


Para o PT, o ato mais imperdoável do Deputado Bassuma foi a
convocação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para
investigar quem está promovendo a implantação do aborto no Brasil.
Se instalada, a CPI descobriria facilmente não apenas que há um
projeto internacional interessado em promover o aborto no Brasil mas,
mais do que isso, a partir do momento em que chegou ao poder, a
cúpula do Partido dos Trabalhadores quis transformar-se no principal
aliado deste projeto, contrariando suas próprias bases eleitorais e os
interesses que ele afirma representar.
Tudo começou na quarta feira dia 10 de outubro de 2007, quando
realizou-se na Câmara dos Deputados a terceira audiência pública
para debater o projeto de lei PL 1135/91, o projeto que havia
sido encaminhado em setembro de 2005 pelo governo Lula à Câmara
dos Deputados o qual, se aprovado, extinguiria totalmente a figura do
crime de aborto do Código Penal e tornaria esta prática totalmente
livre, por qualquer motivo, durante todos os nove meses da
gestação.
Nesta audiência, o Deputado Luiz Bassuma questionou
contundentemente o projeto do governo e, no final, mencionando o
Ministro da Saúde, denunciou:
“Senhor Presidente, no programa televisivo Roda Viva, da TV
Cultura, nosso Ministro da Saúde fez uma declaração grave,
gravíssima. Eu tenho a fita gravada em meu escritório. O Ministro
da Saúde, José Temporão, foi perguntado pelos jornalistas:
“Senhor Ministro, [se o aborto for legalizado], como o Brasil
terá condições de financiar [um milhão e meio de] abortos [que
dizem ser feitos todos os anos] se nos hospitais estão faltando
gazes, esparadrapos e os brasileiros em muitos locais não tem
condições de fazer até mesmo um simples exame de sangue?”
“Sabe o que o Ministro respondeu, senhor presidente?”
“SE O BRASIL LEGALIZAR O ABORTO, NÃO
FALTARÃO PARA ISSO RECURSOS
INTERNACIONAIS”.
“Ele disse isso. Eu tenho a fita gravada. Isso é gravíssimo. É
gravíssimo, senhor presidente!”
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O deputado, posteriormente, referiu-se muitas vezes a este
episódio. O Portal AZ, entrevistando o deputado a este respeito,
divulgou que
“O deputado se revoltou com a resposta de Temporão: “Ele
respondeu”, disse o deputado,
“que se o Brasil legalizar o aborto, não vai faltar dinheiro de
fora. Isso só confirma o que estamos denunciando a anos, de que
existem interesses internacionais. A Fundação Ford e Fundação
Rockefeller patrocinam projetos em países emergentes para controle da
natalidade pelo aborto. Por que o Ministro vai conseguir dinheiro de
fora só para o aborto? Por que não consegue dinheiro para combater a
dengue? Mas para implantar o aborto o dinheiro vem. É uma pergunta
que ele tem que responder e eu indaguei na justiça para ele
responder”,
declarou o deputado”.
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Por causa desta e de outras declarações do Ministro da Saúde, a
CPI do aborto foi criada na Câmara, a pedido do Deputado Luiz
Bassuma e mais a assinatura de 210 parlamentares, pelo Deputado
Arlindo Chinaglia, no dia 8 de dezembro de 2008.
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Uma semana depois, no dia 16 de dezembro, já acusado de violar o
Código de Ética do Partido, em sua defesa diante da Comissão de
Ética do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, o
Deputado Bassuma explicou o que realmente o havia levado a pedir a
criação da Comissão:
“Organismos internacionais europeus e norte-americanos investem
grandes somas de dólares em ONGS, projetos e assessoria a
parlamentares pró-aborto. As principais são: Fundação Ford e
Fundação Rockefeller. O objetivo político é criar obstáculos
para que nosso país seja de fato uma grande superpotência econômica.
O Brasil é ainda um grande país despovoado e mal povoado. Não
chegamos nem a 200 milhões de habitantes, sendo que aqui existe,
terra, água, energia e riqueza para que vivam mais de 1 bilhão de
seres humanos e vivam bem. O próprio Ministro da Saúde José
Temporão em um programa da TV Cultura “Roda Viva” ao responder
a uma pergunta de um jornalista da revista VEJA disse que caso o
aborto venha a ser legalizado no Brasil não faltariam recursos
estrangeiros. Um absurdo tão grande que coletei 200 assinaturas no
Congresso para instalar um CPI para apurar o assunto”.
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Mas, desde que foi criada, a CPI do aborto ainda não conseguiu
ser instalada, devido à pressão das organizações não
governamentais que recebem apoio financeiro do exterior para assessorar
os parlamentares brasileiros na promoção da causa do aborto no
Congresso Nacional.
A principal destas organizações é o CFEMEA, uma entidade
criada pelos grupos feministas que se orgulham de terem impedido, na
Assembléia Constituinte de 1998, que a Constituição
brasileira reconhecesse o direito à vida desde a concepção.
Fortemente financiada, entre outras, pelas Fundações Ford de
Nova York e pela Fundação MacArthur de Chicago, com apoio da
ONU e do próprio governo brasileiro, o CFEMEA e outros grupos
tem pressionado as lideranças das bancadas dos partidos políticos no
sentido de se recusarem a nomear os parlamentares necessários para a
instalação da CPI, apesar de haver mais de duzentos congressistas
inscritos na Frente Parlamentar em Defesa da Vida, sob o pretexto
de que o verdadeiro objetivo da Comissão seria o de humilhar
publicamente as mulheres que provocaram o aborto, convocando-as a
depor no Congresso Nacional.
O site do CFEMEA assim se refere à CPI do Aborto:
“A CPI do aborto é uma verdadeira caça às bruxas, nos moldes da
inquisição, que levará as mulheres e suas organizações à
condenação pública, como vivenciado na Idade Média”.
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“A CPI do Aborto, de autoria do Deputado Luiz Bassuma, tem
como objetivo perseguir as organizações feministas e de mulheres,
usando métodos que nos remetem à época em que a razão era
considerada coisa do demônio, consagrando o arbítrio como forma de
deter os avanços da consciência social”.
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“Os deputados autodenominados ‘defensores da vida’ querem agora a
instalação de uma CPI para repetir os métodos da Inquisição,
que condenou milhares de mulheres à fogueira: a Idade Média em
pleno século 21. A representante do CFEMEA, Natália
Mori, declarou ser este um dos momentos mais medievais que já
presenciou”.
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Mas diante do que já se sabe que está por trás da promoção do
aborto, estas declarações beiram o puro ridículo. Após todas as
denúncias que já foram feitas até hoje, organizações tão
sofisticadas e bem financiadas como o CFEMEA não conseguem fazer
uso de nenhum outro meio mais inteligente para impedir que se investigue
quem está financiando a promoção do aborto no Brasil e até que
ponto o governo está envolvido com esta agenda internacional, do que
recorrer a argumentos medievais e esconder-se atrás da Inquisição.
Para entender o que se esconde por trás da perseguição aos
Deputados Luis Bassuma e Henrique Afonso e, por extensão, a
todos os brasileiros que daqui em diante continuarão a se posicionarem
a favor da vida, é preciso entender de onde vem a pressão pela
legalização do aborto no Brasil, e como o PT e o governo Lula
entraram neste processo.
O futuro da democracia no Brasil e na América
Latina depende essencialmente de pessoas como as que estão neste
momento lendo esta mensagem.
PROTESTE CONTRA O ABORTO NO BRASIL, manifeste sua posição.
Obs: é importante se manifestar sem proposições religiosas, mas como cidadãos brasileiros.
E-mail Presidência da República: pr@planalto.gov.br
Senado:——————————–Clique Aqui.
Câmara do Deputados:—————–Clique Aqui.
Ministério da Saúde:——————–Clique Aqui.
“A audácia do maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.
Outra opção é a Central de Comunicação Interativa/Câmara dos Deputados
Disque-Câmara: 0800-619619 e-mail: cidadao@camara.gov.br
Escolha o Deputado ———-Clique aqui.
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