jan 27th

É preciso perder para ganhar o irmão

Aonde Jesus chega, o mal e o bem se distinguem, as águas se dividem. O Senhor sabe reconhecer os que estão com Ele, porque conhece os Seus e sabe quem Ele é para nós. Aonde chega a luz, as trevas não permanecem. Existe muita gente que perdeu muitos amigos depois que conheceu a verdade e se encontrou com Jesus.

Hoje, o Senhor está fazendo uma divisão dentro do seu coração, daquilo que presta e do que não presta.

Quem crê no Senhor, do seu interior correrão rios de água viva. Você que acordou hoje desejoso de que a sua semana seja diferente ou que sua vida dê uma virada, o Senhor lhe pergunta se é isso mesmo o que você quer. Então vá a Ele. Você não só o receberá, mas também do seu coração jorrará um rio de água viva.

A nossa renúncia nos traz um tesouro quando começamos a morrer para o outro viver, quando começamos a corrigir as falhas que machucam os outros. Então Deus nos dá um presente, que é a união do seu coração com o coração do outro. Quem quiser agradar o outro será preciso morrer por ele.

Como é que Jesus permitiu ficar com Ele um homem que roubava (porque Jesus sabia que Judas roubava)? O Senhor continuou perdendo para ganhar Judas. É assim que se conquista o coração de uma pessoa, do esposo ou da esposa, pois, muitas vezes, é preciso perder para para ganhar.

O que nos une aos outros é a liberdade de amar, que é dom de Deus para nós. Quem crê, do seu coração jorra um rio de amor. É na liberdade de amar que nossas relações de amizade se tornam fundamentadas em Deus. Quem tem sede de Deus fundamenta suas amizades n’Ele.

Homens e mulheres do Espírito têm um brilho diferente na face e no coração, são pessoas novas, que nascem de famílias novas. Não deixe o seu casamento por coisas mesquinhas; fundamente-o no Senhor.

O Senhor nos diz: “Quem tem sede venha a Mim e beba e do seu coração jorrarão rios de água viva”. Feliz de você que se uniu a Jesus agora e está matando a sua sede n’Ele, porque Ele já está fazendo brotar em você este rio.

Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova

jan 23rd

Retiro Popular 2009 : Cristo, nossa Paz.

A Quaresma é um dom de Deus a ser pedido com confiança. É o período favorável à conversão pessoal, ao exercício da caridade e à oração. Começar de novo é uma graça especial.

O Retiro Popular de 2009 é uma proposta que conduz à vivência do tempo especial oferecido pela Igreja, tornando-se um excelente caminho de preparação para a Páscoa. Para fazê-lo, a fonte é a Palavra de Deus. Rezar com a Bíblia é a melhor estrada. Por meio de propostas de leituras bíblicas, orações diárias e gestos que podem contribuir para uma vida de maior comunhão, é possível manter-se firme na fé e acreditar no Senhor Jesus, para que seja concretizada a nossa salvação e possamos novamente mergulhar nos mistérios de Cristo, a fim de apreciar os frutos da Ressurreição.

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jan 22nd

A Canção Nova é admitida na Família Salesiana

Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova

A Comunidade Canção Nova foi admitida oficialmente na Família Salesiana, ontem, dia 21, durante a reunião do Conselho Geral dos Salesianos, em Roma. A notícia foi dada ao fundador desta comunidade católica, monsenhor Jonas Abib, pelo Reitor-Mor dos Salesianos, padre Pascual Chávez Villanueva.

Segundo monsenhor Jonas a Canção Nova almejava essa graça havia muito tempo, e no dia da festa de Santa Inês, mártir da Igreja, essa importante notícia chegou.

“Dom Bosco sempre esteve conosco e nós sempre quisemos viver o seu ‘Sistema Preventivo’. Nossa vida mostra isso. O Instituto Canção Nova demonstra isso e o Progen é outra prova”, enfatiza o fundador.

Após o Reconhecimento Pontifício em novembro de 2008, esta é mais uma grande graça que esta obra Deus recebe.

“Mais uma vez e de uma nova forma os céus se unem a terra. O que o Santo Padre o Papa chancelou, agora Dom Bosco chancela”, declara monsenhor.

Na mesma ocasião, o grupo “The Disciples” também foi reconhecido como parte da Família Salesiana. Este Instituto secular Dom Bosco é uma associação pública eclesial masculina e feminina, nascida na Índia em 1973, de inspiração do padre salesiano Joseph D’Souza. Os membros são dedicados à proclamação do Evangelho, ao ensinamento do Catecismo da Igreja Católica, ao cuidado dos enfermos e ao serviço dos pobres. Hoje são pouco mais de 400 frentes de missão, presentes em 44 dioceses da Índia e 6 da Itália.

Sobre os Salesianos

Os salesianos são uma organização internacional de pessoas dedicadas, em tempo integral, ao serviço dos jovens, especialmente os mais pobres e necessitados.

Fundados por São João Bosco, um santo educador italiano do século 19, estão presentes em 128 países.

Educação e evangelização estão no centro de sua missão. O projeto educativo-pastoral realizado por eles tem por objetivo a promoção integral da pessoa.

Sobre o Sistema preventivo

Com seu estilo educativo e a sua práxis pastoral, baseados na razão, na religião e na amabilidade esse sistema leva os adolescentes e os jovens à reflexão, ao encontro com Cristo e com os irmãos, à educação da fé e à sua celebração nos sacramentos, assim como ao compromisso apostólico, civil e profissional.

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jan 22nd

O amor recíproco

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Existe um mandamento que Jesus diz meu e novo:
Este é o meu mandamento,
amai-vos uns aos outros, como eu vos amei.
Ninguém tem maior amor do que aquele que
dá a vida por seus amigos (Jo 15,12-13).

Quem começa a vivê-lo com radicalismo,
percebe uma mudança qualitativa na própria vida interior.
Ela é enriquecida de uma força nova, de ardor, de coragem.

A atuação deste mandamento provoca uma verdadeira conversão.
Produz efeitos também no mundo que nos circunda: testemunha Cristo.

Nisto todos reconhecerão que sois meus discípulos,
se tiverdes amor uns pelos outros (Jo 13,35).
O amor entre os cristãos
é um pequeno reflexo da vida de Deus-Amor no relacionamento entre os homens.

(dos escritos de Chiara Lubich)

jan 21st

A oração é o respiro da alma que nos torna irmãos

Experiência de um jovem muçulmano que vive há alguns anos na Itália

Na oração encontro forças para viver por um mundo unido, e superar, na vivência diária, conflitos e injustiças. Hoje o mundo é cheio de ódio mas em vários pontos da terra a paz tem sido solicitada com manifestações, orações e jejuns. Se vivemos no amor, podemos testemunhar que a fraternidade e a convivência entre os povos é possível.

Tenho 18 anos e sou de religião muçulmana. Venho da Somália e vivo na Itália há 7 anos. Minha família e eu fazemos parte de um grupo onde cristãos e muçulmanos que, num clima de fraternidade, se encontram para dialogar e compartilhar experiências.

Algum tempo atrás, fomos convidados a participar, em Roma, de um grande encontro de muçulmanos que desejavam viver por um mundo unido. Lembro-me ainda daqueles lindos e profundos dias vividos com pessoas vindas de todo o mundo para falar de convivência de paz, igualdade e respeito entre as religiões.

Lembro-me das palavras de Chiara Lubich: “Para que prevaleça o bem sobre o mal, é necessário um esforço comum para criar em todo o planeta uma fraternidade universal em Deus. Toda a humanidade é chamada a realizar isto. Somente esta fraternidade pode ser a alma, a mola propulsora para a realização de uma distribuição dos bens mais justa entre povos e nações.”

Deste encontro, aprendi novas maneiras de compartilhar a paz com todas as pessoas. Por exemplo, o nosso vizinho do andar de baixo, freqüentemente vinha bater à nossa porta nervoso, porque somos uma família numerosa e vivaz. Então, explicamos a ele, com serenidade, que temos duas crianças pequenas e que procuramos, na medida do possível resolver o problema falando mais baixo à noite. Para fazê-lo feliz, quando recebemos alimentos a mais ou carne de porco, fazemos um pacote e damos a ele de presente.

Uma outra experiência: a minha professora de italiano, em uma aula falava do Islã e dizia algumas coisas negativas, que não correspondiam à verdade. Eu não reagi de modo violento, mas expliquei a ela que a religião islâmica tem como coluna a palavra “paz” e que o maior valor é a grande liberdade de seguir a lei de Deus. No final ela me disse: “Entendi, obrigada! Não conhecia bem a sua religião”.

(N.A. – Itália)

Fonte(movimento focolares)

jan 19th

O perdão a qualquer preço

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Familia aliança CN
Familia aliança CN

 

Uma situação familiar dramática, a determinação na defesa do neto. Mas a força do Evangelho deixa o coração inquieto…

Meu marido e meus filhos são alcoólatras. Até um ano atrás o mais velho, Tom, convivia com uma moça. Todos dois, além de alcoólatras tornaram-se dependentes de drogas.

Há um ano meu filho voltou para casa porque não se entendia mais com a mulher com quem vivia, contudo um filho já havia nascido. Pensar neste netinho me causava muita pena, porque a sua situação era extremamente dolorosa. Eu dava a culpa à mãe e um dia, encontrando-a na rua, abertamente a acusei de muitas coisas. Ambas fomos embora fortemente amarguradas. É inútil dizer que voltando para casa me sentia culpada por não ter amado.

E todas a justificativas que procurava dar a mim mesma, repetir que no fundo eu tinha razão, que tinha feito aquilo pelo meu neto, nada me dava paz. Algo dentro de mim me impelia a pegar o  telefone e pedir desculpas, embora isso fosse muito difícil. Não sabia nem se ela me escutaria. Na verdade, depois, quando lhe pedi desculpas, foi ela que quis se desculpar.

Algumas semanas depois desse fato Dorothy foi presa. As coisas iam de mal a pior e eu, preocupada pela situação de meu neto, tinha um grande rancor com relação aos seus pais, que o tinham colocado no mundo naquela situação. Não sendo casados a criança teria sido confiada ao estado.

O ressentimento crescia dentro de mim a cada hora, e mesmo assim as palavras de Jesus sobre o perdão não me deixavam em paz. Devia amar Dorothy também, seja o que acontecesse ao meu neto. Depois de muitos esforços finalmente a Palavra abriu uma brecha no meu coração e foi com a alma renovada que fui encontrá-la na prisão. Ela me abraçou, comovida. Creio que sentiu que fui lá para amá-la e aceitá-la assim como é.

Foi ela que me falou do menino e perguntou se eu mesma poderia cuidar dele. Assim a custódia legal passou a meu filho e hoje os dois estão sob o meu teto. Pareceu-me o cêntuplo  prometido a Jesus a quem busca o seu Reino, fazendo a sua vontade, o fruto por ter me esforçado em amar, até o fim.

(J.S. - USA)

Fonte (movimento Focolares)

jan 14th

Escolher entre o bem e o Bem

 

Em nossa vida nos encontramos diante de muitas situações nas quais percebemos a fragilidade de nossa vontade em relação a coisas e situações que nos fazem mal. São Paulo nos lembra que a tendência ao mal, que de certa forma reside em nós, a qual chamada por ele de “concupiscência”, é enganadora (cf. Gl 4,22).

Muitos filósofos já afirmaram (e como muita propriedade) que ninguém escolhe o mal, que as escolhas que fazemos sempre têm em vista o bem. Nosso problema é que nem sempre o bem é bem visto, ou seja, o problema não está em escolher o bem, mas em escolher de forma certa, escolher de forma justa. Nossa geração é marcada por grande fragilidade na vontade, mudamos de idéia com muita freqüência, a falta de determinação gera o risco de escolhas que possuem data de validade curta, o que cria uma preocupação: “Será que existe bem que perdure?” Não é minha intenção aqui estabelecer critérios para o bem e sim falar da escolha.

A escolha entre o bem e mal é questão apenas de inteligência, nos lembra Santo Inácio de Loyola, por isso que escolher entre o bem e o mal é questão apenas de sobrevivência. Quem escolhe o mal morre, como nos lembra São Paulo ao dizer que o salário do pecado é a morte (cf. Rm 6,23). Mas a vida não está simplesmente na escolha do bem. É preciso saber que nem todo bem nos faz bem, nem todo bem faz bem a todos. Isso é o discernimento, é preciso saber escolher entre o bem e o bem devido. Se olhamos, por exemplo, o açúcar, ele é um bem, é bom, mas não faz bem a quem é diabético, nem a quem se recupera de cirurgias, etc. Ou seja, nem todo o bem nos faz bem o tempo todo.

Escolher entre o bem e o bem devido é questão de sabedoria. Para ser feliz é preciso saber romper com o apego às coisas que são incompatíveis com nossa vida. Essa é a vontade de Deus! Quando Jesus fala do Reino de Deus como um tesouro (cf. Mt 13,44), mostra que o homem que encontrou o tesouro num campo vai e vende tudo o que tem para comprar o campo, já que o tesouro não é possível comprar. Se vendeu tudo que tinha é sinal de que deixou tudo que tinha de valor, e que naturalmente era bom, para possuir um bem que lhe faz mais bem: o Reino de Deus. Precisamos amadurecer para as escolhas mais difíceis como essa, escolher entre tudo que é bom e encontrar a vontade de Deus, o bem que nos é devido. Acertar nessa escolha é questão de realização.

Que Deus lhe dê a sabedoria, muita sabedoria em suas escolhas! Sugiro a leitura de Sabedoria 9, 1-6.9-11, a oração de Salomão que agradou a Deus.

Deus lhe abençoe,

Pe. Xavier

jan 8th

Levantai-vos do vosso abatimento

 

 

Parece que me foi confiada a pregação ‘Levantai-vos do vosso abatimento’. É uma ordem. É o Senhor nos dizendo: “Levante-se, meu filho, do seu abatimento”. Logo percebi que esse tipo de pregação estava ligado com aquela Palavra que a RCC recebeu no ano de preparação dos 40 anos do derramamento do Espírito Santo.

‘Judas e seus irmãos viram que a situação era grave e que as forças inimigas acampavam dentro de suas fronteiras. Sabendo também como o rei havia ordenado de tratar o povo para destruí-lo e exterminá-lo, disseram uns aos outros: Levantemos nossa pátria de seu abatimento e lutemos por nosso povo e nossa religião’ (I Macabeus 3,42-43).

Você precisa realizar essa ordem do Senhor, porque, em primeiro lugar, precisamos ser levantados. O que acontece conosco é o que aconteceu com aquele jovem citado no Evangelho (cf. Lc 7,11-17), que estava sendo levado para ser enterrado. Sua mãe era viúva. Jesus chega, toca no esquife – o que era proibido – e ordena ao jovem: ‘Eu te ordeno, levanta-te!’

Hoje, o Senhor está dizendo para cada um de nós: ‘Meu jovem, meu eleito, meu amado, meu escolhido, levante-se dos seus abatimentos, porque tenho um número grande de pessoas neste país e neste mundo que precisam de você’.

O que é possível, não precisa de fé. A fé é, justamente, a certeza de coisas que ainda não existem.

O Brasil está neste caos político, econômico, na área de saúde e também da religião. É só olhar a “parafernália de religiões”, de seitas e de grupos religiosos que existem. Eles estão aí como um grande supermercado ou como vendedores ambulantes: “vendendo” religião. Estão fazendo isso com o Evangelho na nossa “cara”.

É preciso que digamos uns aos outros o que está no versículo 43, de I Macabeus 3: “Levantemos nossa pátria de seu abatimento e lutemos por nosso povo e nossa religião”. Meus irmãos, o Senhor nos dá uma ordem para que lutemos pela nossa pátria e pelo povo, pela nossa religião, pelo cristianismo, pelo catolicismo. Por isso é preciso que cada um se levante.

“Para o Deus do céu não há diferença entre a salvação de uma multidão e de um punhado de homens, porque a vitória no combate não depende do número, mas da força que desce do céu” (I Macabeus 3,18-19).

Tenhamos a certeza: a Força do Céu está descendo. Muitos acontecimentos estão comprovando isso. A vinda do Papa Bento XVI ao Brasil e o que ele tem dito do que viu aqui. É a Igreja com toda autoridade, olhando com olhos de esperança para aquilo que o Espírito Santo está suscitando de “novo”.

“Não vos lembreis mais dos acontecimentos de outrora, não recordeis mais as coisas antigas, porque eis que vou fazer obra nova, a qual já surge: não a vedes?” (Isaías 43,18).

 

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova


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jan 7th

Papa nomeia dois novos Bispos para o Brasil

 

O papa Bento XVI anunciou, nesta quarta-feira, 7, dois novos bispos para o Brasil. Para a diocese de Iguatu, no estado do Ceará, foi nomeado o carmelita frei João José da Costa, em substituição a dom José Doth de Oliveira,70, que solicitou sua renúncia antes de completar os 75 anos, conforme o Cânon 401 § 2º.

Para a diocese de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, foi nomeado o padre José Moreira Bastos Neto, diocesano de Caratinga (MG). Ele substituirá a dom Izidoro Kosinsck, CM, de 76 anos, cujo pedido de renúncia foi aceito por Bento XVI, conforme o Cânon 401 § 1º.

O novo bispo de Iguatu

O frei João da Costa, 50, é sergipano da cidade de Lagarto. Ingressou no Postulantado da Ordem dos Carmelitas em 1982, na cidade de Camocim de São Felix (PE), onde também fez o noviciado (1985) e sua profissão simples (1986). Cursou a Filosofia no Seminário Nossa Senhora de Fátima, em Brasília, fazendo sua profissão perpétua em 1988. Inicia a teologia no Instituto Teológico São Paulo (ITESP), na capital paulista, e termina o curso em Recife, no Instituto Franciscano de Olinda (IFTO). É ordenado presbítero em 1992.

Nomeado Conselheiro Provincial dos carmelitas, em 1993, frei João é enviado para o Convento de São José da Princesa Isabel, sendo nomeado administrador paroquial das paróquias Divino Espírito Santo, em Manaíra (PB) e Santa Terezinha, em Juru (PB). Em 1996, é novamente eleito Conselheiro Provincial e, em 1999, é eleito Provincial da Ordem, sendo reeleito em 2003. Atualmente, é Conselheiro e Prior do Convento do Carmo de São Cristóvão, em Sergipe, e presta assistência espiritual na Fazenda da Esperança, em Lagarto (SE).

O novo bispo de Três Lagoas

Mineiro de Simonésia, padre José Moreira Bastos Neto nasceu no dia 25 de janeiro de 1953 e foi ordenado presbítero em 28 de outubro de 1979. Fez seus estudos em Simonésia ( 1962-1970) e no Seminário Diocesano Nossa Senhora do Rosário de Caratinga (1970-1979). Foi pároco em Divino (1979-1986), Tarumirim (1986-1988), Santo Antônio do Manhuaçu (1988), Conceição de Ipanema e Chalé (1988-1997), Carangola e Faria Lemos (1997), Entre Folhas (1988-1999), Santa Rita de Minas (2006), Vila Nova (2007-2009) e São João do Manhuaçu (2007-2008).

Padre José Moreira foi, ainda, professor (1974-2008), ecônomo (1987) e reitor do Seminário de Caratinga (200-2005), reitor do Propedêutico (1988-1989). Exerceu também as funções de representante dos presbíteros no Regional Leste II da CNBB (Minas Gerais e Espírito Santo), assistente diocesano da juventude, das CEBs. Foi membro do Conselho Presbiteral, do Colégio de Consultores e coordenador diocesano de pastoral.

Fonte: CNBB

jan 5th

Que sejam superadas as injustiças e as incompreensões

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Estou enviando a todos vocês, jovens, um pequeno texto da mensagem do Papa para o dia 1 de janeiro 2009, dia mundial da paz. Uno-me a cada um e a cada uma de vocês neste caminho de um ano novo de paz e de justiça.

“A Igreja, que é “sinal e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano”, continuará a dar a sua contribuição para que sejam superadas as injustiças e as incompreensões e se chegue a construir um mundo mais pacífico e solidário.

A luta contra a pobreza precisa de homens e mulheres que vivam profundamente a fraternidade e sejam capazes de acompanhar pessoas, famílias e comunidades por percursos de autêntico progresso humano, abandonar a mentalidade que considera os pobres – pessoas e povos – como um fardo e como importuno maçadores, que pretendem consumir tudo o que os outros produziram.

“Os pobres pedem o direito de participar no usufruto dos bens materiais e de fazer render a sua capacidade de trabalho, criando assim um mundo mais justo e mais próspero para todos”. (João Paulo II). Só a insensatez pode induzir a construir um palácio dourado, tendo, porém, ao seu redor o deserto e o degrado. Por si só, a globalização não consegue construir a paz; antes, em muitos casos, cria divisões e conflitos. A mesma põe a descoberto, sobretudo, uma urgência: a de ser orientada para um objetivo de profunda solidariedade que aponte para o bem de cada um e de todos.

“Dai-lhes vós mesmos de comer” (Lc 9, 13) Fiel a este convite do seu Senhor, a Comunidade Cristã não deixará, pois, de assegurar o seu apoio à família humana inteira nos seus impulsos de solidariedade criativa, mas, sobretudo, a alterar “os estilos de vida, os modelos de produção e de consumo, as estruturas consolidadas de poder que hoje regem as sociedades” A cada discípulo de Cristo, bem como a toda a pessoa de boa vontade, dirijo, no início de um novo ano, um caloroso convite a alargar o coração às necessidades dos pobres e a fazer tudo o que lhes for concretamente possível para ir sem seu socorro.

De fato, aparece como indiscutivelmente verdadeiro o axioma “combater a pobreza é construir a paz”. FELIZ 2009, combatendo a pobreza e construindo a paz.

Dom Anuar Battisti
Arcebispo de Maringá - PR