Leia artigo de Ana Lígia Lira com o tema “Ave-Maria do povo sertanejo”, sobre a devoção mariana do povo nordestino.

Neste artigo intitulado “Ave-Maria do povo sertanejo”, Ana Lígia Lira da Silva nos fala sobre a profunda devoção mariana do povo do sertão do nordeste, a partir de suas próprias raízes. A autora do livro “O Diário do Silêncio”, com palavras que nos remetem à simplicidade do povo nordestino, quer nos levar a conhecer a experiência de fé desse povo tão sofrido e, ao mesmo tempo, tão cheio de esperança. Sem mais delongas, seguem as palavras de Ana Lígia Lira:

Leia artigo de Ana Lígia Lira com o tema “Ave-Maria do povo sertanejo”, sobre a devoção mariana do povo nordestino.

Imaculado Coração de Maria e Sagrado Coração de Jesus

Ao receber o convite para escrever meu primeiro artigo para este blog, logo veio à minha mente a música “Ave-Maria Sertaneja” (Luiz Gonzaga). Talvez seja por ter vivido boa parte de minha vida no sertão de Pernambuco. Então, pensei em falar um pouco da fé que meus olhos viram e ainda veem por aqui. Continue lendo…

São José, Pai de Jesus Cristo e Esposo da Virgem Maria, recebe na Igreja um culto de especial veneração devido aos singulares e sublimes privilégios que o adornaram.

O culto ao glorioso São José está intimamente com os privilégios de Pai de Jesus Cristo e Esposo da Santíssima Virgem Maria. São José foi o mais santo, o mais ilustre e o mais perfeito homem que o mundo já viu, é a criatura mais perfeita saída das mãos de Deus, depois da Santíssima Virgem. O mundo não o conhece e a história e não registra seus feitos heroicos. Até mesmo as Sagradas Escrituras pouco falam do humilde Carpinteiro, pai de Jesus Cristo (cf. Mt 13, 55). Entretanto, o mundo não viu homem maior, nem criatura mais perfeita. Acima de São José, só Jesus Cristo, o próprio Filho de Deus, e sua Mãe, Maria Santíssima. Abaixo dele estão todos os homens, desde os maiores patriarcas e profetas da Antiga Aliança (cf. Ex 19, 1ss), aos maiores santos da Nova Aliança (cf. Mt 26, 17-35). Criatura singular e privilegiada, São José foi Pai adotivo de Jesus Cristo, nosso Deus e Senhor, e Esposo castíssimo da Virgem Maria, Mãe de Deus! Depois, da maternidade divina, não há dignidade maior dada a uma simples criatura.

O Santo Patriarca foi predestinado por Deus para participar de modo especialíssimo no mistério da Encarnação do Verbo. O Arcanjo São Gabriel, foi enviado “a uma virgem desposada com um varão que se chamava José – ad virginem desponsatam viro ciu nomen erat Joséph” (Lc 1, 27). Estas simples palavras do Evangelho Lucano definem São José, sua missão no mistério da salvação dos homens e os singulares e sublimes privilégios que o adornaram. São José era o esposo virginal de Nossa Senhora, a Mãe do Verbo de Deus encarnado, e o Pai adotivo, o guarda, o sustentáculo de Jesus Cristo, o Salvador do mundo. Por isso, a Santa Igreja chama São José de Pai do Pai de todas as criaturas, de amparo de quem ampara o Universo, de senhor e governador do Senhor dos senhores, do Rei dos reis (cf. Ap 19, 16). Continue lendo…

Em entrevista exclusiva, Ana Lígia Lira fala sobre nova edição do seu livro “O Diário do Silêncio” e sobre as aparições de Nossa Senhora em Pernambuco.

Neste artigo, temos uma entrevista com Ana Lígia Lira da Silva, pesquisadora e escritora, autora do livro “O Diário do Silêncio”. Ana Lígia é formada em Comunicação. Biografa conceituada, com livros lançados em 10 países e traduzidos para 4 idiomas, ela é autora dos livros: “Sangue, Suor e Riqueza”, “O Capitão dos Índios”, “Amissa – Uma história sobre tráfico humano”, “Um Brasileiro na SWAT”, “A noite Escura da Alma” e “O Diário do Silêncio”[1],

Em entrevista exclusiva, Ana Lígia Lira fala sobre nova edição do seu livro “O Diário do Silêncio” e sobre as aparições de Nossa Senhora em Pernambuco.

Ana Lígia Lira

A principal característica literária de Ana Lígia é a propriedade de unir a pesquisa com a literatura, apresentando livros com uma rara característica, que prende o leitor da primeira até a última página. “Elogiada por jornais como O Diário da Manhã (Portugal) e O Clarin (Argentina) é tida como uma das mais eminentes jovens escritoras brasileiras”[2]. Ana Lígia Lira desenvolveu também uma pesquisa de cunho religioso durante três anos, para então escrever o livro “O Diário do Silêncio”, que conta a história de Irmã Adélia, uma das videntes das aparições de Nossa Senhora das Graças no Sítio Guarda, na localidade de Cimbres, que fica na cidade de Pesqueira, no estado de Pernambuco. Continue lendo…

Meditemos sobre a fuga da Sagrada Família, Jesus, Maria e José para o Egito e colhamos abundantes frutos espirituais.

Meditemos sobre a fuga da Sagrada Família, Jesus, Maria e José para o Egito e colhamos abundantes frutos espirituais.

A fuga de Jesus, Maria e José para o Egito

Na segunda dor de Maria Santíssima, contemplamos a sua fuga, com o Menino Jesus e São José, para o Egito. Santo Afonso Maria de Ligório nos ajuda a meditar sobre esse profundo mistério do amor de Deus, que por vezes nos desinstala e nos leva para onde não queremos ir. A Sagrada Família de Nazaré viveu esse mistério de modo exemplar, como que para nos mostrar como devemos assumi-lo em nossas vidas.

A profecia do velho Simeão, segundo a qual uma espada de dor transpassaria o Coração Imaculado da Virgem Maria (cf. Lc 2, 35), foi um prenúncio deste mistério, que acompanharia a Mãe do divino Redentor por toda a vida. Este não era nenhuma novidade, pois as Sagradas Escrituras já alertavam a respeito dos que se fazem servos do Senhor: “se entrares para o serviço de Deus, permanece firme na justiça e no temor, e prepara a tua alma para a provação” (Eclo 2, 1). No entanto, o mistério do sofrimento na vida de Nossa Senhora tem algo de novo e muito importante para nos ensinar. Continue lendo…

A batalha espiritual entre a Mulher revestida de sol e o Dragão vermelho pode ser compreendida como a luta entre dois amores: amor e egoísmo.

Santo Agostinho diz que a história da humanidade consiste na luta entre dois amores: amor e egoísmo. Esta batalha espiritual entre amor e egoísmo está presente simbolicamente no livro do Apocalipse, na Mulher revestida de sol e no grande Dragão vermelho.A batalha espiritual entre a Mulher revestida de sol e o Dragão vermelho pode ser compreendida como a luta entre dois amores: amor e egoísmo.

Estas duas formas de interpretar a história da humanidade primeiramente nos ajudam a identificar de qual lado dessa batalha espiritual nós estamos lutando. A partir disso, somos chamados a fazer uma escolha entre o amor e o egoísmo, entre a Mulher e o Dragão. Pois, não há como conciliar essas realidades, pois são antagônicas, incompatíveis entre si. Continue lendo…

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