Janaina da Silva, grávida de Thalles

. Venho por meio deste, relatar a minha experiência enquanto mãe de um filho anencéfalo.

.    Sou estudante de Direito do 9º semestre da Universidade Católica de Brasília. Há três anos, em virtude de um namoro, engravidei e devido a circunstâncias afetivas acabei por ficar sozinha. À época tinha 19 anos.

Tive que enfrentar todas as questões familiares, a vergonha, enfim, todo o constrangimento de uma gravidez no fim da adolescência. Felizmente, não obstante todo o sofrimento que experimentaram, meus pais, por serem católicos, me acolheram.

Passaram-se três meses e, enfim, o pai da criança resolveu acompanhar-me numa ecografia: era o dia em que conheceríamos o sexo do bebê. Naquela oportunidade, a médica ecografista foi bastante cuidadosa, mas não havia como omitir a anomalia que sofria meu filho, ele era anencéfalo.

Obviamente tal notícia assustou-me e eu, a principio, não fui capaz de absorver a realidade, até porque nunca tinha ouvido falar em algo semelhante. Já naquele momento, a doutora trouxe a possibilidade do aborto, mesmo não se mostrando muito favorável.

No mesmo dia, à tarde, procuramos outro médico em um hospital particular de Brasília (Hospital da Unimed) e este me disse: “Menina, pra quê você quer uma coisa que não presta?”; “Se fosse minha paciente eu te levaria agora para a curetagem.”

Não sabia o que era curetagem, quando me explicaram tratar-se, naquela situação, de um eufemismo para a palavra aborto.

Felizmente, pude contar com o acompanhamento de uma outra médica particular e, então, dei continuidade ao pré-natal.

Desde o primeiro dia, quando foi constatada a má-formação, a ecografista e também a minha ginecologista-obstetra, informaram-me acerca de uma equipe médica especialista nestes casos que atendia no HMIB – Hospital Materno-Infantil de Brasília. Na oportunidade, disseram-me que se tratava de uma equipe médica especialista em casos de gestação de alto risco, seja para mãe ou para o filho.

Alguns dos amigos da faculdade aos quais relatei a situação, me disseram que o Ministério Público concedia autorizações para mulheres que desejassem fazer o aborto, principalmente àquelas que recorressem a referida equipe médica do HMIB. Por isso, a princípio, resisti em marcar uma consulta naquele hospital. Contudo, visando as melhores condições para mim e para o meu filho, busquei um encaminhamento no posto de saúde do Núcleo Bandeirante, tendo em vista que se tratavam de especialistas e eu queria que, após o parto, o meu filho recebesse os cuidados necessários, caso viesse a sobreviver depois do corte do cordão umbilical.

Realmente, eu já estava decidida a não abortar o meu filho. Tal possibilidade somente passava na minha mente à força das palavras, muitas delas duras, que ouvia dos médicos, mas tal possibilidade não emanava do meu interior. Queria conviver com o Thalles o tempo que fosse possível, já estava no sétimo mês da gestação e não fosse o fato de que ele era anencéfalo, tudo mais corria na maior naturalidade. Sentia-me bem, não tive alterações fisiológicas, além daquelas naturais da gestação como, por exemplo, o aumento de nove quilos no meu peso.

Enfim, qual foi a minha surpresa ao constatar a realidade do atendimento naquela equipe de excelência, pois, todo o tempo fui compelida a realizar o aborto. Naquele hospital, eram marcadas uma vez na semana, consultas, com a referida equipe. Ficavam numa ante-sala, sem assentos suficientes, por volta de 12 mulheres e seus respectivos acompanhantes ou não, aguardando a consulta. Todas elas estavam grávidas de crianças com as mais diversas má-formações – das quais nunca tinha ouvido falar. Algumas, muito pobres, outras que já haviam tido filhos com aquelas deformidades anteriormente, conversavam entre si, enquanto eu as observava. Percebi que eu era a única que tinha um filho anencéfalo.

Enquanto aguardávamos, pude presenciar um momento que me chocou deveras. É que elas estavam conversando a respeito de uma mãe que tinha passado por ali, algumas semanas antes, e que naquele dia estava realizando a interrupção da gravidez. Pude presenciar aquela mãe sentada no corredor do hospital, chorando muito após o parto. Ela estava lá sozinha – porque não permitem acompanhantes no pós-parto de maiores – e sequer, conforme relatou e porque não permitiram, conseguiu ver o seu filho direito, o que lhe causou muito sofrimento.

Chegou a minha vez, e como relatei, os médicos, na pessoa do médico-chefe, me diziam que eu já deveria ter feito a chamada interrupção e que uma cesariana traria para mim riscos muito maiores que a interrupção, que eu não deveria mostrar o meu filho para ninguém após o parto e até mesmo que eu poderia ficar cheia de estrias etc. Tudo para que eu interrompesse a gravidez.

Realmente, se fosse necessário recorrer aquele hospital para dar continuidade à gestação, o meu sofrimento teria sido triplicado.

Enfim, graças a Deus, eu e o Thalles superamos todos os preconceitos e dificuldades. Amei-o com toda intensidade que conseguia. Cantei, rezei, brinquei, ou seja, fiz tudo o que uma mãe faz com o seu filho no ventre.

Ele nasceu às 13:15hs do dia 09.07.2002, foi registrado como cidadão brasileiro e faleceu às 11:25hs do dia 10.07.2002. Tive a oportunidade de segurá-lo no colo e de me despedir dele. Hoje trago uma linda e real lembrança, de uma gravidez, que teve algumas dificuldades intrínsecas à situação, mas que me trouxe muitos benefícios enquanto pessoa humana e me deu uma grande alegria: a de ser mãe. Sou mãe do Thalles, vivo ou morto, bonito ou feio, presente ou ausente. Sou mãe dele porque ele efetivamente existiu e foi gerado em mim, o tempo que ele permaneceu com a minha família e toda a multidão que ia vê-lo na incubadora, foi um grande lucro.

Antes da liberação do aborto, o que as mães de filhos anencéfalos necessitam é de esclarecimento, valendo ressaltar as incoerências que têm sido divulgadas, e apoio. A atitude do governo deve ser a da prevenção, com a distribuição de ácido fólico, com o combate ao uso de drogas, enfim, não vai ser por esse caminho, aparentemente mais fácil, que as mães terão a sua dificuldade sanada, mas no acolhimento e na solidariedade.

Brasília,19 de agostode 2004.
Janaina da Silva César

Thalles, filho de Janaína, anencéfalo recém-nascido, chorando como qualquer criança

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O caso Marcela, fato que abalou os abortistas


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A PARTICIPAÇÃO DO GOVERNO LULA NA TRAMA INTERNACIONAL DO ABORTO.

De ALBERTO R. S. MONTEIRO

Mal assumiu o poder, tanto o presidente eleito Luiz Inácio Lula da
Silva, como o próprio Partido dos Trabalhadores, aderiram
entusiasticamente a este monstruoso programa. Lula não apenas é a
favor do aborto, como todas as suas ações somente fazem sentido
dentro de um quadro internacionalmente preparado, que contou com o
governo brasileiro como um dos mais firmes aliados na meta de apresentar
o Brasil como modelo mundial de progressismo em matéria de aborto,
direitos sexuais e reprodutivos.

Enumero em seguida os principais passos seguidos pelo governo Lula em
seu primeiro mandato e muito mais ainda certamente apareceria em uma CPI do aborto, como a criada por iniciativa do Deputado Luiz Bassuma(punido pelo PT por isso)

Os detalhes da documentação
referente às informações contidas nesta seção podem ser encontrados
no seguinte endereço:

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/governolula.pdf


O que o Partido dos Trabalhadores e o Governo Lula tentaram fazer
no Brasil é a exata continuação do trabalho realizado pela
Fundação MacArthur em conjunto com outras organizações similares
no Brasil entre 1990 e 2002.

DEZEMBRO DE 2004: O Presidente Lula assinou um
documento oficial colocando entre as prioridades de seu governo a
legalização do aborto no Brasil. A Ministra Nilcéia Freire
declara à imprensa que a proposta de legalização do aborto contida no
documento não era uma iniciativa de uma secretaria do governo, mas de
todo o Governo Lula. Em março de 2005 a Ministra Nilcéia
Freire foi mais além e declarou ao jornal O Estado de São Paulo
que o presidente Lula a havia assegurado que ele próprio estava
pessoalmente interessado e avalizando a legalização do aborto no
Brasil, e que os ministros deviam entender que a legalização do
aborto era um programa do seu governo, e não da Secretaria da
Mulheres ou dos Ministérios.

ABRIL DE 2005: O Governo Lula, em documento oficial
entregue ao Comitê de Direitos Humanos da ONU, compromete-se
internacionalmente a legalizar o aborto no Brasil.

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/hrc.pdf

MAIO DE 2005: A Comissão Tripartite, criada pelo
Governo Lula reunindo os maiores especialistas na questão da
legalização do aborto, trabalhando exaustivamente, desde abril até
agosto de 2005, na elaboração o projeto da total despenalização
do aborto no Brasil, passa em maio de 2005 a defender não mais a
simples legalização do aborto, mas a tese da inconstitucionalidade de
toda e qualquer lei que penalize o aborto.

AGOSTO DE 2005: O Governo Lula reconheceu, junto ao
Comitê do CEDAW da ONU, o aborto como direito humano.

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/cedaw.pdf


SETEMBRO DE 2005: O Governo Lula entregou à Câmara
dos Deputados um projeto de lei que revogaria todos os artigos do
Código Penal que definem como crime qualquer tipo de aborto,
redefinindo a prática como um direito e tornando-a legal durante toda
a gravidez, desde a concepção até o momento do parto. A leitura do
texto do projeto, preparado pela Comissão Tripartite mostra que o
mesmo foi redigido em uma linguagem apropriada para enganar o grande
público. No início do projeto, que passou a tramitar como PL
1135/91, os primeiros artigos pareciam declarar que despenalizam
o aborto apenas até às doze semanas de gestação, mas no seu final o
projeto declarava, no artigo 9, que “revogavam-se os arts.
124, 126, 127 e 128 do Código Penal”. Estes artigos
que seriam revogados pelo Projeto são nada mais nada menos do que
todos os artigos do Código Penal que definem que o aborto é crime,

exceto aquele que declara ser crime provocar o aborto sem o
consentimento da gestante. Isto significa que a parte principal do
projeto era justamente o último artigo
, e não os oito anteriores, e
que a verdadeira causa pela qual o aborto deixaria de ser crime não

estava no artigo 2, onde se mencionava o prazo de doze semanas, mas

sim o último, que extinguia completamente qualquer tipificação do

crime de aborto do sistema penal brasileiro, desde que não fosse

praticado contra a vontade da gestante. Passando a não mais existir

qualquer crime de aborto, este poderia ser livremente praticado em

qualquer momento, por qualquer motivo, em qualquer fase da gravidez.

O público e até mesmo os legisladores desatentos pensariam que teriam
em mãos um projeto que legalizaria o aborto até o terceiro mês, mas
teriam aprovado uma lei onde o aborto estaria legalizado durante todos
os nove meses da gravidez, desde a concepção até o momento do
parto.

A armadilha foi denunciada por vários grupos a favor da vida desde o
momento em que o projeto foi apresentado, mas nunca foi publicada uma
única palavra a este respeito por nenhum jornal, estação de rádio
ou canal de televisão. Ao contrário, toda a mídia repetiu
incessantemente para o público brasileiro que o projeto legalizaria o
aborto apenas durante os três primeiros meses da gestação, inclusive
depois que o golpe foi claramente denunciado pelos especialistas
participantes das audiências públicas realizadas na Câmara dos
Deputados, diante dos jornalistas dos mais importantes jornais do
país.

O caráter monstruoso deste projeto é evidente para qualquer pessoa
que seja capaz de um mínimo de coerência. Qualquer pessoa que já
esteve em uma maternidade e teve a oportunidade de segurar em seus
braços uma criança recém nascida, sabe muito bem o que significa uma
criança aos nove meses da gravidez. São inumeráveis os que tiveram
esta experiência com o seu próprio filho ou o seu próprio neto.
Não há nenhuma pessoa de mente sadia que possa alimentar a menor
dúvida que a mulher que entregasse aquele recém nascido ao médico que
fez o parto e lhe pedisse que interrompesse a sua vida não estaria
exercendo um direito reprodutivo da mulher mas cometendo um
assassinato. Mas era exatamente isto o que o projeto elaborado pela
Comissão Tripartite organizada pelo presidente Luiz Inácio Lula
da Silva pretendia: liberar o aborto em qualquer circunstância e por
qualquer motivo, durante os nove meses da gravidez.

Uma explicação bastante mais detalhada sobre o conteúdo do projeto

PL 1135/91 pode ser encontrada neste arquivo: http://www.pesquisasedocumentos.com.br/governolula.pdf

ABRIL DE 2006: A descriminalização do aborto foi
oficialmente incluída pelo PT como diretriz do programa de governo
para o segundo mandato do Presidente Lula.

SETEMBRO DE 2006: Quatro dias antes do primeiro turno
das eleições, em 27 de setembro de 2006, o próprio
Presidente Lula incluiu o aborto em seu programa pessoal de governo
para o segundo mandato.

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VANESSA GRAZZIOTIN  -  PCdoB ( AMAZONAS)

VICENTINHO  -  PT (SÃO PAULO)

ZEZÉU RIBEIRO  –  PT (BAHIA)

ZÉ GERALDO  -  PT (PARÁ)

PAULO ROCHA  -  PT (PARÁ)

PAULO PEREIRA DA SILVA  -  PDT (SÃO PAULO)

POMPEO DE MATTOS  -  PDT (RIO GRANDE DO SUL)

PAULO TEIXEIRA  -  PT (SÃO PAULO)

PEDRO EUGÊNIO  -  PT (PERNAMBUCO)

JILMAR TATTO  -  PT (SÃO PAULO)


JÔ MORAES  -  PcdoB
(MINAS GERAIS)

JORGE BITTAR  -  PT (RIO DE JANEIRO)


JOSÉ
 GENOÍNO  -  PT (SÃO PAULO)


JOSÉ GUIMARÃES  -  PT (CERARÁ)


JOSÉ MENTOR  -  PT
(SÃO PAULO)


LUCIANA GENRO  -  PSOL
(RIO GRANDE DO SUL)


MAGELA  -  PT
(DISTRITO FEDERAL)


MARCO MATA  -  PT
(RIO GRANDE DO SUL)


MAURÍCIO RANDS  -  PT
(PERNAMBUCO)


MAX ROSENMANN  -  PMDB
(PARANÁ)


NELSON PELLEGRINO  -  PT
(BAHIA)


NELSON TRAD  -  PMDB
(MATO GROSSO DO SUL)


NILSON MOURÃO  -  PT (ACRE)

EDMAR MOREIRA  -  DEM (MINAS GERAIS)

EDMILSON VALENTIM  -  PcdoB (RIO DE JANEIRO)


EDUARDO VALVERDE  -  PT
(RONDÔNIA)


EUDES XAVIER  -  PT
(CEARÁ)


EVANDRO MILHOMEN  -  PcdoB
(AMAPÁ)


FERNANDO FERRO  -  PT
(PERNAMBUCO)


FERNANDO
 GABEIRA  -  PV (RIO DE JANEIRO)


FLÁVIO BEZERRA  -  PMDB
(CEARÁ)


FRANCISCO RODRIGUES  -  DEM
(RORAIMA)


INOCÊNCIO OLIVEIRA  -  PR
(PERNAMBUCO)


IRINY LOPES  -  PT
(ESPÍRITO SANTO)


IVAN VALENTE  -  PSOL
(SÃO PAULO)

CÂNDIDO VACCAREZZA  -  PT (SÃO PAULO)


CARLOS ABICALIL  -  PT
(MATO GROSSO)


CARLOS SANTANA  -  PT
(RIO DE JANEIRO)


CHICO ALENCAR  -  PSOL
(RIO DE JANEIRO)


CHICO LOPES  -  PcdoB
(CEARÁ)


CLÁUDIO MAGRÃO  -  PPS
(SÃO PAULO)


DALVA FIGUEIREDO  -  PT
(AMAPÁ)


DANIEL ALMEIDA  -  PcdoB
(BAHIA)


DARCÍSIO PERONDI  -  PMDB
(RIO GRANDE DO SUL)


DEVANIR RIBEIRO  -  PT
(SÃO PAULO)


DOMINGOS
 DUTRA  -  PT (MARANHÃO)


DR. UBIALI  -  PSB
(SÃO PAULO)

ALICE PORTUGAL  -  PcdoB (BAHIA)


ANA ARRAES  -  PSB
(PERNAMBUCO)


ANGELO VANHONI  -  PT
(PARANÁ)


ANTÔNIO CARLOS BIFFI  -  PT
(MATO GROSSO DO SUL)


ARNALDO JARDIM  -  PPS
(SÃO PAULO)


ASDRUBAL
 BENTES-PMDB (PARÁ)


BETO FARO  -  PT
(PARÁ)


BRIZOLA NETO  -  PDT
(RIO DE JANEIRO)

SEVERIANO ALVES  -  PDT (BAHIA)

RAUL JUGMANN  -  PPS (PERNAMBUCO)

RUBENS OTONI  -  PT (GOIÁS)

SARNEY FILHO  -  PV (MARANHÃO)

VIRGÍLIO GUIMARÃES  -  PT (MINAS GERAIS)

SILVIO COSTA  -  PMN (PERNAMBUCO)

SANDRA ROSADO  -  PSB (RIO GRANDE DO NORTE)

RÉGIS DE OLIVEIRA  -  PSC (SÃO PAULO)


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que “no Brasil, Jesus teria de fazer aliança com Judas“, em entrevista para o jornal “Folha de S.Paulo” desta quinta-feira (22), se referindo aos acordos eleitorais.

Nunca me senti incomodado. Nunca fiz concessão política. Faço acordo. Uma forma de evitar a montagem do governo é ficar dizendo que vai encher de petista. O que a oposição quer dizer com isso. Era para deixar quem estava. O PSDB e o PFL (hoje DEM) queriam deixar nos cargos quem já estava lá. Quem vier para cá não montará governo fora da realidade política. Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão“.

Agora Lula tenta o terceiro mandato através de Dilma Rousseff, de fato já começou a campanha.

Dá tristeza quando se percebe o Brasil um país cada vez mais sem direita, com uma esquerda dominante e um esquerda aparentando um pouco, meio, mais ou menos, levemente endireitada. E é o próprio Lula que denuncia, se referindo aos candidatos à presidência para 2010: Nesse espectro, não tem ninguém de extrema-direita ou conservador ao extremo. Todos tem história. Não acho que é mérito meu, não. Fernando Henrique Cardoso tem importância nisso, pelo fato de ter feito comigo uma transição excepcional”

Ou quando afirma: “Patrocinei uma reunião de líderes do PT com o PMDB, que fizeram uma nota. Haverá um acordo nacional, e a chapa será PT-PMDB

Ref

Um país sem oposição, é isso que o governo quer e está conseguindo.

Enquanto isso, na sala de justiça, o Sagrado vai virando sátira, justificativa da corrupção.

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A antiga lei espanhola somente permitia a interrupção da gravidez em circunstâncias específicas, mas o governo do premiê socialista José Luís Rodríguez Zapatero quer liberalizar as exigências.

Vários partidos de centro-direita da oposição participaram da manifestação.
A discussão sobre a nova lei do aborto é a última das polêmicas sobre questões éticas que opõem, Catolicismo e o atual governo, que já legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo e facilitou o divórcio.

Nova lei

A nova lei, aprovada no fim de setembro, prevê que qualquer mulher possa terminar uma gravidez indesejada (matar o próprio filho) até as 14 semanas de gestação.
Adolescentes de 16 anos e 17 anos poderão se submeter a abortos sem a exigência da aprovação por escrito dos pais.
Também acaba a penalização criminal para as mulheres que abortem fora dos prazos permitidos.

A lei anterior previa multa e pena de seis meses a um ano de prisão.
A nova lei permite ainda que as farmácias vendam sem receita a pílula do dia seguinte, que pode ser tomada até 72 horas depois da relação sexual e serve para impedir gestações indesejadas.
A antiga lei do aborto, de 1985, era semelhante à atual lei brasileira, e permitia a terminação da gestação apenas em casos de estupro, riscos para a mãe ou em casos de anormalidade fetal.

Direitos das mulheres

Mesmo com essas restrições, foram realizados 112 mil abortos legais na Espanha em 2007, em sua maioria “justificadas” pelos potenciais riscos físicos ou psicológicos às mães.
O governo espanhol argumenta que a nova lei garante o “respeito e os direitos das mulheres”, e que qualquer pessoa que queira interromper uma gestação receberá primeiro informações sobre as alternativas, incluindo a ajuda do Estado às novas mães.
O governo também argumenta que a nova lei aumentará a segurança das mulheres, garantindo que o aborto seja realizado no “período correto”.
Segundo o correspondente da BBC em Madri, Steve Kingstone, nos últimos anos alguns casos de médicos que terminaram gestações de até oito meses sob a justificativa de que as mães corriam riscos à saúde mental chocaram a opinião pública espanhola.

fonte:BBC Brasil

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O QUE SE FALA SOBRE O ABORTO É APENAS A PONTA DE UM IMENSO ICEBERGUE

De ALberto R.S.Monteiro

Sempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da
legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui
hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John
Rockefeller III. Herdeiro de uma imensa fortuna e de uma extensa
rede de instituições filantrópicas, indeciso sobre como assumir o
comando de uma organização tão complexa em que parecia não haver
espaço nem recursos para nenhuma inovação, sentiu-se atraído nos
anos 50 pela questão ainda emergente da explosão populacional. O
problema poderia ser resolvido promovendo o desenvolvimento educacional
e econômico do terceiro mundo mas, em vez disso, as organizações
Rockefeller resolveram utilizar-se de seus fabulosos recursos para
tentar resolver o problema através do controle direto da natalidade,
dentre os quais o principal método viria a ser o aborto.

John Rockefeller

Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia
fundaram em Williamsburg o Conselho Populacional, uma organização
que desencadeou um projeto mundial de controle populacional. O
Conselho Populacional arrastou na sua esteira, imediatamente a
seguir, a imensa Fundação Ford e as próprias organizações
Rockefeller e, a partir de 1990, uma quantidade
extraordinariamente grande de outras e novas fundações
internacionais.

O problema, porém, é que John Rockefeller III era um homem de
visão muito curta e não conseguiu perceber que um projeto que, para
ser executado com sucesso, necessitaria incluir a implantação do
aborto totalmente livre como um direito a nível mundial é um projeto
que já nasceu falido, pelo menos pelas seguintes três dificuldades.

A primeira dificuldade estava em ter-se verificado, já desde os seus
primórdios, que para que um projeto como este pudesse prosperar,
necessitaria recorrer interminavelmente a práticas
anti-democráticas, as quais teriam que ser executadas em sigilo, com
o mínimo de divulgação por parte da imprensa.

Os exemplos são inúmeros, um número tão grande que se torna
impossível enumerá-los aqui, e tantos, que pode-se dizer que todo
processo de implantação do aborto no mundo só foi essencialmente
possível através da prática da anti-democracia. Não preciso
convencer os que promovem o aborto sobre a veracidade desta
afirmação. Os que realmente planejam as ações sabem muito bem que
é assim. Limitado ao jogo limpo e democrático, a questão do aborto
inevitavelmente perde. Nos Estados Unidos cunhou-se a expressão
“rights by steal” para designar o processo, retirada literalmente dos
próprios memorandos dos que promovem o aborto, e que em português se
traduziria aproximadamente como “a obtenção do direito através do
assalto”. Um exemplo disso deu-se já no início do movimento pela
legalização do aborto nos Estados Unidos. O primeiro Estado
americano a legalizar o aborto, mas apenas até o terceiro mês de
gestação, foi o Colorado, em 1968. Surgiu em seguida uma
contra reação tão forte nos parlamentos estaduais que ficou claro que
o resultado final do processo que se desdobraria a partir daí seria
claramente a favor da vida. Foi então preciso recorrer à Suprema
Corte de Justiça para que, usurpando as atribuições que deveriam
pertencer ao Legislativo e impedindo o livre debate democrático que
estava em curso, através da apresentação de um caso de estupro
ocorrido no Texas que depois revelou-se falso pela confissão dos
próprios autores, o aborto pudesse finalmente ser amplamente
legalizado, durante todos os nove meses da gravidez, por uma súbita
imposição de cinco dos nove juízes da Suprema Corte. Em janeiro
de 1973, pela célebre decisão Roe x Wade, a Suprema Corte de
Justiça dos Estados Unidos decidiu que o aborto deveria ser legal,
em todo o país, durante todos os nove meses da gravidez, sem
necessidade de que a mulher, do primeiro até o sexto mês,
apresentasse nenhum motivo para pedir o aborto e, a partir daí, do
sexto até o nono mês, bastando apenas que ela apresentasse qualquer
motivo. Ademais, segundo declarou a sentença da maioria,

“a Constituição Americana não define o que seja pessoa, mas o uso
da palavra é tal que ela somente pode ser aplicada após o nascimento.
Nada indica que ela possa ter nenhuma aplicação pré-natal
possível. Além disso, deveria ser suficiente observar a grande
divergência de pensamento a respeito da questão sobre quando se inicia
a vida. Sempre houve grande fundamentação para sustentar-se que a
vida somente se inicia após o nascimento. A lei sempre foi relutante
em admitir qualquer teoria de que a vida, tal como a reconhecemos, se
inicia antes do nascimento”.
Ref

A absurda sentença já tinha tido um precedente. A Suprema Corte
de Justiça americana já havia sentenciado, cem anos antes,
praticamente a mesma coisa sobre os escravos africanos, um dos motivos
que acabou desencadeando a Guerra de Secessão. Desconsiderando
lições óbvias da História, que ensina que não se podem ocultar
verdades evidentes, o movimento criado a favor do aborto julgava que,
conforme atesta uma ampla literatura, a causa estaria politicamente
encerrada e que o povo americano se conformaria definitivamente com a
sentença. Pode parecer inacreditável, mas os documentos atestam que
os promotores do aborto realmente acreditavam que se a Suprema Corte
havia decretado que não havia vida antes do nascimento, então todos
os americanos acabariam aceitando que não havia vida antes do
nascimento. Mas o próprio recurso ao Poder Judiciário, em uma
causa que deveria pertencer ao legislativo e que estava sendo
intensamente debatida na sociedade, revelou-se tão odiosamente
antidemocrático que, em conjunto com a própria absurdidade da
sentença, acabou por desencadear não o fim da controvérsia, mas a
organização definitiva de um movimento a favor da vida que não parou
mais de crescer até hoje nos Estados Unidos. No Brasil, passados
quase quatro décadas, a imprensa não divulgou ainda, uma única
vez, como o judiciário americano obrigou todos os estados da
federação a instituir o aborto livre e legal durante todos os nove
meses da gravidez, diante do espanto geral dos que compreenderam o que
estava acontecendo, pois a possibilidade de legalizar-se o aborto
durante todos os nove meses da gravidez era um assunto que jamais havia
sido nem debatido nem tampouco pensado na sociedade estadunidense.
Proliferam hoje no país clínicas especializadas em aborto de último
trimestre. A mídia brasileira não divulga estas notícias pelo
receio de tornar a população ainda mais contrária à legalização do
aborto do que ela já é.

A segunda dificuldade consiste em que, para que possa prosperar um
projeto que para ser executado necessite incluir a implantação do
aborto totalmente livre, tal projeto exigiria a destruição da Igreja
Católica. Destruir a Igreja Católica, porém, seria uma
façanha que nem os Césares, nem as invasões bárbaras, nem a
Renascença, nem Revolução Francesa, nem Napoleão, nem os
maiores gênios políticos da História até hoje não puderam
conseguir. Quer os promotores do aborto o tenham entendido ou não,
- parece que no início não tiveram uma idéia clara a este respeito,
mas hoje tudo indica que já o entenderam-, enquanto a Igreja
Católica não for destruída, o aborto nunca poderá ser
definitivamente implantado como um direito. Ele sempre será um
delito. A Fundação Ford, começou a sinalizar ter entendido esta
necessidade em 1990, ao publicar o célebre relatório
programático intitulado “Saúde Reprodutiva: Uma Estratégia para
os Anos 90″. Neste documento, a Fundação estimava que para a
população mundial alcançar o crescimento zero seria necessária uma
redução da natalidade para a qual a oferta de serviços médicos,
incluindo a legalização do aborto, somente poderia contribuir no
máximo com 40% do total necessário. Os restantes 60%, segundo
o relatório, não poderiam ser alcançados apenas com reformas legais
e ofertas de serviços, mas fazia-se necessário

“introduzir a educação sexual precoce, alterar o status da mulher na
sociedade e alterar o julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da
sociedade”,
Ref.

para lograr o que, porém, seria necessário destruir efetivamente o
papel da Igreja Católica na sociedade.

A terceira dificuldade consiste em que, para prosperar, o projeto
precisaria, ademais convencer a sociedade que não existe vida humana
antes do nascimento, algo totalmente impossível diante dos instintos
maternos fortemente instalados na natureza humana e diante do
desenvolvimento científico e tecnológico, que mostra cada vez mais
claramente, com novos e espetaculares recursos a cada dia que se
passa, exatamente o contrário.

Ora, qualquer projeto que, para vencer, deva ocultar constantemente
seu modo de proceder e subverter os princípios democráticos e que,
para consolidar-se, deva propor-se a destruir a Igreja Católica,
“alterar os julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da
sociedade”, e desafiar as evidências mais manifestas que surgem todos
os dias graças à ciência, não poderia nunca ter sido considerado,
por nenhum estrategista sensato, como um projeto de futuro. A
primeira dificuldade poderia ser vencida, durante algum tempo, por um
poder econômico muito grande; não, porém, durante todo o tempo,
por maior que fosse tal poder. Quanto à segunda dificuldade, há
quem suponha que poderia ser vencida por um poder divino, não talvez
por um poder meramente humano. Mas no que diz respeito à terceira
dificuldade, esta já não poderia ser vencida nem mesmo por um poder
divino. Um projeto como este, ainda que criado pelas poderosas
organizações Rockefeller e Ford, é um projeto falido em seu
próprio princípio. É uma missão impossível ou, como se diz em
português, uma canoa furada.

Hoje pertence ao senso comum espantar-se pela falta de visão do
projeto do Partido Nazista alemão, do qual era possível prever a
viabilidade pelas reações praticamente insuperáveis que acabaria por
suscitar. No entanto, não é difícil entender que um estrategista
isento, sentado junto a uma mesa de trabalho e comparando friamente
ambas as propostas, teria que concluir que o projeto nazista, já
insustentável a longo prazo, teria ainda assim, tecnicamente
considerado, maiores probabilidades de êxito do que o projeto Ford e
Rockefeller. É espantoso observar o quanto os envolvidos nestes
projetos não conseguiam perceber afirmações tão evidentes.

Porém, mais espantoso do que isto, é observar agora o Partido dos
Trabalhadores, que não estava envolvido com estas questões, ter
decidido, com a total aprovação do presidente Lula, diante de uma
população crescentemente contra a legalização do aborto, atirar-se
contra a sua base e contra a Igreja que o ajudou a organizar-se,
aliar seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto
e querer afundar junto com ele. E, se isto já não mostrasse
suficientemente um caso gravíssimo de miopia política, o Partido
acrescenta-lhe a condenação unânime de dois dos seus membros que
mais claramente haviam percebido as verdadeiras dimensões do problema,
impossibilitando sua atividad legislativa.

Para os próprios deputados, o julgamento poderá render os efeitos
contrários aos desejados pelo Partido dos Trabalhadores. O partido
desejava puní-los, mas, em vez disso, pode tê-los consagrado.

Em primeiro lugar, os deputados foram apresentados à nação como
homens honestos. Se o Partido queria expulsá-los, a coisa mais
fácil para isso teria sido flagrá-los e acusá-los de corrupção,
coisa comum entre políticos. Não conseguiu fazê-lo. Em vez
disso, atestou publicamente que nada encontrou nos acusados que pudesse
comprometê-los, exceto haverem defendido o direito à vida.

Em segundo lugar, o deputados foram apresentados à nação como
políticos capazes de serem fiéis aos seus ideais e às suas propostas
de trabalho. O julgamento mostrou que estes homens não puderam ser
comprados pela ameaça, pelo desprezo, ou pela própria expulsão do
partido a que serviam.

O quadro com que o PT apresentou os deputados Luiz Bassuma e
Henrique Afonso ao povo brasileiro, se as notícias fossem
divulgadas, representaria justamente o perfil dos políticos que
qualquer eleitor brasileiro sempre sonhou que deveria existir em algum
lugar, um político que qualquer partido honesto teria orgulho de
exibir em suas fileiras. O PT declarou que conseguiu encontrar dois
deles dentro de seus próprios quadros. Porém, em vez de
acolhê-los, reconhecendo necessitar de pessoas deste porte para
renovar sua imagem, fortemente abalada por constantes episódios de
corrupção, declarou em vez disso, por unanimidade, que os
políticos que possuírem tais currículos estão violando gravemente o
Código de Ética do Partido.

A violência envolvida neste julgamento do Partido dos Trabalhadores
não é apenas um grave golpe à defesa da dignidade da vida humana e à
liberdade de expressão no Brasil; Ela representa um sinal claro da
existência de um compromisso programático contra o direito à vida por
parte do governo Lula, e um prenúncio de outras medidas ainda mais
radicais que serão tomadas no futuro.

Para os deputados condenados, este julgamento representaria uma
consagração jamais vista a uma carreira política, algo que não me
recordo de ter presenciado em nenhum lugar, se as informações
realmente pudessem circular livremente. Depende unicamente dos que
receberem esta mensagem que o seu conteúdo possa se tornar domínio
público, para defesa da democracia e do estado de direito.

Volto a repetir que o Brasil está enfrentando o maior e mais ordenado
ataque já desencadeado contra a dignidade da vida humana que houve em
sua história.
Gostaria de explicar aos que receberem esta mensagem de
onde ele vem, como ele age, e como o governo brasileiro decidiu
envolver-se com esta agenda monstruosa. A divulgação destas
informações são essenciais para a defesa da dignidade da vida humana
e a preservação do ideal democrático.

Conto com a boa vontade dos que receberem esta mensagem para que seu
conteúdo possa ser examinado com atenção e possa ser difundido a
todas as pessoas verdadeiramente preocupadas com estes temas. Estude
com atenção o material desta mensagem. Imprima-o se preferir.
Programe a leitura, dividindo-a em alguns dias, se necessário.
Examine os links, em muitos dos quais encontrará mais material a
respeito das principais afirmações feitas do que o apresentado na
própria mensagem. E não deixe, no final, de manifestar-se junto
às autoridades listadas no final desta mensagem.

Reconheço que o texto é grande, mas não poderia deixar de ser
diferente. Defender a democracia, um dos bens mais preciosos e
necessários para o homem, é um assunto complexo. Mas o preço de
sua perda é muito maior do que o custo da leitura de qualquer
documento.

A audácia do maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

As mensagens que irei postar no decorrer de alguns dias, são de ALBERTO R. S. MONTEIRO e  descreverão em detalhes como um conjunto de Fundações internacionais está trabalhando desde o final dos anos 80 para implantar o aborto totalmente livre no Brasil; Como o Partido dos
Trabalhadores e o governo Lula tornaram-se os principais aliados das
organizações internacionais que trabalham para implantar esta prática
no país e como transformaram o projeto da total legalização do aborto
em seus
programas de partido e suas metas de governo. Continue lendo…

Onde está o PT, lá está o aborto

Um histórico assustador relatado pelo Pe. Luiz Carlos Lodi.

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Os petistas “pró-vida” sempre contribuíram para que se criasse a falsa idéia de que o PT não é um partido abortista. A presença deles interessava ao Partido, a fim de atrair os votos dos cristãos.

Por que então Luiz Bassuma e Henrique Afonso foram punidos?

Porque eles foram longe demais.”

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“Ubi PT, ibi abortus” (onde está o PT, lá está o aborto), já dizia um velho provérbio chinês criado pelo Professor Humberto Leal Vieira, presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e membro da Pontifícia Academia Pró-Vida.

A história do aborto no Brasil confunde-se com a história do PT e de outros partidos de índole comunista, como o PC do B e o PPS.

Coube ao PT em 1989 a “glória” de ter instalado no município de São Paulo o primeiro (des)serviço de aborto financiado com o dinheiro público (Portaria 692/89). Isso ocorreu enquanto Luiza Erudina (do PT) era prefeita e enquanto Eduardo Jorge (do PT) era secretário de saúde.

Em 1991, o mesmo Eduardo Jorge, desta vez como deputado federal do PT por São Paulo, proporia, juntamente com Sandra Starling (deputada federal do PT por Minas Gerais) um projeto (PL 20/91) que pretendia obrigar todos os hospitais do SUS a imitarem o mau exemplo da capital paulista.

Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, o PT sempre liderou de longe a autoria de projetos abortistas, em nível tanto federal, como estadual e municipal. Para se ter uma idéia da liderança petista, em 2002 havia oito projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional com o objetivo de legalizar e/ou favorecer a prática do aborto. Seis eram de autoria do PT, um do PTB e um do PPB!

Com a ascensão de Lula à presidência da República, o que era ruim ficou pior. Em 2004, o Ministro da Saúde Humberto Costa lançou a Norma Técnica de Atenção Humanizada ao Abortamento, toda ela voltada para fomentar a impunidade do aborto. Em 2005, ele fez uma reedição piorada da Norma Técnica “Prevenção e Tratamento dos Agravos da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes“, editada pela primeira vez em 1998 pelo então Ministro José Serra. No mesmo ano foi editada a Portaria 1145/2005, com a novidade de conter um formulário pronto, apto para a falsificação de estupros e o aborto em série.

Em 27 de setembro de 2005, a secretária especial de Políticas para Mulheres Nilcéa Freire entregou à Câmara dos Deputados o anteprojeto de descriminalização do aborto elaborado por uma Comissão Tripartite, em cuja participação a CNBB não foi admitida. A proposta normativa do governo, consagrando o aborto como um direito inalienável de toda mulher, e propondo sua total liberação, foi adotada em 04 de outubro de 2005 pela deputada Jandira Feghali (PC do B/RJ), como substitutivo ao Projeto de Lei 1135/91. A oposição pró-vida, porém, foi muito grande, e a votação do projeto ficou para o próximo mandato.

Em 22 de maio de 2006, o Partido dos Trabalhadores, em seu 13º Encontro Nacional, aprovou as “Diretrizes para a Elaboração do Programa de Governo do Partido dos Trabalhadores (Eleição presidencial de 2006)“, contendo como propósito para o segundo mandato a “descriminalização do aborto e a criminalização da homofobia” (item 35). Em 27 de setembro, atendendo às propostas do 13º Encontro Nacional do PT, o presidente Lula inclui em seu programa de governo 2007- 2010 a legalização do aborto: “criar mecanismos nos serviços de saúde que favoreçam a autonomia das mulheres sobre o seu corpo e sua sexualidade e contribuir na revisão da legislação” (Programa Setorial de Mulheres, p. 19).

No segundo mandato, o governo Lula insistiu, sobretudo por meio do novo Ministro da Saúde José Gomes Temporão, em aprovar o Projeto de Lei 1135/91, dizendo e repetindo que “o aborto é uma questão de saúde pública”. A proposta, porém, foi rejeitada duas vezes: na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados por 33 votos a zero (em 07/05/2008) e na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) por 57 votos contra 4 (09/07/2008). Inconformado com a derrota, em 13/08/2008, o deputado José Genoíno (PT/SP) apresentou um recurso (Recurso 0201/08) para que o projeto abortista fosse apreciado pelo plenário da Câmara. Dos 66 deputados que assinaram o recurso, 31 (46,97%) eram do PT.

No 3º Congresso do Partido dos Trabalhadores (PT), ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais“, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público“.

Aborto por injeção de substância salina (o feto morre lentamente sendo queimado)

No 10º Encontro Nacional das Mulheres do PT realizado em Brasília nos dias 17 e 18 de maio de 2008, foi aprovada uma resolução propondo a instalação de uma Comissão de Ética para os parlamentares antiabortistas, com “orientação para expulsão daqueles que não acatarem e não respeitarem as resoluções partidárias relativas aos direitos e à autonomia das mulheres“.

No dia 11 de novembro de 2008, os deputados Luís Bassuma (PT/BA) e Henrique Afonso (PT/AC) receberam a notificação da Comissão de Ética do Diretório Nacional do Partido. Em 17 de setembro de 2009, ambos foram punidos. O motivo alegado é que eles “infringiram a ética-partidária ao ‘militarem’ contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto[1]. Esse foi o entendimento unânime do Diretório Nacional. Os dois tiveram seus direitos partidários suspensos: Luiz Bassuma por um ano e Henrique Afonso por 90 dias. Segundo a decisão, Bassuma será imediatamente substituído pela Bancada Federal na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF). Quando a Henrique Afonso, ele não será reconduzido à mesma Comissão. Bassuma recebeu ainda a recomendação de retirar os projetos de lei de sua autoria “que contrariam a resolução do 3º Congresso” (aborto).

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Como entender a punição dos dois deputados

A presença de políticos antiaborto dentro do PT sempre foi muito importante. Não para a causa pró-vida, mas para a causa abortista. O Partido permitia que eles fizessem algum discurso em defesa da vida e até, em certos casos, que votassem contra o aborto. Mas impunha como condição que a atuação deles fosse periférica, superficial, de modo a não impedir a aprovação de um projeto pró-aborto nem a rejeição de um projeto pró-vida.

Assim, o PT permitiu que Hélio Bicudo (PT/SP) em 23/04/1996, votasse a favor da PEC 25A/95, que pretendia incluir em nossa Constituição o direito à vida “desde a sua concepção“. Seu voto foi um entre 32 que votaram “sim” contra 356 que votaram “não”. Como não havia perigo de que a proposta pró-vida fosse aprovada, o Partido não se importou com aquele voto dissidente.

O PT ainda permitiu que o mesmo Hélio Bicudo fizesse um solene discurso contra o aborto em 28/08/1997, quando estava para ser votado o PL 20/91. No entanto, misteriosamente ele se ausentou na hora da votação. Sua ausência foi decisiva para que o projeto abortista fosse aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

De maneira análoga, o PT permitiu que a deputada Ângela Guadagnin (PT/SP) em 6/3/2001 emitisse, como relatora, um parecer favorável ao PL 947/1999, que pretendia instituir o Dia do Nascituro. No entanto, ela estranhamente não compareceu no dia 25/04/2001, quando o projeto estava para ser votado. Sem a presença da relatora, não pôde haver votação. E assim, essa proposição pró-vida foi sendo protelada indefinidamente até ser arquivada.

Os petistas “pró-vida” sempre contribuíram para que se criasse a falsa idéia de que o PT não é um partido abortista. A presença deles interessava ao Partido, a fim de atrair os votos dos cristãos. Por que então Luiz Bassuma e Henrique Afonso foram punidos?

Porque eles foram longe demais. Bassuma ousou apresentar um projeto para revogar a não punição do aborto em caso de estupro (PL 5364/2005), desarquivou o “Estatuto do Nascituro” (PL 478/2007) e propôs a proibição do abortivo conhecido como “pílula do dia seguinte” (PL 1413/2007). Henrique Afonso atreveu-se a propor a sustação da aplicação da Norma Técnica do aborto no SUS (PDC 42/2007).

A decisão do Diretório Nacional deixou claro que dentro do PT só se admite uma militância pró-vida do tipo “faz-de-conta”. Tudo o que ultrapassa a mera ficção e põe em risco a causa abortista do Partido deve ser punido.

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E o respeito à consciência?

O respeito à consciência dentro do PT é algo excepcional, como se vê no artigo 13, XV do seu Estatuto: “São direitos do filiado: … excepcionalmente, ser dispensado do cumprimento de decisão coletiva, diante de graves objeções de natureza ética, filosófica ou religiosa, ou de foro íntimo, por decisão da Comissão Executiva do Diretório correspondente, ou, no caso de parlamentar, por decisão conjunta com a respectiva bancada, precedida de debate amplo e público“.

A consciência de cada filiado fica portanto submetida à decisão do Partido. Se o PT não permitir, o filiado não pode agir segundo sua consciência.

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Conclusão:

De tudo o que ocorreu, fica evidente que um cristão não pode votar no PT e muito menos filiar-se a esse partido. Não se trata de uma questão de simples preferência partidária. Trata-se literalmente de uma questão de vida ou morte, ou seja, de defesa do direito humano fundamental à vida, em favor dos mais inocentes e indefesos. Um partido que faz todo o possível para que esse direito não seja reconhecido pelo Estado e não permite aos seus filiados promover eficazmente esse direito não cumpre um requisito fundamental para poder ser votado, ao menos se existem outros partidos que defendam esse direito ou, pelo menos, deixem os seus filiados defendê-lo.

Não se trata de fazer política partidária, mas do dever de dar aos outros, a todo o povo, a necessária informação sobre radicais incompatibilidades de um partido político ou de um determinado político com as convicções mais fundamentais da ética cristã e mesmo natural. A história (de governos eleitos pelo povo, que desprezaram os direitos humanos fundamentais) não ensinou já o suficiente a responsabilidade de cada um pelo seu voto? Por isso, existe o dever de se informar e de informar os outros.


Roma, 3 de outubro de 2009, Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, presidente do Pró-Vida de Anápolis

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PROTESTE CONTRA A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.

Obs: é importante se manifestar sem proposições religiosas, mas como cidadãos brasileiros.

E-mail Presidência da República: pr@planalto.gov.br

Chefe do gabinete pessoal do Presidente da República, Gilberto Carvalho: gabpr@planalto.gov.br

Sede Nacional do PT: presidencia@pt.org.br

Senado:——————————–Clique Aqui.

Câmara do Deputados:—————–Clique Aqui.

Ministério da Saúde:——————–Clique Aqui.

A audácia do maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

Outra opção é a Central de Comunicação Interativa/Câmara dos Deputados

Disque-Câmara: 0800-619619 e-mail: cidadao@camara.gov.br

Escolha o Deputado ———-Clique aqui.

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TV Cultura e “O fim do silêncio”

Ontem à noite, dia 1 de Setembro/09, a TV Cultura exibiu um documentário com o título “O fim do silêncio”.

Um vídeo encomendado pelo Ministério da Saúde, feito pela Fiocruz, que claramente promove e defende o aborto. Detalhe: produção paga com dinheiro público e exibida em rede nacional.

Só para a produção do documentário foram R$80.000,00 (oitenta mil reais) dos cofres públicos gastos para se defender a insana idéia do ministro da saúde, Gomes Temporão, de que o aborto precisa ser legalizado no Brasil.

O documentário mostra depoimentos de várias mulheres que fizeram o aborto e hora nenhuma mostra-se imparcial na questão, nem revela as profundas e graves sequelas do aborto pra mulher (confira aqui) e/ou a vida humana já concebida que se mata com o aborto.

Assisti até o fim o documentário, e ficou nítido, o tempo todo, a parcialidade do filme, que além de promover a legalização de assassinatos de fetos, divulgou informações mentirosas e dados falsos sobre números de abortos provocados, mortes maternas decorrente de aborto e abortos clandestinos.

Os abortistas são assim mesmo; covardes boçais, incapazes de pelejar sem fraudes e pilantragens.

Faz parte do show deles.

No documentário, de maneira covarde, tentam colocar a posição de quem é contra o aborto apenas como posição religiosa, acusando a religiosidade de ser a grande besta estúpida que só atrapalha o “avanço social e científico” tão almejado pelos abortistas.

Esqueceram que os maiores avanços científicos e sociais na história da humanidade se deu nos preâmbulos religiosos do cristianismo – (confira aqui).

Esqueceram que a Igreja é contra o aborto porque a ciência provou que a vida começa na concepção – (confira aqui); E que a Teologia só confirma o que a Biologia, amparada pela Embriologia e pela Medicina Fetal já disseram.

Exibir um documentário como esse em rede nacional e ainda patrocinado e promovido pelo Ministério da Saúde? É ousadia demais para o meu gosto. É coragem que eu gostaria de ver sendo usada para o bem.

Enquanto isso os bons, assistem e não fazem nada, ou muito pouco.

Espero que não seja tarde demais quando a nação brasileira acordar para o que está acontecendo.

A audácia dos maus se alimenta da covardia e da omissão dos bons”

Fale conosco da TV Cultura ————Clique aqui

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