Testemunho Adoção do Julio e Adelita

1 comentário

  • By bomdemais, 2 02UTC dezembro 02UTC 2010 @ 11:01

    O Magistério do Santo Padre

    Talvez tenha sido João Paulo II um dos papas que mais se dedicou a escrever e se pronunciar sobre o tema da família, mas também sobre o tema da infância abandona e sobre as formas de acolhimento destas crianças. Também Bento XVI tem marcado seu pontificado com tais referências.

    Uma das mais importantes, sem dúvida é a Exortação Apostólica Familiaris Consortio, na qual João Paulo II afirma:

    “Os pais cristãos terão assim oportunidade de alargar o seu amor para além dos vínculos da carne e do sangue, alimentando os laços que têm o seu fundamento no espírito e que se desenvolvem no serviço concreto aos filhos de outras famílias, muitas vezes necessitadas até das coisas mais elementares. As famílias cristãs saberão viver uma maior disponibilidade em favor da adoção e do acolhimento de órfãos ou abandonados: enquanto estas crianças, encontrando o calor afetivo de uma família, podem fazer uma experiência da carinhosa paternidade de Deus, testemunhada pelos pais cristãos, e assim crescer com serenidade e confiança na vida, a família inteira enriquecer-se-á dos valores espirituais de uma mais ampla fraternidade.” (Familiaris Consortio, 41)

    Em inúmeras ocasiões João Paulo II se manifestou em torno do tema da adoção, inclusive:

    § a Exortação Apostólica Christifideles Laici (1988);

    § o discurso de João Paulo II às crianças brasileiras por ocasião de sua viagem apostólica ao Brasil («Baixa do Bonfim» Salvador – 20 de outubro de 1991):

    “ … Se ser criança é tão importante, então todas as crianças são importantes, todas as crianças são importantes, todas! Não pode nem deve haver crianças abandonadas. Nem crianças sem lar…”

Other Links to this Post

RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

Leave a comment

You must be logged in to post a comment.

WordPress Themes