Precisamos em primeiro lugar saber o que é o relativismo. O Papa Bento XVI te explica:

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“O relativismo é deixar-se levar “aqui e além por qualquer vento de doutrina”, vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que nada reconhece como definitivo e que deixa como última medida apenas o próprio eu e as suas vontades. (Ratzinger, Homilia da Missa Pro Elegendo Pontífice, 18/04/2005)

Nesta cultura, eu construo as minhas verdades como convém. Incluindo as verdades religiosas. Vivo a minha fé como quero. Eu mesmo faço o meu Catecismo e minhas regras de fé! Diminuo e menosprezo aquilo que a Igreja ensina e não me agrada. Não sigo seus ensinamentos, porque vai contra as minhas vontades. Penso, a Igreja é atrasada e conservadora com suas leis arcaicas que não se enquadram ao nosso tempo. Eu não seguirei estas bobagens…

Vai nessa! Segue pela “cabeça” dos outros e lá na frente com certeza vai se lascar…

Desculpem, mas ser cristão católico deste jeito é ser hipócrita! Relativizar a fé ao meu bel-prazer é querer enganar a Deus. É tonto, quem vive de máscaras! Por exemplo: Na Igreja é uma pessoa santa, piedosa, carismática, reza até em “línguas”… Porém, fora da Igreja vive de maneira profana e libertina – sexo, bebidas, noitadas, rolezinhos, ficando com um, ficando com outra, pegando ali, pegando aqui e etc… Entra no “laxismo”, que me empenharei em escrever em um artigo futuro.

Papa Francisco também nos exorta sobre esta cultura: “Na cultura do provisório, do relativo, muitos pregam que o importante é “curtir” o momento, que não vale a pena comprometer-se por toda a vida, fazer escolhas definitivas, “para sempre”, uma vez que não se sabe o que reserva o amanhã.”(Papa Francisco, Discurso aos Voluntários da JMJ)

Meus irmãos, os mornos serão vomitados! (cf. Ap.3,16) Viver a ditadura do relativismo dentro da Igreja é ser morno. Repito: Os mornos serão vomitados! Não vale a pena!

Sei, que não é fácil nadar contra esta correnteza. Mas temos que nadar!

“Eu tenho confiança em vocês, jovens, e rezo por vocês. Tenham a coragem de “ir contra a corrente”. E também tenham a coragem de ser felizes!” (Ibidem)

 

 

Coragem meus irmãos,

 

Até a próxima!

 

@ademircn

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