Mais uma vez eu repito: “Não acredtito em testemunho de casais que insistem em dizer que a vivência do Método Billings é sacrificante”! Ou este casal está sendo indevidamente acompanhado pelo Instrutor ou tem algo errado na sua cumplicidade amorosa!
Porque viver a vida conjugal é aprender a construir no dia a dia a necessária cumplicidade do amor em todos os aspectos da vida matrimonial se queremos solidificar uma família amorosa e a serviço de Deus!
No Planejamento Familiar não será diferente!
Vamos lembrar que no catecismo sobre o Matrimônio da nossa Igreja Católica Apostólica Romana, é colocado à nós casais cristãos que a sexualidade conjugal possue duas funções:
- A Função Unitiva: onde os corpos se encontram como expressão do amor conjugal gerando afeto, prazer, desejo e muita unidade. “Se tornarão uma só carne…”
- Função Reprodutiva: Como criaturas de Deus e na condição de casal, somos chamados a sermos colaboradores da Obra de Criação, onde desta forma a nossa natureza humana produz as células sexuais que contribuem para a concepção de uma NOVA VIDA.
Tanto na minha vida conjugal, como usuária do Método Billings; como também na condição de Instrutora procuro valorizar a importãncia da FUNÇÃO UNITIVA na vida conjugal onde ,nós casais cristãos, poderemos viver a autêntica liberdade sexual experimentando e comprrendendo que o prazer sexual conjugal pode ser sentido e vivenciado nas carícias da intimidade conjugal da mesma forma que numa relação genital.
Nós casais precisamos nos despreender desta “mentalidade genitalista” de que o prazer só pode ser experimentado no ato genital!. Se pensarmos assim de fato o Método Billings fica “sacrificante” e muito sem graça, sem criatividade!
Casais que estão impregnados deste sentimento , devem refletir e identificar de fato como está a sua qualidade no vínculo afetivo, pois este é condição primordial para a garantia da cumplicidade do amor que não tenho dúvidas, é um grande “antídoto” para este sentimento sacrificante e errôneo sobre o Método Billings.