Archive for the ‘Jesus’ Category

Jesus

domingo, abril 25th, 2010

 Jesus é nosso bem maior

 

Margleis Gomes                                                                                                                                           Com.Canção Nova

Eu quero a Misericórdia

domingo, abril 11th, 2010

 

                                                       Jesus Misericórdia de Nós

 

“A grandeza dessa Festa só pode ser avaliada pelas extraordinárias promessas que  Nosso Senhor a Ela atribuiu:…alcançará perdão total das faltas e dos castigos aquele que, nesse dia, se aproximar da Fonte da Vida.

 

Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate.” (Diário da Irmã Santa Faustina)

               

Margleis Gomes

Ressuscitou, Aleluia!

domingo, abril 4th, 2010

Ele Ressuscitou

“Deus ressuscitou Jesus no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos. E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. Todos os profetas dão testemunho dele: Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados.” At 10,40-43

Fonte: Biblia Sagrada

Margleis Gomes

Foi por AMOR

sexta-feira, abril 2nd, 2010

                                          

SÓ QUEM AMA É  CAPAZ DE DAR A VIDA

 

 

 

 

“Mas ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniqüidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças às suas chagas.”

Isaías 53,5

 

Fonte: Biblia Sagrada

 

Margleis Gomes

 

 

 

 

Mãe de Deus

sexta-feira, janeiro 1st, 2010

                                                            É Deus e se parece comigo 

“A Virgem está pálida e contempla o menino. O que dizer daquela expressão de perplexidade que foi vista uma única vez num semblante humana? Porque o Cristo é o seu filho, a carne da sua carne, e o fruto do seu ventre. Ela o carregou por nove meses, vai lhe oferecer o seio e o seu leite se tornará o sangue de Deus. 

 

Em alguns momentos a tentação é tão forte que esqueceu que é o Filho de Deus. Ela o aperta em seus braços e sussurra: meu filhinho! Mas, e outros momentos, imóvel pensa: Deus está ali. E é tomada por uma admiração religiosa por esse Deus mudo, por esse menino que, de uma certa forma, causa medo. 

 

Todas as mães, por um instante, ficam transtornadas diante daquele fragmento rebelde da sua própria carne que é um (seu) filho. E se sentem exiladas diante dessa nova vida feita da (sua) própria vida, mas que contém outros pensamentos. 

Mas nenhuma criança foi arrancada de sua mãe de um modo tão cruel e rápido porque é Deus e supera em tudo o que ela poderia imaginar. E é uma dura provação para uma mãe ter vergonha de si mesma e da sua condição humana diante de seu filho. 

 

Mas creio que deve ter havido outros momentos, rápidos e fugazes, nos quais ela sente que o Cristo é o seu filho, a sua criança, e que é Deus. Ela o contempla e pensa: este Deus é o meu filho. Esta carne é a minha carne, é feito de mim, tem os meus olhos! E a forma da sua boca é semelhante à minha boca. Ele se parece comigo. É Deus e se parece comigo. 

Nenhuma mulher teve a sorte de ter o seu Deus só para si. Um Deus menino que se pode abraçar e cobrir de beijos. Um Deus quente, que sorri, que respira. Um Deus que está vivo e se pode tocar! 

É nesses momentos que eu pintaria Maria se eu fosse pintor. 

 

E José? José, eu não o pintaria.  Mostraria apenas uma sombra no fundo do celeiro e dois olhos brilhantes. Pois não sei o que dizer de José, e Jose não sabe o que dizer de si mesmo. Adora e está feliz por adorar e se sente um pouco em exílio. Creio que sofra sem confessar. Sofre porque vê o quanto a mulher que ama se parece com Deus, o quanto está perto de Deus.

 

Pois Deus estourou como uma bomba na intimidade dessa família. José e Maria estão separados para sempre por esse incêndio de luz. E toda a vida de José, imagino, será para aprender a aceitar. ” 

 

Fonte: (Natal de 1940. O escritor e filósofo francês Jean-Paul Sartre, prisioneiro num campo de concentração alemão, compõe um auto para ser representado num barracão. É a peça de teatro Bariona, ou Les Fils Du Tonnerre (Os Filhos do Trovão). Sartre afimava-se ateu.)

 


Margleis Gomes

Com.Canção Nova

Falar com Jesus

sexta-feira, dezembro 18th, 2009

 “Fale com Jesus com simplicidade, como fazem as crianças.”            

fonte: (Frases do Padre Pio)

 

Margleis Gomes

Com.Canção Nova

Imitação de Cristo

segunda-feira, setembro 28th, 2009

Não procurar desvendar os segredos daquilo que nos supera, nem os juízos de Deus

Meu filho(a),evita as discussões sobre questões árduas e sobre os juízoa secretos de Deus.”po que um e deixado assim e outro cumulado de graças? Por que um conhece tantas aflições e outro tão eminentes louvores?” Isto supera toda faculdade humana. Nenhuma razão, nenhum debate são aptos a controlar o juízo divino.

Portanto, quando o Inimigo te sugere isto ou quando curiosos te perguntam, dá a resposta do profeta:”Tu és justo, Senhor, e teu julgamento é reto” (Sl 118,137) e ainda esta: ” Os juízos do Senhor são verídicos: encontra em sim mesmos sua justificação” ( Sl 18,10).

Meus julgamentos devem ser temidos, não discutidos. Pois são incompreensíveis à inteligência humana.

Margleis Gomes

fonte: (A Imitação de Cristo – cap:58)

Corpus Christi

quinta-feira, junho 11th, 2009

 

 

 

Eis o pão que os anjos comem/

transformado em pão do homem;/

só os filhos o consomem:/ não será lançado aos cães!

 

Em sinais prefigurado,/ por

Abraão foi imolado,/

no cordeiro aos pais foi dado,/

no deserto foi maná….

 

Bom pastor, pão de verdade,/

piedade,ó Jesus, piedade,/

conservai-nos na unidade,/

extingui nossa orfandade,/

transportai-nos para o Pai!

 

Aos mortais dando comida,/

dais também o pão da vida;/

que a família assim nutrida/

seja um dia reunida/

aos convivas lá do céu!

 

Fonte do texto: Liturgia da Solenidade de Corpus Christi