mai 06
geraldocnIGREJA PERSEGUIDA, PARTILHAS Cristãos, Fé, Igreja, Jesus Cristo, Mundo, Perseguição, reino de deus, sem fronteiras, Senhor, Vida
Querido irmão (ã)! 
É com alegria que partilho com você a criação de uma “Página Sem Fronteiras” e uma “Comunidade Sem Fronteiras” no facebook, com a finalidade de melhor difundir notícias à respeito da Igreja Perseguida e daquilo que passam e vivem os milhares de cristãos ao redor do mundo que pagam um alto preço para viver a sua fé… As vezes, com a própria vida.
O link para o facebook se encontra aqui mesmo no blog, do seu lado direito, logo em cima. Dê uma passada lá depois e faça parte dessa linda aventura: conhecer e amar mais a Jesus naqueles e naquelas que padecem pelo Seu nome, que precisa ser proclamado aos quatro cantos da Terra. vamos juntos. Ele está no meio de nós.
Bem-Aventurados aquels e aquelas que não negam o Senhor Jesus, nem com suas palavras, e muito menos com seus atos e modos de proceder.
Que eu e você sejamos contatos entre esses, e estejamos dispostos a ir até as últimas consequências por amor ao Reino de Deus e ao Senhor Jesus Cristo.
E não se esqueça:
“Aliás, todos os que quiserem viver piedosamente no Cristo Jesus, serão PERSEGUIDOS”. (2 Tm. 3,12)
Que o Senhor te abençoe e te guarde!
nov 03
geraldocnTU ÉS PEDRO! Fé, Igreja, Novas Tecnologias, Papa Bento XVI

Bento XVI
Discurso ao Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais
(Por Jesús Colina)
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 29 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI esclareceu hoje o grande mal-entendido que se dá nos ambientes eclesiais que concebem os meios de comunicação como simples “meios”, esquecendo que atualmente eles configuram a cultura.
Por este motivo, convidou a integrar o Evangelho nesta nova cultura “criada pela comunicação moderna”, para poder transformar o “continente digital” com “a única Palavra que pode salvar o homem”.
Esta foi a conclusão à qual chegou ao receber em audiência os participantes da assembleia plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, a quem dirigiu um discurso no qual refletiu sobre um trecho do magistério de João Paulo II, considerado pelos especialistas como um dos cumes da reflexão cristã sobre a comunicação.
Esta proposta foi apresentada pelo Papa Karol Wojtyla na encíclica Redemtoris missio (7 de dezembro de 1990), na qual afirmava que “o uso dos mass-média não tem somente a finalidade de multiplicar o anúncio do Evangelho: trata-se de um fato muito mais profundo porque a própria evangelização da cultura moderna depende, em grande parte, da sua influência” (n. 37).
E acrescentava: “Não é suficiente, portanto, usá-los para difundir a mensagem cristã e o Magistério da Igreja, mas é necessário integrar a mensagem nesta ‘nova cultura’ criada pelas modernas comunicações”.
Segundo esclareceu Bento XVI, “a cultura moderna surge, antes ainda que dos conteúdos, do próprio fato de que existem novas formas de comunicar, com novas linguagens, novas técnicas, novos comportamentos psicológicos”.
“Tudo isso constitui um desafio para a Igreja – segundo o Papa -, chamada a anunciar o Evangelho aos homens do terceiro milênio, mantendo inalterado o conteúdo, mas tornando-o compreensível graças também a instrumentos e meios em harmonia com a mentalidade e as culturas de hoje.”
Por este motivo, o pontífice fez um convite a quem, na Igreja, trabalha no âmbito da comunicação e tem responsabilidades de guia pastoral a “acolher os desafios apresentados à evangelização por estas novas tecnologias”.
O arcebispo Claudio Maria Celli, presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, após a audiência, confirmou para Zenit a importância desta reflexão ulterior de Bento XVI sobre o panorama aberto por João Paulo II, pois constitui o novo contexto no qual a Igreja está chamada a evangelizar.
Este é o motivo, como confessou o próprio Papa na audiência, que o levou a dedicar a Mensagem por ocasião do Dia Mundial das Comunicações Sociais deste ano ao tema “Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade”.
Este documento, acrescentou, pretendia estimular “os representantes dos processos comunicativos, em todos os níveis, para que promovam uma cultura do respeito pela dignidade e pelo valor da pessoa, um diálogo arraigado na busca sincera da verdade, da amizade que não é fim em si mesma, mas capaz de desenvolver os dons de cada um para colocá-los ao serviço da comunidade humana”.
Neste contexto, o pontífice considera que a Igreja está chamada a exercer uma “diaconia da cultura”, no atual continente digital, “percorrendo seus caminhos para anunciar o Evangelho, única Palavra que pode salvar o homem”.
Bento XVI confiou ao Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais a tarefa de “aprofundar em cada elemento da nova cultura dos meios de comunicação, começando pelos seus aspectos éticos, e exercer um serviço de orientação e guia para ajudar as igrejas particulares a compreenderem a importância da comunicação, que representa atualmente um ponto firme e irrenunciável de todo plano pastoral”.
De fato, concluiu, os crentes precisam de uma avaliação das novas tecnologias mediáticas “apoiada sempre em uma constante visão de fé, sabendo que, muito além dos meios que são utilizados, a eficácia do anúncio do Evangelho depende, em primeiro lugar, da ação do Espírito Santo, que guia a Igreja e o caminho da humanidade”.