Sparks, Diane Lane estrela o papel de Adrienne Willis, uma mulher cuja vida está um caos. Ela busca refúgio em Rodanthe, pequena cidade litorânea na Carolina do Norte, indo passar um fim de semana na pousada de uma amiga. Ali ela espera encontrar a tranqüilidade de que precisa desesperadamente para refletir sobre os conflitos que a angustiam: seu volúvel marido pediu para voltar para casa, e sua filha adolescente critica todas as suas decisões.

Pouco depois de Adrienne chegar a Rodanthe, ouve-se a previsão de uma grande tempestade, e o Dr. Paul Flanner (RICHARD GERE) chega à cidade. Único hóspede da pousada, Flanner não está atrás de um final de semana de descanso, e sim enfrentando uma crise de consciência.

Agora, com a tempestade se aproximando, eles procuram consolo um no outro e, em um final de semana mágico, iniciam um romance que trará mudanças profundas para ambos, repercutindo pelo resto de suas vidas.

O que este filme nos ensina:

No linear dos eventos, tanto noites quanto dias, transformam opiniões e até alguns costumes que temos. Nos tornamos melhores pelo passar dessas horas e também influenciamos aqueles que estão ao nosso redor a também seguir nesse aprimoramento.

Ficha técnica:

Elenco: Richard Gere, Diane Lane, Christopher Meloni, James Franco, Viola Davis, Mae Whitman

Direção: George Wolfe
Gênero: Drama
Duração: 97 min.
Distribuidora: Warner Bros.
Direção: George C. Wolfe
Produção: Denise Di Novi
Fotografia: Affonso Beato
Trilha Sonora: Jeanine Tesori

Fotos:

Sinopse
Após seu pai falecer, Charles Farmer (Billy BobThornton), um astronauta da Nasa, é forçado a se aposentar para cuidar da fazenda da família. Entretanto Charles se recusa a desistir de seu sonho de viajar pelo espaço e começa a construir seu próprio foguete, mesmo sofrendo ameaças do governo.

O que o filme nos ensina:

Mesmo com tudo e todos parecendo estar contra você, vale a pena sonhar, aspirar coisas grandiosas e nunca desistir desses sonhos.

Ficha técnica

Diretor: Michael Polish
Elenco: Billy Bob Thornton, Virginia Madsen, Bruce Dern, Tim Blake Nelson, J.K. Simmons, Bruce Willis.
Produção: Len Amato, Mark Polish, Michael Polish, Paula Weinstein
Roteiro: Mark Polish, Michael Polish
Fotografia: M. David Mullen
Trilha Sonora: Stuart Matthewman
Ano: 2007
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Pole Vídeo
Estúdio: Polish Brothers Construction

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Trailer

Quando o boneco 9 ganha vida, ele se encontra num mundo pós-apocalíptico em que os humanos foram dizimados. Por acaso, encontra uma pequena comunidade de outros como ele, que estão escondidos das terríveis máquinas que vagam pela Terra com a intenção de exterminá-los. Apesar de ser o novato do grupo, 9 convence os demais que ficar escondido não os levará a nada. Eles devem tomar a ofensiva se quiserem sobreviver e antes disso, precisam descobrir por que as máquinas querem destruí-los. Como eles saberão em breve, o futuro da civilização pode depender deles.

O filme nos motiva a sair de situações de medo que na verdade apenas adiam algo que precisa ser resolvido de alguma forma. Quando nos isolamos no medo, o problema permanece e dia ou outro deverá ser encarado de frente.

A história possui elementos transcendentais, como a divisão da alma do cientista para a criação das pequenas criaturas e o sacrifício de algumas delas para trazer esperança à Terra. Podemos adequar a figura da divisão de alma à cena bíblica do Gênesis onde Deus usa da costela do homem para criar a mulher – a cientista usou de parte de sua existência para dar vida às suas criaturas. A outra figura, a do sacrifício, nos remete a Jesus que, pela sua morte, trouxe vida à Humanidade.

Por Sérgio Fernandes

Ficha técnica:
Gênero: Animação, Aventura, Fantasia e Ficção Científica
Duração: 79 min.
Origem: Estados Unidos
Estréia 09 de Outubro de 2009
Direção: Shane Acker
Roteiro: Pamela Pettler e Shane Acker
Produção: PlayArte
Censura: Livre
Ano: 2009
Elenco: Jennifer Connelly (7), Christopher Plummer (1), Crispin Glover (6), Martin Landau (2), Elijah Wood (9), John C. Reilly (5)

Imagens:

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email mkt Criador do MundoNarnia.com lança novo livro hoje

“Como dizem os autores, enganar-se hoje gera grandes problemas no futuro. Você não sairá do lugar se continuar apenas acreditando que a vida poderá ser melhor. O futuro é a continuidade dos momentos presentes, e a única forma de torná-lo melhor é agindo agora para transformar sua vida.”

-  trecho do texto da quarta capa, escrito por Gustavo Cerbasi, autor do best-seller ”Casais inteligentes enriquecem juntos”.

“Se seguirmos sempre a verdade do outro e nossa verdade interior ‘fabricada’ , não a autêntica, nossas vidas vão tomando um rumo diferente daquele que sonhávamos e queríamos.” Este é um trecho que sintetiza bem o tema apresentado no livro “A vida pode ser mais leve – conheça-se e seja mais feliz”, de Sérgio Fernandes e Marcus Facciollo, lançamento da Palava & Prece Editora.

Sem a proposta de apresentar fórmulas ou um roteiro rígido para que o leitor siga e resolva seus problemas de vida, sem falsas promessas, a obra nasceu do desejo de seus autores dividirem com o público suas vivências no caminho do autoconhecimento, resgate de seus aspectos e desejos verdadeiros e o respeito por si mesmos como forma de reorganizar a si e a suas vidas, tudo isso embasado por anos de processo psicanalítico com resultados positivos.

De acordo com os autores, sem que a pessoa realmente se conheça, e isso é muito comum, ela no fundo não sabe quem é, o que quer, e fica difícil ter uma vida plena de satisfação e alegria. A sensação de estranhamento frente ao mundo e a si que faz o indivíduo sentir-se perdido e prisioneiro de uma existência sem sentido começa a ser solucionada e substituída por uma maior conscientização sobre o que seria realmente bom para sua vida quando se inicia o exercício do autoconhecimento, percepção de potencialidades, mecanismos de culpa e sabotagem, desejos, limites, valores de cada um. Com ou sem ajuda de terapeuta habilitado, é preciso que se tenha claro que depende de cada um investir nesse caminho e entender todos os seus momentos, sempre tendo em mente que os resultados positivos virão, desde que haja vontade, perseverança e entendimento das dificuldades e resistências internas e externas que surgiram no decorrer do processo, superadas cada vez mais facilmente conforme a pessoa toma possa de quem realmente é.

Numa época cheia de livros com promessas de soluções fáceis para os mais diversos desafios da vida, “A vida pode ser mais leve” procura ser um instrumento que instiga o leitor a parar e refletir sobre si e sua vida e entender o que quer modificar para melhor, de maneira sincera, profunda e duradoura, dentro de seu tempo e do melhor modo que encontrar. Sem jogar responsabilidades de soluções ou culpas em cima de terceiros ou apelar para misticismo ou religião.

Possuindo cinco partes-temas, divididos em capítulos que exploram os conceitos mais detalhadamente, com boxes destacando as ideias principais e citações relevantes, o livro tem uma linguagem clara, informal e bem humorada, fazendo com que seu conteúdo denso seja apreendido de forma agradável, despertando no leitor a iniciativa de repensar muitas coisas sobre ele e seu entorno.

“A vida pode ser mais leve” é um livro para públicos variados, principalmente a partir do início da idade adulta.


Sobre os autores:

Sérgio Fernandes
Veio da cidade mato-grossense de Figueirópolis d’Oeste e aos 19 anos iniciou o curso de Comunicação Social pela Universidade Federal do Mato Grosso – UFMT. Nessa fase, como publicitário, concorreu aos principais prêmios de comunicação publicitária do Estado, incluindo o Prêmio TVCA/Globo de Criação e Vídeo. Em 2002, ingressou na Fundação João Paulo II, na qual trabalhou como coordenador de marketing; paralelamente, iniciou um projeto de motivação para o público infantojuvenil e educadores por meio de literatura e palestras. Possui 14 livros publicados, incluindo um projeto em língua inglesa para a Fundação Adriano Moraes, nos EUA. Atualmente, trabalha como gerente de marketing e escreve sobre motivação e desenvolvimento humano para blogs e revistas.

Marcus Facciollo
Natural de São Paulo, escreveu seu primeiro livro (nunca editado) aos 6 anos de idade. Sempre foi uma pessoa apaixonada pela literatura e pelo ato de escrever, por isso formou-se em Letras. Trabalha nas áreas editorial e publicitária. Desde cedo, demonstrou a característica de questionar e querer saber mais sobre a vida, sobre si, as pessoas e o mundo. A partir de 1994, começou a investir no crescimento pessoal, autoconhecimento e melhor entendimento da vida e do ser humano, seja por meio de cursos (como os da Fundação ACL, que foram os primeiros que fez) ou de (auto)análise, vivências que têm contribuído cada vez mais para reformular seu relacionamento consigo e com o mundo e para compartilhar seus aprendizados.

Serviço:
Título: “A vida pode ser mais leve – conheça-se e seja mais feliz”
Autores: Sérgio Fernandes e Marcus Facciollo
Acabamento: Brochura
Formato: 14 x 21 cm
Paginas: 120
Preço: R$ 24,90
Áreas de interesse: desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, psicologia aplicada
ISBN: 978-85-7763-142-1
Cód. de barras: 9788577631421
Hot-site: http://avidapodesermaisleve.com.br/

Vendas:
Livraria Saraiva: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2847785/a-vida-pode-ser-mais-leve/?ID=BD79DE587D90A1711302B0914
Livraria Cultura: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2938669&sid=89182429211925492645173681&k5=29F231AF&uid=

Muitas vezes ouvi, em sessões de análise, meu psicanalista me dizer: “Que bom que você está sentindo raiva! Use-a seu favor!”.

Sim, a raiva pode ser um ótimo sentimento, positivo. Muito melhor que aceitar uma situação com resignação, passividade, engoli-la e deixá-la dentro de nós, guardada e transformada em mágoa e pensamentos tristes. Porém, de nada adianta sentir raiva, perder a cabeça, acabar se prejudicando até e, no final das contas, piorar a situação ou, depois de tanto estribuchar… sentar no sofá e acabar aceitando uma situação tão passivamente como quem desde o início assim o fez!

Usar a raiva positivamente significa vivenciar esse sentimento e transformá-lo em força motriz de uma mudança. De pensamento, atitude, vida. Usá-la positivamente significa entender por que esse sentimento surgiu, aceitá-lo, ver se não é fruto de algum desejo ou ideia nossa que na verdade não é muito “correto”, é egoísta, infantil. Caso a raiva seja motivada por imaturidade, ignorância ou egoísmo nosso, vamos trabalhar nosso interior para melhorarmos, sem nos culparmos pelo que sentimos ou pelo que somos no momento, mas procurando nos aperfeiçoar como pessoas. Caso a raiva seja por um motivo válido, por uma injustiça real ou algo parecido, é hora de, com a ajuda de nossa racionalidade e bom senso, utilizar a energia desse sentimento para promover as mudanças desejadas, encontrar soluções para eliminarmos ou minimizarmos o que nos indignou.

Não é tão fácil assim, as explosões de fúria parecem nos cegar e aí agimos irracionalmente, muitas vezes. Nessas horas, melhor nos calarmos ou afastarmos, respirarmos fundo, para depois, mais calmos, podermos refletir e entender a situação e o que fazer de positivo a nosso favor. Mas, nem sempre temos a chance de darmos essa “parada”, muitas vezes nem podemos. Temos de agir na hora, até em defesa própria. Aí, então, procuremos ao máximo usar de racionalidade para agir. Usar todo o movimento que acontece dentro de nós para daí obtermos a melhor orientação a seguir. Quanto mais fazemos isso, fica mais rápido e fácil agir com equilíbrio em situações de estresse e raiva. Vamos “pegando prática”.

Não é a melhor solução fazer do movimento interior que a raiva nos causa uma força propulsora da vingança. Trabalhar nesse sentido faz com que usemos nossa inteligência e energia em algo que não será verdadeiramente produtivo para nós, não nos fará crescer nem trará sincero bem estar. Nem é bom jogarmos essa revolta contra nós mesmos, nos punido de diferentes formas. Com isso, não mudamos nada, só nos prejudicamos e atingimos, exclusivamente. Empreguemos nosso tempo e forças numa empreitada que signifique benefícios a nós mesmos.

Ter raiva significa que você está vivo, tem sentimentos. Conheça-os, o porque de existirem. Reflita sobre eles e sobre como seguir em frente da melhor maneira. Transforme a força da raiva em mais força positiva de vida.

Artigo de Marcus Macsoda Facciollo
Mais artigos interessantes em:
http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/

Este filme relata a história de superação que nos motiva na busca pelo bem e no compromisso com nossas convicções. O exemplo de Ernie, além de mostrar a vergonha histórica do racismo, nos conduz a crer que é possível alcançar nossos objetivos – e os pilares principais para isso são a família e uma ética pessoal firme.

Sinopse:
A trajetória do jovem atleta Ernie Davis, o primeiro negro norte-americano a vencer o Prêmio Heisman e mesmo assim impedido de disputar a liga profissional. Ele superou os mais terríveis obstáculos, econômicos e raciais, para se tornar um dos mais rápidos e habilidosos “running back” do time Syracuse Orangemen. Sob a orientação do técnico linha dura Bem Schwatzwalter, um pai de família obcecado pelo Título Nacional, Ernie se transforma numa verdadeira lenda do esporte universitário.

Direção: Gary Fleder
Roteiro: Robert Gallagher (livro), Charles Leavitt (roteiro)
Gênero: Biografia/Drama/Esporte
Origem: Alemanha/Estados Unidos
Duração: 130 minutos
Tipo: Longa-metragem

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O cinema, além do entretenimento, pode nos oferecer informação de qualidade. Atualmente, os gêneros biográficos e domuntentais tomaram forças e saíram das salas alternativas para exibições populares. Em sua relação com a mensagem cristã, esse meio de comunicação teve suas idas e vindas e permanece oferecendo pérolas a serem utilizadas em nossa catequese.

A fase mais moralista do cinema norte-americano foi a do Código Hays, que seguiu até o início da década de 60, e trouxe as maiores produções bíblicas de Hollywood. O principal exemplo é o épico Os Dez Mandamentos (1956), ainda não superado em grandiosidade de produção. Extra-Hollywood, na última década, aumentaram as produtoras interessadas em temas religiosos e em submetê-los a uma avaliação da Igreja. A própria hierarquia se atentou às possibilidades do setor e investiu em produtoras confessionais, vinculadas a institutos religiosos.

Hoje temos uma lista vasta de filmes bíblicos e biografias de santos que podem ser uma excelente ferramenta a ser utilizada no dia-a-dia de nossas comunidades. Como videoteca particular do pároco, ou para locação dos fiéis, vale a pena investir e ter ao menos o “kit básico” dessas principais produções. Confira abaixo uma lista com 15 filmes selecionados para esse kit básico. E bom filme!

Os Dez Mandamentos (1956)

Jesus de Nazaré (1979)

A Paixão de Cristo (2004)

O Manto Sagrado (1953)

O Quarto Sábio (1985)

Ben-Hur (1959)

Paulo de Todos os Povos (2000)

O apocalipse (2002)

Quo Vadis (1951)

Irmão Sol, Irmã Lua (1972)

A Canção de Bernadette (1943)

Fátima (1997)

Marcelino Pão e Vinho (1955)

Karol: O Homem Que Se Tornou Papa (2005)

Madre Teresa (2003)

Sérgio Fernandes é publicitário e escritor. Cursou Comunicação Social (UFMT), Filosofia (Inst. CN) e Teologia (Inst Mater Dei) e atualmente cursa Administração com ênfase em Marketing (Universidade Nove de Julho). Publicou 15 livros para gênero infanto-juvenil, incluindo um título exclusivo para os Estados Unidos (2008). Site: www.sergiofernandes.com.br