mai 06
geraldocnIGREJA PERSEGUIDA, PARTILHAS Cristãos, Fé, Igreja, Jesus Cristo, Mundo, Perseguição, reino de deus, sem fronteiras, Senhor, Vida
Querido irmão (ã)! 
É com alegria que partilho com você a criação de uma “Página Sem Fronteiras” e uma “Comunidade Sem Fronteiras” no facebook, com a finalidade de melhor difundir notícias à respeito da Igreja Perseguida e daquilo que passam e vivem os milhares de cristãos ao redor do mundo que pagam um alto preço para viver a sua fé… As vezes, com a própria vida.
O link para o facebook se encontra aqui mesmo no blog, do seu lado direito, logo em cima. Dê uma passada lá depois e faça parte dessa linda aventura: conhecer e amar mais a Jesus naqueles e naquelas que padecem pelo Seu nome, que precisa ser proclamado aos quatro cantos da Terra. vamos juntos. Ele está no meio de nós.
Bem-Aventurados aquels e aquelas que não negam o Senhor Jesus, nem com suas palavras, e muito menos com seus atos e modos de proceder.
Que eu e você sejamos contatos entre esses, e estejamos dispostos a ir até as últimas consequências por amor ao Reino de Deus e ao Senhor Jesus Cristo.
E não se esqueça:
“Aliás, todos os que quiserem viver piedosamente no Cristo Jesus, serão PERSEGUIDOS”. (2 Tm. 3,12)
Que o Senhor te abençoe e te guarde!
fev 22
geraldocnIGREJA PERSEGUIDA AIS, Cristãos, Igreja, Perseguição
“Os cristãos não sabem o que vai acontecer com eles. É a mesma coisa em toda parte: no trabalho, na escola ou mesmo em casa. Eles não sabem se alguém irá matá-los”.
O arcebispo de Mossul (norte do Iraque) advertiu que uma campanha de violência e intimidação ameaça acabar com os últimos cristãos da cidade. Dom Amil Shamaaoun Nona descreveu como um súbito aumento de assassinatos acendeu ainda mais a emigração dos cristãos, levantando preocupações sobre a sobrevivência da Igreja Católica no local, que existe desde os tempos bíblicos.
Falando de Mossul em uma entrevista à Ajuda à Igreja que Sofre, o Arcebispo Nona descreveu os assassinatos de quatro cristãos como parte de uma motivação política para forçá-los a partir da cidade. Sublinhando que o ataque tinha como vitimas os cristãos, o arcebispo Nona disse: “Se a situação continuar, especialmente como tem acontecido nos últimos dias, todo o povo vai ir embora. É muito difícil viver neste tipo de situação. Tudo é pânico, sempre há pânico. Os cristãos não sabem o que vai acontecer com eles. É a mesma coisa em toda parte: no trabalho, na escola ou mesmo em casa. Eles não sabem se alguém irá matá-los”.
O arcebispo falava hoje (quinta-feira, 18 fevereiro), quase 24 horas depois da morte do estudante de 20 anos, Georges Wissam. O quarto cristão assassinado esta semana em Mossul.
A agência católica AsiaNews informou que dois comerciantes em Mossul foram mortos. Outro homem foi seqüestrado em sua casa em Mossul. A comunidade cristã descreve o momento no Iraque como “um massacre – como Sexta-Feira Santa”.
O Arcebispo Nona disse que os ataques foram mais um aviso para os cristãos deixarem a cidade, relatando que só no dia de ontem (quarta, 17 de fevereiro) havia recebido a notícia de que 10 famílias cristãs estavam fugindo de Mossul.
Salientando que Mossul foi de longe o lugar mais perigoso para a comunidade cristã no Iraque, o arcebispo Nona disse que a cidade teve uma redução drástica no número de cristãos desde 2003, quando haviam mais de 5.000 famílias vivendo ali. “O que estamos vendo é um esforço imenso para forçar os cristãos a abandonar Mossul. Nós ainda não sabemos quem está por trás dos ataques”.
Em meio a suspeitas de que os assassinatos estão ligados às próximas eleições no Iraque, ele disse: “Nós achamos que toda esta onda de violência está ligada a interesses políticos. Algum grupo político tem algo a ganhar se todos os cristãos forem embora”. O Arcebispo Nona disse ainda que a Igreja pediu às autoridades de Mossul para melhorar a segurança, mas foi dito que era impossível garantir a segurança dos cristãos.
Os incidentes são um teste inicial para o prelado de 42 anos de idade, menos de um mês após ele se tornar o mais novo arcebispo da Igreja Católica, substituindo o arcebispo Paulos Faraj Rahho, que morreu em cativeiro em março de 2008.
Os cristãos de Mossul têm sofrido ataques periódicos, como em setembro de 2008, quando uma série de assassinatos e sequestros forçaram os fiéis a deixar a cidade. Porém a maioria retornou nas semanas e meses seguintes.
Enquanto isso, outros procuraram refúgio na região norte do Curdistão, onde a segurança é pouco mais reforçada. Muitos estão determinados a se juntar com a família e amigos nos países vizinhos, incluindo a Síria e a Jordânia. O Arcebispo Nona concluiu apelando por ajuda e oração: “Precisamos desesperadamente de vocês a orar por nós”, disse ele, insistindo na maior cobertura da mídia sobre a situação dos cristãos em Mossul.
Apoiar a Igreja no Oriente Médio é hoje uma prioridade para a Ajuda à Igreja que Sofre, que recentemente recebeu um pedido em nome de Papa Bento XVI para apoiar a Igreja nas regiões “onde as Igrejas cristãs estão ameaçadas em sua existência”.
(fonte: www.ais.org.br)