Category: Formação

União

Testemunho Adoção do Julio e Adelita

Testemunho Roberta e Rodrigo

Família Teixeira

“Somos loucos pela vida…”

Banhados no Espírito Santo

Pode-se comparar a efusão do Espírito Santo àquele fenômeno que acontece ao pegarmos uma jóia e banhá-la no ouro. Vocês sabem que muitas das jóias que usamos não são de ouro puro. São banhadas. Pode ser um banho mais forte, mais fraco, mas são banhadas em ouro. Por que essa comparação? Porque nós somos criaturas humanas, somos o metal; Deus é o ouro e nós somos banhados.

A expressão “ser batizado” significa justamente isso. Pode-se dizer da peça banhada em ouro que ela é batizada no ouro, e o ouro adere àquela superfície, e ela se torna totalmente diferente, adquire propriedades que não tinha antes. Era um pobre metal, mas agora ficou realmente dourado. E o ouro realmente adere àquela superfície. O mesmo acontece conosco.

Mas com o uso, o metal banhado em ouro vai perdendo o banho pouco a pouco, porque não é ouro. O mesmo acontece conosco. Nós não somos divinos. Somos humanos. Mas fomos banhados pela divindade, como o metal foi banhado no ouro. Por isso, precisamos ser mais e mais banhados no ouro do Espírito Santo.

E justamente o uso, o gasto que vamos sofrendo pelo nosso trabalho apostólico, pelo uso dos dons, para ir à frente, para testemunhar diante das multidões… isso tudo vai nos desgastando. Precisamos receber sempre de novo o banho no Espírito.

(Trecho do livro “A Sabedoria está no ar” de monsenhor Jonas Abib)

Monsenhor Jonas Abib

Tudo se resolve pela mudança do coração!

Há dois sistemas, e eles são opostos. De um lado, o sistema de César, o sistema deste mundo: o sistema do príncipe deste mundo, o maligno. De outro lado, o sistema de Deus, o sistema do Evangelho. Não dá para servir a Deus e a este mundo. Não é possível ser de Jesus e do príncipe deste mundo! É preciso decidir entre os dois sistemas. Não é questão de palavras, de aparências: é questão de coração. E Deus vê o coração.

Enquanto permanecermos ligados ao sistema do mundo seremos influenciados por ele e não nos será possível entrar no sistema de Deus. Ambos [sistemas] são radicalmente opostos. É preciso fazer uma escolha: ou estamos no sistema do mundo ou estamos no sistema de Deus. É uma lógica: para sermos auxiliados pelo Todo-poderoso precisamos estar no sistema d’Ele. Se continuarmos no do mundo, seremos tratados pelo mundo e do jeito que o mundo trata. Para deixarmos de ser vítimas desse sistema temos que deixá-lo de lado e nos colocarmos no sistema de Deus.

Na hora em que eu me decido a deixar o sistema do mundo, que é baseado em egoísmo, ganância, mentira, falsidade, corrupção, na busca do dinheiro; no momento em que eu me decido a deixar de enganar e prejudicar os outros; quando sinceramente eu me decido a sair do sistema do mundo e entrar no sistema de Deus, Sua Palavra se torna realidade em minha vida e: “Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus” (Rm 8,28).

Não falo de um “evangelho de prosperidade”, que diz que, se eu for à igreja e fizer isso e mais aquilo, se ajudar essa e mais aquela obra, se der uma boa contribuição para tal igreja ou tal obra, Deus irá me dar como recompensa a prosperidade ou um emprego. Não é assim! Não falo de comprar Deus! Porque “os homens veem as aparências, mas Deus vê o coração” (cf. 1Sm 16,7b). Não me adiantará fazer belos discursos ou oferecer grandes ajudas financeiras se meu coração não estiver no sistema de Deus.

Os homens veem as aparências: fazem belos discursos, belas apresentações, mas Deus vê o coração! Na hora em que eu me decido sinceramente por deixar o egoísmo e parto para o sistema de Deus, que é amor, doação; se decido ter um coração generoso como o de Deus, se quero ser simples, humilde, mesmo não o sendo completamente, eu já estou no sistema de Deus.É aí que tudo começa a concorrer para o meu bem. Por isso, também a solução de nossas finanças, de nosso desemprego e tudo o mais está aí. Tudo se resolve pela mudança do coração!

(Trecho do livro “Considerai como crescem os lírios” de Monsenhor Jonas Abib)

Investir a vida na conquista dos bens eternos

Jesus morreu por nós, mas ressuscitou e subiu ao céu. Agora, no céu, Ele é nosso intercessor. E, como Ele, precisamos investir a nossa vida no resgate dos outros.

Infelizmente, temos investido nossa vida em tantas coisas desse mundo passageiro… Nossa profissão é tudo o que aprendemos nos bancos da escola, o que é muito bom, mas esse aprendizado precisa ser usado para levar pessoas ao céu, resgatar almas, apressar a vinda de céus novos e uma terra nova. Porém, temos usado nossos conhecimentos para o nosso próprio bem, para ganhar dinheiro, para adquirir poder, fama e satisfazer nosso egoísmo e vaidade.

A Palavra de Deus nos instrui e nos orienta a agir de forma nova: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo” (Mt 6,33).

É justo que Deus tenha o que é d’Ele. Justiça é dar a cada um o que lhe cabe, o que lhe é próprio. Você é de Deus. É justo que você se entregue ao Senhor e viva inteiramente para Ele, viva para os interesses d’Ele, que são as almas: muitas almas.

É uma pena que as pessoas invistam a vida em busca de lucro, vivendo em função do dinheiro. Investem no consumo daquilo que provoca a morte tanto desta vida como da eterna.

Necessitamos do Espírito Santo para ter a coragem de investir a vida na conquista dos bens eternos, e não nos bens passageiros e ilusórios. A Palavra de Deus é clara: quem investe a vida no Reino e na justiça de Deus receberá, já neste mundo, o cêntuplo e, no futuro, a vida eterna.

(Trecho do livro “Céus Novos e uma Terra Nova” de monsenhor Jonas Abib)

Há uma morada para a sua família no céu

O Reino de Deus está próximo. Por isso, levante a cabeça, reanime-se, porque a nossa libertação se aproxima. Essa é a grande esperança dos guerreiros do Senhor. É essa esperança que devemos viver, que nasce de uma certeza: o Senhor virá em breve. É essa certeza e esperança que temos de levar a muitos. O mundo e a própria Igreja estão carentes disso. Nós somos os guerreiros na esperança!

O Pai tem uma morada para cada um de nós no céu. Essa é a esperança que precisamos assumir cada dia mais e proclamar aos quatro cantos da terra. Temos lá uma morada: somos cidadãos do céu!

Pousada é o lugar em que ficamos para descansar, para no dia seguinte continuar a caminhada. Morada, porém, é o lugar onde a pessoa permanece, e não um lugar de passagem. É lugar para morar, para permanecer. Há no céu uma morada para a sua família.

Sempre comparo as moradas do céu com a beleza dos arranjos de flores. Sua família é um arranjo, e o Pai precisa de você para que toda a sua família possa morar no céu. Há lugar para ela.

Jesus foi na frente para preparar o nosso lugar. Há um lugar no céu que é somente seu, e isso não é egoísmo; pelo
contrário, é uma grande responsabilidade. Ninguém poderá ocupar esse lugar, porque Jesus o preparou e reservou exclusivamente para você.

Já imaginou a dor no coração de Deus se encontrar seu lugar vazio? Nosso Senhor Jesus Cristo se humilhou, se fez homem e morreu numa cruz, para que você ocupasse o seu lugar no céu. Ninguém pode faltar!

(Trecho do livro “Céus Novos e uma Terra Nova” de monsenhor Jonas Abib)

A perspectiva do mundo que há de vir

Nossa base é a própria Palavra de Deus. Ela não prevê catástrofes e desgraças, provocando pavor nas pessoas, porém, sempre chamou a atenção para a conversão, a transformação, a mudança de vida. Isso é verdade!

A conversão não é algo para a última hora, quando os acontecimentos anunciados começarem a se concretizar. Trata-se de algo para agora e precisa acontecer a cada dia. Deve-se levantar a cada manhã disposto a se converter, e à noite pedir perdão dos pecados e querer ser melhor no dia seguinte.

Se não há a perspectiva do mundo que há de vir, da Parusia, do Apocalipse, de uma terra nova, nunca haverá algum movimento para a conversão.

O Senhor não gostaria de desclassificar os que querem “rolar na sujeira”, insistindo em viver no pecado, mas se eles continuarem nesse tipo de vida não haverá outra opção. Não pense que o Senhor gosta de castigar. Não, pois Ele é Pai.

(Trecho do livro “Céus Novos e uma Terra Nova” de monsenhor Jonas Abib)

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