Catolicismo no mundo

Filed under: Conheça Mais — vidanova at 9:43 am on sexta-feira, julho 24, 2009

Quais os países com maior população católica no mundo?

Vai aqui algumas estatísticas interessantes.
Os dez países com maior população católica em termos absolutos:

1-Brasil: 145,4 milhões
2-México: 123,3 milhões
3-Filipinas: 69,6 milhões
4-Estados Unidos: 64,6 milhões
5-Itália: 57,6 milhões
6-França: 44,5 milhões
7-Colômbia: 38,4 milhões
8-Espanha: 37,1 milhões
9-Polônia: 35,0 milhões
10-Argentina: 34,4 milhões
*Total no mundo: 1,1 bilhão.

Os dez países com maior população católica em termos percentuais:

1- Itália (96,55%),

2- Malta (95,34%),

3 – Polônia (94,34%),

4 – Guiné Equatorial (93,52%),

5 – Timor Leste (93,20%),

6 – Cabo Verde (92,90%),

7 – Ilhas Reunião (92,25%),

8 – Paraguai (91,56%),

9 – Mônaco (90,63%),

10 – Portugal (90,41%)
*Percentual de católicos no mundo: aproximadamente 18%.

Com 78,95% de população católica, o Brasil ocupa a 31ª posição. De acordo com o site, 51 países do mundo, entre 157 pesquisados, possuem população católica superior a 50% (seriam os “países católicos”).

Na lista acima, desconsiderei Saint Pierre and Miquelon, país de 6 mil habitantes apenas e população 100% católica.

Se também desconsiderarmos outros países muito pequenos e levarmos em conta apenas aqueles com mais de 1 milhão de habitantes, a lista ficará assim:
1 – Itália; 2 – Polônia; 3 – Paraguai; 4 – Portugal; 5 – Equador (89,6%) ; 6 – Argentina (89,2%); 7 – Venezuela (87,8%); 8- Espanha (87,8%); 9 – Peru (87,8%); 10 – México (86,%).

Com relação ao número de padres, os dez mais são:

1 – Itália (50,1 mil),

2 – EUA (44,9 mil),

3 – Polônia (28,4 mil),

4 – Espanha (25,2 mil),

5 – França (21,9 mil),

6 – Índia (!) (19,9 mil),

7 – Alemanha (18,3 mil),

8 - Brasil (16,8 mil),

9 – México (14,6 mil),

10 – Canadá (8,4 mil).

No mundo, são 396 mil padres.
Fonte:http://www.catholic-hierarchy.org .

SOBRE MOVIMENTOS

Filed under: Conheça Mais,Novas Comunidades — vidanova at 11:01 am on sexta-feira, julho 17, 2009

Por Rafael Vitola Brodbeck

Canonicamente, não existe “movimento”. Essa figura jurídica não aparece nas leis canônicas. Daí que, em termos gerais, movimento é qualquer agrupamento humano com um fim. Nesse sentido, o franciscanismo é um movimento, o monasticismo também, até o Opus Dei, ainda que todos eles sejam figuras jurídicas distintas. Isso em termos gerais. Especificamente, a palavra costume ser aplicada às associações de fiéis e outras realidades, o que colocaria fora da definição os institutos religiosos, o Opus Dei etc. E é nesse sentido que geralmente é usado.

Quais os tipos de personalidade jurídica para agrupamento humano que temos aqui? Institutos de vida consagrada (que se dividem em institutos de vida religiosa e institutos seculares), sociedades de vida apostólica, e associações de fiéis.

Institutos de vida consagrada são aqueles aos quais o membro se liga mediante votos ou promessas. Podem ser de dois tipos: institutos de vida religiosa e institutos seculares. Os primeiros pedem que o vínculo jurídico de pertença seja os votos, e também obriga ao uso de um hábito, bem como à vida comunitária. Exemplos: Ordem de São Bento, Companhia de Jesus, Legionários de Cristo, Ordem dos Frades Menores, Ordem Carmelita, Irmãs Paulinas etc. Já aos segundos, os membros se ligam ou por votos ou por promessas equivalentes, não são obrigados, pelo Código, ao hábito (embora suas constituições possam obrigar), nem à vida comunitária (idem). Exemplos: Sociedade do Apostolado Católico (palotinos), Instituição Dalmanutá, Instituto Secular das Irmãs de Schoenstatt etc.

Sociedades de vida apostólica são aqueles aos quais o membro se liga apenas pelo compartilhamento de um carisma e pela vida comunitária, mas sem votos. Exemplos: Instituto do Bom Pastor, Fraternidade Sacerdotal São Pedro, Sodalício de Vida Cristã etc.

 

Associações de fiéis são grupos de leigos e sacerdotes que se unem por um fim comum. Podem ter votos privados, promessas, vida comunitária, espiritualidade própria, mas nada disso é obrigado. Alguns têm ramos com promessas e vida comunitária, e ramos que vivem no mundo etc. Muitas dessas associações são ligadas a um instituto de vida consagrada ou sociedade de vida apostólica. É muito variado. Exemplos: Comunidade Shalom, Regnum Christi (ligado aos Legionários de Cristo), Comunidade Canção Nova, Ordem Terceira Franciscana (ligada à Ordem dos Frades Menores), Oblatos de São Bento (ligados à Ordem de São Bento), Apostolado da Oração (ligado à Companhia de Jesus), Comunidades de Vida Cristã (ligadas à Companhia de Jesus), Movimento Apostólico de Schoenstatt (que é uma família de várias associações de fiéis, institutos de vida religiosa e institutos seculares), Ordem do Carmelo Descalço Secular (ligada à Ordem Carmelita Descalça), Movimento de Vida Cristã (ligado ao Sodalício de Vida Cristã), Renovação Carismática Católica, Movimento de Emaús, Movimento dos Cursilhos de Cristandade etc.

Enfim, existem realidades que não se enquadram em nenhuma dessas figuras jurídicas, e por isso o Papa estuda como melhor aprová-las. É o caso do Caminho Neocatecumenato, que, embora tenha uma espiritualidade própria, um estatuto, um fundador, uma estrutura (portanto, em termos gerais, é uma espécie” de movimento, embora eles não se chamem assim), não é, certamente, uma associação de fiéis.

Em tempo, o Opus Dei é uma figura ainda mais “importante” porque faz parte da ESTRUTURA HIERÁRQUICA DA IGREJA, dado que é uma Prelazia Pessoal, uma espécie de diocese sem território, com Bispo próprio. Entretanto, possui um carisma, um fundador, uma espiritualidade, como as associações e institutos.

 

Por que o Neocatecumenato não se enquadra como associação de fiéis? Porque eles não têm uma estrutura de associações de fiéis, com governo etc. Há um governo central, mas bastante autonomia nos grupos, que dependem, basicamente, das paróquias.

E também porque eles não se vêem assim, e os estatutos não dizem que eles são associação.

O princípio básico de uma sociedade humana é que os membros que a compõe tenham a intenção de fundá-la com um fim específico e também com uma característica que a defina como determinada entidade. Assim, se eu quero fundar algo que NÃO seja associação, então não é associação.

Claro que o Papa pode condicionar a aprovação definitiva dos estatutos ao enquadramento de tal movimento em uma nomenclatura jurídica existente, ou mesmo criar uma nova para eles. Foi o que João Paulo II fez com o Opus Dei. A figura da Prelazia PESSOAL não existia. Já era prevista no Concílio Vaticano II, mas não tinha sido regulamentada nem alguma Prelazia tinha sido erigida. Foi criada para que o Opus Dei encontrasse o seu real espaço na Igreja.

Fonte: www.veritatis.com.br

Michael Jackson,um outro lado do “Astro”.

Filed under: Artigos,Conheça Mais,Noticias — vidanova at 4:40 pm on terça-feira, julho 7, 2009

Michael Jackson e a “Cultura da Morte” que se volta contra o Ser Humano

Por Prof. Hermes Rodrigues Nery

O astro superpop Michael Jackson se tornou prisioneiro do sucesso e foi vítima do sistema que o produziu. Emblematiza agudamente a crueldade e a desumanidade da cultura pós-moderna.

Em Moonwalker, a personagem autobiográfica ainda criança, com um bando de garotos cantavam agressivos: “eu sou cruel”. Há também um Michael Jackson em fuga, primeiro dos fãs, depois de fantasmas e perseguidores, tendo que vestir uma máscara de burro para se disfarçar e, depois, projetando o burro para fora de si, animando-o e dançando com ele, depois de viajar numa espécie de nave espacial cantando ser um “demônio veloz”. Um clipe terrível, evidenciando a mente conturbada, aterrorizada por ratos e aranhas, e outros seres das trevas, numa confusão de cores e medos, sustos e violências, em meio a canções melancólicas, depressivas, e cheias de desespero, além de um vazio de sentido de vida, que torna tudo assustador a sua volta.

O menino prodígio que se destacou por uma voz magnífica, deixou-se enredar na teia da indústria cultural e pela tentação do híper-individualismo, que o fez sentir-se capaz de reconstruir o seu próprio corpo, buscando ser o que não era, perdendo o rumo de si num afã megalÿnomo de poder, que acabou corroído por excentricidades e patologias.

Certamente a sua tragédia existencial assumiu uma proporção tão avultada, mais grave, em tantos aspectos, de outros tristes casos da história recente, especialmente da música pop. Para ser (e se manter) o número um (o sucesso pelo sucesso, tudo pelo pódio), Michael Jackson espoliou a sua própria alma e o seu corpo, viveu uma síndrome de Frankestein, tornando-se um andróide dançante, robotizado, despersonalizado, aberrant e, e de estilo de vida suicida.

É impressionante a desfiguração sofrida, como anulou sua identidade, não conseguindo mais controle sobre o próprio rosto, em que tudo ia ficando artificial, como um homem-bolha, apartado de todos.

Acometido também pela síndrome de Peter Pan, recusou-se a crescer, a se amadurecer, a envelhecer, preferindo se instalar na “terra do nunca”, cujo infantilismo e exotismo o levaram a transgredir mais ainda, endividando-se cada vez mais para se livrar de escândalos sexuais com garotos, não dando conta de manter suas fantasias milionárias.

Notícias foram veiculadas dizendo que dormia em uma câmara hiperbárica, para protelar o envelhecimento, pois tinha obsessão pela juventude.

Uma pergunta intrigante: por que Thriller foi o álbum mais vendido da história, com conteúdo tão aterrorizante? Por que uma música com uma letra tão ocultista impactou tanto? Uma letra que fala de “algo maligno a espreitar no escuro”, em que é preciso gritar, e que “o terror toma o som antes de você fazê-lo”, um terror (thriller) que congela e paralisa. Uma música com uma estrofe terrível como esta: “porque isso é o terror, noite de terror / e ninguém vai te salvar / da besta pronta para te atacar (…) numa noite assassina de terror.” Pois esta música, com uma letra tão medonha ficou para a história como a música de maior sucesso, a obter um recorde sem precedentes, certificado pelo Guinnes World Records e fazer de Michael Jackson o homem mais conhecido do planeta.

O seu fenômeno é um sintoma de um tempo convulsivo, assombrado por uma “cultura da morte”, que se volta contra o ser humano. A sua morte precoce e a reação e histeria dos fãs em todas as partes do globo, comprovam que o mundo está mesmo dominado por ideologias do mal, sustentadas por uma mídia conivente com estas forças, situação esta que requer um contraponto (e mesmo resistência), para que tais ameaç as não comprometam de vez a própria civilização.

Prof. Hermes Rodrigues Nery é Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté,São Paulo.

***

Quem assistiu a repetição de uma reportagem de Michael Jackson na TV sobre sua vida e seus valores,sua conturbada relação com o pai e sua imaturidade humana,compreende o porquê da presença de situações tão curiosas em sua vida privada,para não dizer,bizarras.

Não nos cabe julgá-lo.Não se nega sua contribuição musical para o mundo.Pena que essa contribuição tenha vindo misturada com tantos “contra-valores” e polêmicas.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/1566-michael-jacksonum-outro-lado-do-astro

A Igreja é só dos Padres?

Filed under: Artigos,Conheça Mais — vidanova at 10:16 am on terça-feira, junho 23, 2009

Dom Benedicto de Ulhôa Vieira


Há mais de vinte anos, lembro-me de ter escrito, com este mesmo título, pequeno artigo no saudoso “Compasso”. Para quem sabe que a Igreja é comunhão, a saber: união comum das pessoas que têm a mesma fé e vivem, à luz do Evangelho e do Espírito Santo sob a jurisdição do próprio bispo, é fácil compreender que a Igreja não é só dos padres.

Hoje, pela extensão territorial ou pela enormidade dos prédios de arranha-céus, fica difícil fazer da paróquia verdadeira comunidade de fé e de amor fraterno, sob a orientação pastoral do pároco.

A paróquia, pelo que a Igreja ensina e deseja, é comunidade de pessoas – uma família de Deus – não uma ignota massa humana. O ideal é transformá-la em colméia ativa, centro animador de agentes leigos, compenetrados de sua honrosa missão de apóstolos.

É sob este foco animador de tarefas bem distribuídas que o padre tem uma insubstituível função. Se a paróquia se renova ou já se renovou em necessária comunhão de pessoas, todas imbuídas de sua missão de apóstolos, isto é, de ministros não-ordenados, o papel do padre será o de animador e líder desta colméia alegre, laboriosa e diversificada. Parece-me este o ideal do Papa Paulo VI na “Evangelii Nuntiandi” (nos 70 e 73). Assim idealmente instalada, o padre tem seu nobre papel de inspirador, animador, testemunha e coordenador da comunidade de leigos.

Não sei se é necessário lembrar que os fiéis convictos de sua responsabilidade laical e de sua missão na messe de Senhor, não podem apresentar-se como donos da igreja, como também não o é o padre. Mas sim apóstolos por força do sacramento da crisma já recebida no e portanto apóstolos leigos no mundo. Assim colocada a doutrina eclesiológica, a resposta ao provocante título deste artigo se torna clara como o sol. O dono da Igreja só pode ser o Senhor Jesus.

Igreja viva, Igreja – comunhão não será só do padre. Só se pode sentir a vida de uma comunidade, se nela florescerem vários carismas, muitos apóstolos dedicados, sob a liderança do padre, que o bispo colocou à frente da comunidade enriquecida de carismas vários. É o esforço pastoral do padre que se vai exigir para este ideal eclesiológico atual: Igreja comunidade fraterna e apostólica, tendo à frente o padre servidor e dedicado.

 

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por
CNBB

Que música você escuta?

Filed under: Artigos,Conheça Mais — vidanova at 8:03 am on terça-feira, maio 12, 2009

Os jovens gostam muito de música, mas não é qualquer canção que faz bem à sua alma. A beleza da música está na sua letra e na sua melodia. É uma arte, e assim deve ser apreciada.

A música não deve ser instrumento para expressar as próprias frustrações ou irreverências; caso contrário, ela perde a sua beleza. Portanto, rejeite a que for suja e baixa; não a cante!

Os jovens gostam de música barulhenta; tudo bem, mas ela não deve ser sensual, imoral, pornográfica, erótica, entre outros. O barulho não ofende a Deus, mas o pecado, sim.

Professor Felipe Aquino
Foto: Arquivos CN

Mas saiba que qualquer som que ultrapasse a intensidade de 120 decibéis de intensidade (limiar da dor) é prejudicial à saúde e pode levá-lo à perda gradativa da audição, e também pode causar zumbido nos ouvidos e outras complicações auditivas. Muitos salões de música jovem chegam aos 120 decibéis; por isso, cuidado: a poluição sonora mata células nervosas do cérebro, responsáveis pela audição, e essas células não se reproduzem.

Sabemos que hoje muitas músicas estão repletas de palavrões, baixarias, até ofensas a Deus. Outras, como alguns rock pesados (heavy metal), estão repletas de violência, pornografia, exaltação ao demônio, instigação ao sexo, etc. Tudo isso precisa ser evitado e renunciado com o propósito de não aderir a essas músicas e shows. Especialmente os shows e festivais de rock pesado, e outros ritmos, pois, são, muitas vezes, ocasiões de consumo de droga e liberação dos mais baixos instintos sexuais e violentos; por vezes até com práticas de demonismo, bruxarias e coisas semelhantes.

Muitas vezes o jovem ouve ou canta uma música em inglês sem saber a letra, e pode estar cantando e ouvindo mensagens erradas. Muitos roqueiros terminaram de maneira triste as suas vidas, ainda na juventude. Veja alguns casos:

Brian Jones, dos Rollings Stones, morreu afogado em sua piscina, sob a influência de drogas e bebidas.

Janis Joplin, “rainha da música rock”, morreu de overdose de heroína.

Jimi Hendrix, morreu sufocado no seu vômito, após embriagar-se e tomar sedativos.

Ron Mckernan, Grateful Dead, sucumbiu por um envenenamento lento de bebida alcoólica.

Marc Bolan, líder guitarrista e compositor de canções da T-Rex, que atribuiu o seu sucesso à magia negra, morreu num misterioso acidente de automóvel.

Elvis Presley, conhecidíssimo, morreu devido ao consumo de drogas.

Keith Moon, The Who, suicidou-se.
Sid Vicious, Sex Pistols, apunhalou a sua companheira e em seguida, aplicou-se heroína até morrer. John Bonhan, Led Zepplin, morreu asfixiado pelo seu vômito, após tomar 40 copos de vodca.

Bon Scott, AC/DC, autor de “Rodovia para o inferno”, morreu asfixiado pelo seu vômito após passar a noite bebendo.

John Lennon, The Beatles, foi morto a tiros por um fã. Pete Farndon, Pretenders, foi encontrado morto na banheira com a seringa de heroína ainda no braço. Marvin Gaye, após uma briga com o seu pai, morreu em consequência dos ferimentos à bala, causados por sua própria culpa.
Yogi Horton, famoso baterista, saltou do 17º andar de um prédio em Nova York.
Jaco Pastorius, baixista de Jazz e Rock, foi ferido gravemente numa pancadaria e morreu por causa desses ferimentos.
Roy Bucaran, um dos mais famosos guitarristas de rock e blues do mundo, enforcou-se embriagado numa cela de desintoxicação.

Esses casos são apenas os mais famosos; esta lista poderia ser aumentada em mais de 20 outros casos. São nomes que os jovens conhecem. É o caso de perguntar: Você escolheria um desses para ser o seu mestre? Ou como dizem os jovens, o seu ídolo? É este caminho de morte que você quer para a sua vida?

É sabido que alguns cantores de rock pesado e seus adeptos praticam o satanismo. Os nomes dos conjuntos mostram isso:
“Black Sabbath” (Missa Negra); os membros gostam de se chamar de “adoradores do diabo do rock”. KISS – “Knights In Satan Service” (Cavaleiros a Serviço de Satanás). WASP – “We Are Satan’s People”( Nós somos o povo de Satanás), ou: “We Are Sexual Perverts” (Nós Somos Pervertidos Sexuais), ou: Vernom (Veneno de Serpente), o grupo se considera como “o braço esquerdo do Senhor Satanás na Terra”.

Os títulos de suas canções também mostram isso:
“Rodovia para o inferno”- um hino internacional e praticamente um credo para os amigos do “hardrock” .
“Sinos do Inferno”; “O Número da Besta”; “Chame o Diabo”; “O Pedido de Sua Majestade Satânica”; e a música “Simpatia pelo Diabo”, que se tornou como que o hino oficial para os adoradores de Satanás na América do Norte.

O conjunto Black Sabbath, da Inglaterra, fez um pacto com Satanás durante um “batismo” demoníaco.

É preciso que você saiba que muitas vezes os jovens cantam essas músicas sem saber o que estão cantando, e, assim, estão louvando a satanás.

Professor Felipe Aquino
Apresentador da “Escola da fé” e “Trocando ideias”
  na Canção Nova

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