Grupos de Oração, uma graça da RCC

Filed under: Espiritualidade,Grupo de Oração,Novas Comunidades — vidanova at 10:27 am on segunda-feira, julho 27, 2009

“Renova os teus milagres neste dia, como em um novo Pentecostes. Permita que tua Igreja, unida em pensamento e firme em oracão com Maria, a Mãe de Jesus, e guiada pelo abençoado Pedro, possa prosseguir na construção do reino do nosso Divino Salvador, reino de verdade e de justiça, reino do amor e da paz. Amém” (João XXIII). A RCC é a resposta de Deus a esta oração da Igreja.

Como sabemos, a Renovação Carismática Católica surgiu no final de semana de 17 a 19 de fevereiro de 1967, quando um grupo de jovens universitários da Universidade de Duquesne, nos Estados Unidos, teve a experiência que ficou conhecida como “batismo no Espírito Santo”, ou seja, a efusão do Espírito. Era como o voltar à atividade de um grande vulcão que havia permanecido “adormecido” durante séculos: a experiência deste “batismo”, a grande “erupção” do Espírito na vida de tantos católicos que viviam outrora friamente a sua fé.

A vivência dos carismas era algo muito intenso na vida dos primeiros cristãos. Era o cumprimento da promessa de Jesus ao dizer: “O Espírito Santo recordará tudo o que eu vos disse” . Os mesmos milagres que Jesus havia feito e até maiores, os seus discípulos também fizeram. A unção da pregação de Jesus também era presente quando seus seguidores proclamavam a Boa Nova. Era Jesus Vivo atuando pelo poder do Espírito Santo na vida da Igreja!

A Renovação Carismática Católica acredita firmemente. que esta experiência renovada do Espírito está acontecendo hoje na Igreja, e tem como missão propagar esta graça pelos quatro cantos da Terra, Deus derramou sobre sua Igreja esta graça especi4 que nós chamamos de Renovação Carismática Católica. O Espírito Santo é a alma da Igreja. É o motor da Igreja que a faz corresponder aos desafios próprios deste tempo.

Diante disto, Deus vai utilizando formas para que a sua graça penetre na Igreja e atinja toda a humanidade. Assim como Santa: Teresa, São Francisco, os monges, os eremitas e todos os santos e ordens fundadas são meios de que o Senhor se utiliza para fazer penetrar a sua graça na Igreja, no mundo e em cada homem, a RCC é também uma graça, com características e meios próprios, que Deus utiliza para esse fim.

Todos nós que tivemos essa nova experiência da efusão do Espírito Santo somos portadores desta graça para comunicá-la à Igreja e ao mundo. E . os Grupos de Oração são um dos canais de comunicação desta graça. Tudo devemos fazer para preservá-Ia. Devemos ter um zelo especial por ela, procurar vivê-Ia da melhor forma para poder comunicá-la de forma fiel, sem deformá-la, sem abafá-la, sem minimizá-la.

“Existimos, como Shalom, para levar esta graça a precisamos conhecê-la Igreja e à humanidade toda. Precisamos conhecê-la mais. Ser fiel a ela é ser fiel à nossa vocação. Deformá-la é deformar também a nossa vocação. A dimensão carismática é parte essencial da nossa vocação e faz parte da nossa missão. Se colocarmos isto de lado, estaremos sendo inúteis para a Igreja… Na hora em que isto não for importante para nós, estaremos preparados para morrer, porque seremos inúteis para a Igreja. Somos zeladores e comunicadores desta graça… E nossa responsabilidade acolher, animar, comunicar e viver bem esta graça… Todos nós somos responsáveis de vivê-Ia com qualidade e fazê-la multiplicar. Devemos ter um zelo especial para viver esta graça do batismo no Espírito Santo e do exercício dos seus carismas.” (Moysés Azevedo, 1996).

Todas as nossas ações devem estar impregnadas desta graça, porque elas acontecem em vista do desígnio de Deus. Reter esta graça é como reter uma grande fonte num dique. Todos nós precisamos, portanto, estar atentos para não frustrar o desígnio de Deus.

Deus nos constituiu para esta missão. Comunicar esta graça deve ser a nossa prioridade, tudo mais se torna secundário. Devemos estar mobilizados para isto.

O mundo está passando por transformações violentas em todos os níveis: social, econômico, cultural… e Deus nos convocou para comunicarmos esta graça. Precisamos tudo fazer em vista do cumprimento do desígnio de Deus. A graça do Espírito Santo é para toda a Igreja e para toda a humanidade; não apenas para um grupo de privilegiados, os místicos, mas para todos os batizados.

Recebemos uma graça específica a partir da experiência da efusão do Espírito Santo. “O Santo Padre Paulo VI dirigiu aos dez mil participantes reunidos na Basílica de São Pedro no dia imediato ao Pentecostes de 1975 (por ocasião do encerramento do Congresso Mundial da Renovação Carismática na igreja Católica), m discurso que continua sendo até agora, para a Renovação, o documento mais importante para conhecer o que a hierarquia da Igreja pensa e espera dela. Tendo acabado de ler o discurso oficial, o Papa acrescentou, de improviso, estas palavras: “Bebamos com alegria a sóbria embriaguez do Espírito” (Cantalamessa, 1996).
Esta experiência da sóbria embriaguez do Espírito, como já foi dito, realiza no homem uma purificação dos pecados, um novo fervor para o coração, um entusiasmo espiritual, como que um vulcão aceso e uma elevação da sua mente a um conhecimento especial de Deus, uma certa experiência direta de Deus, que “o leva a um estado no qual o homem se sente possuído e conduzido por Deus; porém um estado que, em vez de nos alienar, dissuadindo-nos do envolvimento com os irmãos, conduz-nos a esse dever, exigindo-o e frequentemente tornando-o mais fácil e glorioso… um entusiasmo, mas um entusiasmo baseado na cruz e que se alimenta da cruz” (Cantalamessa, 1996).

Todos estes fatos nos levam a afirmar que estamos dentro da vontade de Deus e respondemos a um pedido seu. Por isso, as reuniões dos grupos de oração devem ser momentos propiciadores da ex periência concreta de Deus, do encontro pessoal com Jesus Cristo, que transforma, muda e como que divide a nossa vida ao meio, que derrama sobre nós o seu poder e o seu amor. Um encontro com Jesus Cristo Ressuscitado que traz as marcas da paixão, como nos descreve o Evangelho de São João (20,19-29).

Este encontro também com a cruz de Cristo, na perspectiva da ressurreição, interpela a alma do homem. Tendo este experimentado o amor de Jesus, não se pode mais negar a ação dele em sua vida. Iniciou-se um relacionamento com o Ressuscitado, com Jesus vivo, real. Não é uma idéia, um pensamento, uma doutrina ou um relacionamento impessoal. Somos apresentados pessoalmente a Jesus. Ele toca a nossa alma, o nosso coração, o nosso corpo, todo o nosso ser.
Desta experiência brota a intimidade com Jesus, que nos fala e escuta; que nos olha e deixa-se olhar; que nos ama e deixa-se amar.

A partir da graça recebida, do contato íntimo com Jesus que produz muitas outras graças, somos impulsionados a ser suas autênticas testemunhas, a anunciá-lo a todos os que ainda não o conhecem: “Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio. Tendo assim falado, soprou sobre eles e lhes disse: Recebei o Espírito Santo” (Jo 20,21-22). Somos chamados a ser testemunhas concretas de que Deus cura, liberta, transforma a vida dos homens, porque aconteceu em nossas vidas.

“Não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido” (At 4,20). “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com nossos próprios olhos, o que temos contemplado e as nossas mãos têm apalpado no tocante ao Verbo da vida – porque a vida se manifestou, e nós a temos visto; damos testemunho e vos anunciamos a vida eterna, que estava no Pai e que se nos manifestou, o que vimos e ouvimos nós vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo” (I Jo 1,1-3).

Os grupos de oração também são um dos meios eficazes para que possamos comunicar esta graça da experiência pessoal com Jesus Cristo. Por isso mesmo devem ser vividos com todo o fervor, com todo o poder do Espírito, com a manifestação dos seus carismas. A oração comunitária deve ser vivida com todo o entusiasmo, como se ela fosse a última, capaz de fazer com que as pessoas que participam conosco sintam-se atraídas por Jesus, tenham uma experiencia com a sua salvação, a salvação cristã, que antes de tudo “não é apenas algo de negativo, um “tirar”, ainda que seja o pecado. E sobretudo algo positivo: é um “dar”, um infundir vida nova, vida do Espírito: “Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo” (Mt 3,1 1). É um renascimento. A destruição do pecado surge como o caminho e a condição para a doação do Espírito, que e o objetivo último, a doação suprema (Cantalamessa, 1997).

Além de tudo isto, as reuniões de oração devem ser também recheadas dos dons carismáticos. Não podemos ter medo de exercitá-los, pelo contrário, esses dons devem fluir livre e eficazmente para que este encontro seja cheio da ação e do poder do Espírito Santo.

O Espírito Santo é a alma da vida cristã. Omitir, deixar de ensinar, nao incentivar o exercício dos dons carismáticos do Espírito nos Grupos de Oração é deixar o encontro incompleto, é ferir a vontade de Deus, é diminuir os canais da ação de Deus no meio do seu povo. Os homens não querem apenas ouvir vozes que falem de Deus, mas ter uma experiência real com Ele. O Espírito Santo deve passar sem obstáculo por meio de nossas orações para que os encontros com Deus sejam sempre mais intensos e fecundos.

Por escola de Formação Shalom

SOBRE MOVIMENTOS

Filed under: Conheça Mais,Novas Comunidades — vidanova at 11:01 am on sexta-feira, julho 17, 2009

Por Rafael Vitola Brodbeck

Canonicamente, não existe “movimento”. Essa figura jurídica não aparece nas leis canônicas. Daí que, em termos gerais, movimento é qualquer agrupamento humano com um fim. Nesse sentido, o franciscanismo é um movimento, o monasticismo também, até o Opus Dei, ainda que todos eles sejam figuras jurídicas distintas. Isso em termos gerais. Especificamente, a palavra costume ser aplicada às associações de fiéis e outras realidades, o que colocaria fora da definição os institutos religiosos, o Opus Dei etc. E é nesse sentido que geralmente é usado.

Quais os tipos de personalidade jurídica para agrupamento humano que temos aqui? Institutos de vida consagrada (que se dividem em institutos de vida religiosa e institutos seculares), sociedades de vida apostólica, e associações de fiéis.

Institutos de vida consagrada são aqueles aos quais o membro se liga mediante votos ou promessas. Podem ser de dois tipos: institutos de vida religiosa e institutos seculares. Os primeiros pedem que o vínculo jurídico de pertença seja os votos, e também obriga ao uso de um hábito, bem como à vida comunitária. Exemplos: Ordem de São Bento, Companhia de Jesus, Legionários de Cristo, Ordem dos Frades Menores, Ordem Carmelita, Irmãs Paulinas etc. Já aos segundos, os membros se ligam ou por votos ou por promessas equivalentes, não são obrigados, pelo Código, ao hábito (embora suas constituições possam obrigar), nem à vida comunitária (idem). Exemplos: Sociedade do Apostolado Católico (palotinos), Instituição Dalmanutá, Instituto Secular das Irmãs de Schoenstatt etc.

Sociedades de vida apostólica são aqueles aos quais o membro se liga apenas pelo compartilhamento de um carisma e pela vida comunitária, mas sem votos. Exemplos: Instituto do Bom Pastor, Fraternidade Sacerdotal São Pedro, Sodalício de Vida Cristã etc.

 

Associações de fiéis são grupos de leigos e sacerdotes que se unem por um fim comum. Podem ter votos privados, promessas, vida comunitária, espiritualidade própria, mas nada disso é obrigado. Alguns têm ramos com promessas e vida comunitária, e ramos que vivem no mundo etc. Muitas dessas associações são ligadas a um instituto de vida consagrada ou sociedade de vida apostólica. É muito variado. Exemplos: Comunidade Shalom, Regnum Christi (ligado aos Legionários de Cristo), Comunidade Canção Nova, Ordem Terceira Franciscana (ligada à Ordem dos Frades Menores), Oblatos de São Bento (ligados à Ordem de São Bento), Apostolado da Oração (ligado à Companhia de Jesus), Comunidades de Vida Cristã (ligadas à Companhia de Jesus), Movimento Apostólico de Schoenstatt (que é uma família de várias associações de fiéis, institutos de vida religiosa e institutos seculares), Ordem do Carmelo Descalço Secular (ligada à Ordem Carmelita Descalça), Movimento de Vida Cristã (ligado ao Sodalício de Vida Cristã), Renovação Carismática Católica, Movimento de Emaús, Movimento dos Cursilhos de Cristandade etc.

Enfim, existem realidades que não se enquadram em nenhuma dessas figuras jurídicas, e por isso o Papa estuda como melhor aprová-las. É o caso do Caminho Neocatecumenato, que, embora tenha uma espiritualidade própria, um estatuto, um fundador, uma estrutura (portanto, em termos gerais, é uma espécie” de movimento, embora eles não se chamem assim), não é, certamente, uma associação de fiéis.

Em tempo, o Opus Dei é uma figura ainda mais “importante” porque faz parte da ESTRUTURA HIERÁRQUICA DA IGREJA, dado que é uma Prelazia Pessoal, uma espécie de diocese sem território, com Bispo próprio. Entretanto, possui um carisma, um fundador, uma espiritualidade, como as associações e institutos.

 

Por que o Neocatecumenato não se enquadra como associação de fiéis? Porque eles não têm uma estrutura de associações de fiéis, com governo etc. Há um governo central, mas bastante autonomia nos grupos, que dependem, basicamente, das paróquias.

E também porque eles não se vêem assim, e os estatutos não dizem que eles são associação.

O princípio básico de uma sociedade humana é que os membros que a compõe tenham a intenção de fundá-la com um fim específico e também com uma característica que a defina como determinada entidade. Assim, se eu quero fundar algo que NÃO seja associação, então não é associação.

Claro que o Papa pode condicionar a aprovação definitiva dos estatutos ao enquadramento de tal movimento em uma nomenclatura jurídica existente, ou mesmo criar uma nova para eles. Foi o que João Paulo II fez com o Opus Dei. A figura da Prelazia PESSOAL não existia. Já era prevista no Concílio Vaticano II, mas não tinha sido regulamentada nem alguma Prelazia tinha sido erigida. Foi criada para que o Opus Dei encontrasse o seu real espaço na Igreja.

Fonte: www.veritatis.com.br

Consagra-os na Verdade

Filed under: Noticias,Novas Comunidades — vidanova at 9:13 am on sábado, maio 2, 2009

As Novas Comunidades do Brasil que se enconttram reunidas no VIII Congresso Nacional das Novas Comunidades experimentaram neste 2º dia a Pregação do Ronaldo da Comunidade Remidos do Senhor de Campina Grande – PB “Consagra-os na Verdade”, Adoração ao Santíssimo com Padre Antonello. Logo a tarde foi direcionada as oficinas de trabalhos para Fundadores, Formadores, Famílias e Consagração e Vida, o dia encerrou-se com a Santa Missa.

“Somos reservados para seguir o estilo próprio de Jesus e viver os Conselhos Evangélicos”. Assim, iniciou Ronaldo, a sua pregação.

O consagrado é chamado a seguir o Cristo mais de perto pela opção radical que se assume com a meta de configurar a vida de Cristo na sua própria vida.

Existe a necessidade urgente do consagrado de crucificar os projetos seculares que fogem da realidade qual Deus o chamou.

Nós, consagrados, somos uma atualização da redenção vivencial, assim como a Eucaristia é uma atualização sacramental de Cristo.

Jesus frustou o povo quando saiu da situação de milagres, de ascensão messianica, para opção da cruz, até os apóstolos ficaram decepcionados. Essa é a proposta de Jesus ao consagrado uma trajetória descendente.

A nossa sociedade reprova as nossas atitudes de consagração por que eles exaltam a nossa potencialidade e capacidade de sermos excelentes naquilo que o mundo exalta, acha como bom, mas somos chamados a viver a descendencia e não a ascensão.

No inicio da caminhada, o encantamento com Jesus por qual vive todo aquele que se decide por Jesus, ajuda-nos a passar por esta cobrança social e familiar querendo que nós deixemos que sejamos pessoas de ascensão. A pergunta depois deste encantamento inicial sem o encantamento inicial, muitas vezes da um surto de secularismo, vem as revindicações de direitos pessoais, mas não é momento de desertar como muitas vezes acontece nas nossas comunidades, mas é uma oportunidade de maturação.

As nossas consagrações nos livrou da mediocridade, pois o que falaríamos ao mundo se buscassemos a nossa auto-realização, por exemplo, na odontologia, na medicina. Falaríamos a mesma teoria que já se tem falado por todos que traçaram o mesmo caminho, mas a minha consagração é única e autêntica e da respostas novas, fala algo novo ao mundo.

“Eu me recuso a acreditar que Deus escolhe os piores”… (Ronaldo).

São Paulo ja dizia em sua carta: “Quando me sinto fraco ai é que sou forte”. Ele não diz me sinto fraco, mas me sinto forte.

Se faz necessário nas nossas comunidades esconder a nossa vida em Deus, para mostrar ao mundo a face de Cristo e saber que ali é a fonte da realização humana. Ninguém vence o consagrado que chega a esta maturidade.

O pregador terminou cantando: “Que ninguém me despreze, nem me ache inferior, pois trago em mim as marcas de Jesus crucificado”.

Que este resumo possa nos dar a graça de estamos buscando escondido em Deus a nossa auto-realização na alegria de não sermos frustados, mas realizados peloa nossa opção.

 

José Eduardo Arêas Caetano

Comunidade Vida Nova

Congresso Nacional das Novas Comunidades 2009

Filed under: Artigos Vida Nova,Noticias,Novas Comunidades — vidanova at 3:05 pm on quinta-feira, abril 30, 2009

VIII Congresso Nacional

 

Começa hoje dia 30 de Abril, o Congresso Nacional de Novas Comunidades, na cidade de Bento Gonçalves no Rio Grande do Sul com a Comunidade Oasis da cidade de Caxias do Sul – RS responsável pela organização.

Nós da Comunidade Católica de Vida e Aliança Vida Nova estamos com 10 membros participando do Congresso na expectativa de vivermos juntos a graça de sermos formados e estarmos em comunhão com as outras Novas Comunidades que estarão participando junto conosco.

A alegria de conhecer outros carismas, outras maneiras de se expressar e de ser Igreja nos faz enxergar que Deus esta presente em todas as realidades de nossa sociedade, de nossas dioceses fazendo-nos responder as necessidades urgente de uma nova forma de evangelizar na ousadia da fé, com estusiasmo que o carisma nos impulsiona.

Durante o Congresso estaremos disponibilizando resumidamente em nosso blog as matérias, as formações, as entrevistas, as pregações daquilo que vamos experimentando neste Congresso.

Fraternalmente,

José Eduardo A. Caetano

Comunidade Vida Nova

Comunidade Vida Nova faz 21 anos de vida!

Filed under: Artigos Vida Nova,Noticias,Novas Comunidades — vidanova at 8:06 am on sexta-feira, abril 17, 2009

No dia 16 de Abril de 1988 por inspiração de Deus, a Comunidade Católica de Vida e Aliança Vida Nova começa a dar seus primeiros passos através de um Grupo de Jovens que se reuniram na Diocese de Cachoeiro de Itapemirim no Espirito Santo, mesmo sem entender o que Deus queria, os jovens deixaram se conduzir pelo Espírito Santo e, desta forma, começou a tomar aos poucos a consciência de que Deus queria algo muito maior do que um Grupo de Jovens.

O Grupo de Jovens com um tempo passou a ser um Grupo de Oração dentro da RCC, mesmo assim, Deus queria que eles fossem adiante em “aguas mais profundas” e tomando ciência que Deus queria deles uma Comunidade Carismática eles começaram a buscar formação para esta novidade na Igreja, a Comunidade Católica Shalom de Fortaleza-CE auxilio-nos neste início de discernimento, principalmente pela formação interna comunitária e os Congressos para Novas Comunidades foi dando maturidade e bagagem de formação para a Comunidade, em um desses Congressos, em Joinville-SC, foi discernido que um daqueles jovens do início seria o fundador, o nosso fundador José Carlos Carlette Filho.

Hoje, quero expressar a minha gratidão a Deus, em nome de toda a Comunidade Vida Nova, pois sabemos como as nossas vidas, a minha e a dos meus irmãos de comunidade, criou-se um marco na nossa história, antes da comunidade e depois da comunidade, pois entendemos que responder a este Carisma: ”Ser Testemunha da Misericórdia, Resgatando a Radicalidade do Evangelho pelo Caminho da Cruz”, é primordia para nossa felicidade, para a nossa alegria, só nos sentimos plenos quando estamos respondendo a esta vocação específica que Deus nos deu.

Parabéns Comunidade Vida Nova! Parabéns meus irmãos de Comunidade! Parabéns a todos os servos! Parabens a todos benfeitores! Parabéns a todos os simpatizantes! Parabens a todos os Voluntários!

Abraços Fraternos do seu irmão de fé,

José Eduardo Arêas Caetano

Comunidade Vida Nova

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