Conheça uma história emocionante de quem não optou pelo aborto

Filed under: Artigo — tvpt at 6:16 am on sábado, março 20, 2010

Todos os anos milhares de crianças são mortas por causa do aborto ainda no ventre da mãe. O jornalismo Canção Nova, que está serviço da vida e da esperança, disponibiliza hoje e amanhã, duas reportagens especiais de pessoas que disseram sim a vida.

Assista à reportagem

Quanto vale a vida? Ou melhor, o valor da vida pode ser medido? Estima-se que todos os anos 46 milhões de aborto por ano aconteçam em todo o planeta. Isso significa aproximadamente 127 mil mortes por dia, 5 mil por hora ou 88 por minuto. Isso é, até o final dessa matéria mais de 150 crianças morrerão ainda no ventre.

É uma verdadeira matança silenciosa. Em um vídeo que reproduz um aborto, o médico pró-vida detalha o sofrimento do feto enquanto o procedimento é realizado. É chocante ver tambem, com tanta nitidez, a boca do bebê aberta enquanto é morto. A isso o apresentador chama de grito silencioso.

No Brasil esse grito silencioso ecoa e infelizmente se multiplica. Não existem números oficiais, mas estima-se que um milhão de abortos são cometidos por ano no nosso país. E o principal argumento de quem defende a legalização do ato é de que o feto não seria ainda um ser humano. Será mesmo?

Há 40 anos, Gilda Godói Monteiro, engravidou, mas logo a boa notícia deu lugar a um drama. Ela teve rubéola e foi orientada a interromper a gestação. Sem dinheiro para fazer a cirurgia, procurou o sogro, e em vez de financiar o aborto ele assumiu a criança mesmo que pudesse nascer com deficiência. A atitude dele fez Gilda seguir com a gravidez até o fim.

“Só de pensar me emociono (…) Deus foi muito maravilhoso para mim. Eu enfrentei tudo, aceitei e consegui. Venci!”, afirma.

12 e 13 de julho – 3ª Aparição de Nossa Senhora de Fátima

Filed under: Artigo,Peregrinação Aniversária 2008 — tvpt at 10:46 pm on domingo, julho 12, 2009

A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.

Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma “Senhora mais brilhante que o sol”, de cujas mãos pendia um terço branco.

A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.

Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a “Senhora do Rosário” e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917, na parte já revelada do chamado “Segredo de Fátima”.

Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.

Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de cinco milhões.

 

 

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