A porta-voz da plataforma pró-vida Direito a Viver (DAV), Gádor Joya, assinalou que eliminar o financiamento público do aborto levaria a Espanha a economizar mais de 57 milhões de euros, ou seja, mais de 72 milhões de dólares, ou ainda, certa 140 milhões de reais.
Conforme assinala a agência Europa Press, Joya explicou que a economia seria de “57,5 milhões de euros” e propôs que o Governo utilize esse dinheiro para um programa de ajuda integral à maternidade, com especial atenção aos casos de “gravidezes inesperadas”.
Além disso, a líder pró-vida criticou que assim como o Sistema Nacional de Saúde não cobre totalmente uma prótese de quadril “muito menos pode subvencionar o aborto”.
“Às vezes temos a sensação de que o Governo não quer enfrentar a dura realidade. O aborto supõe a morte cruel e violenta de um ser humano. Este não cura nem previne doença alguma, e por isso não pode ser reconhecido como uma prestação de serviço de saúde”, acrescentou.
A porta-voz do DAV disse que o Governo “tem que mover as fichas já” porque diariamente morrem 300 crianças vítimas do aborto, 40.500 desde a toma de posse do novo presidente do governo espanhol Mariano Rajoy.
Já está mais que provado que o aborto é um prejuizo em todos os aspectos para um país, desde moral, sociológico até financeiro.
É impossível que um crime, mesmo que “legalizado”, possa contribuir em algum aspecto para a sociedade, o aborto não trás absolutamente benefício algum, apenas destruição, mortes, traumas, doenças…e por aí vai.
ACI Digital