{"id":4824,"date":"2013-07-11T07:00:05","date_gmt":"2013-07-11T10:00:05","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.cancaonova.com\/conquista\/?p=4824"},"modified":"2013-07-10T09:31:35","modified_gmt":"2013-07-10T12:31:35","slug":"sao-bento-patriarca-dos-monges-do-ocidente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.cancaonova.com\/conquista\/2013\/07\/11\/sao-bento-patriarca-dos-monges-do-ocidente\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Bento, Patriarca dos Monges do Ocidente"},"content":{"rendered":"<table style=\"height: 1287px\" border=\"0\" cellspacing=\"4\" cellpadding=\"0\" width=\"459\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" valign=\"bottom\">S\u00e3o Bento<br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.paginaoriente.com\/santos\/crbento1107.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" width=\"202\" height=\"299\" align=\"right\" \/><\/p>\n<p>Bento, Patriarca de         in\u00fameros religiosos, nasceu na Umbria no ano de 480,         aproximadamente. Era filho de pais ilustres que n\u00e3o pouparam         sacrif\u00edcios para dar-lhe esmerada educa\u00e7\u00e3o. Contr\u00e1rio \u00e0         inclina\u00e7\u00e3o natural da idade, desde menino S\u00e3o Bento mostrava avers\u00e3o         aos brinquedos infantis e amor declarado \u00e0 ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Logo que o desenvolvimento         espiritual do menino o permitiu, levaram-no os pais a Roma,         com o fim de encetar estudos numa escola p\u00fablica. O         meio em que as circunst\u00e2ncias o obrigaram a viver,         n\u00e3o lhe agradou e, receando o naufr\u00e1gio de sua inoc\u00eancia, em         companhia de tantos mo\u00e7os, que levavam vida repreensibil\u00edssima,         resolveu cortar todas as rela\u00e7\u00f5es com o mundo. Para p\u00f4r em         seguro a salva\u00e7\u00e3o, abandonou Roma e retirou-se para um         lugar ermo.<\/p>\n<p>Jovem de 15 anos apenas,         encontrou-se S\u00e3o Bento com o eremita Romano, que lhe deu o         h\u00e1bito de monge, instruindo-o sobre a vida regular e os         respectivos deveres. Em seguida levou-o a uma gruta bem retirada, na         serra, desconhecida e de dif\u00edcil acesso.<\/p>\n<p>Foi esta gruta,         chamada gruta santa, que escolheu para morada. Romano prometeu-lhe         a mais estrita reserva sobre o esconderijo e tamb\u00e9m         trazer-lhe a provis\u00e3o necess\u00e1ria de mantimentos. Tr\u00eas anos         passou S\u00e3o Bento naquela gruta, sem receber visita, a n\u00e3o ser de         Romano. Deus, por\u00e9m, querendo fazer brilhar a luz da         santidade de seu servo, p\u00f4s a descoberta a         exist\u00eancia do jovem eremita. Um sacerdote         daquela regi\u00e3o, estando a preparar a refei\u00e7\u00e3o,         ouviu uma voz dizendo: &#8220;Est\u00e1s preparando teu jantar, quando meu         servo Bento morre de fome no deserto&#8221;. O servo de         Deus p\u00f4s-se a caminho, em procura do Santo e s\u00f3 superando         in\u00fameras dificuldades o encontrou. Bento, admirad\u00edssimo de         receber visita, n\u00e3o quis conversar com o desconhecido, sen\u00e3o         depois de ter passado algum tempo com ele em ora\u00e7\u00e3o. O         sacerdote ofereceu-lhe em seguida comida e insistiu para que         ele se alimentasse, pois n\u00e3o achava conveniente o jejum em dia         da P\u00e1scoa. S\u00e3o Bento ignorava esta         circunst\u00e2ncia. Terminada a refei\u00e7\u00e3o, o sacerdote         retirou-se. Tempos depois o paradeiro de S\u00e3o Bento foi descoberto         por pastores.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Devido \u00e0 fama         de santidade, foi enorme o n\u00famero de pedidos dos que         desejavam viver sob a dire\u00e7\u00e3o do santo eremita. <!--more Leia mais ... -->Ap\u00f3s muitos rogos         insistentes, aceitou a dignidade de abade do Convento de Vivaro. A         disciplina daquele convento, por\u00e9m, estava t\u00e3o corrompida,         que S\u00e3o Bento se viu obrigado a proceder com bastante rigor, no         intuito de reconduzir os monges relaxados \u00e0 observ\u00e2ncia         fiel da regra. Formou-se entre os religiosos t\u00e3o estranhada         antipatia contra o santo superior, que terminou por degenerar em \u00f3dio.         Para livrar-se-lhe da vigil\u00e2ncia, conceberam o plano sinistro de         mat\u00e1-lo. Adicionaram forte dose de veneno ao vinho, que ia ser         apresentado a S\u00e3o Bento. Quando este, por\u00e9m,         conforme o seu costume de benzer o alimento antes de o tomar,         fez o sinal da cruz sobre a bebida, o copo partiu-se. Longe de se         irritar com este fato, disse aos irm\u00e3os: &#8220;Deus vo-lo         perdoe, meus irm\u00e3os. Tendes agora a prova de que tive raz\u00e3o,         quando, logo no princ\u00edpio, vos disse que os meus         costumes n\u00e3o combinavam com os vossos&#8221;.<\/p>\n<p>S\u00e3o Bento n\u00e3o possu\u00eda         a ci\u00eancia das coisas profanas; tanto mais versado era         na ci\u00eancia de Deus e da salva\u00e7\u00e3o. Em Monte         Cassino escreveu a admir\u00e1vel regra para a         vida mon\u00e1stica. Nesta obra monumental S\u00e3o Bento revelava um profundo         conhecimento da alma humana e da ci\u00eancia que a conduz ao         \u00e1pice da perfei\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Greg\u00f3rio encantava-se com o         esp\u00edrito de sabedoria e mod\u00e9stia desta regra e n\u00e3o         hesitava em preconiz\u00e1-la entre todas a primeira. A regra de         S\u00e3o Bento foi adaptada por todos os monges do         Ocidente e conservou-se por muito tempo como base da vida         mon\u00e1stica. Eis o que prescreve a dita regra: o         sil\u00eancio, a ora\u00e7\u00e3o, o trabalho, o recolhimento, a         caridade fraterna e a obedi\u00eancia. S\u00e3o Bento chamava sua         Ordem escola para aprender a servir a Deus. Ele mesmo mostrou pelo         exemplo a excel\u00eancia da obra. Sendo superior da Ordem, era para         todos os filhos o modelo de monge exemplar. Como         outro Mois\u00e9s, escolhido por Deus para conduzir o povo         eleito, de Deus recebeu o dom dos milagres e da profecia,         para autenticar-lhe a alta miss\u00e3o. A natureza era-lhe sujeita         e o segredo das coisas futuras desvendava-lhe ante os         olhos.<\/p>\n<p>S\u00e3o Bento         morreu no mesmo ano que sua irm\u00e3 <a href=\"http:\/\/www.paginaoriente.com\/santos\/escolastica1002.htm\">Santa         Escol\u00e1stica<\/a> , por\u00e9m depois dela.         Predisse a sua morte e seis dias antes mandou abrir         a sepultura. No sexto dia da doen\u00e7a foi levado \u00e0 Igreja,         para receber os \u00faltimos sacramentos. Depois de ter feito         umas exorta\u00e7\u00f5es aos religiosos, de p\u00e9 e as m\u00e3os elevadas         ao c\u00e9u, exalou o esp\u00edrito, em 21 de mar\u00e7o de 543, tendo a         idade de 63 anos. Grande parte das rel\u00edquias descansam no Mosteiro de         Monte Cassino hoje completamente restaurado. As outras foram         transportadas para a abadia de Fleury, na         Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><em>Rezemos com S\u00e3o Bento &#8211; A Cruz Sagrada seja a minha luz. N\u00e3o seja o drag\u00e3o o meu guia. Retira-te Satan\u00e1s. Nunca me aconcelhes coisas v\u00e3s. \u00c9 mal o que tu me ofereces. Bebe tu mesmo dos teus venenos, am\u00e9m.<\/em><\/p>\n<p><em>S\u00e3o Bento, rogai por n\u00f3s!<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><span style=\"line-height: 19px\"><br \/>\nFonte:<\/span><a href=\"http:\/\/www.paginaoriente.com\/\">P\u00e1gina Oriente<\/a><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Bento Bento, Patriarca de in\u00fameros religiosos, nasceu na Umbria no ano de 480, aproximadamente. Era filho de pais ilustres que n\u00e3o pouparam sacrif\u00edcios para dar-lhe esmerada educa\u00e7\u00e3o. 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