Pesquisa recente mostra maioria contra o aborto nos EUA.

Desde que o aborto foi aprovado nos EUA, cresceu o número de pessoas a favor do aborto, porém, constatando as consequências do aborto pra mulher, a opinião pública mudou de posição.

De acordo com a Instituto de Pesquisa GALLUP , 51% dos americanos se disseram contra o aborto (“Pro-Life”) enquanto 42% se mostraram a favor – um resultado inédito desde 1995, ano no qual o INSTITUTO GALLUP começou a realizar regularmente pesquisas sobre o assunto.

A campanha pró-aborto é UMA CAMPANHA QUE JOGA SUJO.

Os abortistas falam do exemplo dos países no qual o aborto é aprovado; falam que aprovar o aborto é moderno; que muitos países ditos do “Primeiro Mundo” liberaram e que precisamos liberar também; e que também aprovar o aborto é uma questão de SAÚDE PÚBLICA.

Porém, o que aqueles que defendem o aborto em nenhum momento mostram, são as consequências do aborto na vida da mulher e da criança;

Mas nós aqui queremos trazer estes dados que são dos países onde o aborto foi aprovado, países do Primeiro mundo; Trazemos aqui os dados ocultados pelos abortistas:

- 25% das mulheres que fizeram aborto freqüentam continuamente psiquiatria.

- 60% experimentam stress emocional pós aborto e desordem do stress pós traumático.

- 138% mais probabilidade de depressão comparando com as mulheres que mantem sua gravidez até o fim.

- 260% mais probabilidade em serem hospitalizadas para tratamentos psiquiátricos.

- 7 vezes mais propensas ao suicídio do que as outras mulheres.

- De 30% à 50% da mulheres que praticam o aborto ficam com alguma disfunção sexual.

Além de:

  • Perfuração do útero

  • Embolia

  • Necrose

  • Cancro da mama(nº altíssimo), da cervical, do fígado.

  • Complicações numa gravidez futura.

  • Pancreatite

  • Endometrite

  • lacerações

Etc.etc.etc….

ISSO SIM É QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA, e mais: Questões de Saúde Pública no país são:

- Hospitais sem médicos,

- Hospitais sem leitos, sem remédios,

- Filas enormes nos hospitais públicos,

- Incompetência em organizar o sistema de doação do órgãos, fazendo com que milhares morram sem assistência.

- Hospitais sem equipamento pra fazer radiografias.

  • -Filas de espera de 2 anos pra fazer cirurgia de mioma, pela rede pública.

- Etc,etc,etc…

O CAOS NA REDE PÚBLICA; ISSO SIM É QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA

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86% dos americanos querem restringir significativamente o aborto, revelou a enquete Moral Compass encomendada pelos Cavaleiros de Colombo e o Instituto Marista.

Os números refletem os resultados de pesquisas análogas.

79% apóia a objeção de consciência para os trabalhadores da saúde que não querem participar em um aborto.

69% acha que é apropriado que os líderes religiosos se pronunciem sobre o assunto, e 59% pensa que esses líderes devem desempenhar um papel central na polêmica sobre o massacre dos inocentes, informou LifeSiteNews.

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Querem legalizar o aborto no Brasil

PROTESTE CONTRA O ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.

Obs: é importante se manifestar sem proposições religiosas, mas como cidadãos brasileiros.

E-mail Presidência da República: pr@planalto.gov.br

Senado:——————————–Clique Aqui.

Câmara do Deputados:—————–Clique Aqui.

Ministério da Saúde:——————–Clique Aqui.

A audácia do maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

Outra opção é a Central de Comunicação Interativa/Câmara dos Deputados

Disque-Câmara: 0800-619619 e-mail: cidadao@camara.gov.br

Escolha o Deputado ———-Clique aqui.

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O Ministério da Saúde, Mentiu, Forjou pesquisa.

O Governo federal tem feito uma campanha objetivando a “Legalização do aborto no Brasil”; e sintetizando, vem trabalhando em seus argumentos os seguintes pontos :

(a) suposto elevado número de abortos clandestinos no Brasil;

(b) suposto elevado número de mortes maternas e complicações decorrentes;

(c) verba que é gasta no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde) com tais procedimentos.

Ao ser lançada a Política Nacional de Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, em 22 de março de 2005, a agência de notícias do Ministério da Saúde afirmou:


“Segundo estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde), no Brasil, 31% das gravidezes terminam em abortamento. Todos os anos ocorrem de acordo com as estimativas, cerca de 1,4 milhão de abortamentos espontâneos e/ou inseguros, com uma taxa de 3,7 abortos para 100 mulheres de 15 a 49 aos”

O  Ministro da Saúde referiu essa cifra, de “1,4 milhões de abortamentos espontâneos e/ou inseguros” em debate realizado no auditório do jornal “Folha de São Paulo” realizado no dia 7 de março de 2005.

O então Ministro da Saúde em 2005, Humberto Costa, que inclusive esteve envolvido em escândalos como o “Escândalo dos Vampiros”, e a crise gerada pela interrupção do fornecimento de remédios anti-AIDS (Governo Lula), estava à frente do Ministério

Todavia, não esclareceu o Ministro, nem esclarece o atual Ministro José Gomes Temporão, tampouco o Ministério da Saúde, qual o documento e/ou fonte da OMS em que consta tal número e qual a pesquisa e/ou estudo que o fundamentam.

Alarmada com os números que eram divulgados, a Drª Zilda Arns Neumann, coordenadora da Pastoral da Criança da CNBB, formulou consulta à repartição regional da OMS, a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), tendo recebido documentalmente resposta, que segue em tradução livre do espanhol:


“1. A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde
não auspiciaram, financiaram nem realizaram qualquer estudo ou investigação sobre abortos no Brasil.


2. Tampouco temos conhecimento de algum
estudo ou investigação que tenha sido feito com bases cientificamente sólidas e cujos resultados possam extrapolar-se confiavelmente para todo o país. A Organização Mundial de Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde não auspiciaram, financiaram nem realizaram qualquer estudo ou.


3. Em algumas publicações oficiais da OMS ou da OPAS, publicam-se informações de fontes nacionais, também oficiais.
Porém, neste caso não temos conhecimento de se haver feito com informação referente ao Brasil e de âmbito nacional.


4. Faz três ou quatro anos, um professor brasileiro fez uma
publicação jornalística com dados sobre abortos, assinalando que era uma informação da Organização Mundial de Saúde. Nessa oportunidade nossa Representação enviou uma nota esclarecedora, no sentido do exposto nos pontos anteriores [...].


5.
Lamentavelmente, não é a primeira vez que, levianamente, se toma o nome da Organização Mundial de Saúde e/ou da Organização Pan-Americana de Saúde para dar informações que não emanam dessas instituições.” (destacamos; o texto é subscrito pelo Dr. David Tejada-de-Rívero.)


Verifica-se, pois, que o suposto número de abortos espontâneos e/ou provocados no Brasil, que vem sendo divulgado pelo
Ministério da Saúde, deve ter sua fonte detalhadamente explicitada e analisada, devendo tal Ministério deixar de divulgar números inconsistentes em tão grave matéria, que importa em matar seres humanos (mulheres e homens) em suas fases iniciais de vida e/em afetar gravemente a saúde física psíquicas das mulheres que se submetem a um aborto provocado.

Como já foi denunciado,pelo Dr. Bernard Nathanson, os abortistas usam a tática de aumentar enormemente o número suposto de abortos provocados, bem como o de mortes maternas decorrentes para legalizar o aborto. Essa história é antiga e está se repetindo no Brasil.

O ministério da saúde patrocinou um vídeo promovendo o aborto, que custou $80.000 (oitenta mil reais) aos cofres públicos; dinheiro de impostos; e este vídeo circula na internet e é claramente promotor do aborto.

Além de inventar dados, usam o dinheiro do contribuinte para promover a publicidade pró-aborto.

Em uma entrevista concedida à revista “SUPERINTERESSANTE”, na edição Jun 07, O Ministro Temporão assim pronunciou:

Um percentual importante dos óvulos fecundados, acima de 30%, é eliminado naturalmente pelo corpo da mulher. Se a vida começa na fecundação, as mulheres assassinam milhares de seres humanos naturalmente.”

Como um MINISTRO da SAÚDE, tem a capacidade de dizer isso?

Só pode haver dois motivos:

  1. É ignorante quanto à embriologia e ao sistema reprodutor feminino

  2. Está mais um vez usando informações falsas para a promoção do aborto.

  3. .

E você vai ficar de braços cruzados?

PROTESTE CONTRA O ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.

Obs: é importante se manifestar sem proposições religiosas, mas como cidadãos brasileiros.

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