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Feirantes na igreja

Todo domingo, quando não estou em missão e estou em casa, gosto muito de ir à feira do meu bairro, aquela onde se compra frutas, verduras, etc. O horário bom de movimento começa pelas nove horas da manhã, é quando o pastel já está no ponto, e toda boa feira tem seu famoso pastel. Dá pra encontrar muita gente conhecida, conversar e depois fazer as compras. Em um desses dias especialmente, ao comprar entre outras coisas alguns tomates, me lembrei de uma formação que ouvi no discipulado da Missão IDE.

O tomateiro (planta do tomate) e o feirante, ambos possuem o mesmo objetivo, fornecer tomate. Mas os meios pra fazer isso são diferentes para cada um.
Todo dia de feira, o feirante levanta cedo e vai até a distribuidora de frutas e verduras da região onde compra os tomates que vai revender, porque ele somente vende o tomate, ele mesmo não o possui, então precisa comprar pra depois revender. Todo vegetal que serve à alimentação tem seu tempo, sua estação correta, mas como nem sempre se pode esperar esse tempo, o feirante acaba levando um tomate amadurecido “à força” com o uso de agrotóxicos ou coisas semelhantes, e esses tomates embora sejam bem vermelhos e bonitos, quase não tem sabor. Isso também faz com que os clientes procurem outras bancas de tomate na feira, em busca de um que tenha sabor. O feirante vende o tomate com a intenção de receber algo em troca, independente do que está vendendo. Poderia ser qualquer outra fruta ou verdura, o importante é o lucro que gera, é esse valor que vai manter e sustentar sua vida, sua maneira de trabalhar e sobreviver.

O tomateiro, plantado em alguma horta, recebe o sol, a chuva, e vai juntando seus nutrientes, às vezes com a ajuda de algum adubo, até que no tempo certo o tomate fique vermelho e mostre que está pronto pra ser colhido, mostre que amadureceu. Depois de colhido, o tomateiro fica vazio, seus frutos são todos retirados sem que ele receba algo em troca. E a única coisa que ele pode fazer é retomar o motivo pelo qual existe: produzir tomates mais uma vez. Os frutos que foram colhidos nessas condições possuem um sabor verdadeiro de tomate e são muito saborosos.
Com esses fatos percebi como é grande o risco de sermos feirantes dentro da igreja. Há situações em que não temos a capacidade de saciar a fome das pessoas e acabamos comprando frutos de outros lugares pra revendermos na igreja onde participamos, imitando o que outros ministros fazem, vendendo algo que nós mesmos não possuímos, e o interessante é que quando fazemos assim sempre esperamos algo em troca: um elogio, um aplauso, coisas que possam manter e sustentar nosso ministério. Determinados momentos chegamos a “empurrar” um fruto que o povo nem precisa, mas como temos o nosso jeito de trabalhar e sobreviver com nossos dons, fazemos grandes ofertas dos  nossos frutos. Não conseguimos oferecer ao povo as frutas da estação, frutas da época certa, então como não esperamos o amadurecimento acabamos dando pregações e canções sem sabor que não saciam ninguém, e quando não matamos a fome do povo, ele busca em outras “feiras” algo que sacie de verdade.

Precisamos ser tomateiros, na igreja e na sociedade. Temos uma missão, um chamado, produzir determinado fruto, fazer render determinado talento (Mateus 25, 15). Somos “como a árvore plantada na margem das águas correntes: damos frutos na época própria, nossas folhagens não murcharão jamais. Tudo o que empreendemos, prospera” (Salmo 1, 3). Estamos plantados em Deus, de onde recebemos unção, sabedoria, inteligência e tantas outras características do Senhor que nos fazem amadurecer no tempo certo. Quando estamos maduros o povo é quem nos procura e é Deus quem abre as portas de lugares para ministrarmos. Frutos maduros são um deleite para o povo, e as pessoas irão voltar sempre, em busca daquele sabor incomparável. Se formos realmente tomateiros nossos ministérios nunca dependerão de retribuições como aplausos e elogios para continuar a existir, porque essas coisas não fazem diferença no crescimento ou amadurecimento dos nossos frutos, também porque como o tomateiro, depois de frutificarmos, a única coisa que podemos fazer é retomar o motivo pelo qual existimos: produzir frutos mais uma vez.

Independente do carisma que temos ou do chamado que possuímos, o importante é frutificar. E que os frutos sejam genuínos.

Boa quaresma a todos!

Um abraço,

Gilberto Montei

Fotos da Missa e da Confraternização

VIDA RELUZ - 25 anos de Louvor e Adoração

Vida Reluz 25 anos de Louvor e Adoração

“Tarde Vos amei, 
ó Beleza tão antiga e tão nova, 
tarde Vos amei! 
Eis que habitáveis dentro de mim, 
e eu, lá fora, a procurar-Vos! 
Disforme, lançava-me sobre estas formosuras que criastes. 
Estáveis comigo e eu não estava Convosco! 
Retinha-me longe de Vós 
aquilo que não existiria, se não existisse em Vós. 
Porém, chamastes-me, 
com uma voz tão forte, 
que rompestes a minha Surdez! 
Brilhastes, cintilastes, 
e logo afugentastes a minha cegueira! 
Exalastes Perfume: 
respirei-o, a plenos pulmões, suspirando por Vós. 
Saboreei-Vos 
e, agora, tenho fome e sede de Vós. 
Tocastes-me 
e ardi, no desejo da Vossa Paz”

Santo Agostinho

Quem já não ouviu, leu e cantou este lindo pensamento de Santo Agostinho, ele que por muito tempo buscava as coisas que jamais existiriam se não fosse por Deus. Pois bem é chegada a hora das bodas de prata, 25 anos de luta, de busca e bençãos no Senhor, 15 anos desde o lançamento do tão falado azulzinho com aquelas músicas inovadoras, cheias de Deus, inspiradas por Ele.

De um grupo que possuía um único desejo, adorar a Deus em suas vigílias mensais com apenas um violãozinho e o coração aberto a sua vontade, jamais imaginariam que Deus lhes reservara uma grande missão que mais tarde se tornariam muitas missões e consequentemente milhares de corações seriam salvos e libertos pelo poder de Deus que resolveu agir através de um grupo quase sem nome, pois eram chamados de grupo da bíblia.

Vida Reluz neste ano de 2010 completa pela graça de Deus 25 anos de história, muito mais do que canções gravadas e shows realizados existe um porque, existe um chamado, uma vocação Vida Reluz, vocação esta que não esta fechada e que vem se renovando de acordo com a vontade do Senhor, muitos já ministraram no Vida Reluz, hoje não acompanham mais o ministério em suas missões, porem cada um leva dentro de si, o carinho, o chamado e o selo Vida Reluz que é o sinal de um ungido, escolhido de Deus.

Parabéns Vida Reluz pela fidelidade, pelo saber cair e levantar, por saber que quando as águas estiverem turbulentas, os olhos devem permanecer firmes naquele que tem o poder de permitir que andemos sobre as águas.

Ele é Jesus, nosso motivo, nossa razão, nossa esperança, nosso único ideal!

Deus te abençoe!

Felipe Souza

Vida Reluz

Homenagem da Banda Canal da Graça ao Vida Reluz

25 anos de Vida Reluz

Missa em comemoração aos 25 anos de história do Ministério Vida Reluz. Estaremos participando da celebração eucaristica em gratidão aos 25 anos de história e 15 anos de vida publica de nosso ministério, a santa missa será celebrada pelo Pe. Luiz Fernando Soares no dia 23 de fevereiro de 2010 na Paróquia Espirito Santo em São José dos Campos as 19h30.

Acesse o site da Paróquia Espirito Santo

Endereço: Avenida Cassiopéia, nº 461 - Jardim Satélite, São José dos Campos - SP.

Você que conhece e ora pela nossa missão, pedimos que continue orando pra que nossa motivação continue a ser fazer o Senhor Jesus amado, conhecido e adorado.

Deus te abençoe!

Vida Reluz

vidareluz.com no AR!!!!

Hoje as 15h00 lançamento do novo site do Vida Reluz

Novo site do Vida Reluz feito pela Quartel Design será lançado hoje as 15h00.

Confira

www.vidareluz.com

Papo Aberto

O Programa Papo Aberto apresentado pelo Gabriel Chalita foi uma benção.

Estamos vivendo um período de férias e desejamos a todos vocês muita paz. Em breve voltamos com força total e com site novo.

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