{"id":2374,"date":"2014-08-04T08:19:02","date_gmt":"2014-08-04T11:19:02","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/cleberrodrigues\/?p=2374"},"modified":"2014-08-04T19:08:20","modified_gmt":"2014-08-04T22:08:20","slug":"documentario-sao-joao-maria-vianney-cura-dars","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/cleberrodrigues\/documentario-sao-joao-maria-vianney-cura-dars\/","title":{"rendered":"Document\u00e1rio: S\u00e3o Jo\u00e3o Maria Vianney - Cura d Ars"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2376\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/cleberrodrigues\/files\/2014\/08\/cura-dars-sao-joao-maria-vianey.jpg\" alt=\"cura-dars-sao-joao-maria-vianey\" width=\"1000\" height=\"563\" srcset=\"https:\/\/blog.cancaonova.com\/cleberrodrigues\/files\/2014\/08\/cura-dars-sao-joao-maria-vianey.jpg 1000w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/cleberrodrigues\/files\/2014\/08\/cura-dars-sao-joao-maria-vianey-300x168.jpg 300w, https:\/\/blog.cancaonova.com\/cleberrodrigues\/files\/2014\/08\/cura-dars-sao-joao-maria-vianey-900x506.jpg 900w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/p>\n<p>S\u00e3o Maria Batista Vianney, era de origem pobre e humilde, foi o quarto filho de Mateus e Maria Vianney. Nasceu pouco antes de irromper a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa em 08 de Maio de 1786 em uma pequena aldeia, Dardilly, que fica perto de Limonest, a dez quil\u00f4metros ao norte de Lyon, na Fran\u00e7a. Foi batizado no mesmo dia em que nasceu. No batismo recebeu o nome de Jo\u00e3o, ao qual acrescentou o de Maria por especial devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Maria Sant\u00edssima.<!--moreContinue para assistir--><\/p>\n<p><strong>Document\u00e1rio<\/strong><br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"640\" height=\"480\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/9dwZVRz4ae0?rel=0\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Biografia<\/strong><\/p>\n<p>Desde a inf\u00e2ncia, manifestava uma forte inclina\u00e7\u00e3o \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e um grande amor ao recolhimento. Muitas vezes era encontrado num canto da casa, jardim ou no est\u00e1bulo, rezando, de joelhos, as ora\u00e7\u00f5es que lhe tinham ensinado: o Padre-Nosso, a Ave-Maria, etc. Os pais, principalmente a piedosa m\u00e3e, Maria, cultivavam no filho esse esp\u00edrito de religi\u00e3o e de piedade, que o levou a crescer na f\u00e9 e ser devoto de Maria Sant\u00edssima.<\/p>\n<p>Durante os anos da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, quando a igreja da vila foi fechada pela persegui\u00e7\u00e3o religiosa, ele continuava a rezar. Para fazer isso, ele aproveitava algum tempo de seu trabalho, de cuidar de animais junto com seus irm\u00e3os, para rezar. Ele continuava a rezar, no final do dia, as ora\u00e7\u00f5es habituais em casa com seus pais.<\/p>\n<p>Ele gostava de ajudar os pais nas caridades que eles faziam, ajudando os necessitados. Quando jovem, caiu doente e passou quatorze meses nos hospitais de Lyon e de Roanne e n\u00e3o pode entrar para o servi\u00e7o militar durante o imp\u00e9rio napole\u00f4nico, teve que viver escondido, exposto a graves perigos.<\/p>\n<p>Desde pequeno queria ser padre a todo custo, mas esbarrou em dois obst\u00e1culos: pobreza e sobretudo a escassa intelig\u00eancia. Em 1813, com vinte anos, ele ingressou no semin\u00e1rio Santo Irineu, em Lyon. Todos os cursos que devia fazer eram dados em latim. O problema surgiu de imediato; Jo\u00e3o Maria n\u00e3o entendia nada, e nas provas do primeiro m\u00eas tirou notas baixas, que o desclassificaram, mas estas notas n\u00e3o eram definitivas.<\/p>\n<p>Insiste em entrar na Congrega\u00e7\u00e3o dos Irm\u00e3os das Escolas Crist\u00e3s, mas n\u00e3o \u00e9 admitido pelas mesmas raz\u00f5es. Por causa disto, ele foi mandado de volta para Ecully, para estudar Teologia com seu amigo, padre Balley. O padre nesse tempo o ensinou na l\u00edngua Francesa, l\u00edngua do Vianney, e no final do curso ele fez as provas em Franc\u00eas, e foi aprovado. Assim ele foi readmitido no Semin\u00e1rio.<\/p>\n<p>No dia 02 de Julho de 1814 foi ordenado Subdi\u00e1cono. Jo\u00e3o Maria continuou seus estudos na casa do amigo, padre Balley. Depois da batalha de Waterloo, quando os austr\u00edacos invadiram a regi\u00e3o, Jo\u00e3o Maria foi a p\u00e9 por falta de transporte, para Grenoble. L\u00e1, no dia 13 de Agosto de 1815, ele foi ordenado padre, aos 29 anos de idade. No dia seguinte celebrou sua primeira Missa!<\/p>\n<p><strong>De Lion para Ars-em-Dombes<\/strong><\/p>\n<p>Ao Padre Vianney ningu\u00e9m lhe fazia progn\u00f3sticos animadores. Faltavam-lhe os apregoados dotes da raz\u00e3o que tanto faziam a grandeza dos s\u00e9culos das luzes. Por essa raz\u00e3o, os padres estavam queixando-se ao bispo de Balley e pela mesma raz\u00e3o o bispo lhes respondera: \u201cN\u00e3o sei se ele \u00e9 instru\u00eddo; sei que \u00e9 iluminado\u201d. Come\u00e7ou a sua vida sacerdotal como ajudante do bispo Balley. O bispo Balley, continuou a dar ao padre Vianney os cursos de Moral e Teologia, Em Dezembro de 1817, o estado de sa\u00fade do bispo Balley agravou e ele faleceu.<\/p>\n<p>Em Janeiro de 1818 veio o novo p\u00e1roco para Ecully, mas ele tinha uma vida totalmente diferente do padre Vianney. Na verdade, o Padre Vianney era diferente. A par da simplicidade mais natural e de uma aut\u00eantica humildade, irradiava dele algo superior \u00e0 intelig\u00eancia, uma forma mais elevada de ver as coisas, que se manifestava nos conselhos que dava no jeito de conversar com as pessoas, de lhes ouvir os problemas e de lhes sugerir solu\u00e7\u00f5es ou confort\u00e1-las.<\/p>\n<p>O Arcebispo de Lyon, Arquidiocese sede da Diocese de Ecully, sabendo dessa diferen\u00e7a pediu ao Vig\u00e1rio Geral Courbon, para informar ao padre Vianney, que ele seria transferido para a par\u00f3quia da Aldeia de Ars-em-Dombes. De nada mais que 200 a 300 habitantes, no dia 9 de fevereiro de 1818, uma sexta-feira, Jo\u00e3o Maria Batista Vianney chegou em Ars, para cuidar de uma capela semi-abandonada. Veio em uma carruagem, guiada por um paroquiano de Ecully, onde carregou seus pertences e uma biblioteca com trezentos volumes. Apesar de pequena instru\u00e7\u00e3o, gostava de ler livros.<\/p>\n<p>Ao chegar \u00e0 cidadezinha ficou meio confuso, porque a neblina cobria as casas. O entendimento foi dif\u00edcil pois o menino, Antonio Givre, n\u00e3o sabia Franc\u00eas e o dialeto de Ars era bem diferente de Ecully. Ent\u00e3o perguntou ao garoto: \u201cMenino, onde est\u00e1 Ars?\u201d O menino apontou com o dedo dizendo-lhe: \u201c\u00c9 ali mesmo\u201d. E Jo\u00e3o Maria Vianney disse ao menino: \u201cVoc\u00ea me ensinou o caminho de Ars, e eu lhe ensinarei o caminho do c\u00e9u\u201d.<\/p>\n<p><strong>Vida austera, s\u00f3bria e simples<\/strong><\/p>\n<p>Essa predi\u00e7\u00e3o era enf\u00e1tica, mas situada no tom rom\u00e2ntico da \u00e9poca. Predi\u00e7\u00e3o, ou n\u00e3o, o certo \u00e9 que o pequeno pastor Antonio Givre morreu alguns dias depois dela. Um monumento de bronze, na entrada de Ars, lembra esse primeiro encontro. O Padre entrou no povoado levando muitos sonhos e esperan\u00e7as. Jo\u00e3o Maria Batista Vianney era simples, por isso, quando chegou na par\u00f3quia de Ars, devolveu alguns m\u00f3veis \u00e0 propriet\u00e1ria, deixando somente o necess\u00e1rio. A sua alimenta\u00e7\u00e3o era muito simples, apenas algumas batatas cozidas. Nem imaginava quanto iria sofrer ali dentro. Ars era pequena no tamanho, mas enorme quanto aos problemas: muitas casas de jogatina, de prostitui\u00e7\u00e3o, de v\u00edcios, cidade paganizada. A capela estava sempre vazia.<\/p>\n<p>Em 1818, Ars-em-Dombes era uma caricatura crist\u00e3. A f\u00e9 n\u00e3o era vista com seriedade. A capela estava sempre deserta, o povo n\u00e3o freq\u00fcentava os sacramentos e o domingo era marcado por festas profanas. A\u00ed ele dobrou seu tempo de ora\u00e7\u00e3o. O Padre Vianney se p\u00f4s a rezar, fazer jejuns e penit\u00eancia. Visitava as fam\u00edlias e as convidava para a Santa Missa. Ars come\u00e7ou a transformar-se. Alguns come\u00e7aram a ir \u00e0 capela. A capela se enchia. Ent\u00e3o o p\u00e1roco fundou a Confraria do Ros\u00e1rio para as mulheres, e a Irmandade do Sant\u00edssimo Sacramento para os homens. Diante disso, os donos dos bares e organizadores de jogatinas come\u00e7aram dura persegui\u00e7\u00e3o contra o Padre Vianney. Este chegou a dizer, \u201cAh, se eu soubesse o que \u00e9 ser vig\u00e1rio, teria entrado num convento de monges\u201d.<\/p>\n<p>Ars Virou santu\u00e1rio com peregrina\u00e7\u00f5es. Pessoas cultas de outras cidade iam ouvir as homilias do Cura d\u2019Ars. Quando algum padre lhe perguntava qual o segredo de tudo aquilo, o Padre Vianney lhe respondia: \u201cVoc\u00ea j\u00e1 passou alguma noite em ora\u00e7\u00e3o? J\u00e1 fez algum dia de jejum?\u201d.<\/p>\n<p>Ele viveu toda a sua vida dedicada a Deus. Ele repousava de 02 a 04 horas no m\u00e1ximo por noite. Quando acordava ia a Igreja, rezava diante do Sacr\u00e1rio e depois ia confessar seus paroquianos. Eram in\u00fameras as pessoas que vinham se confessar com ele. Ele passou a maior parte de sua vida no confession\u00e1rio. Chegava a ficar 14 horas confessando os paroquianos. Como era grande o n\u00famero de pessoas, ele dividiu em v\u00e1rios confession\u00e1rios, um para mulheres outro para homens, outro para doentes, etc. Ele marcava os hor\u00e1rios para cada um.<\/p>\n<p><strong>Jejum e ora\u00e7\u00e3o: fonte de sabedoria<\/strong><\/p>\n<p>O Cura d\u2019Ars acreditava no poder da ora\u00e7\u00e3o e do jejum e na resposta do bom Deus. Ele tinha em sua mente a exorta\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo Apostolo: \u201cOrai sem cessar\u201d (1 Ts 5, 17). N\u00e3o era orador, n\u00e3o falava com eloq\u00fc\u00eancia, nas homilias perdia o fio da meada, atrapalhava-se, outras vezes n\u00e3o sabia como acab\u00e1-las cortava a frase e descia do p\u00falpito acabrunhado. O mesmo acontecia na catequese. No confession\u00e1rio, por\u00e9m, estava sua maior atua\u00e7\u00e3o pelo mist\u00e9rio da Provid\u00eancia Divina. No aconselhamento das pessoas falava do bom Deus de forma t\u00e3o amorosa que todos saiam reconfortados. N\u00e3o sabia usar palavras bonitas, id\u00e9ias geniais, buscava termos do quotidiano das pessoas.<\/p>\n<p>No confession\u00e1rio viveu intensamente seu apostolado, todo entregue \u00e0s almas, devorado pela miss\u00e3o, integralmente fiel \u00e0 voca\u00e7\u00e3o. Do confession\u00e1rio seu nome emergiu e transbordou dos estreitos limites Ars-em-Dombes para aldeias e cidades vizinhas. Os peregrinos que desejavam confessar-se com ele come\u00e7aram a chegar. Nos \u00faltimos tempos de vida eram mais de 200 por dia, mais de 80.000 por ano.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Maria gostava muito de S\u00e3o Francisco, por isso, ele estava inscrito na Ordem Terceira Franciscana. Ele amava os pobres e ajudava sempre que tinha dinheiro e principalmente na parte espiritual. Jo\u00e3o Maria gostava muito tamb\u00e9m de Santa Filomena, e muitos escritores vinham ouvi-lo falar dela, e escreviam v\u00e1rios livros. Um deles \u00e9 o \u201cSanta Filomena Virgem M\u00e1rtir\u201d segundo \u201cSanto Cura d\u2019Ars\u201d. Ele queria construir uma igreja para a Santa Filomena, mas n\u00e3o conseguiu, e hoje atr\u00e1s da sua igreja foi constru\u00edda uma bas\u00edlica em honra de Santa Filomena, onde seu corpo incorrupto repousa num relic\u00e1rio.<\/p>\n<p>O seu cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 conservado at\u00e9 hoje em uma capela dentro de um relic\u00e1rio. O padre Vianney transformou o lugarejo de Ars em uma aldeia menos at\u00e9ia, com mais amor a Deus do que aos prazeres terrenos. Toda vez, antes de come\u00e7ar a Santa Missa, ele tocava o sino, na torre em que ele construiu, para avisar que era hora do crist\u00e3o rezar, lembrar de Deus. Ele pr\u00f3prio ensinava catecismo para as crian\u00e7as. Jo\u00e3o Maria era de estatura pequena, mas de constitui\u00e7\u00e3o robusta. Sua vida de intenso trabalho, pouca alimenta\u00e7\u00e3o, jejum e penit\u00eancia, provocou um enfraquecimento.<\/p>\n<p><strong>Um vida dedicada \u00e0 salva\u00e7\u00e3o das almas<\/strong><\/p>\n<p>Aos 73 anos de idade, na ter\u00e7a-feira, 02 de Agosto de 1859, Jo\u00e3o Maria Batista Vianney recebe a Un\u00e7\u00e3o dos Enfermos. Na quarta-feira, 03 de Agosto, assina seu testamento, deixando seus bens aos mission\u00e1rios e seu corpo \u00e0 Par\u00f3quia. \u00c0s duas horas do dia 04 de Agosto de 1859, morre placidamente. Nos dias 04 e 05, trezentos padres mais ou menos e uma incalcul\u00e1vel multid\u00e3o desfilaram diante do seu Corpo, em prantos, para despedir. Quando chegou \u00e0 cidadezinha ningu\u00e9m veio receb\u00ea-lo, quando morreu a cidade tinha crescido enormemente e multid\u00f5es de peregrinos o acompanharam \u00e0 \u00faltima morada.<\/p>\n<p>A Igreja, que pela l\u00f3gica humana receara faz\u00ea-lo sacerdote, curvou-se \u00e0 sua santidade. Jo\u00e3o Maria Vianney foi proclamado Vener\u00e1vel pelo papa Pio IX em 1872, beatificado pelo papa S\u00e3o Pio X em 1905, canonizado pelo papa Pio XI em 1925 e pelo mesmo foi declarado padroeiro de todos os p\u00e1rocos do mundo, em 1929. Esse \u00e9 o Santo Cura d\u2019Ars, cuja mem\u00f3ria, celebramos no dia 4 de agosto.<\/p>\n<p>A vida do Santo Cura d\u2019Ars confirma o que S\u00e3o Paulo Ap\u00f3stolo escreveu:<em> \u201cMas o que \u00e9 loucura no mundo, Deus o escolheu para confundir os s\u00e1bios; e, o que \u00e9 fraqueza no mundo, Deus o escolheu para confundir o que \u00e9 forte; e, o que no mundo \u00e9 vil e desprezado, o que n\u00e3o \u00e9, Deus escolheu para reduzir a nada o que \u00e9, a fim de que nenhuma criatura se possa vangloriar diante de Deus\u201d (1 Cor 1, 27-29).<\/em><\/p>\n<p>S\u00e3o dois grandes pensamentos conhecidos do povo cat\u00f3lico no mundo inteiro do s\u00e1bio Santo Cura d\u2019Ars. O primeiro \u00e9: <em>\u201cDeixai uma par\u00f3quia 20 anos sem Padre e l\u00e1 os homens adorar\u00e3o os animais\u201d<\/em>. E o segundo:<em> \u201cQuem n\u00e3o tem tempo a perder para Deus, perde seu tempo\u201d<\/em>.<\/p>\n<p>Louvado seja o bom Deus pelo Santo Cura d\u2019Ars.<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080\">Fonte: <span style=\"color: #808080\"><a href=\"http:\/\/wiki.cancaonova.com\/index.php\/S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_Maria_Vianney\" target=\"_blank\">Wiki Can\u00e7\u00e3o Nova<\/a><\/span><\/span><\/p>\n<hr style=\"color: #292929\" \/>\n<p style=\"color: #292929\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/cleberrodrigues\/files\/2014\/05\/fale-comigo.jpg\" alt=\"\" width=\"20\" height=\"20\" \/>\u00a0<strong>\u00a0Curtiu?\u00a0Veja o que j\u00e1 foi publicado sobre <a href=\"http:\/\/blog.cancaonova.com\/cleberrodrigues\/?s=santidade\">#santidade<\/a> neste blog.<\/strong><\/p>\n<hr style=\"color: #292929\" \/>\n<p style=\"color: #292929\">Que Deus nos aben\u00e7oe.<br \/>\nAt\u00e9 a pr\u00f3xima.<\/p>\n<p style=\"color: #292929\"><strong>Cleber Rodrigues<\/strong><br \/>\nComunidade Can\u00e7\u00e3o Nova<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Maria Batista Vianney, era de origem pobre e humilde, foi o quarto filho de Mateus e Maria Vianney. 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