«Ele entregou-Se a Si mesmo à morte!» (Oração eucarística IV)
Comentário ao Evangelho do dia feito por Papa Bento XVI. Homilia para a Vigília pascal, 07/04/2007.
«Ele entregou-Se a si mesmo à morte e, pela ressurreição,
destruiu a morte e renovou a vida» (Oração eucarística IV)
No Credo proclamamos, a propósito do caminho de Cristo: «Desceu à mansão dos mortos». [...] A liturgia aplica à descida de Jesus à noite da morte as palavras do salmo 24 (23): «Ó portas, levantai os vossos umbrais! Alteai-vos, pórticos eternos!» A porta da morte está fechada: ninguém pode passar através dela. Não há chave para essa porta de ferro. No entanto, Cristo tem a chave. A Sua cruz abre de par em par todas as portas invioláveis da morte, que deixaram de ser inexpugnáveis. A Sua cruz, a radicalidade do Seu amor, é a chave que abre essa porta. O amor Daquele que, sendo Deus, Se fez homem para poder morrer tem força para abrir a porta. É um amor mais forte do que a morte.
Os ícones pascais da Igreja do Oriente mostram como Cristo entra no mundo dos mortos. As Suas vestes são luminosas, porque Deus é luz. «A noite seria, para Ti, brilhante como o dia» (Sl 139 (138), 12). Jesus entra no mundo dos mortos com os estigmas; as Suas chagas, os Seus sofrimentos tornaram-se poderosos: são amor capaz de vencer a morte. Jesus encontra Adão e todos os homens que esperam nas sombras da morte. Vendo-os, quase podemos ouvir a oração de Jonas: «Clamei a Ti do meio da morada dos mortos e Tu ouviste a minha voz» (Jn. 2, 3).
Pela encarnação, o Filho de Deus fez-Se um com os seres humanos, com Adão. Mas só quando realizou o supremo ato de amor, descendo da noite da morte, levou a bom termo o caminho da encarnação. Pela Sua morte, tomou pela mão Adão e toda a humanidade expectante e guiou-os para a luz.
«Ele entregou-Se a Si mesmo à morte!”
Comentário ao Evangelho do dia feito por Papa Bento XVI. Homilia para a Vigília pascal, 07/04/2007.
«Ele entregou-Se a si mesmo à morte e, pela ressurreição, destruiu a morte e renovou a vida» (Oração eucarística IV)
No Credo proclamamos, a propósito do caminho de Cristo: «Desceu à mansão dos mortos». [...] A liturgia aplica à descida de Jesus à noite da morte as palavras do salmo 24 (23): «Ó portas, levantai os vossos umbrais! Alteai-vos, pórticos eternos!» A porta da morte está fechada: ninguém pode passar através dela. Não há chave para essa porta de ferro. No entanto, Cristo tem a chave. A Sua cruz abre de par em par todas as portas invioláveis da morte, que deixaram de ser inexpugnáveis. A Sua cruz, a radicalidade do Seu amor, é a chave que abre essa porta. O amor Daquele que, sendo Deus, Se fez homem para poder morrer tem força para abrir a porta. É um amor mais forte do que a morte.
Os ícones pascais da Igreja do Oriente mostram como Cristo entra no mundo dos mortos. As Suas vestes são luminosas, porque Deus é luz. «A noite seria, para Ti, brilhante como o dia» (Sl 139 (138), 12). Jesus entra no mundo dos mortos com os estigmas; as Suas chagas, os Seus sofrimentos tornaram-se poderosos: são amor capaz de vencer a morte. Jesus encontra Adão e todos os homens que esperam nas sombras da morte. Vendo-os, quase podemos ouvir a oração de Jonas: «Clamei a Ti do meio da morada dos mortos e Tu ouviste a minha voz» (Jn. 2, 3).
Pela encarnação, o Filho de Deus fez-Se um com os seres humanos, com Adão. Mas só quando realizou o supremo ato de amor, descendo da noite da morte, levou a bom termo o caminho da encarnação. Pela Sua morte, tomou pela mão Adão e toda a humanidade expectante e guiou-os para a luz.
EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ!
Quanta riqueza, irmãos!!! Nossa Igreja é MARAVILHOSA, tem história, tem tradição… Tesouros inesgotáveis de fé e santidade, de doutrina e conhecimento. Enfim, tudo do que precisamos se encontra no seu seio, para a nossa Salvação. Bendito seja Deus!!!
Partilho com você abaixo um pouco de “curiosidades” sobre a festa de hoje. Nem eu sabia isso tudo sobre essa data tão importante. Bom proveito. Boa reflexão.
“A Igreja universal (mas conhecida como Católica Apostólica Romana…rsrs) celebra hoje a festa da Exaltação da Santa Cruz. É uma festa que se liga à dedicação de duas importantes basílicas construídas em Jerusalém por ordem de Constantino, filho de Santa Helena. Uma foi construída sobre o Monte do Gólgota; por isso, se chama Basílica do Martyrium ou Ad Crucem. A outra foi construída no lugar em que Cristo Jesus foi sepultado pelos discípulos e foi ressuscitado pelo poder de Deus; por isto é chamada Basílica Anástasis, ou seja, Basílica da Ressurreição.
A dedicação destas duas basílicas remonta ao ano 335, quando a Santa Cruz foi exaltada ou apresentada aos fiéis. Encontrada por Santa Helena, foi roubada pelos persas e resgatada pelo imperador Heráclio. Segundo contam, o imperador levou a Santa Cruz às costas desde Tiberíades até Jerusalém, onde a entregou ao Patriarca Zacarias, no dia 3 de Maio de 630. A partir daí a Festa da Exaltação da Santa Cruz passou a ser celebrada no Ocidente. Tal festividade lembra aos cristãos o triunfo de Jesus, vencedor da morte e ressuscitado pelo poder de Deus.”
Que o Senhor da Cruz te abençoe e te guarde, hoje e sempre!
Liturgia da Palavra - Segunda-feira - 14/09/2009
Exaltação da Santa Cruz - Festa
Livro de Números 21,4-9.
“4. Partiram do monte Hor na direção do mar Vermelho, para contornar a terra de Edom. 5. Mas o povo perdeu a coragem no caminho, e começou a murmurar contra Deus e contra Moisés: “Por que, diziam eles, nos tirastes do Egito, para morrermos no deserto onde não há pão nem água? Estamos enfastiados deste miserável alimento.” 6. Então o Senhor enviou contra o povo serpentes ardentes, que morderam e mataram muitos. 7. O povo veio a Moisés e disse-lhe: “Pecamos, murmurando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós essas serpentes.” Moisés intercedeu pelo povo, 8. e o Senhor disse a Moisés: “Faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo.” 9. Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, conservava a vida.”
Livro de Salmos 78(77),1-2.34-35.36-37.38.
“1. Hino de Asaf. Escuta, ó meu povo, minha doutrina; às palavras de minha boca presta atenção.
2. Abrirei os lábios, pronunciarei sentenças, desvendarei os mistérios das origens.
34. Quando os feria, eles o procuravam, e de novo se voltavam para Deus.
35. E se lembravam que Deus era o seu rochedo, e que o Altíssimo lhes era o salvador.
36. Mas suas palavras enganavam, e lhe mentiam com a sua língua.
37. Seus corações não falavam com franqueza, não eram fiéis à sua aliança.
38. Mas ele, por compaixão, perdoava-lhes a falta e não os exterminava. Muitas vezes reteve sua cólera, não se entregando a todo o seu furor.”
Evangelho segundo S. João 3,13-17.
“13. Ninguém subiu ao céu senão aquele que desceu do céu, o Filho do Homem que está no céu. 14. Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do Homem, 15. para que todo homem que nele crer tenha a vida eterna. 16. Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. 17. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele.”
EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ!
Quanta riqueza, irmãos!!! Nossa Igreja é MARAVILHOSA, tem história, tem tradição… Tesouros inesgotáveis de fé e santidade, de doutrina e conhecimento. Enfim, tudo do que precisamos se encontra no seu seio, para a nossa Salvação. Bendito seja Deus!!!
Partilho com você abaixo um pouco de “curiosidades” sobre a festa de hoje. Nem eu sabia isso tudo sobre essa data tão importante. Bom proveito. Boa reflexão.
“A Igreja universal (mas conhecida como Católica Apostólica Romana…rsrs) celebra hoje a festa da Exaltação da Santa Cruz. É uma festa que se liga à dedicação de duas importantes basílicas construídas em Jerusalém por ordem de Constantino, filho de Santa Helena. Uma foi construída sobre o Monte do Gólgota; por isso, se chama Basílica do Martyrium ou Ad Crucem. A outra foi construída no lugar em que Cristo Jesus foi sepultado pelos discípulos e foi ressuscitado pelo poder de Deus; por isto é chamada Basílica Anástasis, ou seja, Basílica da Ressurreição.
A dedicação destas duas basílicas remonta ao ano 335, quando a Santa Cruz foi exaltada ou apresentada aos fiéis. Encontrada por Santa Helena, foi roubada pelos persas e resgatada pelo imperador Heráclio. Segundo contam, o imperador levou a Santa Cruz às costas desde Tiberíades até Jerusalém, onde a entregou ao Patriarca Zacarias, no dia 3 de Maio de 630. A partir daí a Festa da Exaltação da Santa Cruz passou a ser celebrada no Ocidente. Tal festividade lembra aos cristãos o triunfo de Jesus, vencedor da morte e ressuscitado pelo poder de Deus.”
Que o Senhor da Cruz te abençoe e te guarde, hoje e sempre!
