“SANTA IRONIA”: Na Índia sacerdote católico doa rim para salvar um hindu!

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Queridos irmãos, levando em consideração a atual onda de perseguição aos cristãos no país em questão, parece uma “SANTA IRONIA”, não…rsrs??? Fico a refletir na RESPOSTA DIFERENTE que precisamos dar a um mundo que “nos odeia” pelo simples fato de servirmos o Senhor.

Bom, acredito ser uma maneira BEM CONCRETA de se viver aquilo que Jesus disse no Evangelho:

Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam,
orai pelos que vos [maltratam e] perseguem”. (Mt 5,44)

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Gesto inspirado pelo Ano Sacerdotal (Por Nieves San Martín).

NOVA DELI, terça-feira, 22 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Pe. Davis Chiramel, de Kerala, Índia, se ofereceu para doar um rim em favor de Gopinath, pai de família hindu, de 46 anos, a quem não conhecia.

"Isto é o meu corpo... Isto é o meu sangue!"

"Isto é o meu corpo... Isto é o meu sangue!"

O sacerdote explica seu gesto, inspirado pelo Ano Sacerdotal: “Para mim, doar um órgão é a ocasião única e privilegiada de participar dos sofrimentos de Cristo”.

Pe. Davis Chiramel, pároco de São Francisco Javier em Vadanapally, Kerala, é secretário geral da Accident Care and Transport Services (ACTS) de Thrissur.

Em 15 de fevereiro passado, os voluntários que trabalham na organização se reuniram na igreja do sacerdote para dialogar sobre seu trabalho. Falam de um homem pobre, de religião hindu, chamado Gopinathdonará, ex-eletricista, pai de dois filhos, com insuficiência renal crônica.

É vítima de um acidente e agora está em hemodiálise. Precisa de um transplante e os voluntários dizem que precisariam de ao menos um milhão de rupias (mais de 14 mil euros), mas sobretudo precisa encontrar um doador. Na Índia, os doadores de órgão são só cerca de um em cada milhão.

Pe. Chiramel ouve o diálogo dos voluntários e lhes diz: “Dei-me conta de que estavam falando de arrecadar dinheiro para encontrar alguém que lhe venda um rim”.

A Índia, com Paquistão e Nepal, é um dos países asiáticos nos quais o tráfico de órgãos e sobretudo de rins está muito difundido. As autoridades não conseguem controlar este comércio que por um lado encontra pobres dispostos a doar órgãos para ganhar algum dinheiro, e por outro ricos enfermos que não têm escrúpulos em pagar a peso de ouro sua saúde.

Assim, Pe. Chiramel decidiu ser ele o doador e começou as análises para ver a compatibilidade. O sacerdote declara a AsiaNews: “Doar meu rim para mim é uma graça. Aconteceu em fevereiro mas só em 19 de junho compreendi o que estava fazendo. Naquele dia o Papa inaugurou o Ano Sacerdotal e eu estava no hospital para uma das análises. Imediatamente me dei conta de que me havia sido dada a graça de oferecer também meu corpo para salvar um homem”.

Pe. Chiramel usa palavras como “alegria”, “dom” e “tesouro” para descrever o que lhe aconteceu. “Cristo é a fonte e a origem de toda boa ação e é Ele o que nos dá a força e o valor para agir – afirma -. Nunca teria imaginado antes doar meu rim e muito menos a um estranho”.

No próximo 30 de setembro, Gopinath e Pe. Chiramel se conhecerão. Para esse dia está fixado o transplante no Hospital Lakeshore de Kochi.

Pe. Chiramel conclui: “Cristo se entrega a si mesmo para a salvação do mundo e cada dia, na Missa, os sacerdotes oferecem o sacrifício de seu Corpo e Sangue. Mas o fazem sem compartilhar as penas e os sofrimentos de nosso Senhor. Para mim a possibilidade de doar um órgão meu a uma pessoa que não conheço se converteu na ocasião única e privilegiada de participar dos sofrimentos de Cristo”.

Laos: Uma Nova Perseguição ANTI-CRISTÃ!

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Queridos irmãos, não esqueçamos dos mais necessitados das nossas orações. Ofereçamos tudo: preces, orações e súplicas, bem como mortificações, jejuns, vigilhas, penitências e o que mais o Espírito Santo nos inspirar em favor de cada irmão desse, que “O que falta às tribulações de Cristo, completa na sua carne, por seu corpo que é a Igreja”. (Cl 1,24)

Que o Senhor conceda a mim e a você sermos reconhecidos, um dia, como um irmão (pastor Thao Oun) de quem esse texto fala logo abaixo: “acusado de tentar destruir a nação e o governo COM A SUA FÉ.” Que fé, não irmãos…rsrs? Eu quero ter fé assim, capaz de “destruir” os poderes desse mundo, que se levantam contra o Reino de Deus. Somemos fileiras. O mundo precisa de cristãos de TÊMPERA!!! Seja um deles.

Que o Senhor te abençoe e te guarde! Boa reflexão!

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Para alguns é negado o acesso à água, à educação e à atenção médica

VIENTIAN, terça-feira, 22 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- As autoridades de Laos negam aos cristãos de alguns lugares direitos como a atenção médica, o acesso à água, levar seus filhos à escola e a proteção da lei.

O observatório Human Rights Watch for Laos Religion Freedom (HRWLRF) denunciou UMA NOVA PERSEGUIÇÃO ANTI-CRISTÃ no país asiático que viola sua Constituição.

"Paz, Independência, Democracia, Unidade e Prosperidade" - Será mesmo?

Lema do País: "Paz, Independência, Democracia, Unidade e Prosperidade" - Será mesmo?

As autoridades comunistas acusam aos cristãos de aderir a crenças importadas que representam uma ameaça para o sistema político.

Nas últimas semanas, a polícia deteve dezenas de cristãos, entre eles o pastor Thao Oun, acusado de tentar destruir a nação e o governo com sua fé.

As autoridades também ameaçaram centenas de cristãos e expulsaram muitos de suas aldeias, e impediram aos fiéis o acesso para algumas igrejas.

Em alguns casos, tentaram forçar renuncias à fé, inclusive com o uso da violência.

Também, muitos cristãos estão em perigo em várias cidades onde qualquer cidadão pode atacá-los sem receber consequências penais.

Trata-se de um regresso ao passado, à perseguição anti-cristã dos anos 90 que retrocedeu devido à pressão internacional e ao risco de perder a ajuda financeira.

Agora, o governo estabeleceu relações estreitas com estados totalitários vizinhos como a China e as autoridades voltam a perseguir os cristãos.

Precisamente Laos se encontra entre os três países por cujos cristãos estão rezando este mês de setembro as milhões de pessoas de todo o mundo que participam do Apostolado da Oração.

A intenção missionária do Apostolado da Oração do Papa para este mês reconhece que os cristãos em Laos, Camboja e Mianmar, “com frequência, encontram grandes dificuldades” e pede que “não desanimem de anunciar o Evangelho a seus irmãos, confiando na força do Espírito Santo”.

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