Henrique com os filhos Pedro e Rafael

Henrique com os filhos Pedro e Rafael

Instrutora Maria Luiza com seu esposo Henrique: Usuários a 20 anos do MOB. Usuários a 20 anos do MOB<

A Instrutora Maria Luiza Toledo Martins Monteiro da Diocese de Bauru e usuária a 20 anos do Método Billings juntamente com o seu esposo Henrique Monteiro deixa esta importante e valiosa reflexão para todos nós.

Muitos casais, no mundo inteiro, estão à procura de uma maneira de planificar a própria família de acordo com suas consciências e segundo os ensinamentos de sua igreja. Existem casais, ainda, que não querem ou não podem adotar métodos artificais por razões culturais, econômicas ou motivos de saúde.

O que então indicar a estes casais? Quando criados fomos capacitados de evitar ou planejar uma gravidez naturalmente sem ter que fazer uso de drogas ou dispositivos artificiais e, assim, Deus pensou e fez. Graças à dedicação de um casal de cientistas australianos que foram solicitados pela igreja, na década de 50, para que estudassem mais profundamente o aparelho reprodutor feminino é que foi possível formular o método da ovulação Billings. Este casal, Dr. John e Evelyn Billings, foram responsáveis pela formulação das regras do MOB.

Este método natural de planejamento familiar baseia-se na realidade biológica que demonstra serem as mulheres infecundas durante a maior parte do tempo de sua vida reprodutiva. Os dias inférteis, dias nos quais o ato sexual resulta infecundo são mais numerosos do que os dias férteis, quando é possível a gravidez: a mulher, em seus dias férteis, percebe uma mudança de sensação progressiva em sua vulva, de uma sensação de secura começa a sentir-se, molhada ou lubrificada e escorregadia e observa a presença de um muco que se assemelha a uma “clara de ovo”, esta sensação e visualização são os indicadores de seu período fértil que pode durar uma média de sete a dez dias, período que a mulher deve ser orientada, de preferência, por um instrutor que é aquela pessoa capacitada para ensinar-lhe a montagem de seu ciclo menstrual, onde aprenderá a reconhecer seu período infértil e período fértil e aprenderá, também, com o instrutor, as normas para evitar ou planejar uma gravidez.

O MOB é seguro desde que quatro pontos sejam seguidos:
1 ) Aprender de preferência com um instrutor;
2) freqüentar os acompanhamentos;
3) utilizar as regras do MOB com responsabilidade;
4) Contar com a cooperação e cumplicidade do companheiro.

Neste método, o controle da fertilidade do casal depende tanto do homem como da mulher.
O dialogo, o conhecimento e a co-participação necessária para adotar este método fortalecem a união matrimonial e aumenta a fertilidade conjugal.

Segundo a Dra Evelyn Billings “este método só não é possível onde não existe amor”, A filosofia básica do MOB é a prática do amor recíproco e viver, assim, torna-se para o casal um modo de ser do próprio relacionamento, pois só quem ama preserva o ser amado!

Necessitamos de casais que tenham a coragem de demonstrar com a própria vida que o pensamento da igreja quanto ao planejamento familiar é possível e é o caminho que leva o casal à santidade.

Author:
Celina Martins
Time:
domingo, janeiro 17th, 2010 at 22:51
Category:
planejamento natural da familia, religiao
Comments:
You can leave a response, or trackback from your own site.
RSS:
You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed.
Navigation:

8 Responses to “Método de Ovulação Billings (MOB): um modo de viver.”

  1. Vânia Oliveira Says:

    Olá, bom dia!

    Meu nome é Vânia, tenho 24 anos e sou casada há 3, estou planejando minha primeira gravidez e quero daqui pra frente utilizar o método, já procurei, mas em minha região não temos nenhum isntrutor, há outra maneira de aprender?
    No aguardo

    Vânia Oliveira – Águas da Prata SP

  2. ONDE ESTAO AS FEMINISTAS BRASILEIRAS? Says:

    A IDEOLOGIA TUPINIQUIM DA NOVELA VIVER A VIDA

    (Fonte: Jornal ADEM)

    Quando pensamos em arte, pensamos logo em ficção e já fica subentendido que a vida real é uma outra coisa. Seria! Se estivéssemos vivendo em um país desenvolvido, culto e de primeiro mundo, mas no Brasil, onde cento e oitenta milhões de telespectadores são praticamente “educados” pela televisão, a historia é outra. Vida e arte se misturam e a TV vai ditando os padrões de comportamento ou regras de conduta para crianças, adolescentes e também para pessoas ignorantes, desprovidas de educação moral, religiosa e de senso crítico.

    Repare na ideologia machista da novela VIVER A VIDA. O que significa aquele bando de mulheres desocupadas em volta da piscina, disputando quem tem o menor Q.I.? E a paparicação das modelos ao garanhão com crise da meia idade? Sem falar que José Mayer está mais para vovozinho, dando comida para os pombos na pracinha, do que para o galã da novela das oito. Toda essa opressão ideológica é fruto de uma alienação cultural machista e patriarcal.

    E não, minha amiga, o machismo não nasceu na igreja da sua avozinha nem é fruto do casamento dos seus pais. Pelo contrário, Jesus Cristo foi o primeiro feminista de toda a história da humanidade, o único herói que teve coragem de dizer “não” a toda aquela putaria que imperava na cultura poligâmica do judaísmo e, posteriormente, criticada por São Paulo, que abominou as orgias da Grécia Antiga. Há quem ache normal dividir o marido com um harém e tenha a coragem de se dizer feminista, mas nem vamos entrar no mérito da questão, pois aí também o assunto é outro.

    A realidade é que o verdadeiro pai do machismo e da cultura patriarcalista se chama “Discurso”, e o seu berço são os veículos de comunicação de massa, a podridão da mídia e, principalmente, a ideologia tupiniquim das telenovelas brasileiras, as quais são exportadas para o exterior e representam a imagem do Brasil no mundo. Infelizmente, as feministas ainda não se deram conta de que as verdadeiras causas da opressão feminina estão todas relacionadas à linguagem.

    A propósito, minha vida não vai mudar em nada se o Lula der permi$$ão para a instalação de clínica$ de aborto no país inteiro. Minha vida não vai mudar em nada se os gays e as lésbicas conseguirem o direito ao casamento. Minha vida não vai mudar em nada, enquanto as causas feministas estiverem voltadas para assuntos secundários. O que precisa ser combatida, de fato, é a linguagem que prevalece em nossa cultura varonil, pois enquanto aceitarmos conviver com mensagens subliminares machistas, o mundo patriarcalista continuará sempre o mesmo.

    Impossível a uma mulher pensante não se sentir oprimida diante do discurso machista que predomina nos veículos de comunicacação de massa, a comecar pela vulgarização da mulher nas novelas, nos comerciais de cerveja e no show de bundas que refletem o Carnaval brasileiro: o verdadeiro massacre da dignidade feminina e humana. Afinal, onde estão as deputadas e políticas desse país, que nao enxergam essa aberração?

    Enquanto Manoel Carlos transfere para suas personagens todas as sacanagens que gostaria de viver na vida real, milhões e milhões de telecpectadoras domésticas, que jamais tiveram o prazer de ler um livro, vão convivendo durante meses e meses intermináveis com a podridão ideólogica das telenovelas globais, e passam a achar um fato normal o abandono, as traições do marido, a deslealdade e a destruição de seus lares.

    Repare na formula clássica e antiga do enredo da novela VIVER A VIDA: Marcos, marido de Helena, é o comedor de donzelas frágeis e indefesas. Ele deixou sua linda companheira Tereza, a típica imagem do lar, a representação calorosa e amorosa da figura materna, pois ela já estava ficando “velha” demais para ele (embora ambos tenham a mesma idade). E o fodedor disse mais, declarou ao amigo que reencontrou a moça “bobinha” (Dora) que conheceu em Búzios, exibindo então a sua canalhice como se fosse um troféu. E observe que esse personagem não representa o vilão, mas sim o “galã” da história. Eis o ponto crítico!

    Manoel Carlos, o autor dessa novela esdrúxula, está sendo bombardeado pelas feministas. Ele respondeu que vai mudar o enredo e criar um par para Tereza, a esposa abandonada. Mas faça ele o que fizer, as figuras femininas dessa novela são todas burras, fúteis, alienadas e desprovidas de intelectualidade. E as heroínas, “Dora” e “Helena”, estão mais para putas oprimidas ou vilãs da história do que para ícones femininos.

    Pergunta às mulheres inteligentes: Quem já viu uma novela global que exalte os valores e as qualidades de uma mulher velha, de cabelos brancos? Quem já viu uma senhora de meia idade sendo disputada por jovens lindos e esbeltos? Quem acha que o cabelo grisalho de uma mulher é um charme? Quem já viu ou consegue imaginar uma velha, enrugada, seduzindo rapazes, como um evento natural, que expresse o charme e a beleza da maturidade (ou melhor idade) feminina? Impossível, pois quem sustenta a supremacia do discurso varonil, nesse país, são os homens. Quem domina a política, ainda são os homens, que comandam também o patriarcalismo que vigora nos veículos de manipulação de massa.

    Evidente que José Mayer pode ser o galã do horário nobre da televisão brasileira, pois quem escreve a novela é um outro velho gagá, viciado em Viagra. Acontece que quem assiste a esses lixos culturais são as donas de casa, muitas delas sem estudo, sem formação, sem patrimônio, sem renda ou profissão, e com muitos tanques de roupas, cuecas e fraldas para lavar… Que auto-estima resiste a tanto silicone, a tanta futilidade e à coisificação explícita da figura feminina? Esse é o mundo machista que queremos para nossas filhas?

    O mais irônico de tudo isso é que nós, mulheres, atingimos a maturidade sexual depois dos quarenta anos, justamente a idade que os homens começam a descer a serra. E quando entramos na idade da Loba, nunca ficamos impotentes nem precisamos tomar Viagra. Nós não sabemos o que é brochar nem ficar careca. Juventude? Hoje vemos mulheres de 60 anos que oferecem seus corpos para gerar bebês de filhas estereis. Quem disse que a natureza feminina é frágil? Frágeis, minha amiga, são os perus decadentes que vão perdendo suas funções.

    Beijos a todas!

  3. Luciana Maria Sales Santos Says:

    Olá! Meu nome é Luciana, moro em Goianésia-GO, sou casada a sete meses e utilizamos o MOB. Então a dois meses fomos convidados a fazer parte da equipe do Encontro de preparação para noivos, da Paroquia Sagrado Coração de Jesus, e neste próximo encontro o casal que sempre fazia a palestra sobre o MOB, não pode participar, e pediram para que eu e meu esposo falassemos sobre o MOB, tenho apenas um DVD que um padre nos emprestou, então fui a procura de mais informação na internet, graças a Deus cheguei até você Celina, não tenho instrutora e preciso de matériais para poder ajudar mais os casais.

  4. Flavia C de Siqueira Says:

    Boa tarde!
    Sou Flavia e utilizo com meu esposo há exatamente 1 ano o MOB..
    Graças a Deus, tudo deu certo desde o início.

    Hoje nos conhecemos mais ainda e o amor entre nós aumenta a cada dia, pois isso é uma demosntração de amor, companheirismo,respeito e espera.

    E tenho certeza que quando planejarmos a vinda de um bebe, ele será muito , muito desejado e amado.

    Agradeço Ao Cenplafam ( em modo especial à Maria) que nos auxiliou nos primeiros meses.

    Aconselho a todas os casais utilizarem, pois os casais só tendem a ganhar..Que Deus os abençoe.
    Flavia

  5. sarah Says:

    Gostei do comentário sobre
    A IDEOLOGIA TUPINIQUIM DA NOVELA VIVER A VIDA

Tenho para mim que se o autor dessa novela fosse um grande intelectual, o enredo teria mais qualidade e não seria recheado de clichês baratos de quinta categoria:

* esposas e namoradas traídas
* amigas rivais e desleais
* empregadinha doméstica vagabunda
* garanhões de bengala correndo atrás de garotinhas
* mulheres burras que só pensam em beleza e moda

Logo se vê porque o povo brasileiro não tem um pingo de cultura!

    Os políticos de Brasília, que desejam ver o povo sempre ignorante, devem adorar a novela Viver a Vida! Aff

  6. Lynn Dillabough Says:

    Não gosto de qualquer estilo de site, mas o seu me chamou a atenção. É muito bom e sei que você está trabalhando.

  7. Sacha Nogueira Says:

    olá. sou enfermeira, e estou tentando montar um atendimento em planejamento familiar voltado para a infertilidade, e vi a experiência da instrutora Maria luiza. gostaria muito de tentar me comunicar com ela para tirar algumas dúvidas. há algum email, ou site? grata!

  8. car hire Says:

    Es fantastico visitar sitios como este, me encanta leer tus articulos en el sofa en mi hogar.

      Leave a Reply