O cinema, além do entretenimento, pode nos oferecer informação de qualidade. Atualmente, os gêneros biográficos e domuntentais tomaram forças e saíram das salas alternativas para exibições populares. Em sua relação com a mensagem cristã, esse meio de comunicação teve suas idas e vindas e permanece oferecendo pérolas a serem utilizadas em nossa catequese.

A fase mais moralista do cinema norte-americano foi a do Código Hays, que seguiu até o início da década de 60, e trouxe as maiores produções bíblicas de Hollywood. O principal exemplo é o épico Os Dez Mandamentos (1956), ainda não superado em grandiosidade de produção. Extra-Hollywood, na última década, aumentaram as produtoras interessadas em temas religiosos e em submetê-los a uma avaliação da Igreja. A própria hierarquia se atentou às possibilidades do setor e investiu em produtoras confessionais, vinculadas a institutos religiosos.

Hoje temos uma lista vasta de filmes bíblicos e biografias de santos que podem ser uma excelente ferramenta a ser utilizada no dia-a-dia de nossas comunidades. Como videoteca particular do pároco, ou para locação dos fiéis, vale a pena investir e ter ao menos o “kit básico” dessas principais produções. Confira abaixo uma lista com 15 filmes selecionados para esse kit básico. E bom filme!

Os Dez Mandamentos (1956)

Jesus de Nazaré (1979)

A Paixão de Cristo (2004)

O Manto Sagrado (1953)

O Quarto Sábio (1985)

Ben-Hur (1959)

Paulo de Todos os Povos (2000)

O apocalipse (2002)

Quo Vadis (1951)

Irmão Sol, Irmã Lua (1972)

A Canção de Bernadette (1943)

Fátima (1997)

Marcelino Pão e Vinho (1955)

Karol: O Homem Que Se Tornou Papa (2005)

Madre Teresa (2003)

Sérgio Fernandes é publicitário e escritor. Cursou Comunicação Social (UFMT), Filosofia (Inst. CN) e Teologia (Inst Mater Dei) e atualmente cursa Administração com ênfase em Marketing (Universidade Nove de Julho). Publicou 15 livros para gênero infanto-juvenil, incluindo um título exclusivo para os Estados Unidos (2008). Site: www.sergiofernandes.com.br

Quando Danny Boyle, ou outra direção britânica, conseguem atingir seu objetivo - em qualquer gênero que seja - dificilmente alguém faz uma história melhor. E este é certamente o caso do ganhador do Oscar de melhor filme Quem quer ser um milionário?, de Boyle. A produção mostra a encantadora história de um adolescente de favela que, por acaso, termina parecido com uma versão indiana de Who Wants to be a Millionaire?. Há muito tempo que um filme estrangeiro não recebe tantos elogios – e isso veio via Bollywood, e, ainda por cima, com um diretor britânico. Mas, Quem quer ser um milionário? é algo mais que uma atividade cinematográfica com o humor sutil de “entretenimento”? Ou essa pode ser uma história que vale a pena ser contada, fruto do estilo de Boyle? Leia mais…

Para os românticos, a vida deveria iniciar na velhice e terminar na infância. A utopia de ser viver a melhor fase da existência com corpo e mente joviais move obras, desde “O Retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde, passando pelo famoso texto falsamente atribuído a Chaplin até chegar na célebre frase de Mark Twain, de que “a vida seria infinitamente mais feliz se nós pudéssemos nascer com a idade de 80 anos e gradualmente nos aproximássemos dos 18″. Mas ninguém antes de Benjamin Button usufruiu do envelhecimento de forma fantasiosa.

O personagem, obviamente, nunca existiu. Ainda assim, o filme de David Fincher consegue o feito de fincar na realidade uma história fantástica, em tons de fábula e que personifica o desejo tão anunciado em outras obras de ficção. Esse é o maior mérito de “O Curioso Caso de Benjamin Button”, longa-metragem que estreia hoje nos cinemas e vem com fome de papar alguns Oscar esse ano. Leia mais…

Atenção: tire as crianças da sala!!! E… não se espante, pois hoje quero indicar um filme de terror. Uarghhhhh!

Desde pequeno que tremo diante dessa categoria de filme, mas nunca deixei de assistir. Sim, precisa ter cautela, já que em sua maioria são filmes sobre espíritos, demônios etc. O que não pode agora é ter tanto medo deles - e até por superstição - criar algum tipo de regra os tornando religiosamente proibidos. A Igreja Católica somente se posicionou contrária a filmes que realmente influenciariam negativamente nossa fé. Leia mais…

O Natal de Charlie Brown: Charlie Brown está triste achando que a mensagem do Natal perdeu a graça. Lucy sugere que ele dirija a peça de teatro da escola! Quando nosso herói sai à procura de uma árvore para o cenário da peça, com a ajuda do grande amigo Linus, acaba descobrindo o verdadeiro significado do Natal.

Clássico natalino dirigido por Michael Curtiz, diretor de Casablanca. Em Natal Branco, Bing Crosby e Danny Kaye interpretam dois soldados que, ao retornarem da Segunda Guerra Mundial, tornam-se cantores e dançarinos. Em seguida, juntam-se à duas irmãs e compartilham os ela os palcos e ajudam um amigo falido. O filme traz a trilha musical assinada por Irvin Berlin e tem a canção White Christmas, o recordista em vendas quando o tema é Natal. A versão em DVD de Natal Branco traz trailer original de cinema, entrevistas e comentários de Rosemary Clooney.

Elenco:
Bing Crosby - Bob Wallace
Danny Kaye - Phil Davis
Rosemary Clooney - Betty Haines
Vera-Ellen - Judy Haynes
Dean Jagger - Major General Thomas F. Waverly

felicidade-nao-se-compra-poster02t.jpg (6400 bytes)O filme A Felicidade Não Se Compra, de Frank Capra talvez tenha salvado mais vidas que qualquer CVV. Todos os anos principalmente em países de língua inglesa é um clássico obrigatório na época de Natal. Em 1947, no Lux Radio Theatre grande parte do elenco original, inclusive James Stewart interpretou uma versão adaptada para o rádio, que por si só se tornou um clássico também.
Esta é a história de um chefe de família prestes a se suicidar e que recebe a visita de seu anjo da guarda, que lhe mostra o que seria da localidade se ele nunca tivesse existido. Com James Stewart. Recebeu 5 indicações ao Oscar.


Ficha Técnica
Título Original: It’s a Wonderful Life
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 129 minutos
Ano de Lançamento (EUA):
1946
Estúdio: RKO Radio Pictures Inc. / Liberty Films
Distribuição: RKO
Direção: Frank Capra
Roteiro: Frances Goodrich, Albert Hackett e Frank Capra, baseado  em estória de Philip Van Doren Stern
Produção: Frank Capra
Música: Dimitri Tiomkin
Direção de Fotografia: Joseph F. Biroc e Joseph Walker
Direção de Arte: Jack Okey
Figurino:
Edward Stevenson
Edição:
William Hornbeck

Elenco
James Stewart (George Bailey)
Donna Reed (Mary Hatch Bailey)
Lionel Barrymore (Henry F. Potter)
Thomas Mitchell (William Bailey)
Henry Travers (Clarence Oddbody)
Beulah Bondi (Sra. Bailey)
Frank Fayden (Ernie Bishop)
Ward Bond (Bert)
Gloria Grahame (Violet Bick)
H.B. Warner (Sr. Gower)
Todd Karns (Harry Bailey)
Samuel S. Hinds (Peter Bailey)
Sheldon Leonard (Nick)

Sinopse
Em Bedford Falls, no Natal, George Bailey (James Stewart), que sempre ajudou a todos, pensa em se suicidar saltando de uma ponte, em razão das maquinações de Henry Potter (Lionel Barrymore), o homem mais rico da região. Mas tantas pessoas oram por ele que Clarence (Henry Travers), um anjo que espera há 220 anos para ganhar asas, é mandado à Terra, para tentar fazer George mudar de idéia, demonstrando sua importância através de flashbacks.

Pôsters
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Imagens
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Premiações
- Recebeu 5 indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (James Stewart), Melhor Edição e Melhor Som.

- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Diretor.

Curiosidades
- Foi Lionel Barrymore quem convenceu James Stewart a participar de A Felicidade não Se Compra. Stewart inicialmente recusara o projeto, preferindo descansar um pouco mais após seu retorno da 2ª Guerra Mundial.

- Inicialmente, a neve que aparece em A Felicidade Não Se Compra seria nada mais nada menos do que flocos de milho pintados de branco. Entretanto, como eles faziam barulho quando as pessoas pisavam neles, o diretor Frank Capra resolveu utilizar um novo composto para a neve, que era formado por sopa, água e um composto químico especial

- Em uma cena de A Felicidade não Se Compra, o personagem de Ward Bond, Bert, lê um jornal onde está a seguinte manchete: “Smith wins nomination” (Smith é indicado). Trata-se de uma referência a A Mulher Faz o Homem, filme dirigido por Frank Capra e também estrelado por James Stewart.

- Os sets de Bedford Falls foram construídos em 2 meses, sendo um dos maiores sets de filmagens já feitos, até aquele momento, para um filme americano.

- James Stewart chegou a repetir seu personagem em A Felicidade Não Se Compra em uma versão para a rádio NBC Radio Theater, em 1949.

Milagre na Rua 34 é uma fábula inesquecível, que para muitos tornou-se sinônimo de celebração do Natal. A época natalina torna-se cheia de encanto quando um cavalheiro muito bem educado, de olhos brilhantes, com uma “ampla” barriga e barba branquinha (Edmund Gwenn) é contratado como Papai Noel pela loja de departamentos Macy’s. Ele alega que seu nome é Kris Kringle, e logo contagia a todos com o espírito do Natal, exceto sua chefe, Doris Walker (Maureen O’Hara), que ensina sua filha Susan (Natalie Wood) a não acreditar em Papai Noel. Mas quando Kris é declarado louco e enviado a julgamento, a fé de todos é colocada em teste, pois tanto jovens, quanto idosos enfrentam a antiga pergunta: Você acredita em Papai Noel?

O filme nos ajuda a refletir sobre o valor do Natal e a reafirmação de nossa fé, não no Papai Noel (é claro!), mas na crença nas coisas do Céu.


Assista ao clipe com imagens do filme:

Galeria de Imagens:



Filmes como Senhor dos Anéis e As crônicas de Nárnia são usados para catequizar os jovens

por Renata Cabral (Revista IstoÉ)

Wellington Cerqueira/Ag. ISTO É; Fabrizia G

NO ESCURINHO DA IGREJA “Em vez de partir da Bíblia para o cotidiano, faço o contrário”, diz o padre Paulo Dea, que lança mão de filmes nas aulas

SESSÃO PIPOCA Grupo jovem do Rio: ética religiosa em discussão

Foi-se o tempo em que um encontro de catequese se resumia a uma aula baseada na Bíblia e em livros didáticos. Para atrair a atenção dos jovens, acostumados com o dinamismo das novas mídias, vale até usar o bruxinho Harry Potter - protagonista da série exibida nas aulas. Outros filmes, como Senhor dos Anéis e A bússola de ouro, já condenados por católicos e protestantes pelo conteúdo “ocultista”, entram no discurso religioso como aliados no processo de aprendizado da chamada moral cristã. “Esses filmes serão vistos de qualquer forma fora da Igreja. É melhor que nós façamos os contrapontos”, defende o padre Luiz Alves de Lima, assessor da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O sobrenatural é contrário aos princípios da Igreja, mas, em vez de criticar as obras cinematográficas que o retratam, os catequistas utilizam esses filmes para expor as contradições humanas e ilustrar os ensinamentos bíblicos. “Funciona bem melhor do que atiçar a curiosidade dos jovens com a proibição”, acredita o teólogo e escritor paulista Sérgio Fernandes. O padre Paulo Dalla Dea, teólogo e pároco da Diocese de São Carlos, no interior de São Paulo, encontrou em filmes como Homem- Aranha 3 uma oportunidade para falar de ética. Já na trilogia Senhor dos Anéis percebeu uma referência à retirada dos hebreus do Egito por Moisés, numa cena de perseguição em que as águas eliminam cavaleiros do mal. Em As crônicas de Nárnia: o leão, a feiticeira e o guarda-roupa, o leão Aslan é a metáfora perfeita de Jesus Cristo, com direito a sacrifício e ressurreição no final. “Em vez de partir da Bíblia para o cotidiano, faço o contrário. Proponho filmes que eles já assistiram para falar de aspectos que talvez não tenham percebido”, diz o padre.
Para a coordenadora do grupo jovem da Igreja do Sagrado Coração de Jesus do Méier, no Rio de Janeiro, Érica de Holanda, obras que permitem explorar a ética religiosa ajudam a ilustrar a teoria das aulas. “A identificação com os dilemas expostos na tela gera bons questionamentos”, diz ela, que já promoveu debates a partir de obras como Corrente do bem, Todo-poderoso e Paixão de Cristo. Além do cinema, letras de músicas e internet também são utilizados na catequese. Os métodos são aprovados pelos jovens, como a estudante Marina Cid, 15 anos. “Os encontros se tornaram menos cansativos”, diz ela. Na opinião do professor de matemática e catequista Fábio Lagoeiro, de São Carlos, a mudança traz benefícios percebidos no dia-a-dia. “A participação dos alunos melhorou muito, assim como o espírito crítico”, afirma.
O padre Paulo Ricardo, reitor do seminário de Cuiabá, em Mato Grosso, e membro do Conselho Internacional de Catequese, é um dos religiosos antenados com os novos tempos. Tem um site pessoal na internet e conta com vídeos no You- Tube gravados para o canal de tevê a cabo católico Canção Nova para aulas em que analisa os dilemas existenciais dos personagens de Senhor dos Anéis. “Há um conteúdo rico sobre a vitória do bem contra o mal que pode ser explorado”, diz, ressaltando que o mito, a literatura e a fantasia fazem parte do processo de assimilação do evangelho. Na opinião dele, os representantes mais conservadores da Igreja fazem críticas superficiais à utilização de filmes na evangelização.
Embora bem-sucedida, a inclusão de recursos da mídia na catequese ainda é iniciativa isolada. “O processo de adaptação às novas linguagens está sendo lento”, admite o padre Luiz Alves de Lima, da CNBB. Mas pode ser uma trilha a ser seguida no futuro, sobretudo uma forma de aproximar o jovem do catolicismo: “A Igreja que não se moderniza morre. É preciso manter os princípios, mas perceber que o mundo muda”, diz Israel Néri, presidente da Sociedade de Catequetas Latino-Americanos.

Da esquerda para direita:

Paixão de Cristo
Apesar da violência excessiva, ilustra o sofrimento de Jesus Cristo, que é a materialização de um dos ensinamentos recebidos pelos jovens na catequese

Harry Potter
Os conflitos que, no filme, são resolvidos com a magia são transpostos para a vida real, para fazer os jovens católicos refletirem sobre como lidar com problemas

As Crônicas de Nárnia
As referências bíblicas da obra são utilizadas para trazer à tona temas como pecado e redenção. O leão Aslan representa Jesus, com sacrifício e ressurreição

A Bússola de ouro
Embora tenha sido acusado pela Liga Católica americana de promover o ateísmo, discute a verdadeira figura de Deus e sua relação com os homens

Senhor dos anéis
O embate do bem contra o mal e os dilemas de Frodo (foto) são os principais pontos de análise. Tem valores católicos como bondade, simplicidade e fé nos outros

As histórias em quadrinhos não são maniqueístas, o herói podia acabar com o vilão na hora que bem quisesse, mas ele alimenta a esperança de redenção e justiça.

por Nataniel Gomes

Hollywood já descobriu há muito tempo que as histórias em quadrinhos têm um público fiel de ardorosos fãs e um potencial cinematográfico fantástico. Quem não se lembra, por exemplo, dos verdadeiros blockbusters baseados em quadrinhos comoSuperman, com Christopher Reeve, e Batman, estrelado por Michael Keaton? Recentemente, o público pôde ver nos cinemas as trilogias do Homem-Aranha e dos X-men, os dois filmes doQuarteto FantásticoHulkO JusticeiroA volta do Superman,Homem de FerroDemolidorMotoqueiro-Fantasma… Além de mais um filme do homem-morcego e um solo de Wolverine. Mas o que isso tem a ver com o Cristianismo? Muito. Afinal de contas, o ponto em comum de todos esses filmes é a eterna luta entre o Bem e o Mal, protagonizada desde o início dos tempos entre as hostes celestiais e as forças das trevas. Na verdade, as histórias em quadrinhos não são maniqueístas, o herói podia acabar com o vilão na hora que bem quisesse, mas ele alimenta a esperança de redenção e justiça. Desde a década de 1960, quando começaram a surgir num contexto de profundas transformações sociais e comportamentais, essas histórias trouxeram personagens cheios de contradições como qualquer ser humano, com suas angústias e desafios. Vejamos alguns casos recentes que o cinema retratou:

Homem de Ferro – Tony Stark é um multimilionário da indústria armamentista que se torna vítima das próprias armas que constrói e vende pelo mundo. Quando isso acontece, descobre que precisa mudar de vida e assume seu papel na luta contra a violência. Torna-se um mocinho, mas, a exemplo de Paulo, tem o seu “espinho na carne” – ferido em um atentado, precisa ficar constantemente ligado a um aparelho que o mantém vivo. E ainda enfrenta as constantes tentações do álcool e das mulheres.

X-Men – Os protagonistas são seres humanos que nasceram diferentes dos demais. Por isso, são perseguidos e discriminados como se fossem animais. Surgem então dois caminhos para os mutantes: ajudar a humanidade, como propõe Charles Xavier, o líder dos X-Men, ou simplesmente exterminar o homo sapiens, a sugestão de Magneto. As analogias estão ligadas ao momento de criação dos personagens. Charles Xavier representa o ministro batista e defensor dos direitos humanos Martin Luther King Jr, e Magneto encarna o perfil de Malcolm X, ativista que defendia uma luta armada.

Demolidor – O jovem Mathew Murddock perde a visão em um acidente, mas consegue potencializar seus outros sentidos e se torna um advogado (afinal, a justiça é cega, mas ele vê o que ninguém consegue enxergar). Cristão praticante, ele se veste como um demônio para atemorizar os criminosos.

Quarteto Fantástico – Mostra um grupo de amigos que sofre os efeitos de uma tempestade cósmica e desenvolvem super-poderes: força, elasticidade, invisibilidade e transformação em fogo. Mesmo possuindo dons diferentes e necessários para salvar o mundo, eles vivem brigando entre si, como fazemos em nossas igrejas.

Superman – Enviado a este mundo por seu pai, ele é adotado por um casal, dedica sua vida a salvar pessoas e cumpre uma vocação para praticar o bem. Isso lembra alguma coisa? Embora criado por judeus, o personagem retrata a figura messiânica de Jesus de forma bela, certamente de maneira inconsciente. É por isso que o autor de Eclesiastes diz que Deus colocou a eternidade no coração do homem.